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quinta-feira, 28 de julho de 2016

PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – parte 5

Pequeno Curso sobre FALÁCIAS, com o professor Dr. Disgrota - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual
Dando prosseguimento ao assunto iniciado no capítulo anterior, este novo estudo, na verdade, é uma síntese bem humorada das falácias mais conhecidas. Dentre os muitos exemplos apresentados existem vários inspirados no momento atual (situação política do Brasil), pois é evidente que, em meio a tantos debates e discussões, as FALÁCIAS têm aparecido aqui e ali com uma freqüência incomum.

Exemplo 1 - A FALÁCIA DO ESPANTALHO

Descrição: Eu defendo a posição X; meu adversário não consegue contestar X; então transforma X em Z, um argumento que não tem nada a ver. Por fim, ataca o argumento Z, como se fosse o X.

Exemplo: Como é você tem coragem de defender o IMPEACHMENT (argumento X)? Não podemos abrir mão da DEMOCRACIA (argumento Z), pois isto custou muito caro aos brasileiros. Sem a DEMOCRACIA, voltaremos a ser uma ditadura.

A fraude intelectual: Observe que o contestador não apresenta argumentos para refutar o IMPEACHMENT defendido por mim. Ele me trata como alguém que é contrário à DEMOCRACIA. Assim, é logicamente mais fácil defender a importância da democracia do que apresentar razões que invalidem a tese do impeachment. Em resumo: Ao invés do autor do argumento refutar a posição defendida por uma pessoa, ele atribui uma OUTRA POSIÇÃO àquela pessoa (mais fácil de ser refutada) e então apresenta argumentos contrários a ela.

Exemplo 2 - A FALÁCIA DA MISERICÓDIA (AD MISERICORDIAM)

Descrição: Também conhecida como FALÁCIA DA PIEDADE. Acontece quando alguém apela para as virtudes ou estado emocional a fim de tentar provar um argumento.
Exemplos:
1 - “A Polícia Federal e a oposição deveriam deixar o ex-presidente Lula em paz. Nenhum presidente fez o que ele fez. Nenhum ajudou tanto os pobres.”
2 - Sarney tem história suficiente para que não seja tratado como uma pessoa comum”, disse Lula (em 2009), diante de uma série de denúncias envolvendo o (então) presidente do Senado José Sarney.
A fraude intelectual: Nenhuma boa ação pode apagar um crime. Se alguém comete algum crime tem que pagar por ele, não importando a quantidade de boas ações que praticou na vida. Será que Sarney tem “história suficiente” que lhe dê o direito de cometer crimes quando quiser? É claro que não!

Exemplo 3 - A FALÁCIA DA VERDADE OMITIDA

Descrição: O argumentador apresenta uma verdade, mas omite outra (que está relacionada à primeira). A omissão de parte da história pode levar a uma compreensão errada da história.
Exemplos: – Dilma lutou contra a DITADURA. Portanto, ela lutou em favor da DEMOCRACIA.
Contra-argumento: o argumentador apresenta uma dualidade clara (DITADURA versus DEMOCRACIA), mas omite dados importantes. Primeiro, mal intencionado, ele não específica o tipo de ditadura (pois existem várias: religiosas, militar, etc.).
E ISSO IMPORTA? O importante não é que ela lutou CONTRA a DITADURA? Não, tolinho. O “saliente” do argumentador omitiu um dado ainda mais importante, aliás, extremamente importante: DILMA LUTOU PELA IMPLANTAÇÃO DO REGIME COMUNISTA NO BRASIL. Assim, ela simplesmente queria substituir uma ditadura pela outra.
Portanto, ela NÃO lutou contra a ditadura, a favor da democracia. É verdade que ela lutou contra a DITADURA MILITAR. Porém, se ela e seus companheiros tivessem tido êxito, hoje, provavelmente, o Brasil seria COMUNISTA.
A fraude intelectual: Muitas vezes em seus discursos, o ex-presidente Lula declarou diante da multidão: “Enquanto vocês ainda não eram nem nascidos, essa brava mulher lutava pela nossa liberdade”.
 Para conhecer mais exemplos, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “224 – PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – Parte 5”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 21 de julho de 2016

PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – parte 4


FALÁCIAS – Detonando os Argumentos FAJUTOS - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Enquanto escrevo este texto (09 de abril de 2016), a situação política do Brasil está cada vez mais tensa. Aumenta o número de delatores, e com isso, vêm à tona novas revelações sobre o mar de corrupção em que boa parte dos políticos brasileiros está mergulhada. Em Brasília, as sessões na Câmara dos Deputados entram até na madrugada, tentando acelerar o processo de impeachment da presidente Dilma.

Bem, um dos lados bons desse atual embate (ou combate) político brasileiro é que, vendo, lendo e ouvindo os argumentos dos grupos envolvidos, a gente tem ótimas aulas de como NÃO ARGUMENTAR.

Dá até nos nervos testemunhar as toneladas de falácias, argumentos fajutos e idiotices divulgadas diariamente, principalmente nas redes sociais. Uma das táticas mais adotadas é a do DESVIO DO FOCO, FUGA DO ASSUNTO PRINCIPAL, DESVIO DO TEMA CENTRAL, etc.

Em vez de enfrentar (e atacar) a tese do autor, o lado contrário prefere atacar o autor da tese. E pior: Todo tipo de boato é divulgado como se fosse fato, mesmo que contradigam frontalmente as leis elementares da Lógica (Lei da Identidade, Lei da Não-Contradição e Lei do 3º Excluído).

Tudo isso só evidencia a miséria intelectual que domina o Brasil, fruto de uma cultura que valoriza mais o rebolar do que o pensar.

Há muito tempo que eu sentia a necessidade de elaborar algum estudo a respeito das FALÁCIAS, ou seja, aqueles argumentos falsos (ou trapaças argumentativas) que, vez por outra, vemos em debates (em qualquer área: política, religiosa, etc).

Num conceito mais acadêmico, “na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente inconsistente, sem fundamento, inválido ou falho na capacidade de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso.” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Falacia).

A Lógica está sempre do lado da verdade. Quando aparenta não estar é porque foi manipulada, gerando uma falácia.

Infelizmente, a maioria dos cristãos (no Brasil) não está preparada para debater com os chamados incrédulos (pessoas não cristãs, ateus, céticos e agnósticos). A tática cristã mais comum é usar argumentos bíblicos para tentar convencer pessoas que nem acreditam na Bíblia.

Não me entendam mal. Como boa parte dos brasileiros diz ser cristã, e pressupondo que eles acreditam na Bíblia como a Palavra de Deus, eu posso tranqüilamente usar versículos bíblicos para provar (para eles) alguma tese. Porém, isto não funciona para quem duvida da Bíblia. Neste caso, eu terei dois trabalhos: 1º Demonstrar, com as evidências disponíveis, que a Bíblia é a Palavra de Deus; e 2º Apresentar o Plano de Deus (para essas pessoas) revelado na Bíblia.

De qualquer forma eu terei que fazer uso de argumentação lógica para provar minhas teses. E aí eu preciso estar preparado a fim de evitar as armadilhas dos falsos argumentos, que chamamos de falácias.

Mas por que um cristão deveria estudar Lógica? Por que a Lógica é importante na defesa da fé cristã?

Como disse certa vez o grande apologista cristão Norman Geisler:

“O meu professor de filosofia na faculdade bíblica na década de 1950 costumava dizer: ‘A próxima melhor coisa além de santidade é a lógica’. E a minha sugestão a eles [estudantes cristãos] é: estude lógica, aprenda como analisar argumentos, aprenda como analisar falácias. E, quando você aprender a fazer isto, você não temerá ateus e agnósticos porque há sempre alguma falha no argumento, e quanto melhor e mais astuto você for na lógica, mais rapidamente você conseguirá ver isto.”

Motivado pelo uso excessivo de falácias por aqueles que protestam contra o atual governo e muito mais pelos que o defendem; e encorajado ainda pelas palavras dos apologistas cristãos mais ativos da atualidade (Norman Geisler, William Lane Craig e Ravi Zacharias), resolvi elaborar um guia básico das falácias mais usadas em debates, e, ao mesmo tempo, mostrando como combatê-las.

Para conhecer os detalhes deste novo estudo, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “223 – PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – Parte 4”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.
Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 14 de julho de 2016

NO PRINCÍPIO ERA A MATEMÁTICA – Parte 12

Deus, o Universo e as Espirais - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Quando comecei a investigar a Espiral de Ulam (NO PRINCÍPIO ERA A MATEMÁTICA – parte 11), passei a suspeitar que haveria uma forte conexão com o Código Gênesis, mas não imaginava como.

Imaginei que, talvez, os 7 valores de Gênesis 1.1 estivessem em algum alinhamento simétrico (uma cruz ou estrela por exemplo) na espiral infinita dos números naturais. Mas rapidamente percebi que minha hipótese não tinha fundamento.

Entretanto, quanto mais refletia no formato espiral do Universo, e na simetria dos números primos na espiral numérica, mais me convencia de que o Código Gênesis deveria estar conectado a essa espiral de forma clara e espetacular.

Em outras palavras, se o Código Gênesis fosse mesmo verdadeiro e não simplesmente uma série incrível de coincidências, haveria uma prova disso na espiral numérica, de uma forma clara o suficiente para ser entendida por todos e tão impressionante capaz de fazer refletir o mais exigente dos céticos.

Como revelado e demonstrado no estudo anterior (O CÓDIGO GÊNESIS – parte 37), a espiral pode também ser visualizada como uma série de círculos, e todos contendo uma quantidade fixa de números (todas múltiplas de 8, com exceção do 1º círculo, ocupado pelo número 1).

Cada número ocupa uma posição eterna na espiral numérica. Ou seja, se o número 2701 está no 27º círculo, ele nunca sairá de lá. É sua morada eterna, para sempre. Deixando claro que essa espiral numérica não é uma invenção humana, mas sim uma descoberta.

Por isso não deixa de ser impressionante que os 7 valores de Gênesis 1.1, que estão super relacionados com os números 37 e 73, ocupem justamente os círculos cuja soma seja exatamente 73! E não há nisso manipulação nenhuma.

Neste novo estudo, mergulhamos ainda mais na conexão entre o Código Gênesis e a espiral numérica. Uma das surpresas é que o valor exato da velocidade da luz (299.792.458), em metros por segundos, que tem, como um dos seus fatores, o número 73 (um dos fatores-chave do Código Gênesis), ocupa uma posição bem interessante na espiral numérica.

Isto é: o estarrecedor é que a posição na espiral dos números coloca o valor da velocidade da luz num círculo que tem como múltiplo exato – adivinhem quem! – o número 37! Ou você acha que é apenas uma coincidência não-significativa?

Para conhecer os detalhes do novo estudo sobre o Código Gênesis, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “222 – NO PRINCÍPIO ERA A MATEMÁTICA – Parte 12 – Deus, o Universo e as Espirais”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 7 de julho de 2016

O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 37

Muito além do que a mente humana poderia arquitetar - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Aleluia!!! Chegamos ao capítulo 37!

Nunca passou pela minha mente que alcançaria este ponto desta série de estudos sobre o Código Gênesis. Quem acompanha o Arquivo7 há um bom tempo deve ter percebido que o capítulo 21 do “Código Gênesis” parecia ter concluído tudo que a gente sabia e tinha que divulgar sobre essa misteriosa matemática bíblica. Aí se passou algum tempo e aqui e ali surgia mais um capítulo sobre o tema. Até que, a partir de novembro passado (2015), logo após publicar o estudo “COMO DEUS AUTENTICOU O GÊNESIS”, meus olhos foram abertos para detalhes que nunca havia percebido e que comprovavam ainda mais a tese que eu defendia há muitos anos.

Não sei explicar como, mas nos últimos três meses percebi coisas (simetrias e padrões) na matemática do Gênesis (e de outras partes da Bíblia) mais significativas do que as descobertas que fiz nos últimos 10 anos. Deixando claro que, parte de minhas pesquisas são inspiradas nas investigações de alguns matemáticos cristãos estrangeiros (com menção especial para o Dr. Vernon Jenkins, da Grã-Bretanha). Entretanto, outra parte destas pesquisas são observações minhas, exaustivas investigações e descobertas pessoais.

Recentemente (2ª semana de março de 2016), enquanto meditava na quantidade de estudos sobre o “Código Gênesis” alcançada até aqui (36), fiquei pensando na possibilidade de organizar o próximo capítulo não apresentando um exemplo inédito, mas apenas elencar as coincidências mais incríveis conectando os números 37 e 73 às primeiras 7 palavras da Bíblia.

Eu poderia citar uma lista com 37 itens (curiosidades matemáticas) sobre os números 37 e 73 (para celebrar o 37º capítulo da nossa “saga” bíblico-matemática).

Mas, enquanto meus pensamentos navegavam no mar dos números, detiveram-se por um momento na ESPIRAL NUMÉRICA (estudada recentemente). Aí, num lampejo inimaginável, uma ideia surgiu em minha mente, precedida pelas palavras: “E SE...”

E se a posição dos 7 valores de Gênesis 1.1 na espiral dos números também for significativa? Aí refleti com muito cuidado. Eu não posso forçar ou manipular nada. A posição dos tais valores na espiral numérica tem que ser algo natural e imutável. Para sempre. Eternamente. Mas como classificar essa posição? Aí percebi outra coisa: A partir do 1 (centro), a espiral vai se alargando em círculos, deixando clara uma ordem (1º círculo, 2º círculo, 3º círculo, etc.).

Quando calculei o número de todos os círculos onde apareciam os 7 valores de Gênesis 1.1, fiquei estarrecido. Refiz os cálculos várias vezes, mas não havia como contestar os fatos que se apresentavam. Diante de tal descoberta fiquei me perguntando a razão de tudo isso. Ou seja, se toda essa história de Código Gênesis fosse apenas uma grande coincidência, por que mais fatos continuavam a aparecer? E por que eu estava percebendo isso num espaço cada vez mais curto?

Ainda chocado com a recente descoberta, enquanto eu organizava tudo para incluir no novo estudo, fui surpreendido por mais um pensamento: Como as 7 palavras de Gênesis 1.1 estão divididas claramente em duas partes (NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS + E A TERRA), ou seja, em 5 e 2 palavras, que correspondem, respectivamente, aos valores 1998 e 703, será que tais valores estariam também numa posição significativa dentro da espiral dos números?

Quando fui testar a hipótese quase cai da cadeira.

Para conhecer os detalhes do novo estudo sobre o Código Gênesis, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “221 – O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 37 – Muito além do que a mente humana poderia arquitetar”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com