Enciclopédia Arquivo7 no MEGA

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O SIGNO DA SERPENTE

Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

A marca da Besta!

Fazia tempo que eu sentia a necessidade de elaborar algum estudo específico sobre este tema, um dos mais controversos da Profecia Bíblica. Os sermões e teorias a respeito podem encher centenas de enciclopédias. O famoso número 666 (a celebridade numérica mais conhecida da Bíblia) já foi encontrado nos nomes de Nero, Maomé, Hitler, Napoleão, vários papas, vários presidentes americanos e muitos outros líderes religiosos.

É claro que os métodos para se encontrar tal número variam conforme a necessidade e conveniência. E isso já virou até piada.

Primeiro você escolhe uma personalidade em evidência no noticiário internacional. Pegue o nome dela e some em hebraico. Se não aparecer o 666, some em grego. Se não der certo, calcule em latim. Para ajudar, acrescente alguma letra ou tire alguma letra do nome dela, arranjando uma desculpa qualquer.

Ainda não encontrou o 666? Procure outro método. Em vez do nome calcule algum título. Se não funcionar junte o valor do título com o valor do nome. E assim, vá tentando até achar o 666 e “provar” que tal pessoa é a Besta.

Como deu pra notar isso só atrapalha a interpretação séria da Profecia Bíblica. Isso só ridiculariza os estudiosos do Apocalipse. Não é fácil seguir o ministério do ensino sobre profecias bíblicas. Recentemente, um amigo me contou que estava em uma convenção de pastores e um pastor apresentou um livro sobre Escatologia (a doutrina das últimas coisas) dizendo: “Eis aqui um livro cheio de mentiras”.

No inicio de minha vida como “professor” de profecias bíblicas (como costumam chamar por aqui), fui bastante criticado por ter escolhido a área escatológica. Um dos meus pastores me pediu explicitamente que eu parasse de pregar sobre o Apocalipse, argumentando que era um livro complicado e as pessoas não o entendiam.

Eu poderia ter parado por aí. Mas me senti ainda mais motivado (por essa crítica negativa) e o resultado foi que, na primeira oportunidade que tive (logo após a sugestão negativa do reverendo) preguei sobre o tema “SETE RAZÕES PORQUE DEVEMOS PREGAR O APOCALIPSE”.

Alguns dias depois, conversando com alguns membros da igreja, o pastor disse, meio sorrindo, que não iria mais insistir (para que eu deixasse o Apocalipse de mão), pois, pelo visto, não adiantava.

E não adiantava mesmo. Apesar de sofrer muitas decepções (e rejeições) por parte de muitas igrejas e líderes cristãos, continuei firme, mesmo me sentindo um peixe fora d’água. Aí apareceu a internet e pude compartilhar os estudos com quem realmente se interessa por esse tipo de assunto.

Bem, neste novo estudo apresento uma teoria muito polêmica sobre a Marca da Besta. Se a tivesse conhecido há alguns anos eu não lhe daria a mínima importância. Mas o contexto que a envolve é muito significativo para que possa se menosprezado.

Existe uma máxima no estudo das profecias que pode ser um pouco frustrante, mas que não deixa de ser verdadeira:

“ENTENDEMOS MELHOR UMA PROFECIA QUANTO MAIS SE APROXIMA DO CUMPRIMENTO DELA.”

Em outras palavras: a próxima geração entenderá melhor as profecias bíblicas do que a atual. Não é nenhuma arrogância afirmamos que entendermos melhor as profecias bíblicas hoje do que os estudiosos de 10 anos atrás.

Quanto mais nos aproximamos do final dos tempos, mais claro se torna o significado das profecias bíblicas.

Por isso, esqueça seus preconceitos proféticos e abra sua mente para o que está acontecendo hoje. É de arrepiar.

Para conhecer esse novo estudo, acesse este link (http://sdrv.ms/ZHobAh) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 15.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 131 – O SIGNO DA SERPENTE.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário