O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

A MARAVILHOSA MATEMÁTICA BÍBLICA DO CRISTAL DE NEVE



Uma das minúsculas maravilhas da natureza que sempre intrigou os estudiosos é o CRISTAL DE NEVE (também conhecido como FLOCO DE NEVE). Um americano dedicou parte de sua vida a fotografar essas minúsculas obras de Deus, porque ficou chocado com as primeiras fotos.

Uma biografia resumida dele diz:

Wilson Alwyn Bentley (9 de fevereiro, 1865 – 23 de dezembro, 1931), nascido em Jericho, Vermont, Estados Unidos, foi um dos mais conhecidos fotógrafos de flocos de neve. Ele desenvolveu um processo de capturar as partículas em um veludo negro de forma que conseguisse fotografá-las antes delas derreterem.

Durante sua vida fotografou mais de 5.000 cristais de neve e fez duas descobertas intrigantes:

1 – Quase 100% dos cristais de neve possuem a forma geométrica HEXAGONAL;

2 – Não existem dois iguais (tal como nossas impressões digitais).

Ou seja, se você apanhar um punhado de neve, terá em sua mão milhares de coisinhas de formato hexagonal e totalmente diferentes uma das outras. Não é fascinante?

          Antes de nos aprofundarmos na Matemática Bíblica do Cristal de Neve, queremos ainda destacar outras informações interessantes sobre Bentley:

“Ele ficou interessado em cristais de neve quando adolescente na fazenda da família. ‘Sempre, desde o começo, foram os flocos de neve que mais me fascinaram’, disse ele. ‘As pessoas da fazenda neste país temem o inverno, mas eu fiquei extremamente feliz.’ Ele tentou desenhar o que viu através de um velho microscópio dado a ele pela mãe aos quinze anos. Os flocos de neve eram muito complexos para serem gravados antes de derreterem, então ele conectou uma câmera de fole a um microscópio composto e, após muita experimentação, fotografou seu primeiro floco de neve em 15 de janeiro de 1885. Ele capturou mais de 5.000 imagens de cristais em sua vida. Cada cristal foi capturado em um quadro negro e transferido rapidamente para uma lâmina de microscópio. Mesmo em temperaturas abaixo de zero , os flocos de neve são efêmeros porque sublimam.”

“Bentley descreveu flocos de neve como ‘pequenos milagres de beleza’ e cristais de neve como ‘flores de gelo’. Apesar dessas descrições poéticas, Bentley trouxe um método empírico ao seu trabalho. Em colaboração com George Henry Perkins, professor de história natural da Universidade de Vermont, Bentley publicou um artigo no qual argumentava que não havia dois cristais de neve iguais. Esse conceito chamou a atenção do público e ele publicou outros artigos em revistas, incluindo National Geographic, Nature, Popular Science e Scientific American. Suas fotografias foram solicitadas por instituições acadêmicas em todo o mundo.”

          Todas as fontes, comprovando cada uma dessas informações, podem ser acessadas a partir deste endereço: https://en.wikipedia.org/wiki/Wilson_Bentley
  
A primeira vez em que tomei conhecimento dessas características incríveis dos flocos de neve, foi em um texto citado pelo famoso teólogo americano Myer Pealman, em uma de suas obras teológicas mais populares: “CONHECENDO AS DOUTRINAS DA BÍBLIA”.

“O Sr. A. J. Pace, desenhista do periódico evangélico ‘Sunday School Times’, fala de sua entrevista com o finado Wilson J. Bentley, perito em microfotografia (fotografar o que se vê através do microscópio). Por mais de um terço de século esse senhor fotografou cristais de neve. Depois de haver fotografado milhares desses cristais ele observou três fatos principais: primeiro, que não havia dois flocos iguais; segundo: todos eram de um padrão formoso; terceiro: todos eram invariavelmente de forma sextavada.

Quando lhe perguntaram como se explicava essa simetria sextavada, ele respondeu: ‘Decerto, ninguém sabe senão Deus, mas a minha teoria é a seguinte: Como todos sabem, os cristais de neve são formados de vapor de água a temperaturas abaixo de zero, e a água se compõe de três moléculas, duas de hidrogênio que se combinam com uma de oxigênio. Cada molécula tem uma carga de eletricidade positiva e negativa, a qual tem a tendência de polarizar-se nos lados opostos. O algarismo três, portanto, figura no assunto desde o começo.’

‘Como podemos explicar estes pontinhos tão interessantes, as voltas e as curvas graciosas, e estas quinas chanfradas tão delicadamente cinzeladas, todas elas dispostas com perfeita simetria ao redor do ponto central?’ perguntou o Sr. Pace.

Encolheu os ombros e disse: ‘Somente o Artista que os desenhou e os modelou conhece o processo.’

Sua declaração acerca do ‘algarismo três que figura no assunto’ me pôs a pensar. não seria então que o triúno Deus, que modela toda a formosura da criação, rubrica a própria trindade nestas frágeis estrelas de cristal de gelo como quem assina seu nome em sua obra-prima? Ao examinar os flocos de neve ao microscópio, vê-se instantaneamente que o princípio básico da estrutura do floco de neve é o hexágono ou a figura de seis lados, o único exemplo disso em todo o reino da geometria a este respeito. O raio do circulo circunscrevente é exatamente igual ao comprimento de cada um dos seis lados do hexágono. Portanto, resultam seis triângulos eqüiláteros reunidos ao núcleo central, sendo todos os ângulos de sessenta graus, a terça parte de toda a área num lado duma linha reta. Que símbolo sugestivo do triúno Deus é o triângulo! Aqui temos unidade: um triângulo, formado de três linhas, cada parte indispensável à integridade do conjunto.

A curiosidade agora me impeliu a examinar as referências bíblicas sobre a palavra ‘neve’, e descobri, com grande prazer, este mesmo ‘triângulo’ inerente na Bíblia. Por exemplo, há 21 (3 x 7) referências contendo o substantivo ‘neve’ no Antigo Testamento, e 3 no Novo Testamento, 24 ao todo. Então achei referencias, que falam da ‘lepra tão branca como a neve’. Três vezes a purificação do pecado é comparada à neve. Achei mais três que falam de roupas ‘tão brancas como a neve’. Três vezes a aparência do Filho de Deus compara-se à neve. Mas a maior surpresa foi ao descobrir que a palavra hebraica, ‘neve’, é composta inteiramente de algarismos ‘três’! É fato, embora não seja geralmente conhecido que, não tendo algarismos, tanto os hebreus como os gregos usavam as letras do seu alfabeto como algarismos. Bastava um olhar casual de um hebreu à palavra SHELEG (palavra hebraica que quer dizer ‘neve’) para ver que ela significa o algarismo 333, bem como significa ‘neve’. No hebraico a primeira letra, que corresponde à nossa ‘SH’, vale 300; a segunda consoante ‘L’ vale 30; e a consoante final, o nosso ‘G’, vale 3. Somando-as, temos 333, três algarismos de três. Curioso, não é verdade? Mas por que não esperar exatidão matemática dum livro plenamente inspirado, tão maravilhoso quanto o mundo que Deus criou?

Acerca de Deus disse Jó: ‘Faz grandes coisas que não podemos compreender. Pois diz à neve: Cai sobre a terra’ (Jo 37:5,6). Eu já gastei dois dias inteiros para copiar com pena e tinta o desenho de Deus de seis cristais de neve e fiquei muito fatigado. E como é fácil para ele fazê-lo! ‘Ele diz à neve’ — e com uma palavra está feito.

Imaginem quantos milhões de bilhões de cristais de neve caem sobre um hectare de terra durante uma hora, e imaginem, se puderem, o fato surpreendente de que cada cristal tem sua individualidade própria, um desenho e modelo sem duplicata nesta ou em qualquer outra tempestade. ‘Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir’ (Sal.139:6). Como pode uma pessoa ajuizada, diante de tal evidência de desígnios, multiplicados por um sem-número de variedades, duvidar da existência e da obra do Desenhista, cuja capacidade é imensurável?! Um Deus capaz de fazer tantas belezas é capaz de tudo, até mesmo de moldar as nossas vidas dando-lhes beleza e simetria.”

(Myer Pealman, CONHECENDO AS DOUTRINAS DA BÍBLIA, págs. 34-36, Editora Vida, edição de 2001).

Nota 1: Ele cita “Wilson J. Bentley”, mas deve ter sido um equívoco, porque o nome completo desse grande fotógrafo geralmente aparece como Wilson Alwyn Bentley nos muitos textos que vi sobre ele na internet. Mas é um detalhe que não interfere em nosso estudo.

Nota 2: Há um problema com o parágrafo: “Por exemplo, há 21 (3 x 7) referências contendo o substantivo ‘neve’ no Antigo Testamento, e 3 no Novo Testamento, 24 ao todo.” É verdade que no Novo Testamento, a palavra “neve” aparece somente 3 vezes (inclusive no original grego, como pude constatar). Já no Antigo Testamento, encontramos “neve” 22 vezes. Qual a razão do equívoco do autor? Tenho duas hipóteses:

a) Ele não considerou um texto paralelo. A cena de 2 Samuel 23.20 repete-se em 1 Crônicas 11.22. Se este for o caso, ficaria melhor se fosse dito mais ou menos o seguinte: “No Antigo Testamento, a NEVE aparece em 21 ocasiões diferentes”;

b) Como a Bíblia usada pelo autor foi a inglesa, compare os dois textos (paralelos) na versão da KJV (King James Version), observe especialmente a palavra “neve”, isto é, SNOW:

2 Sm 23:20: “And Benaiah the son of Jehoiada, the son of a valiant man, of Kabzeel, who had done many acts, he slew two lionlike men of Moab: he went down also and slew a lion in the midst of a pit in time of snow:”

1 Cr 11:22:  “Benaiah the son of Jehoiada, the son of a valiant man of Kabzeel, who had done many acts; he slew two lionlike men of Moab: also he went down and slew a lion in a pit in a snowy day.”

No texto de 1 Crônicas, temos SNOWY, que, em inglês, significa NEVADA, não exatamente NEVE. Não entendi o porque dessa palavra ter sido escrita assim, já que no texto paralelo de 2 Samuel temos claramente a palavra SNOW (neve). Por essa razão, o autor pode ter desconsiderado de sua contagem. No original está como הַשָּֽׁלֶג׃ e em 2 Samuel como הַשָּֽׁלֶג׃, ou seja, exatamente igual. Fonte: https://biblehub.com/hebrew/hashshaleg_7950.htm (aliás, este é o melhor site para consultas à todas as versões da Bíblia, antigas e recentes). Muitas vezes a palavra גלֶשָּֽׁ (neve) aparece sozinha e outras acompanhadas de uma ou duas letras hebraicas, por capricho (ou estilo) da gramática hebraica, que, às vezes, junta o artigo com o substantivo, etc.

Estou enfatizando esses detalhes pra que ninguém me acuse de manipular dados e palavras a fim de encaixar nas simetrias que serão apresentadas. Em todas as versões consultadas, a palavra “neve” aparece em 25 versículos (3 no Novo Testamento).

Nota 3: O texto de Pealman não está negritado no original.

O QUE A NEVE SIMBOLIZA NA BÍBLIA?

Não precisamos pesquisar muito pra percebemos que, como símbolo, a neve aponta para, pelo menos, duas coisas:

quinta-feira, 21 de maio de 2020

SETE CONEXÕES ENTRE GÊNESIS 1.1 E JOÃO 1.1 QUE DESAFIAM A IMAGINAÇÃO HUMANA


Quando lemos na primeira frase da Bíblia a expressão “NO PRINCÍPIO”, podemos pensar que esta é a referência de tempo mais antiga da Bíblia. O texto completo diz: “NO PRINCÍPIO criou Deus os céus e a terra.” (Gênesis 1.1). Entretanto, quase mil capítulos depois, encontramos a mesma expressão, mas envolvendo outro contexto: “NO PRINCÍPIO era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1.1).

O Universo foi criado “no princípio”, mas antes desse princípio já existia “O VERBO”. João 1.1-3 é um dos textos mais profundos da Bíblia e deixam clara a origem divina de Jesus.

Gênesis foi escrito cerca de 14 séculos antes de Cristo e o Evangelho de João, no primeiro século da Era Cristã. Portanto, um espaço de tempo muito grande entre a elaboração dos dois livros. Que conexão poderia haver entre eles? Claro que, como a Bíblia, em linhas gerais, tem como tema O Messias e o povo do Messias, isto é, Israel, não é de espantar que em todos os 66 livros dela possamos encontrar sinais desse tema.

MAS 3 CONEXÕES SIMPLES ENTRE GÊNESIS E JOÃO NOS LEVA A SUSPEITAR QUE EXISTEM CONEXÕES MAIS COMPLEXAS ENTRE ELES

CONEXÃO 1NO PRINCIPIO...” – Os dois únicos livros da Bíblia que começam com a expressão “NO PRINCÍPIO”.

“No princípio criou Deus os céus e a terra.” “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (Gênesis 1.1; João 1.1).

CONEXÃO 2SEIS VEZES “LUZ” – A palavra “luz” aparece 6 vezes em Gênesis 1 e 6 vezes em João 1 – parece bem clara a intenção do Autor Divino em querer chamar a atenção para a conexão entre esses dois capítulos:

“Disse Deus: haja LUZ. E houve LUZ. Viu Deus que a LUZ era boa; e fez separação entre a LUZ e as trevas. E Deus chamou à LUZ dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. (...) E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra, para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a LUZ e as trevas. E viu Deus que isso era bom.
(Gênesis 1.3-5,17,18)

“Nele estava a vida, e a vida era a LUZ dos homens; a LUZ resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio como testemunha, a fim de dar testemunho da LUZ, para que todos cressem por meio dele. Ele não era a LUZ, mas veio para dar testemunho da LUZ. Pois a verdadeira LUZ, que alumia a todo homem, estava chegando ao mundo.”
(João 1.4-9)

CONEXÃO 3SETE DIAS – Gênesis abre mostrando a Criação do mundo envolvendo 7 dias; e João inicia o seu Evangelho apresentando uma série de eventos em 7 dias:

1º DIA - "E este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para que lhe perguntassem: Quem és tu? Ele, pois, confessou e não negou; sim, confessou: Eu não sou o Cristo. (...) Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. (...) Estas coisas aconteceram em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando." (João 1.19-28)

2º DIA - "No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Este é aquele de quem eu disse: Depois de mim vem um varão que passou adiante de mim, porque antes de mim ele já existia.”
(João 1.29,30)

3º DIA - "No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos e, olhando para Jesus, que passava, disse: Eis o Cordeiro de Deus!” (João 1.35-36)

4º DIA - "No dia seguinte Jesus resolveu partir para a Galiléia, e achando a Felipe disse-lhe: Segue-me. Ora, Felipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro. Felipe achou a Natanael, e disse-lhe: Acabamos de achar aquele de quem escreveram Moisés na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José." (João 1.43-45)

5º, 6º E 7º DIAS - “Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, e estava ali a mãe de Jesus; e foi também convidado Jesus com seus discípulos para o casamento.” (João 2.1,2)

Essas três conexões são bem interessantes, mas poderiam ser apenas coincidências. Entretanto, a conexão matemática que existe entre João 1 e Gênesis 1 é evidente demais para não ter sido planejada, e complexa demais para ser fruto da mente humana. Os fatos que citaremos a seguir são muito intricados para terem sido criados por Moisés (escritor do Gênesis) e João (escritor do 4º Evangelho). E ainda que os dois tenham sido capazes de tamanha proeza, devemos considerar ainda um detalhe: entre Moisés e João existem, pelo menos, 14 séculos de diferença!!!

CONEXÃO MATEMÁTICA 1 – A expressão “NO PRÍNCIPIO”, no original grego de João tem o valor 774.

3 x 3 x 86 = 774

Ou seja, 3 x 3 x o valor da palavra ELOHIM (= DEUS), a 3ª palavra de Genesis 1.1!!!

Se pegarmos dois números grandes ao acaso, são grandes as chances de ambos terem um divisor em comum, mas somente se for tal divisor for um número pequeno, tipo 3, 5, 7, etc. Agora é um pouco mais complicado, por exemplo, você apanhar dois números ao acaso e os dois serem múltiplos de 86. Aí a coincidência é grande, suficiente para merecer uma atenção maior.

CONEXÃO MATEMÁTICA 2 – A DIFERENÇA entre o valor do nome do escritor do Gênesis (Moisés) e o valor do nome do escritor do Evangelho de João (o próprio João) é:

MOISÉS, valor 345
JOÃO, valor 1119

Diferença: 774 (valor de “NO PRINCÍPIO”, em João 1.1)

Novamente, outro número alto (no caso, 86) em comum, envolvendo dois personagens que viveram em épocas diferentes, num intervalo de 14 séculos. E, mais interessante: o mesmo número que já tinha aparecido antes.
  
CONEXÃO MATEMÁTICA 3 – Como demonstrado em muitos capítulos do Arquivo7, o valor numérico de Gênesis 1.1, no original hebraico, é 2701, que é um número triangular, isto é, a soma de 1 a 73. Numa definição básica, um número triangular é qualquer número que é a soma de uma sequência desde o 1. Por exemplo, 28 é triangular porque é a soma de 1+2+3+4+5+6+7. Os primeiros 7 números triangulares são: 1, 3, 6, 10, 15, 21, e 28.

Agora imagine 2701 pedrinhas, dispostas da seguinte forma: Primeiro, uma pedrinha. Abaixo desta, duas pedrinhas, depois três, quatro, cinco, etc., até chegar numa linha com 73 pedrinhas. Abaixo, os detalhes:

quinta-feira, 14 de maio de 2020

SORTE DEMAIS PARA O "DEUS ACASO"


MUITO ALÉM DO QUE O “DEUS ACASO” PODERIA ARQUITETAR, E MAIS ALÉM AINDA DO QUE A GENIALIDADE HUMANA PODERIA CONCEBER

Façamos agora algumas experiências matemática simples, na qual serão destacados 4 números-chave:

1ª Experiência: Pegue 7 pedras e coloque-as em fila.

OOOOOOO

Temos o nosso primeiro número-chave: 7

Agora coloque 6 pedras sobre as 7; depois, 5 sobre as 6, e assim até formar um triângulo. No final, você terá construído a seguinte figura:

O
OO
OOO
OOOO
OOOOO
OOOOOO
OOOOOOO

          No final, tendo 7 pedras como base, formamos um triângulo com 28 pedras. É uma verdade matemática eterna: o triangular de 7 é 28.

Temos o nosso segundo número-chave: 28

2ª Experiência: Faça um outro triângulo de 28 pedras, só que invertido.

OOOOOOO
OOOOOO
OOOOO
OOOO
OOO
OO
O
         
3ª Experiência: De posse dos dois triângulos, coloque um sobre o outro, formando uma ESTRELA HEXAGONAL.

É claro que as posições de algumas pedras coincidirão (uma sobre as outras) e, no final, surgirá a seguinte figura:

O
OO
OOOOOOO
OOOOOO
OOOOO
OOOOOO
OOOOOOO
OO
O

          Essa figura estrelar possui 37 pedras.

Temos o nosso terceiro número-chave: 37

4ª Experiência: Cerque a estrela hexagonal com outras pedras, até fechar completamente.

No final, você só teve que acrescentar mais 36 pedras, e a nova estrela hexagonal passou a ter 73 pedras.

O
OO
OOO
OOOOOOOOOO
OOOOOOOOO
OOOOOOOO
OOOOOOO
OOOOOOOO
OOOOOOOOO
OOOOOOOOOO
OOO
OO
O

Temos o nosso quarto número-chave: 73

O QUE CONSTATAMOS COM ESSA SIMPLES EXPERIÊNCIA MATEMÁTICA?

          Que existe uma clara conexão entre os números 7, 28, 37 e 73. Na Matemática, 7 pertence ao conjunto dos números HEXAGONAIS, 28 aos números TRIANGULARES, 37 e 73, aos números ESTRELARES HEXAGONAIS. Os nomes e símbolos foram criados pelos homens, mas a verdade matemática contida sempre existiu e existirá eternamente – e isso é incrível e fascinante.

          AGORA ATENÇÃO PARA OS FATOS ABAIXO, FACILMENTE COMPROVÁVEIS:

quinta-feira, 7 de maio de 2020

QUANDO UMA COINCIDÊNCIA É SIGNIFICATIVA? – Parte 2


Um capítulo bíblico muito estudado por geógrafos, historiadores e cronologistas, é o capítulo 5 de Gênesis, onde mostra a genealogia dos patriarcas antediluvianos, de Adão à Noé. O fato de serem citados muitos números (tipo idade total do patriarca, idade ao gerar o filho primogênito e quanto tempo viveu depois disso) indica que o escritor faz o possível para provar que está lidando com personagens históricos, não com fictícios.

“Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete. E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos; e gerou filhos e filhas. Todos os dias que Adão viveu foram novecentos e trinta anos; e morreu.” (Gênesis 5.3-5)

A fórmula usada é: Fulano viveu x anos e gerou um filho; depois viveu mais y anos; todos os dias de fulano foram z anos e morreu. Observação: no caso de Adão, Sete não foi seu primogênito, mas o escolhido para liderar a chamada “linhagem sagrada”, de onde haveria de vir o Messias.

Se somarmos todas as idades totais dos 10 patriarcas, teremos:

Adão
930
Sete
912
Enos
905
Cainã
910
Maalaleel
895
Jerede
962
Enoque
365
Matusalém
969
Lameque
777
Noé
950
Total
8575

Quais os fatores desse valor total? 5 x 5 x 7 x 7 x 7

É um valor numericamente significativo (no sentido bíblico)? Sim, pois é múltiplo não somente de 7 (um dos números mais importantes da Bíblia), mas do CUBO de 7. Isso indicaria que essas idades foram elaboradas de propósito? Provavelmente. Isso evidenciaria alguma inspiração extraterrena, isto é, sobrenatural? De forma nenhuma, pois é facílimo qualquer pessoa, com um pouco de inteligência, elaborar tal simetria, ou seja, uma lista de pessoas cuja idade total seja múltipla de um cubo de 7.

Uma simetria só prova que algo pode ter sido elaborado de propósito, não que seja humanamente impossível. A não ser que seja complexa demais e elaborada em circunstâncias especiais.

Em Gênesis 11, temos uma segunda tabela genealógica, a partir de Sem, filho de Noé. Interessante que, a 1ª tabela cita 10 patriarcas e o último (Noé) gera 3 filhos: Sem, Cam e Jafé.

Na 2ª tabela, temos outros 10 patriarcas. E a partir do último da lista, Abraão, a história bíblica se desenvolve mais tarde, envolvendo somente mais três patriarcas no Gênesis: Isaque, Jacó e José, os quais formam uma 3ª tabela, que se mostrará altamente significativa mais adiante.

Sem
600
Arfaxade
438
Selá
433
Eber
464
Pelegue
239
Reú
239
Serugue
230
Naor
148
Terá
205
Abraão
175
Total
3171

Quais os fatores desse valor total? 3 x 7 x 151

Apesar de conter dois números importantes (3 e 7) é uma coincidência normal.

Por último, temos a terceira tabela (a menor):

Isaque
180
Jacó
147
José
110
Total
437

Quais os fatores desse valor total? 19 x 23 (nada de significativo).

À primeira vista parece que somente a primeira tabela é significativa (o cubo de 7), mesmo assim, nada de surpreendente ou difícil de se imitar. Entretanto, ainda não terminamos nossa investigação nessas tabelas. Vejamos as próximas evidências.

Se considerarmos todas as idades dos patriarcas citadas em Gênesis, podemos facilmente provar que todo o período (de Adão à morte de José) foi de exatos 2368 anos! Mas devemos considerar também os seguintes fatores quando se trata de cronologias bíblicas:

1 – Há evidências que provam a existência de lacunas nessas genealogias. Isto é, de Adão ao Dilúvio podem ter existido muito mais de 10 patriarcas;

2 – Muitas vezes, os cronistas e historiadores bíblicos parecem omitir certos números ou datas obedecendo a certos princípios divinos. Não há espaço para falar disso aqui agora, mas os interessados podem consultar o capítulo 154 da Enciclopédia Arquivo7, intitulado: “A EXATIDÃO MATEMÁTICA DA BÍBLIA - Parte 9 (Quando Deus desconta os nossos anos...)”;

Com base nos números revelados em Gênesis, podemos saber as datas dos eventos mais importantes ocorridos nesse livro.

AS 28 DATAS MAIS IMPORTANTES DO GÊNESIS (contadas desde o ano 1 de Adão)

1
1
Ano 1 de Adão
2
130
Nascimento de Sete
3
622
Nascimento de Enoque
4
687
Nascimento de Matusalém
5
930
Morte de Adão
6
987
Arrebatamento de Enoque
7
1056
Nascimento de Noé
8
1556
Noé completa 500 anos
9
1559
Nascimento de Sem
10
1656
Dilúvio/morte de Matusalém
11
1657
Aliança de Deus com Noé
12
2006
Morte de Noé
13
2008
Nascimento de Abraão
14
2019
Nascimento de Sara
15
2083
Chamada de Abraão / Aliança Abraâmica
16
2093
Nascimento de Ismael
17
2107
Renovação física de Abraão
18
2108
Nascimento de Isaque
19
2145
Morte de Sara
20
2148
Casamento de Isaque
21
2168
Nascimento de Jacó
22
2184
Morte de  Abraão
23
2231
Morte de Ismael
24
2259
Nascimento de José
25
2288
José torna-se governador do Egito
26
2298
Jacó desce ao Egito
27
2315
Morte de Jacó
28
2368
Morte de José

Um dos eventos-chave do Plano de Salvação foi a CHAMADA DE ABRAÃO, quando começa a história de Israel (Gênesis 12). Das 8 grandes ALIANÇAS BÍBLICAS, a ALIANÇA ABRAÂMICA é uma das mais importantes. Por que estou enfatizando isso? Ainda neste artigo você compreenderá.

Mesmo que possa haver alguma lacuna nas genealogias bíblicas, as datas reveladas no Gênesis mostram uma simetria incrível relacionada à todos os padrões matemáticos que encontramos em toda a Bíblia.

E o fato de todas as datas do Gênesis provarem que o tempo de Adão à José foi de 2.368 anos nos traz as seguintes e impressionantes descobertas:

1ª – O número 2368 é um múltiplo exato de 37 (um dos números-chave da Matemática Bíblica, especialmente daquilo que chamamos de CÓDIGO GÊNESIS): 64 x 37 = 2368.

2ª – Lembremos aqui que 2368 é o valor do nome JESUS CRISTO, tal como aparece no grego do Novo Testamento (um fato investigado e esmiuçado bastante na Enciclopédia Arquivo7);

3ª – Os 2368 anos se completam exatamente na história de José, que, de todos os personagens do Antigo Testamento, É O QUE MAIS SE PARECE COM JESUS! (à respeito, veja o capítulo 248 da Enciclopédia Arquivo7, intitulado: “JOSÉ - UMA AMOSTRA GRÁTIS DE JESUS”).                                    

CONSIDERE ISTO!

Todo o livro de Gênesis, desde Adão, abrange, claramente, um período de 2368 anos; que é um múltiplo exato de 37, um dos números-chave do CÓDIGO GENESIS; e não somente isso! 2368 É EXATAMENTE O VALOR DO NOME JESUS CRISTO EM GREGO!!! E como se não bastasse, o ano 2368 coincide justamente com a morte de José, o patriarca mais parecido com Jesus (em toda a Bíblia).

São muitas coincidências para serem apenas coincidências.

Mas ainda temos algo a fazer com as três tabelas apresentadas anteriormente.

1º Passo – Pegue todas as idades dos 10 patriarcas antediluvianos e transforme num número só:
930912905910895962365969777950

2º Passo – Agora divida pelas idades dos 10 patriarcas pós diluvianos, ou seja:

930912905910895962365969777950 por 600438433464239239230148205175

3º Passo – Como a divisão não é exata, temos uma sobra de 330474472446656723135821572775. Pegue esta sobra e divida pelo número formado pelas idades dos patriarcas da terceira tabela, isto é, por 180147110.

Como esta última divisão também não é exata, teremos a seguinte sobra: 8027235.

4º Passo – Pegue esta última sobra e divida pela quantidade de anos revelada na cronologia do Gênesis, isto é, por 2368. Como também não é uma divisão exata, teremos mais uma sobra: 2083! Epa! Já vimos esse número hoje por aqui.

Veja na tabela com as 28 datas mais importantes do Gênesis, mostrada mais acima. Veja o evento número 15.

2083
Chamada de Abraão / Aliança Abraâmica

O que acabamos de ver aqui?

          Um número formado pelas idades dos 10 patriarcas antediluvianos DIVIDIDO por um número formado pelas idades dos 10 patriarcas pós diluvianos, resultará num valor que: DIVIDIDO por um número formado pelas idades dos últimos três patriarcas do Gênesis, nos levará a outro valor que, por último, DIVIDIDO pelo total de anos em Gênesis terá como SOBRA justamente um valor igual ao ano em que ocorreu um dos eventos mais significativos do Plano de Salvação: A CHAMADA DE ABRAÃO. É uma coincidência altamente significativa e complexa demais para ter sido elaborada pela mente humana.

          Considerando ainda que o que acabamos de ver é apenas mais um dentre os vários exemplos de simetria matemática envolvendo as idades dos patriarcas do Gênesis, a coisa se torna ainda mais impressionante.

          Em outras palavras: não temos uma coincidência isolada, temos dezenas! E por isso DEVEM ser significativas. O que você acha?

“Quão grandes são, ó Senhor, as tuas obras! Quão profundos são os teus pensamentos!”
(Salmo 92.5)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com