sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

COMO DEUS CALCULA OS NOSSOS DIAS?


Quais dias da nossa vida são registrados no computador celestial?

"E sucedeu que no ano de quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, no ano quarto do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de Zive (este é o mês segundo), começou a edificar a casa do SENHOR." (1 Reis 6.1) 

No capitulo 6 do livro de I Reis diz claramente que se passaram 480 anos desde que o povo de Israel saiu do Egito até o inicio da construção do Templo por Salomão.

Mas quando lemos o capítulo 13 do livro de Atos e somamos os números citados ali descobrimos que o tempo foi de 573 anos e não 480.

Em Atos 13 o apóstolo Paulo conta um pouco da história de Israel e informa que o povo de Deus, desde que saiu do Egito, passou 40 anos no deserto, mais 450 anos sob o governo dos juízes, e mais 40 anos sob o reinado de Saul. Depois Israel foi governado por Davi (também durante 40 anos). De acordo com 1 Reis 6.1, no quarto ano do seu reinado, Salomão começou a edificar o Templo de Deus. Ou seja, Salomão reinou três anos antes da construção do Templo.

Sendo assim, temos:

40 anos no deserto
+ 450 anos sob os juízes
+ 40 anos do reinado de Saul
+ 40 anos do reinado de Davi
+ 3 anos do reinado de Salomão (antes da construção do Templo)

= 573 anos.

Veja bem! Os dados coletados a partir de Atos 13 (e outras passagens relacionadas) nos levam, inevitavelmente, a conclusão de que o TEMPO ENTRE O ÊXODO E O INICIO DA CONSTRUÇÃO DO TEMPLO POR SALOMÃO foi de 573 anos.

Entretanto, em 1 Reis 6 diz que foram 480 anos! Por que essa diferença de 93 anos?

Existe claramente uma contradição de 93 anos. Quem está certo: o escritor de 1 Reis ou o de Atos? Uma das regras de uma investigação é que DUAS AFIRMAÇÕES CONTRADITÓRIAS NÃO PODEM SER VERDADE AO MESMO TEMPO, A NÃO SER QUE APAREÇA UMA TERCEIRA UNINDO (OU HARMONIZANDO) AS DUAS.

Se a Bíblia é a Palavra de Deus e nela não pode haver contradição, como explicar essa diferença de 93 anos entre as duas contagens? Se somente uma está correta, então isso mostra uma falha na Bíblia; se as duas afirmações estão corretas, então a coisa se complica.

Afinal, quantos anos se passaram da saída de Israel do Egito ao inicio da construção do Templo? 480 ou 573 anos?

Atos 13 nos leva ao número 573 e 1 Reis 6 nos leva ao número 480. É uma grande falha dos escritores da Bíblia? Não pode ser, pois existem evidências mais do que suficientes de que a Bíblia é a Palavra de Deus. E como tal NÃO PODE ERRAR. Então temos de buscar as respostas. A diferença é de 93 anos. Onde estarão? Seria algum erro de tradução?

Dos números citados em Atos 13 os mais suspeitos (maiores que 93) são os 450 anos do tempo dos juízes. E é justamente no livro dos Juízes que encontraremos a resposta do nosso enigma.

Nesse livro, um dos mais tristes da Bíblia, o povo de Israel rebela-se contra Deus várias vezes. Sempre que eles se voltavam para os ídolos, O Senhor os entregava nas mãos de nações pagãs. Então eles se arrependiam, clamavam a Deus e Deus enviava um libertador. Passado algum tempo, tornavam a pecar, eram novamente levados para o cativeiro, se arrependiam, clamavam e Deus enviava um libertador. Esse ciclo se repete muitas vezes. É aqui que começamos a entender os princípios de Deus.

Ou seja, durante 450 anos (período dos juízes), Israel enfrentou algumas crises tão sérias que o fizeram ser escravizado pelas nações durante certo tempo:

Israel passou 8 anos escravizado por Cusã, rei da Mesopotâmia (Juizes 3.8); 18 anos nas mãos de Eglom, rei dos moabitas (Juizes 3.14); 20 anos nas mãos de Jabim, rei de Canaã (Juizes 4.3); 7 anos nas mãos dos midianitas (Juizes 6.1); e 40 anos nas mãos dos filisteus (Juizes 13.1).

Então temos:

8 anos nas mãos de Cusã, rei da Mesopotâmia (Juízes 3.8)
+ 18 anos nas mãos de Eglom, rei dos moabitas (Juízes 3.14)
+ 20 anos nas mãos de Jabim, rei de Canaã (Juizes 4.3)
+ 7 anos nas mãos dos midianitas (Juízes 6.1)
+ 40 anos nas mãos dos filisteus (Juízes 13.1) =

93 anos!

O quê?!!! Exatamente 93 anos?

Sim. Exatamente a diferença entre os anos citados em 1 Reis 6 e os de Atos 13. Isso nos leva à seguinte conclusão:

NA HISTÓRIA DE ISRAEL (entre o Êxodo e a construção do Templo) DEUS SUBTRAIU 93 ANOS POR CAUSA DOS PECADOS DO SEU POVO!

Atos 13 mostra os anos na perspectiva de Israel. 1 Rs 6 mostra a perspectiva de Deus. Israel pensava que tinha 573 anos, mas é como se Deus dissesse: “NADA DISSO! VOCÊS COMETERAM ABOMINAÇÕES E POR ISSO DESCONTEI 93 ANOS DA HISTÓRIA DE VOCÊS.”

Uma observação: Em Juízes 10.6-8, os filhos de Israel tornam a pecar contra Deus e são entregues nas mãos dos amonitas durante 18 anos. Isso não atrapalha os nossos cálculos? Na verdade, não, pelas seguintes razões:

a) Juízes 10.8, diz que os amonitas oprimiram apenas o povo israelita que estava “DALÉM do Jordão”, isto é, Jefté foi o juiz apenas de uma parte do povo hebreu (os que estavam do outro lado do Jordão).

b) Esses 18 anos de opressão amonita e filistia estão dentro do “pacote” completo da opressão filistia que durou 40 anos (Juízes 13.1). A diferença entre 18 e 40 é 22 e Sansão julgou o povo de Israel durante 20 anos (Juízes 16.31).

Meus amigos, Israel ficou 93 anos nas mãos dos seus inimigos por causa de sua rebelião e idolatria. Deus considerou esses anos como negativos, perdidos, e os retirou da história de Israel. A lição que podemos aprender dessa “matemática divina” é que Deus só conta os dias que vivemos para Ele. Os outros são como se não existissem ou não valessem nada.

Em Gênesis capítulos 4 e 5, temos duas listas que revelam algo surpreendente: na linhagem do piedoso SETE (o 3º filho homem de Adão e Eva), é revelada a idade de todos os patriarcas citados (inclusive a idade que tinham quando geraram alguns de seus filhos – provavelmente, os primogênitos). Porém, na genealogia do ímpio CAIM não foi revelada a idade de NINGUÉM! Para Deus é como se aquela geração nem tivesse existido.

Da mesma forma, existem certos anos na história de Israel que Deus não contabilizou em seu sistema celestial (por exemplo, existem evidências de que os 70 anos que Israel passou no cativeiro babilônico foi descontado da cronologia da história judaica – os detalhes você encontra em outros estudos do Arquivo7).

No final de um ano e inicio de um novo é sempre importante a gente refletir nesta questão: Quantos anos nós pensamos que temos no computador de Deus? Quantos anos nós temos vivido para Deus? Quantos anos nós temos vivido apenas para nós mesmos e para as nossas vaidades?

Creio que, de todas as orações que costumamos fazer nessa época, a mais importante seria a que Moisés escreveu no Salmo 90:

Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.” (Salmo 90.12).

Moacir Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

DEUS, O PRINCÍPIO E A MATEMÁTICA


Você pensa que já leu o texto abaixo, mas não leu. É a parte 2 de outro publicado anteriormente. Repito os dois primeiros parágrafos do texto anterior apenas para facilitar o entendimento dos fatos citados depois.

Olhe bem para a imagem desta postagem. Contém 2701 bolinhas. O triângulo central contém 703 bolinhas. Isso é uma representação gráfica de um número chamado de TRIANGULAR pelos matemáticos. Nós estamos mais acostumados com os números QUADRADOS, mas os antigos gregos davam muito importância aos números TRIANGULARES.

Bem, essa figura é perfeitamente compreendida em qualquer cultura, pois representa um número FIGURADO (isto é, usa bolinhas ou pedrinhas para representar um número e não sinais como os algarismos, que só foram inventados muitos anos mais tarde na linha do tempo da Humanidade).

Alguns fatos bíblicos surpreendentes com base nessa imagem:

Fato 1 - A 7ª palavra da Bíblia (TERRA) vale 296 (8 x 37);

Fato 2 - O Nome JESUS (como usado no grego do Novo Testamento), vale 888, ou (8+8+8) x 37;

Fato 3 - Dentro da palavra JESUS (888) temos 3 x TERRA (296+296+296 = 888). "Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do SENHOR." (Jeremias 22.29)

Fato 4 - A conexão do Filho de Deus com a Terra é tão grande que os nomes JESUS e TERRA estão matematicamente conectados (mesmo que em línguas diferentes, porém ambas relacionadas por meio de um livro único);

Fato 5 - A parte VERDE do triângulo vale 703, justamente a soma total das 6ª e 7ª palavras da Bíblia, traduzidas como "E A TERRA";

Fato 6 - Juntando os dois valores (407 e 296, que formam o CENTRO 703), temos 407296, que é perfeitamente divisível exato do valor 2368 (JESUS CRISTO, em grego). Ou seja: 2 x 86 x 2368 = 407296;

Fato 7 - Vejam bem! 2 x 86 x 2368! 86 é justamente o valor da TERCEIRA palavra da Bíblia, o valor do nome ELOHIM (DEUS). Portanto, DEUS em DOBRO (2 x 86) x JESUS CRISTO (2368) é igual a 407296 (E A TERRA).

Uma perfeita tradução matemática de 2 Coríntios 5.19:

"Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pós em nós a palavra da reconciliação."

E isso, meus amigos, continua sendo apenas a ponta do iceberg.

Mais detalhes, veja na Enciclopédia Arquivo7.

Moacir Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

E NO PRINCÍPIO, A MATEMÁTICA JÁ “TRABALHAVA” PARA DEUS


Olhe bem para a imagem desta postagem. Contém 2701 bolinhas. O triângulo central contém 703 bolinhas. Isso é uma representação gráfica de um número chamado de TRIANGULAR pelos matemáticos. Nós estamos mais acostumados com os números QUADRADOS, mas os antigos gregos davam muito importância aos números TRIANGULARES.

Bem, essa figura é perfeitamente compreendida em qualquer cultura, pois representa um número FIGURADO (isto é, usa bolinhas ou pedrinhas para representar um número e não sinais como os algarismos, que só foram inventados muitos anos mais tarde na linha do tempo da Humanidade).

Alguns fatos bíblicos surpreendentes com base nessa imagem:

Fato 1 - A primeira frase da Bíblia (em Gênesis 1.1), o texto mais importante sobre a origem do Universo (NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA), tem o valor numérico, no original hebraico, de 2701 (um número TRIANGULAR);

Fato 2 - Os números mais importantes da Bíblia são 3 e 7. Usando esses dois algarismos, podemos formar os números 37 e 73;

Fato 3 - O valor de Gênesis 1.1 é 2701, que é 37 x 73;

Fato 4 - 2701 é exatamente o TRIANGULAR de 73 (isto é, a soma de 1 até 73); O número 703 (no CENTRO de 2701) é o TRIANGULAR de 37 (isto é, a soma de 1 até 37).

Fato 5 - Sem dúvida nenhuma, de todos os planetas conhecidos, o mais importante é a Terra (tanto Deus, quanto Satanás estão mais interessados na Terra do que em qualquer outra parte do Universo);

Fato 6 - Parte do texto de Gênesis 1.1 "E A TERRA" (6ª e 7ª palavras da Bíblia) tem o valor de 703, que é exatamente a quantidade exata de bolinhas NO CENTRO do TRIANGULAR 2701 (a parte VERDE da imagem). A implicação é clara: A Terra é o CENTRO das atenções de Deus (por causa da Humanidade), e o valor relacionado a essa palavra encontra-se exatamente NO CENTRO de uma figura TRIANGULAR cujo valor total é justamente o valor da 1ª frase da Bíblia;

Fato 7 - A imagem representa, matematicamente, de forma perfeita, a frase que "abre" a Bíblia. A parte ROSA vale 1998 (NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS) e a parte VERDE vale 703 (E A TERRA).

E isso, meus amigos, é apenas a ponta do iceberg.

Mais detalhes, veja na Enciclopédia Arquivo7.

Moacir Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

E NO PRINCÍPIO, DEUS DEIXOU UM GRANDE DESAFIO PARA OS CÉTICOS...


Pare por um momento e reflita nos seguintes fatos da Matemática Bíblica:

Fato 1 – Os dois textos bíblicos mais tematicamente relacionados e que narram os eventos mais antigos da Humanidade, são: “NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA” (Gênesis 1.1) e: “NO PRINCÍPIO ERA O VERBO, E O VERBO ESTAVA COM DEUS, E O VERBO ERA DEUS” (João 1.1);

Fato 2 - O alfabeto com o qual foi escrito a Bíblia (hebraico e grego) era alfanumérico. Isto é, para facilitar cálculos matemáticos, as letras foram numeradas segundo um certo padrão (e que fique bem claro: essa conversão de letras em números foi realizada por matemáticos, não por religiosos).

Fato 3 - Por esse sistema, a 1ª frase da Bíblia ("NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA"), tem, no original hebraico, o valor de 2701;

Fato 4 - O primeiro versículo do Evangelho de João ("NO PRINCÍPIO ERA O VERBO, E O VERBO ESTAVA COM DEUS, E O VERBO ERA DEUS"), tem, no original grego, o valor de 3627;

Fato 5 - João 1.1 foi escrito cerca de 1500 anos DEPOIS da elaboração do texto de Gênesis 1.1;

Fato 6 - Gênesis 2.4 diz que o SENHOR DEUS fez os Céus e a Terra;

Fato 7 - A expressão "SENHOR DEUS", tem, em hebraico, o valor de 112;

Fato 8 - Sem dúvidas nenhuma, o Fundamento do Universo é O SENHOR DEUS, tudo se originou nEle;

Fato 9 - Organize 112 pedrinhas (valor de SENHOR DEUS) numa fila horizontal; Agora coloque 111 sobre elas; depois 110 sobre estas, depois 109, 108, 107, 106, e assim por diante, e você terá um grande triângulo, formado por 6328 pedrinhas;

Fato 10 - Um triângulo com 6328 pedrinhas tem como base 112 pedrinhas (e isto é um fato matemático, ou seja, será verdade eternamente);

Fato 11 - Ora, 6328 é exatamente a soma de 3627 (valor de João 1.1) + 2701 (valor de Gênesis 1.1);

Fato 12 - Ou seja, 3627 (valor de João 1.1) forma um TRAPÉZIO que só pode ser preenchido (para formar um TRIÂNGULO) com 2701 pedrinhas (valor de Gênesis 1.1) - uma letra a mais ou a menos e essa perfeita simetria desabaria;

Fato 13 – Cronologicamente falando, o tema de João 1.1 vem ANTES de Gênesis 1.1;

Fato 14 – E num triângulo contendo 6328 pedrinhas, quem forma a base (isto é, o TRAPÉZIO) é 3627 (valor de João 1.1), e não 2701 (valor de Gênesis 1.1). Se fosse o contrário, não encaixaria, pois O Tema de João 1.1 (O VERBO) é a base de todo o Universo.

Conclusão - Como é que os dois textos bíblicos mais relacionados com o PRINCÍPIO de todas as coisas, escritos em línguas diferentes, em diferentes épocas, se encaixam matematicamente, e como é que alguém foi capaz de elaborá-lo?

EXPLICA ESSA, INCRÉDULO!!!

Mais detalhes (tornando a coisa muito mais interessante) você encontra na ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7.

Moacir Junior – morganne777@hotmail.com

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

O TEOREMA DE PITÁGORAS E A MATEMÁTICA BÍBLICA


Se você odeia matemática, procure amá-la, pois ela existirá para sempre, e, mesmo na Eternidade, iremos nos deparar com ela em cada esquina.

Por exemplo, o Teorema de Pitágoras é uma verdade eterna (tenha vergonha de morrer antes de ter conhecido esse maravilhoso conceito matemático).

Agora, pare por um momento e reflita nos seguintes fatos da Matemática Bíblica:

Fato 1 - O alfabeto com o qual foi escrito a Bíblia (hebraico e grego) era alfanumérico. Isto é, para facilitar cálculos matemáticos, as letras foram numeradas segundo um certo padrão (e que fique bem claro: essa conversão de letras em números foi realizada por matemáticos, não por religiosos).

Fato 2 - A 1ª frase da Bíblia diz "NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA";

Fato 3 - As palavras "DEUS, OS CÉUS E A TERRA", no texto original da Bíblia, quando somado os valores das letras, valem 1184;

Fato 4 - O Nome "JESUS", o Criador de todas as coisas, tem, no original, o valor numérico de 888;

Fato 5 - A palavra "CRISTO", um dos títulos supremos do Criador, tem, no original, o valor numérico de 1480;

Fato 6 - O Teorema de Pitágoras afirma, categoricamente, que a²+b²=c². Isto é: Em QUALQUER triângulo RETÂNGULO, a SOMA dos quadrados dos DOIS LADOS MENORES será SEMPRE igual ao quadrado do lado MAIOR (Hipotenusa).

Exemplo: 3² + 4² = 5². Ou seja: 9 + 16 = 25;

Fato 7 - O quadrado da soma das palavras "DEUS, OS CÉUS E A TERRA" + o quadrado da soma da palavra "JESUS", é exatamente igual ao quadrado da soma da palavra "CRISTO";

Conclusão - Se as evidências provam que o autor (humano) do Gênesis e os autores dos Evangelhos, nunca se conheceram pessoalmente (existem séculos de diferença entre os tempos em que eles viveram); e que as letras hebraicas só foram convertidas em números cerca de 1200 anos DEPOIS de escrito o livro de Gênesis, então... EXPLICA ESSA, INCRÉDULO!

Moacir Junior – morganne777@hotmail.com

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

A FRASE QUE NINGUÉM É CAPAZ DE IMITAR – 37 EVIDÊNCIAS (mas, se quiserem, eu coloco mais)


Uma das coisas mais fascinantes da Matemática é que suas verdades são eternas e seria verdade mesmo que o Universo deixasse de existir. Fatos matemáticos são irrefutáveis, incontestáveis e maravilhosamente simétricos. Se a linguagem da Matemática é universal, se Deus é o Criador de todas as coisas, e se a Bíblia é a Sua Palavra, seria estranho que Ele usasse a Matemática para autenticar as Sagradas Escrituras?

Acredito que a primeira frase da Bíblia (Gênesis 1.1) está repleta de padrões matemáticos, impossíveis de serem copiados ou imitados. Em outras palavras: O primeiro versículo da Bíblia, a frase mais importante sobre a origem do Universo, possui uma estrutura matemática sem paralelos na literatura religiosa mundial.

A Bíblia foi escrita em duas línguas alfanuméricas. Isto é, o alfabeto hebraico e o grego possuíam valores numéricos, pois os antigos hebreus e gregos ainda não conheciam os sinais que representam os algarismos, tais como usamos hoje (o fato é que a invenção do alfabeto precedeu a invenção dos algarismos). Assim, se cada letra possui um valor numérico, conseqüentemente, cada palavra tem um valor.

Tabelas com os valores dos alfabetos gregos e hebraicos podem ser facilmente encontradas na Internet, por isso não precisamos ocupar este espaço com elas. E atenção! Os especialistas na História da Matemática afirmam que os hebreus só foram atribuir valores às letras cerca de 200 anos antes de Cristo, ou seja, 1.200 anos depois de Moisés. Isso significa que: quem quer que tenha escrito o Gênesis, não teria como codificar o texto com padrões matemáticos usando um sistema que seria inventado somente 1.200 anos mais tarde. Isso é algo para se pensar.

Do 1 ao infinito, qual o seu número favorito?

Em 2014, o jornalista britânico Alex Bellos, publicou uma enquete tentando saber qual o número favorito das pessoas. O resultado foi divulgado em seu site em 08 de abril de 2014. Cerca de 30.000 pessoas responderam à pergunta. A enquete não era do tipo “marque uma das alternativas abaixo”, mas a pessoa era livre para colocar o número que quisesse. Alguns disseram, por exemplo, que seu número favorito era 1.000.000. E sabem quais os dois números que mais foram citados?

Vejam só: 1º lugar: número 7; segundo lugar: número 3.

Esses dois números formam, em minha opinião, um dos números mais interessantes do Universo: 37. Algumas razões:

1 – 37 é um número primo;
2 – O inverso dele, 73, também é um número primo;
3 – Cada um dos seus dígitos, isoladamente, são primos (3 e 7);
4 – O 12º número primo é 37;
5 – O 21º número primo é 73;
6 – 37 x 73 = 2701; por sua vez, 2701 + 1072 (seu inverso) = 3773;
7 – 3773 é a mesma coisa que 7 x 7 x 77.

Antes de passar à coleção de fatos matemáticos inseridos em Gênesis 1.1, é essencial conceituar NÚMEROS FIGURADOS, uma categoria de números bastante apreciada pelos matemáticos:

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 – PRA DETONAR A INCREDULIDADE - ÍNDICE REMISSIVO


Senhoras e senhores, eis a Enciclopédia Arquivo7. São 333 capítulos e 50.000 páginas de investigações sobre profecias bíblicas, números e matemática na Bíblia, fenômenos sobrenaturais, mistérios e quebra cabeças deste e do outro mundo; um pacote de coisas estranhas e surpreendentes, para desafiar seus conceitos e visão de mundo. Fique à vontade para questionar as teses e conclusões defendidas. Mas duvido que consiga contestar, pelo menos, a metade da terça parte delas. 

Todos os capítulos estão disponíveis para acesso (nos formatos PDF ou PowerPoint), a partir dos seguintes links:

 Opção 1 (ONEDRIVER) - Em Power Point: https://onedrive.live.com/?authkey=%21AOfsD2XO3--PsiA&id=D2396F04AB689FC6%21976&cid=D2396F04AB689FC6

Opção 2 (ONEDRIVER) - Em PDF: http://sdrv.ms/1a28Cw8


Opção 4 (GOOGLEDRIVE) - Em PDF:
 https://drive.google.com/open?id=1XcDcuJ3v2btRyaKKL_IUrN_goapu5ACT


COMO ENCONTRAR O QUE VOCÊ PROCURA DENTRO DA ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7?

A seguir estou disponibilizando um ÍNDICE REMISSIVO. Listei todos os temas, tópicos, expressões e personagens de destaque (dentro dos estudos), em ordem alfabética. Ao lado de cada palavra ou expressão, existem alguns números que são OS NÚMEROS DOS CAPÍTULOS ONDE O TAL ASSUNTO É CITADO OU EXPLORADO.


Por exemplo, digamos que você deseje saber o que o Arquivo7 tem a dizer sobre a atual Guerra na Síria. Você vai até a letra “S”, procura a palavra SÍRIA, e ao lado verá alguns números (128 e 201). Esses são os números dos capítulos da Enciclopédia Arquivo7, que contém alguma coisa relacionada à Síria e aos conflitos naquela região. Entretanto, isso não significa que, em toda a Enciclopédia, só haja essas referências à Síria, porém, esses são os capítulos onde existem mais detalhes.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

COMO FALAR DA BÍBLIA PARA QUEM NÃO ACREDITA NELA?


Explicando, em detalhes, os objetivos do Ministério Arquivo7 - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual
Para baixar:

Nome (e número) do arquivo: 333 – como falar da bíblia para quem não acredita nela?


Opção 2 - Em PDF: http://sdrv.ms/1a28Cw8

Elaborado por: Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

BOLSONARO PRESIDENTE E AS IMPLICAÇÕES NUMÉRICO-PROFÉTICAS



Como algumas teses do Arquivo7 foram confirmadas

"Falou Daniel, dizendo: Seja bendito o nome de Deus de eternidade a eternidade, porque dele são a sabedoria e a força; E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos."
(Daniel 2.20,21)

Esta foi a primeira vez em que o Arquivo7 esteve envolvido diretamente (e publicamente) numa campanha política. E, mesmo não atuando como militante, deixei claro (pelas redes sociais) meu posicionamento. Esses procedimentos inéditos provocaram muitos questionamentos por parte de amigos e leitores do Arquivo7. Embora eu saiba que muitos não irão acreditar ou aceitar os fatos que citarei abaixo, estou tranquilo porque possuo evidências mais do que necessárias para provarem que minhas teses estão corretas. Por mais absurdas e inacreditáveis que elas sejam.

Como, em 1º de outubro deste ano, já havia publicado um texto sobre este mesmo tema, o que você vai ler agora é uma espécie de “parte 2” (que, aliás, eu tinha prometido elaborar tão logo as eleições fossem encerradas). Portanto, se você ainda não leu a “parte 1”, intitulada “A POLÍTICA BRASILEIRA ATUAL E AS PROFECIAS BÍBLICAS – ALGUMA CONEXÃO?”, seria bom fazer isso a fim de entender melhor o tema deste texto.

Para acessar tal texto é só procurar, neste blog, a publicação do dia 1º de outubro de 2018.

1 – O FATOR ISRAEL

Como deixei claro no texto publicado anteriormente, o destino de uma nação está atrelado à forma como seus governantes tratam o povo de Israel. Em 2015, depois de juntar várias evidências, publiquei um estudo revelando o quanto a política externa do PT era anti-israelense. E deixei claro que um dia os principais líderes petistas, especialmente o chefão Luiz Inácio Lula da Silva, pagariam caro (só não imaginava que seria dentro de bem pouco tempo). Em 2015, Dilma estava no poder e Lula era intocável. Então as coisas começaram a acontecer velozmente, e a tempestade começou a cair sobre Lula. Seriam apenas coincidências?

Dilma seguia pelo mesmo caminho, provocando incidentes constrangedores com o governo israelense (ela nem fazia ideia da tormenta que se abateria sobre a sua cabeça – e mais rápido do que poderia imaginar).

Mais tarde, o governo Michel Temer, mesmo que de forma mais discreta, também votou contra Israel na ONU.

Fiquei a pensar: Será que não existe nenhum político brasileiro que seja ousado o bastante para expressar seu apoio a Israel? Aí apareceu Jair Messias Bolsonaro. Alguns sites evangélicos destacaram algumas visitas de Bolsonaro a Israel e frequentes encontros com lideranças judaicas. Passei a observar mais de perto as estreitas relações entre esse político polêmico e Israel. Entretanto, ele era apenas um simples parlamentar (deputado federal), sem chances de qualquer influência na política internacional.

Então, eis que, quando começa o clima das eleições 2018, Bolsonaro se apresenta como candidato a presidente. E adota como uma de suas propostas trazer para o Nordeste a tecnologia usada em Israel que deixou o mundo perplexo, ao transformar o deserto em um jardim. E, inclusive, essa tecnologia israelense, de certa forma, foi predita nas profecias bíblicas.

A coisa estava ficando interessante. De um lado surgia esse político claramente pró-Israel, e do outro, despontava a sombra da figura do ex-presidente Lula que, mesmo preso, lutava dia e noite com recursos e mais recursos, a fim de poder registrar sua candidatura presidencial.

Mas eu sabia que a desgraça que havia caído sobre Lula era muito mais profunda do que suas presepadas criminosas (reveladas pela Operação Lava Jato). Lula tinha se colocado contra Israel, o povo escolhido, o que, para o mundo não significa nada, mas biblicamente é algo muito sério. Deus adverte em várias passagens bíblicas que, aquele que tocar em Israel, “TOCA NA MENINA DO SEU OLHO” (Deuteronômio 32.10; Zacarias 2.8).

Sendo assim, se Lula pudesse concorrer, eu acreditava firmemente que ele não alcançaria êxito, por estar DEBAIXO DA MALDIÇÃO DIVINA – a não ser que se arrependesse publicamente e confessasse a sua culpa (essa é a fórmula bíblica para governantes disciplinados por Deus voltarem a ter o favor divino).

Se o PT voltasse ao comando da nação, Lula seria mais forte do que nunca e a tese que eu publiquei em 2015 seria provada como errada. Era uma possibilidade sinistra.

Mas, se de um lado se destacava um líder com um grande histórico anti-Israel, do outro se levantava um pró-Israel. Era óbvio apostar de que lado poderia vir a vitória, conforme as profecias bíblicas.

Acredito que pouquíssimas pessoas estavam vendo o cenário político por essa perspectiva. Mas eu estava. E bem tenso. De qualquer forma era bem significativo o fato de que, nas carreatas pro-Bolsonaro aqui e ali se via uma bandeira do Estado de Israel. Do outro lado, até a bandeira brasileira era uma raridade.

Chega até ser muito irônico muita gente chamar Bolsonaro de “nazista”, quando ele é um grande amigo da comunidade judaica. Agora quem um dia confessou admirar Hitler foi Lula (a prova está no capítulo 161 da Enciclopédia Arquivo7).

2 – JAIR E HADDAD, dois nomes que aparecem na Bíblia, cada um com uma ideologia bem parecida com os atuais presidenciáveis. Falei disso, em detalhes, no texto publicado no dia 1º de outubro, portanto, não vou repetir aqui.

Apesar de todos os malabarismos jurídicos, Lula não consegue sair da prisão e nem se candidatar. Então apresenta um substituto (que seria, na realidade, apenas um marionete, comandado pelo chefão desde a cadeia). Aí, ao se declarar “HADDAD É LULA, LULA É HADDAD”, este ex-prefeito de São Paulo, atrai para si a mesma maldição que havia desabado sobre a cabeça do grande líder petista. Eu sei que isso é pesado, mas a História mundial está repleta de exemplos.

3 – A QUESTÃO DOS NÚMEROS

Nunca dei a mínima importância para os números dos políticos nas eleições brasileiras, achando que o significado simbólico deles tivesse algo a ver com os eventos envolvendo seus candidatos. Em outras palavras: nunca votei ou deixei de votar em alguém por causa do significado do número adotado pelo tal. Se, por exemplo, um candidato se apresentasse com o número 666 (extremamente negativo, na Bíblia) ou 777 (extremamente positivo, na Bíblia), isso não faria a menor diferença, pois não acredito em supostos poderes ocultos nos números (como ensina a numerologia ocultista). Se o número de minha casa fosse 666 eu não o trocaria e nem temeria estar atraindo maldição, pois é apenas um número, e, para mim, TODOS OS NÚMEROS SÃO CRIAÇÃO DE DEUS. Eu sempre deixei essas coisas bem claras no Arquivo7.

Entretanto, eu tenho provas, mais do que suficientes, de que Deus usa os números na Bíblia para nos ajudar na compreensão dos seus mistérios, princípios e modo de agir.

Portanto, raciocinei assim: se nesta eleição, Israel, mesmo que discretamente, estava intimamente relacionado, isso era suficiente para colocar o atual pleito e seus dois principais candidatos sob o foco das profecias bíblicas. Uma nação, por mais insignificante que seja, quando se envolve com Israel (a favor ou contra) fica, automaticamente, no campo de força das profecias bíblicas. Sendo assim, nesta eleição os números (dos principais candidatos) poderiam ter alguma conotação profética. Vamos aos fatos:

4 – A SIMBOLOGIA DOS NÚMEROS 13 E 17, NA BÍBLIA

Os mais clássicos estudiosos do assunto costumam ensinar que o significado simbólico de um número bíblico geralmente está relacionado à sua primeira aparição no texto bíblico. Em outras palavras: Uma das regras que governam a Numerologia Bíblica é que o primeiro uso de um número nas Escrituras frequentemente dá uma ideia do seu significado espiritual. Esta regra é conhecida entre os estudiosos bíblicos como a LEI DA PRIMEIRA CITAÇÃO. A primeira ocorrência de uma palavra, expressão ou pronunciamento, é a chave para seu uso e significado subsequentes; ou pelo menos serve de guia quanto ao ponto essencial associado com os mesmos.

O número 13, por exemplo, aparece pela primeira vez na Bíblia ao lado do verbo “REBELAR” (Gênesis 14.4) e a partir daí quase sempre quando aparece traz essa ideia. Alguns exemplos:
         
1 - O 13 aparece 6 vezes no livro de Ester, relacionado à tentativa de extermínio dos judeus pelo diabólico Hamã; a ordem para matar os judeus foi dada no dia 13 do 1.º mês; e os  judeus se livraram dos seus inimigos no dia 13 do 12.º mês. Repito: em Ester o 13 é citado 6 vezes;

2 - No Apocalipse, são citados 13 inimigos do povo de Deus; 10 reis + duas bestas + um dragão (a trindade satânica + os 10 chifres da Besta); Na criação do Novo Estado de Israel em 1948, 13 nações votaram contra; O Diabo é chamado de Dragão 13 vezes no Novo Testamento;

3 – Ismael, cujos filhos haveriam de se levantar futuramente contra Israel, foi circuncidado aos 13 anos (Gênesis 17.25);

4 – A primeira vez em que 13 se encontra com 13 (em capítulos e versículos) é em Gênesis 13.13, onde lemos: “Ora, eram maus os homens de Sodoma, e grandes pecadores contra o SENHOR.

O número 17 é citado pela primeira vez em Gênesis 7:11: “No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,...”

Lembrem-se de que o Dilúvio veio como julgamento divino, em resposta ao caos que havia invadido o mundo (em Gênesis 6). Vejam especialmente Gênesis 6.11: “A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.”

Mas o 17 não traz somente a ideia de juízo, mas de renovação, esperança e restauração, pois a segunda vez em que ele é citado (em Gênesis 8.4), lemos claramente: “E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate.”

É muito significativo que, sendo a Arca de Noé (também) uma representação simbólica de Jesus, a Nossa Arca de Salvação, não é por acaso que, no mesmo dia e mês, isto é, 17 de Nisan, Jesus tenha ressuscitado! Portanto, é como se o 17 representasse o processo morte-ressurreição ou juízo-restauração.

É muito esclarecedor que, na primeira vez em que 17 se encontra na Bíblia, em números de capítulos e versículos (Gênesis 17.17), temos o velho Abraão, emocionado, pois recebera a promessa de Deus de ter um filho, quando as circunstâncias indicavam o contrário: “Então caiu Abraão sobre o seu rosto, e riu-se, e disse no seu coração: A um homem de cem anos há de nascer um filho? E dará à luz Sara da idade de noventa anos?”

5 – A SURPRESA QUE VEM DA GEMATRIA

Os antigos hebreus (assim como os gregos) não possuíam sinais para representar os números, e por isso usavam letras do alfabeto. Eles criaram um sistema de numeração usando as 22 letras do seu alfabeto, da seguinte forma: as letras eram numeradas de 1 a 10, de 10 a 100 e de 100 a 400. Assim sendo, todas as palavras hebraicas e gregas possuem um valor numérico. Os estudiosos antigos chamavam isso de Gematria.

No texto publicado no dia 1º revelei que os bíblicos nomes JAIR e HADADE, possuem valores numéricos incrivelmente associados aos números dos atuais candidatos brasileiros relacionados a esses nomes.

Em hebraico, JAIR vale 221, que é (veja só!) 13 x 17. E Hadade (no original hebraico são somente três letras), vale, surpreendentemente, 13!

A simetria matemática é incrível. Diante de tantas coincidências, no dia 5 de outubro (quase nas vésperas do 1º turno) afirmei nas redes sociais: “No conflito 13 x 17, o resultado será 221 (os entendidos entenderão)”. Sim, para mim estava claro (embora não com 100% de certeza) de que 17 venceria o 13. E quando você multiplica 13 por 17 o resultado (221) é incrivelmente o valor numérico do nome, em hebraico, de JAIR!

Ainda na mesma postagem (no facebook), eu comentei: “Existem tantas coincidências envolvendo profecias, matemática e as eleições atuais que, se o resultado final for favorável ao Bolsonaro, poderemos ter certeza de que NÃO ERAM COINCIDÊNCIAS.”

6 – MUITAS COINCIDÊNCIAS ...

Como destaquei no texto publicado em 1º de outubro deste ano (espero que você já o tenha lido), na Bíblia JAIR é o nome de um dos LIBERTADORES de Israel (chamado de JUÍZES), e a história deste é contada no capítulo 10 do 7º livro (Juízes). Sim, capítulo 10 do 7º livro. Você percebe alguma coisa interessante aqui? 10 e 7? 10 + 7...

7 - ... SÃO COINCIDÊNCIAS DEMAIS PARA SEREM APENAS COINCIDÊNCIAS

Agora multiplique 13 por 17 novamente. O resultado é 221, já sabemos. E que este é justamente o valor numérico do nome JAIR, em hebraico. Sim, e daí? Bem, procure descobrir qual é o 221º capítulo da Bíblia. É simples: Se Gênesis possui 50 capítulos, Êxodo, 40 capítulos, Levítico, 27 capítulos, Números, 36 capítulos, Deuteronômio, 34 capítulos, Josué, 24 capítulos...

Até aqui temos (50+40+27+36+34+24) 211 capítulos! Quanto falta para 221? 10 capítulos! Qual o próximo livro da sequência bíblica? Juízes! E quem é um dos principais personagens que aparece em Juízes 10, o 221º capítulo da Bíblia? Nosso amigo JAIR!

O que vem pela frente? Só Deus conhece os detalhes. Mas, como cristãos, nosso dever é orar pelas autoridades e contribuir para que haja paz e temor ao SENHOR em nossa nação.

"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança." (Salmos 33.12)

"Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam." (Salmos 122.6)

"Quando os honestos governam, o povo se alegra; mas, quando os maus dominam, o povo reclama." (Provérbios 29.2)

Bem, aí estão alguns ingredientes para a receita de um bom governo. Menosprezar tais conselhos é atrair a maldição para si. Espero que nossos líderes (municipais, estaduais e nacionais) não queiram arriscar, flertando com a maldição.

Pois conforme Gálatas 6.7 (em várias versões):

"Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará."

"Não se iludam, pois com Deus não se brinca: cada um colherá aquilo que tiver semeado."

"Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará."

Moacir Junior – morganne777@hotmail.com