O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

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sábado, 21 de maio de 2022

OS 7 NÍVEIS DA DISCORDÂNCIA NA ARGUMENTAÇÃO - A PIRÂMIDE DE GRAHAM

 

Paul Graham é programador, escritor e investidor. Também é conhecido por um ensaio divulgado em 2008 onde define sua “hierarquia da discordância”, um guia simples para analisar e melhorar argumentos em discussões. 

A pirâmide de Graham consiste em classificar os 7 níveis das críticas e dos argumentos, ou seja, do mais baixo e irracional ao mais alto e consistente. 

Parte das explicações adaptei de um artigo na internet (que vou citar no final), mas todos os exemplos citados foram criados por mim, usando a tese sobre a Matemática Bíblica (defendida por mim e por outros estudiosos), para ficar mais claro e real. 

TRÊS PRIMEIROS NÍVEIS: A PARTE MAIS BAIXA E DESONESTA DA PIRÂMIDE 

Nível 1: DESRESPEITO E XINGAMENTO 

Indiscutivelmente este é o nível que mais gera desconforto e desmotivação, pois estampa a intolerância e isso vai da forma mais grosseira até àquelas pretensamente sofisticadas, tais como: 

“Que tese idiota a sua!” 

“Essa tese é estúpida e não tem base nenhuma” 

“Nunca li tantas bobagens juntas”. 

Nível 2: AD HOMINEM (que vem do latim e quer dizer o argumento contra a pessoa) 

Consiste em desviar o foco da proposição para o autor, sem xingamento, mas colocando em dúvida sua isenção ou credibilidade ao opinar sobre o tema. 

          “O autor dessa tese não é um bom exemplo de cristão.” 

          “O autor da tese não sabe de nada”. 

          “Esse autor aí não é o mesmo que disse outro dia aquela frase idiota?” 

          “Hummm... não dá pra confiar na tese de alguém que apoia certos políticos”. 

Nível 3: RESPOSTA AO TOM 

Embora nesse nível o autor seja poupado das críticas, ao invés de se dirigirem às ideias, as críticas passam a se dirigir ao texto. Engloba desde erros ortográficos até ataques ao estilo de escrita ou fala. 

“Parei de ler quando vi três erros de português”. 

“O vocabulário usado pelo autor é muito pobre”. 

“Tese mal escrita”. 

Essa forma de discordância também é desonesta pelo fato de nada acrescentar a respeito dos pontos defendidos pelo autor, atacando a forma do discurso e não o seu conteúdo. 

          NÍVEL DO MEIO DA PIRÂMIDE – NÃO É OFENSIVO OU DESONESTO, MAS NÃO ACRESCENTA NADA AO DEBATE 

Nível 4: CONTRADIÇÃO 

A partir desse nível, passamos a falar de discordâncias que já não são desonestas e podem ou não ter algum potencial de contribuição positiva ao debate. A mais simplória delas é a contradição, que consiste na mera afirmação de uma ideia contrária à do texto original. 

“Não concordo com a tese do autor”. 

“Essa tese está errada”. 

“O autor afirma que existem códigos matemáticos na Bíblia, mas nós sabemos que não existem”. [podemos perguntar: quem são “nós”? Como é que eles sabem?] 

“O autor afirma que existem padrões matemáticos na estrutura da Bíblia, mas os teólogos discordam”. [aqui podemos perguntar pra ele: quais teólogos? Eles apenas discordam ou provam que a tese está errada?] 

Embora não seja uma forma desonesta de discordar, a contradição raramente contribui com o debate. Sem apresentar argumentos sólidos, a afirmação apenas se posiciona como alternativa à proposição original, sem rebatê-la. Ou seja, o indivíduo simplesmente nega a tese defendida, sem apresentar uma argumentação contrária. Nega por negar. 

A PARTIR DO PRÓXIMO NÍVEL, PASSAMOS PARA O LADO POSITIVO DA PIRÂMIDE 

Nível 5: CONTRA-ARGUMENTO 

É uma forma de discordância superior às anteriores, e com maior potencial para afetar positivamente a discussão em alguns casos. Consiste em uma forma mais sofisticada de contradição, onde além de confrontar o conteúdo da proposição original, também são apresentados argumentos sólidos e logicamente sustentáveis como embasamento [não necessariamente significam que estão corretos]. Vamos analisar o comentário abaixo: 

“É normal a gente encontrar várias coincidências numéricas em um texto. Por exemplo, no primeiro parágrafo do poema ‘O corvo’, de Allan Poe, podemos destacar vários padrões envolvendo o número 7.” 

O problema com esse nível de discordância é que, apesar de apresentar bom embasamento, ele não ataca de fato as afirmações feitas pelo autor original. Ou seja, na Matemática Bíblica não apresentamos só padrões envolvendo números pequenos, como o 7, mas números maiores em operações matemáticas com até centenas de dígitos. 

Nível 6: REFUTAÇÃO 

É um nível onde há contribuição real ao debate, e consiste em uma evolução do contra-argumento. Mas agora, atacando um ponto relevante da ideia original e que de fato tenha sido defendido pelo autor. 

          “O autor defende que a quantidade de números 3 e 7 inseridos no texto original de Gênesis 1.1 é a prova de um desígnio divino. Mas o teólogo Norman Geisler, em sua Enciclopédia de Apologética discorda pelas seguintes razões:” 

          A refutação derruba uma parte relevante da proposição original. O único problema é que o ponto refutado não é central ao argumento defendido pelo autor, de forma que sua refutação não o rebate completamente. 

          Em outras palavras: o argumento central do autor é que existe uma série de padrões numéricos envolvendo os números 3, 7, 37 e 73 em Gênesis 1.1 e na estrutura da Bíblia. O refutador contestou apenas os padrões relacionados a 3 e 7, que são os mais fracos, mas não conseguiu contestar os envolvendo 37 e 73, que são os mais fortes e os pontos centrais da tese defendida. 

          Para apresentar exemplos fáceis de serem verificados: no final do século XIX, um russo (naturalizado americano), Ivan Panin, fez várias descobertas interessantes nos textos originais da Bíblia, entretanto, enfatizou mais o número 7 (até porque não chegou a descobrir a riqueza maior da Matemática Bíblica, que envolve os números 37 e 73). Em anos recentes, boa parte da tese de Panin tem sido questionada pelos céticos. 

          Porém, nas décadas de 80 e 90, alguns pesquisadores fizeram descobertas sobre a Matemática Bíblica tão complexas e interessantes, que as de Panin é como se fossem coisas do jardim de infância. Dois desses estudiosos (Peter Bluer e Vernon Jenkins) fizeram as descobertas mais profundas (e Vernon ainda mais), de modo que hoje não conheço nenhum cético que tenha ousado contestar as teses desses dois ingleses. E muitos outros tem se levantado (John Elias, Leo Tavares, etc.).  

Nível 7: REFUTAÇÃO DO PONTO CENTRAL 

Esse é o nível máximo de discordância, onde a refutação tem como alvo o ponto central da ideia defendida pelo autor original. Uma vez refutado o ponto central, toda a argumentação precisa ser abandonada ou revista, levando a discussão a níveis cada vez mais altos e gerando aprendizado. Vamos aos comentários abaixo: 

          Exemplos: [Na verdade, nunca encontrei uma refutação que derrubasse a tese central da Matemática Bíblica. Por tese central, quero dizer os padrões envolvendo os números 37 e 73, que, na matemática, pertencem ao conjunto dos números ESTRELARES HEXAGONAIS, uma categoria que aparece de forma impressionante no texto hebraico de Gênesis 1.1 e que foi descoberta, principalmente, pelo inglês Vernon Jenkins]. 

* Algumas explicações dos tópicos (sem os exemplos) foram adaptadas do artigo deste site:

https://prolifeengenharia.com.br/metodo-graham-saiba-como-aplicar-na-sst-e-na-vida 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.comwww.arquivo7.com.br

 


sábado, 14 de maio de 2022

A COINCIDÊNCIA ELEVADA À SÉTIMA POTÊNCIA... E MAIS ALÉM!


 No Apêndice 63, da Enciclopédia Arquivo7, revelamos uma das simetrias da Matemática Bíblica mais impressionante dentre todas as que temos divulgado até agora. Em síntese, fizemos o seguinte: 

          Primeiro, elaboramos uma tabela com 4 colunas: 

          1ª Coluna: Todos os números de 1 a 7.777.777; 

          2ª Coluna: Todos os capítulos da Bíblia, desde Gênesis 1 até Apocalipse 22, repetindo os 1.189 até completar a tabela; 

          3ª Coluna: Todos os 66 livros da Bíblia, representados pelos seus totais de capítulos, repetindo até fechar a tabela; 

          4ª Coluna: Todos os 28 valores das 28 letras de Gênesis 1.1, repetindo até o final da tabela. 

          Em seguida, fizemos o seguinte: 

          1 – Listamos todos os números, entre 1 e 7.777.777 que possuem somente os algarismos 3, 7 e 0; 

          2 – Num trabalho exaustivo, feito pelo computador, constatamos que existem somente 2.186 números que preenchem os requisitos do item anterior; 

          3 – Depois fizemos outra filtragem: destes 2.186 quantos coincidem com capítulos bíblicos de números 3 ou 7? Resposta: somente 176; 

          4 – Destes 176 quantos coincidem com livros bíblicos de apenas 3 ou 7 capítulos? Somente os 9 da tabela abaixo:  

Coluna 1

 

Coluna 2

Coluna 3

 

Coluna 4

7030

2CO7

7

3

Naum

200

703330

PV3

3

3

Naum

1

777377

MC3

3

3

Joel

10

3030377

EZ3

3

3

2 Tessalonicenses

40

3330000

LM3

3

3

Sofonias

400

7007777

João3

3

3

Joel

40

7073777

NE3

3

3

Joel

5

7077737

EZ7

7

3

Joel

1

7737737

ZC3

3

3

Joel

40

737

           Por último, a soma total dos valores da 4ª coluna (retirados das 7 primeiras palavras da Bíblia) é exatamente igual a um número formado somente por 3 e 7!!! 

          Como dissemos, é uma das simetrias mais impressionantes já descobertas. 

          Entretanto, recentemente, outra sensacional descoberta veio à tona: 

          Pegue os números de ordem (coluna 1) e transforme num número só. 

703007033300777377303037733300007007777707377770777377737737 

Em seguida divida-o por 3773 (o primeiro número na linha do tempo onde os números 37 e 73 se encontram lado a lado). Como não é uma divisão exata, haverá um resto de exatamente 551... justamente o número de ordem do Salmo 73!!!

           É outra coincidência difícil de se explicar ou de se imitar. O que você acha? 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.comwww.arquivo7.com.br

sábado, 7 de maio de 2022

AS REGRAS DO JOGO DA ROLETA DOS CAPÍTULOS BÍBLICOS

 

Conceituando esse jogo: É simplesmente pegar um número qualquer e o relacionar com algum dos 1.189 capítulos bíblicos. Mas a operação só será considerada válida ou significativa se o resultado final coincidir com um dos raros capítulos 37 e 73 da Bíblia. As regras são simples: 

Regra 1 – O número usado como DIVIDENDO tem que ser claramente significativo (e diretamente relacionado à Bíblia) e não aleatório. 

Regra 2 – O número usado como DIVISOR tem que ser o total de capítulos bíblicos ou um número claramente significativo e diretamente relacionado à Bíblia. 

Regra 3 – O resultado final, isto é, o RESTO da divisão, só será significativo se for igual a um dos 7 capítulos 37 ou ao único capítulo 73 da Bíblia. 

Vejamos a aplicação das regras em três exemplos diferentes: 

Exemplo 1: Número não interessante e resultado não significativo. 

1238595 (este é um número qualquer, não relacionado diretamente a algum evento bíblico significativo e nem seus fatores primos 3, 5, 71 e 1163, são significativos). Na Roleta dos Capítulos Bíblicos, corresponde a Ezequiel 44, portanto, sem significado no jogo. 

Exemplo 2: Número interessante, mas resultado não significativo. 

Às vezes o número poderá até ser interessante e não vencer o jogo. Exemplo: 3337777777. É um número interessante porque é formado exclusivamente com os algarismos 3 e 7, (três 3 e sete 7) que são celebridades na Matemática Bíblica. Entretanto, na Roleta dos Capítulos Bíblicos corresponde à 2 Reis 18, sem significado na Matemática Bíblica. 

Exemplo 3: Número interessante e resultado significativo. 

733373337. Primeiro, temos um número formado exclusivamente com os dígitos 3 e 7, como no exemplo anterior; segundo, na Roleta dos Capítulos Bíblicos corresponde exatamente ao Salmo 37, portanto, significativo. 

Mas atenção! O número 733373337 é interessante, mas não traz em si nenhuma conexão imediata com algum evento bíblico. Ou seja, temos um número interessante com um resultado significativo... mas o número NÃO é significativo. Por fim, veremos um exemplo que preenche todos os requisitos das regras do jogo. 

Exemplo 4: Número interessante e significativo com um resultado significativo. 

O número é 888.1480. 

Por que é interessante? Porque é múltiplo de 37. Por que é significativo? Porque é formado pelos valores numéricos do Nome de Jesus no original grego. Isto é, JESUS vale 888 e CRISTO vale 1480. Portanto, altamente significativo! 

E por que o resultado é significativo? Porque 8881480, na Roleta dos Capítulos Bíblicos, corresponde a Ezequiel 37 (cumprindo a regra 3)!!! 

          Entretanto, é oportuno deixar claro que, apesar de chamarmos de jogo, isto não é um artificio para entretenimento. É simplesmente uma técnica de constatação matemática, que evidencia a existência de claras simetrias matemáticas na estrutura dos capítulos da Bíblia. E, pela complexidade de muitas simetrias descobertas, somos levados a conjecturar que isto foi divinamente inspirado, uma espécie de selo a fim de comprovar a origem divina da Bíblia. 

          Como gosto de dizer: você pode até rejeitar as minhas conclusões, mas nunca os fatos e os cálculos apresentados. 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.comwww.arquivo7.com.br


quinta-feira, 28 de abril de 2022

QUAL A RELEVÂNCIA DA MATEMÁTICA BÍBLICA?

 

Para dar uma resposta sólida e fundamentada, é necessário que façamos outras três perguntas: 

1 – A MATEMÁTICA BÍBLICA É UMA INVENÇÃO OU DESCOBERTA DOS ESTUDIOSOS DESSE TIPO DE COISA? 

Resposta: as, literalmente, MILHARES de evidências que temos à disposição, deixam claro que os estudiosos não inventaram as simetrias matemáticas ocultas na Bíblia, mas simplesmente as descobriram. 

2 – SENDO UMA DESCOBERTA, QUEM A INSERIU NA BÍBLIA, DEUS OU OS HOMENS? 

Resposta: as centenas de evidências, aliadas à Lei das Probabilidades, nos levam a concluir que seria praticamente impossível que a mente humana tivesse condições de elaborar todas essas simetrias. Principalmente aquelas que envolvem números gigantescos, cujos cálculos só foram possíveis com a tecnologia atual. Isso sem mencionar que quem quer que tenha elaborado Gênesis 1.1, além de gênio matemático, precisaria ser PRESCIENTE e saber, com mais de 1.500 anos de antecedência quantos livros e capítulos a Bíblia iria ter um dia, para, de alguma forma, codificar isso na primeira frase da Bíblia! 

3 – DEUS COLOCARIA ALGO NA BÍBLIA QUE NÃO FOSSE IMPORTANTE? 

Resposta: à luz da lógica, é claro que não. 

Conclusão: Portanto, as evidências nos levam a acreditar que a Matemática Bíblica existe, foi inserida na Bíblia por Deus e é altamente importante. Isso nos leva a outra pergunta: 

4 – PARA QUE SERVE A MATEMÁTICA BÍBLICA, AFINAL? 

Resposta: Até 2017 eu só a via como uma evidência incontestável da origem e inspiração divina da Bíblia. O que, convenhamos, não é pouca coisa, é claro. Somente essa razão já seria um excelente motivo para estudarmos a Matemática Bíblica. Entretanto, em 2018, mergulhando ainda mais fundo, veio à tona, na minha opinião, um dos principais objetivos da Matemática Bíblica: PROVAR O CÂNON FECHADO DA BÍBLIA! 

EXPLIQUE MELHOR: Em outras palavras: com a Matemática Bíblica temos a evidência científica de que a Bíblia está completa com 66 livros e 1.189 capítulos, sem espaço para nenhum outro livro ou capítulo. 

Estou plenamente consciente de que as afirmações acima são difíceis de serem digeridas ou aceitas, e quase todos os teólogos as condenarão sem pestanejar. Contudo, pelo gigantesco volume de evidências que temos, os críticos terão que suar muito para tentarem contestar alguma coisa. E suarão em vão, com certeza. 

Todas as evidências, que provam cada afirmação apresentada, poderão ser encontradas na Enciclopédia Arquivo7, disponível a partir do site do Arquivo7. 

"Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade." 2 Coríntios 13:8 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.comwww.arquivo7.com.br


quinta-feira, 21 de abril de 2022

ALINHAMENTOS RARÍSSIMOS E COINCIDÊNCIAS ESPETACULARES

 

Qual a diferença entre raro e raríssimo? O primeiro se refere a algo que não é comum acontecer, mas acontece de vez em quando, e a gente pode testemunhar mais de uma vez nesta vida; o segundo é algo que pode acontecer, mas quem já viu tem quase certeza de que não verá outra vez. 

Um eclipse é um fenômeno astronômico raro, porque não é todo dia que o sol, a lua e a terra se alinham. Entretanto, existem fenômenos raríssimos, quando, por exemplo, certos planetas se alinham com a terra. Se uma pessoa tiver a graça divina de viver 100 anos, poderá testemunhar vários eclipses, mas só Deus sabe se a tal pessoa terá o privilégio de testemunhar um alinhamento planetário. 

Nos 31.102 versículos da Bíblia (segundo a versão King James), só existe um lugar onde um versículo de número 3, se alinha com um capítulo de número 3, dentro de um livro que está na ordem 3. É na ordem 2.782 da lista geral dos versículos. 

E na ordem 6.702 encontramos o 7º versículo do 7º capítulo do 7º livro da Bíblia. 

Sim, os fatos abaixo são incontestáveis. A menos que alguém prove que algum dos 7 primeiros livros da Bíblia possui uma quantidade de versículos diferente do que está na maioria das traduções, principalmente da conceituada King James Version: 

·       2782º versículo da Bíblia: Levítico (3º livro), capítulo 3 e versículo 3;

·       6702º versículo da Bíblia: Juízes (7º livro), capítulo 7 e versículo 7. 

Já expliquei mais de uma vez a razão porque não elaboro simetrias usando a quantidade de versículos da Bíblia. Simplesmente porque, na atualidade, ninguém sabe (até onde vai o meu conhecimento) a quantidade exata de versículos já que muitas traduções (especialmente no Novo Testamento) possuem quantidades diferentes. Não porque alguém acrescentou ou tirou textos da Bíblia, mas porque, conforme o manuscrito usado, certas frases ocuparam mais de um versículo ou não foram encontradas em manuscritos mais confiáveis. Em algumas traduções essas frases polêmicas estão entre colchetes. Enfim, diferente da quantidade total de capítulos (1189) que é a mesma em todas as Bíblias com 66 livros, o total de versículos, infelizmente,  não possui a mesma estabilidade. Como a Matemática Bíblica depende do fator exatidão, não tem como aplica-la na quantidade de versículos. 

A EXCEÇÃO – Entretanto, em todas as traduções consultadas, a quantidade dos versículos dos 7 primeiros livros bíblicos é a mesma, exatamente a mesma. Existe uma única versão (que consegui encontrar) que possui 1534 versículos em Gênesis em vez de 1533. Mas as evidências apontam que a quantidade total é mesmo a que temos hoje, 1533. De qualquer forma, vou apresentar as próximas simetrias, envolvendo o total de versículos dos primeiros 7 livros apenas porque achei bem interessante e não quis deixar de divulgar. Mas as minhas evidências favoritas são as que envolvem o total de capítulos, essas sim, muito mais difíceis (eu diria impossível) de serem contestadas pelos críticos. 

Portanto, iremos trabalhar agora com os seguintes dados: 

·       2782º versículo da Bíblia: Levítico (3º livro), capítulo 3 e versículo 3;

·       6702º versículo da Bíblia: Juízes (7º livro), capítulo 7 e versículo 7. 

A seguir temos duas surpresas da Matemática Bíblica relacionado a esses dados: 

A PRIMEIRA SURPRESA 

Digamos que o alinhamento 030303 represente Levítico 3:3 (2782º versículo), e o alinhamento 070707 represente Juízes 7:7 (6702º versículo). 

030303070707 dividido por 27826702, como não é uma divisão exata, haverá um resto de 27618931. Divida este número por 1189 (total de capítulos bíblicos) e, como também não é uma divisão exata, deixará um resto de 839... que é justamente o número de ordem de um dos raros capítulos 37 da Bíblia, isto é, Ezequiel 37!!! 

É um daqueles exemplos de simetrias simples de se entender, com um resultado espetacular. Poderia ser apenas uma coincidência sem significado nenhum? Claro, poderia, se fosse um caso isolado. Mas temos CENTENAS de outros exemplos (muitos até mais surpreendentes). Portanto, a lógica nos diz que essas coincidências são propositais e que os homens que escreveram a Bíblia não teriam condições nenhuma de elaborar tais coisas. 

A SEGUNDA SURPRESA 

Primeiro, considere o numerozão abaixo:

 30007000000000000000000000000000003700000000000000053000570000000000000000000000000000087000009300097000000000000000000000012000012400000000000000000000000000000001560001600000000000000000000000000000019000019400000000000000000002140002180000000000000000235000239000243000000000000000000000000002700002740000000000000000000294000298000000000000000003160003200000000000000000000034100034500000000000000000000000037000037400000000000000000000000000000004060004100000041600042000000000429000433000004390004430000000000000000000000000000047300000004810004850000000000000000000000000000051500000000000000000000000000000000000551000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000063100063500000000000000000000000000662000666000000067400067800068200068600000000000000000000000000000716000000000000000000000000000000074800075200000000000000000000000000000782000000000000000008000000805000809000000000000000000000000000008390000000000000853000857000000086500086900000000087900882000886000008920008960009000090300906009090000914000918000000000928000932000936000000000000000000000009600009640000000000097600098000000000000000000001000000100400000000000000001021000102500000000000000000000000104900010530000000000010650001069000000000001081000108500000000109400000110000000110600011100001114000011190011220000011280001132000113600011400000000011490000115400001159001162000000011700001174000000000000000 

Ele é formado por todos os números de ordem de todos os capítulos 3, 7, 37 e 73, com os zeros ocupando os espaços dos outros capítulos. Já usamos este numerozão em outras experiências antes. 

Bem, divida este numerozão por 030303070707 e, como não é uma divisão exata, haverá um resto de 2854306977. Divida este resto por 6702 (Juízes 7.7) e, sendo outra divisão não exata, teremos mais uma sobra, 5601. Agora divida esta por 2782 (Levítico 3.3) e, mais uma divisão não exata, que nos deixará um resto de... exatamente 37!!! 

Outro cálculo de resultado espetacular. Vamos analisar os detalhes: 

Primeiro, todos os números usados na experiência são significativos (conectados aos números-chave da Matemática Bíblica); 

Segundo, num conjunto de 2.782 números, contando a partir de 1, EXISTE SOMENTE UM NÚMERO 37. Portanto, se existe um pacote com 2.782 números diferentes, de 1 a 2.782, se você colocar a mão dentro, aleatoriamente, a chance de apanhar o número 37 é uma chance em 2.782, obviamente. Logo esta simetria é muito mais incrível do que a primeira, que nos levou a Ezequiel 37! 

Não custa lembrar: essas simetrias NÃO FUNCIONAM na Bíblia Católica, pois esta possui uma quantidade DIFERENTE de livros, capítulos e versículos. Aliás, acrescente apenas um 0 em qualquer lugar do numerozão acima e o resultado final será inevitavelmente alterado. 

Com essa constatação, a conclusão é inevitável: A MATEMÁTICA BÍBLICA PROVA QUE A BÍBLIA ESTÁ COMPLETA COM 66 LIVROS E 1.189 CAPÍTULOS!!! 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.comwww.arquivo7.com.br