terça-feira, 7 de julho de 2020

SETE FATOS SOBRE OS 7 CAPÍTULOS 37 DA BÍBLIA QUE TEM MUITO A DIZER SOBRE A INSPIRAÇÃO DELA


Recentemente, em vários artigos, temos demonstrado certas simetrias matemáticas que têm uma predileção estranha para o capítulo 37 de Êxodo. Preste bem atenção nos seguintes fatos chocantes:

1º FATO – A Bíblia contém somente (e exatamente) 7 livros que possuem capítulo de número 37 (formando um CANDELABRO): Gênesis, Êxodo, Jó, Salmos, Isaías, Jeremias e Ezequiel.

2º FATO – Dos 7 livros justamente o CENTRAL possui dois capítulos especiais: Salmo 37 e Salmo 73.

3º FATOTodos os capítulos 37 e 73 da Bíblia estão localizados nas seguintes ordens (dentro dos 1.189 capítulos):

037 – Gênesis 37
087 – Êxodo 37
473 – Jó 37
515 – Salmo 37
551 – Salmo 73
716 – Isaías 37
782 – Jeremias 37
839 – Ezequiel 37

Os números de ordens desses 8 capítulos especiais formam um número (037.087.473.515.551.716.782.839) que corresponde exatamente a Êxodo 37 (um dos 7 capítulos 37).

4º FATO – Foi provado também que até a ordem desses 7 livros na Bíblia, gera uma simetria que conduz novamente a Êxodo 37. Uma dupla coincidência que desafia a imaginação humana.

5º FATO – E Êxodo 37, para onde tantas simetrias apontam, é justamente um dos 3 principais capítulos bíblicos sobre... O CANDELABRO!

Sim! O SÍMBOLO DA PALAVRA DE DEUS NO LOCAL MAIS PROPÍCIO!

"Fez também o candelabro de ouro puro; de obra batida fez este candelabro; o seu pedestal, e as suas hastes, os seus copos, as suas maçãs, e as suas flores, formavam com ele uma só peça." Êxodo 37:17.

6º FATO – Os 3 principais capítulos sobre o Candelabro (todos em Êxodo) são: Êxodo 25, Êxodo 37 e Êxodo 40. Na ordem geral, esses capítulos ocupam os seguintes lugares:

Êxodo 25 = 75º capítulo da Bíblia
Êxodo 37 = 87º capítulo da Bíblia
Êxodo 40 = 90º capítulo da Bíblia

Se formarmos um número único, teremos: 075.087.090

Contando de 1 até 075.087.090, na Roleta dos 1.189 capítulos, iremos parar, inevitavelmente, no Salmo 73!!!

7º FATO – Agora, a surpresa final, ainda mais estarrecedora:

Como provado no artigo “A MARAVILHOSA SIMETRIA DO CANDELABRO – Parte 5”, se pegarmos todos os 66 livros da Bíblia, representados por suas respectivas quantidades totais de capítulos, formando um número único; se dividirmos esse numerozão pelos 22 itens do candelabro (formando um número único), como a divisão não é exata, teremos um resto; se dividirmos esse resto pelo total dos itens do candelabro nos lados esquerdo, central e direito, teremos outro resto... que é exatamente o número de ordem do Salmo 73!!!

Conclusão – Como dito em outras ocasiões, é impossível que uma simetria tão perfeita, envolvendo tantos números (até de tamanhos colossais) tenha sido inventada pelos homens, por mais inteligentes que eles sejam, já que envolve diferentes livros, escritos em diferentes épocas (e séculos!), por diferentes pessoas.

Se existe um Deus (que é Onisciente, Onipresente e Onipotente), como diz a Bíblia, somente Ele teria condições de elaborar tais simetrias. Para contestar esta conclusão, o cético só tem que imitar essa simetria. Quem se habilita?

“Ó Senhor, quão multiformes são as tuas obras! Todas elas as fizeste com sabedoria; a terra está cheia das tuas riquezas.”
(Salmo 104.24)

Moacir R. S. Junior – www.arquivo7.com.br

domingo, 28 de junho de 2020

A PALAVRA ESCRITA DE DEUS, A PALAVRA VIVA E A MATEMÁTICA BÍBLICA


Uma das afirmações recorrentes dos cristãos é que a Bíblia é a Palavra Escrita de Deus e Jesus é a Palavra Viva; ambos estão intimamente conectados; Jesus é O Centro das Sagradas Escrituras, toda a Bíblia fala dEle, do primeiro ao último capítulo. Diante disso, temos bem firmados os seguintes fatos:

1 – A Bíblia contêm 66 livros;
2 – Jesus é O Centro da Bíblia;
3 – Um dos símbolos da Bíblia é o Candelabro.

Estas três declarações são facilmente provadas e – o que é altamente interessante – são também corroboradas pela Matemática Bíblica. Atente para os seguintes fatos:

1 – OS 66 LIVROS BÍBLICOS, REPRESENTADOS POR SUAS RESPECTIVAS QUANTIDADES DE CAPÍTULOS:

050.040.027.036.034.024.021.004.031.024.022.025.029.036.010.013.010.042.
150.031.012.008.066.052.005.048.012.014.003.009.001.004.007.003.003.003.
002.014.004.028.016.024.021.028.016.016.013.006.006.004.004.005.003.006.
004.003.001.013.005.005.003.005.001.001.001.022

2 – O Nome de JESUS, em grego, tal como aparece na maioria dos textos no Novo Testamento, possui 6 letras que, no alfabeto grego, correspondem aos seguintes valores numéricos:
010.008.200.070.400.200

A soma total dessas letras é 888 (um valor altamente significativo, um múltiplo exato de 37, um dos números-chave da Matemática Bíblica).

ATENÇÃO!!! PARA QUE VOCÊ NÃO FIQUE CONFUSO QUANDO FOR LER O NOME DE JESUS NO GREGO DO NOVO TESTAMENTO...

Algumas pessoas, ao lerem os estudos do Arquivo7 sobre Matemática Bíblica, já me escreveram questionando o seguinte: “Fui calcular o valor numérico do nome Jesus em grego e encontrei um resultado diferente. Como você explica isso?”

Inicialmente, observe três versículos do capítulo 1º de Mateus, em grego (preste especial atenção às palavras negritadas):

Mat_1:1  βιβλος γενεσεως ιησου χριστου υιου δαυιδ υιου αβρααμ
Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

Mat_1:16  ιακωβ δε εγεννησεν τον ιωσηφ τον ανδρα μαριας εξ ης εγεννηθη ιησους ο λεγομενος χριστος
E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo.

Mat_1:21  τεξεται δε υιον και καλεσεις το ονομα αυτου ιησουν αυτος γαρ σωσει τον λαον αυτου απο των αμαρτιων αυτων
E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

Ficou curioso?

O Nome JESUS aparece no texto grego do Novo Testamento em diferentes formas. Segundo a famosa Concordância de Strong, no NT há 923 ocorrências do Nome Jesus, em três diferentes formas:
Ἰησοῦν129 ocorrências
Ἰησοῦ332 ocorrências
Ἰησοῦς462 ocorrências

Fonte: https://biblehub.com/greek/ie_soun_2424.htm

Por que essa variação? Coisas da gramática grega (na verdade, a gramática de qualquer língua tem suas peculiaridades e esquisitices). Essas variações nos nomes são chamadas pelos estudiosos de CASO NOMINATIVO, CASO ACUSATIVO, CASO DATIVO, etc. O nome original pertence ao caso Nominativo (como a palavra já indica, NOMEADO, NOME), no caso Ἰησοῦς, que é a forma que mais aparece no grego do Novo Testamento. As demais variações do Nome Jesus são derivações conforme a exigência da gramática grega no contexto da frase em que estiver inserida (os detalhes poderão cansar e afastar os leitores, mas os interessados façam uma pesquisa básica na gramática grega).

Nos exemplos citados acima, o nome completo de Jesus, isto é, no seu Nominativo, aparece pela primeira vez em Mateus 1.16.

          Os três nomes possuem os seguintes valores, em grego (os nomes aparecem abaixo, partindo do menos para o mais citado, que é o NOMINATIVO):

Ἰησοῦν
010+008+200+070+400+050 = 738
Ιησου
010+008+200+070+400 = 688
Ἰησοῦς
010+008+200+070+400+200 = 888
         
Veja bem! Justamente o valor do nome de Jesus mais citado na Bíblia (caso nominativo) tem o valor mais significativo, 888 (24 x 37), múltiplo exato de um dos números mais significativos da Bíblia! Portanto, tudo se encaixa.


AGORA UMA EXPERIÊNCIA MATEMÁTICA SIMPLES, MAS DE RESULTADO ESPETACULAR

Se dividirmos o numerozão formado pelos 66 livros (representados por seus respectivos capítulos) pelo número formado a partir dos valores das letras do Nome de Jesus em grego, como não é uma divisão exata, teremos uma sobra. Quanto?

5.140.092.383.791.222

E, se dividirmos essa sobra por 1.189 (total de capítulos bíblicos), como também não é uma divisão exata, teremos um resto de .....................................................................87!!!

E por que destacamos esse valor?

Porque ele corresponde exatamente ao capítulo 37 de Êxodo!!! (e se você é um leitor frequente do Arquivo7 já percebeu o tremendo significado disso, não é mesmo?).

Uma outra forma de ver a coisa: os 66 livros (representados por seus capítulos) contados dentro de uma Roleta de 010.008.200.070.400.200 (as letras do Nome Jesus, em grego), e iremos parar exatamente em Êxodo 37. Não somente um dos raríssimos capítulos bíblicos de número 37, mas justamente o que fala do Candelabro, um dos símbolos mais claros da Palavra de Deus!  (Veja, por exemplo, um artigo em várias partes, intitulado: “A SIMETRIA DO CANDELABRO” – publicado anteriormente neste site).

E não se esqueça de que existem dezenas de simetrias matemáticas que nos levam diretamente para Êxodo 37 (como temos provado na Enciclopédia Arquivo7).

Gosto de enfatizar isso: uma leve mudança de livro ou de capítulo e destruiria essa simetria. Por exemplo, se o Evangelho de João tivesse 20 ou 22 capítulos, ao invés de 21, destruiria não só a simetria revelada hoje aqui, mas todas as demais que já foram publicadas na Enciclopédia Arquivo7. Ou digamos que o Evangelho de João mudasse de lugar. Em vez de estar na 43ª posição da Bíblia, estivesse na 42ª ou 44ª... também alteraria tudo. Para mim, o argumento da Matemática Bíblica detona de vez toda teoria que ensina que a Bíblia está incompleta, que está faltando este ou aquele livro nela, etc. A BÍBLIA CONTÉM SOMENTE 66 LIVROS E 1.189 CAPÍTULOS! NÃO FALTA LIVRO NENHUM, E NÃO CABE MAIS LIVRO NENHUM, NEM UM CAPÍTULO A MAIS, NEM UM CAPÍTULO A MENOS!

Para alguém provar que esta declaração sobre a Bíblia está errada, só precisa demonstrar que as mais de 100 simetrias matemáticas envolvendo os livros e capítulos da Bíblia (e divulgadas no Arquivo7) são meras obras do acaso ou manipulação humana.

De maneira similar à declaração acima, sobre a COMPLETUDE ou PLENITUDE da Palavra Escrita de Deus, o JESUS apresentado na Bíblia é completo, perfeito, não falta nada. Qualquer acréscimo (ou alteração) de qualquer natureza à Sua Sagrada Pessoa, é heresia, artimanha maligna e uma ofensa contra Deus e à Sua Palavra.

"Porque a palavra do SENHOR é reta, e todas as suas obras são fiéis."
(Salmos 33.4)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

domingo, 21 de junho de 2020

A COINCIDÊNCIA DENTRO DA COINCIDÊNCIA – O IMPACTO DAS COINCIDÊNCIAS MÚLTIPLAS


Entre os vários conceitos populares sobre COINCIDÊNCIA, selecionamos os seguintes:

1 – Ação ou resultado de coincidir; concomitância;

2 – Condição de dois ou mais fatores ou coisas que se acertam na perfeição e harmoniosamente;

3 – Conjuntura ou circunstância em que duas ou mais coisas ocorrem em simultâneo sem que essa simultaneidade seja planejada.

A própria palavra nos dá uma ideia do significado: Etimologicamente, ela se origina da junção de co + incidência. Juntando o termo latino “co” (junto) + incidência (ocorrência, acontecimento, evento). Em suma, coincidência é o AJUNTAMENTO de DOIS ou mais eventos em situações semelhantes, apesar de, aparentemente, não haver nada em comum nos acontecimentos.

Coincidência é o ato de coincidir, é o indicativo de acontecimentos que ocorrem em simultâneo, e tem como sinônimos coexistência, concordância, simultaneidade. Podemos considerar coincidência como um acontecimento duplo, ocorrido ao mesmo tempo e num mesmo local.

Portanto, pelo próprio conceito da palavra, uma coincidência é um evento no mínimo DUPLICADO. Exemplo: Nas ruas de uma cidade grande, você esbarra, acidentalmente, em alguém e, após uma rápida conversa, descobre que ele é da mesma cidade do interior que você.

Portanto, não faz sentido falarmos em COINCIDÊNCIAS DUPLAS, pois qualquer coincidência já é, no mínimo, um evento que, de certa forma, se duplicou. Agora, quando falamos em COINCIDÊNCIAS MÚLTIPLAS, queremos dizer 3 ou mais eventos que, de alguma forma, se alinharam. É o que chamamos de COINCIDÊNCIA DENTRO DA COINCIDÊNCIA!

Um exemplo histórico e bizarro tem a ver com o famoso navio Titanic (inclusive tem um capítulo da Enciclopédia Arquivo7 todinho dedicado a ele, o 124, intitulado “A MALDIÇÃO DOS 3 TITANICS”):

1 COINCIDÊNCIA = 14 anos antes do naufrágio do Titanic real, foi escrito um livro sobre um navio fictício chamado TITAN, que também afundava em sua viagem inaugural, ao colidir com um iceberg, no mês de abril, etc.

domingo, 14 de junho de 2020

JESUS, A BÍBLIA E O ARGUMENTO “A FORTIORI” – ou: O ARGUMENTO DO HULK


Jesus, além de Deus e Homem perfeito, era também um grande filósofo, (isto é, Ele não abriu mão de usar argumentos lógicos em seus debates com os líderes religiosos da sua época). Aliás, Ele foi o filósofo por excelência (estou enfatizando isto porque existem alguns "cabeças de vento" em nosso meio que acham que Filosofia é coisa do diabo).

Em tempo: usei a palavra “era” em referência ao Jesus histórico, que andou sobre a Terra há dois mil anos, porém, ELE, COMO DEUS (E HOMEM), ESTÁ VIVO E TEM EM SUAS MÃOS AS RÉDEAS DA HISTÓRIA.

Dos muitos tipos de argumentos que Jesus costumava usar um dos mais conhecidos é o chamado "a fortiori" (em latim, DO MAIS FORTE). É um argumento simples na sua elaboração e letal na sua eficácia.

Como funciona esse tipo de argumento?

1 - A verdade da ideia "a" é aceita;

2 - Os fundamentos em defesa da ideia "b" (que é parecida com a ideia "a"), são ainda mais fortes do que os fundamentos para a ideia 'a";

3 - Se a ideia "a" foi aceita, a ideia "b" tem que ser aceita também, pois possui fundamentos ainda mais poderosos que os da ideia "a".

Outra forma de explicar a coisa: Se “A” é mais forte do que “B” e se “C” é mais fraco do que “B”, com certeza “A” é mais forte do que “C”.

Ou ainda: Quem já derrotou todo o alfabeto, não tem medo de qualquer letrinha.

E mais: Quem já viu o oceano não se impressiona com riachos.

Mas vejamos alguns exemplos na Bíblia, principalmente relacionados diretamente a Jesus:

          Exemplo 1:

“E eis que estava ali um homem que tinha uma das mãos atrofiadas; e eles, para poderem acusar a Jesus, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados? E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma só ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não há de lançar mão dela, e tirá-la? Ora, quanto mais vale um homem do que uma ovelha! Portanto, é lícito fazer bem nos sábados.” (Mateus 12.10-12)

Premissa 1 – Mesmo num sábado, os judeus ajudariam uma ovelhinha, se ela caísse num buraco.

Premissa 2 – Um ser humano é mais importante do que uma ovelha.

Conclusão – Portanto, se é legal salvar um animal no sábado, por que seria ilegal cuidar dos seres humanos no sábado?

          Exemplo 2:

Porque, se isto se faz no lenho verde, que se fará no seco?” Lucas 23.31

Se os romanos crucificavam quem consideravam inocentes, como não tratariam aqueles que considerassem culpados? Ou como diz Pedro:

“E, se é com dificuldade que o justo é salvo, onde vai comparecer o ímpio, sim, o pecador? 1 Pedro 4.18

          Exemplo 3:

“Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não valeis vós muito mais do que elas?” Mateus 6.26

          Exemplo 4:

Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; quem é injusto no pouco, também é injusto no muito.” Lucas 16.10:

UM EXEMPLO NA APOLOGÉTICA MODERNA

A confiabilidade histórica dos textos do Novo Testamento

Premissa 1 – Os historiadores consideram confiáveis os textos sobre a vida de Alexandre Magno (embora tenham sido escritos cerca de 400 anos depois da morte dele).

Premissa 2 – Os textos do Novo Testamento foram escritos menos de 100 anos depois da Morte e Ressurreição de Cristo.

Conclusão – Se a premissa 1 é aceita pelos estudiosos, a premissa 2 (que é mais forte) deve, logicamente, ser aceita também.

Mas o tremendo preconceito que muitos estudiosos têm em relação ao Cristianismo faz com que os tais contrariem a lógica, desconsiderem os argumentos, etc.

          O fato é que praticamente todo mundo faz uso do argumento “a fortiori” de vez em quando, mesmo sem ter a mínima ideia do quão importante é esse argumento. Ele aparece, por exemplo, nas cantigas populares: “um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais,...”

          Parodiando: Se 3 coincidências incomodam muita gente, 7 coincidências incomodam muito mais.

O ARGUMENTO “A FORTIORI” E A BÍBLIA

Nenhum livro do mundo possui um currículo como a Bíblia!

          Se imaginarmos qualquer combate entre qualquer livro e a Bíblia, esta sempre sairá, como disse alguém “vencedora em todas as batalhas”. A Bíblia tem inspirado e influenciado mais escritores, escultores, artistas, cientistas, políticos, educadores, etc., do que qualquer outro livro.

          Qualquer que seja a área do conhecimento, História, Arqueologia, Literatura, Geografia, Política, Direito, Sociologia, Psicologia, Filosofia, etc., nenhum livro supera a Bíblia. Qualquer currículo de qualquer outro livro se torna insignificante diante do currículo da Bíblia!

"Se você quiser, empilhe-os [livros orientais] no lado esquerdo de sua escrivaninha; mas coloque a sua Bíblia do lado direito - apenas ela, só ela - e que haja uma boa distância entre a pilha de livros e a Bíblia. Pois existe uma grande distância entre ela e os chamados livros sagrados do Oriente, de modo que estes se opõem àquela total, completa e definitivamente... um abismo real que nenhuma ciência do pensamento religioso conseguirá transpor".
(M. Montiero-Williams, antigo professor de sânscrito, que passou 42 anos estudando livros orientais e comparando-os com a Bíblia.)

Você vai num museu, numa exposição de arte, numa biblioteca, no cinema... em tudo vemos a influência da Bíblia (e do Cristianismo). Se a Bíblia não tivesse sido escrita, nosso mundo seria culturalmente mais pobre, a literatura seria mais pobre, as artes seriam mais pobres,... Pra deixar mais claro:

Nas páginas da Bíblia encontramos todos os fundamentos ou princípios que fizeram do mundo um lugar melhor (apesar da desobediência dos homens). Sim, nas páginas da Bíblia qualquer pessoa poderá encontrar:

1 – O fundamento e o desenvolvimento da ciência moderna e do direito;

2 – O fundamento e o desenvolvimento da medicina e do cuidado com a saúde, incluindo a criação dos primeiros hospitais;

3 – Os fundamentos da educação moderna, incluindo a fundação de praticamente todas as principais universidades norte-americanas, tais como Princeton, Harvard, Yale e Dartmouth (sem citar muitas europeias ou de outras partes do planeta);

4 – O fornecimento de base lógica por meio de valores absolutos para o avanço da ética em geral, incluindo a moralidade sexual, que em nossa época tem salvado milhões de vidas;

5 – Os fundamentos para a proteção da dignidade do casamento e da vida familiar, o que contribui grandemente para a estabilidade da sociedade;

6 – Os fundamentos da liberdade política e direitos humanos em geral, incluindo a abolição da escravatura e a proteção do feto, bebês, crianças, e mulheres;

7 – A inspiração para as grandes contribuições nas artes, literatura, música e arquitetura;

E muitas outras áreas.

(Estes 7 itens foram retirados e adaptados de "OS FATOS SOBRE A BÍBLIA”, de John Ankerberg, John Weldon e Dillon Burroughs).

Sem a influência da Bíblia e do Cristianismo, meu amigo, o mundo não teria o menor sentido - e, se atualmente, ele se tornou um lugar meio difícil pra se viver, a razão é clara:

"Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, e quebrado a aliança eterna. Por isso a maldição tem consumido a terra;" (Isaías 24.5,6).

O ARGUMENTO DO HULK

          No filme “Os Vingadores”, de 2012, o vilão da história, Loki, chega todo se gabando: “EU TENHO UM EXÉRCITO”. Sem se alterar, Tony Stark, o Homem de Ferro, diz simplesmente: “NÓS TEMOS O HULK!”          

Imagine a seguinte cena: Dois habitantes de planetas diferentes, se encontram em algum lugar das galáxias. Um deles bate no peito e diz:

- Nós temos o Alcorão, o livro de Mórmon, o livro dos espíritos (de Alan Kardec), os Vedas, Bhagavad Gita, e o Mahabharata (literaturas sagradas do Hinduísmo), o Dhammapada (os escritos de Buda), os Analectos (diálogos) de Confúcio, o Livro do Tao, os livros sagrados da Umbanda, os livros poderosos da Quimbanda, os arquivos secretos da Maçonaria,... e vocês?

O outro simplesmente sorri e fala:

- NÓS TEMOS A BÍBLIA!

Seja qual for o currículo do seu livro sagrado, a Bíblia ganha dele, de goleada. E eu posso provar.

Moacir R. S. Junior – www.arquivo7.com.br

domingo, 7 de junho de 2020

QUANDO UMA COINCIDÊNCIA É SIGNIFICATIVA? – Parte 3



Se puder, tente executar as duas seguintes experiências:

1ª Experiência:

1 – Pegue 7 livros do mesmo autor, com diferentes quantidades de capítulos (contanto que sejam maiores que 37);

2 – Organize os livros numa certa ordem (lógica, cronológica, como quiser);

3 – Só para facilitar a compreensão, vamos imaginar que você organizou seus livros na seguinte ordem, e que eles contenham as seguintes quantidades de capítulos:

Livro 1 – 40 capítulos;
Livro 2 – 60 capítulos;
Livro 3 – 40 capítulos;
Livro 4 – 45 capítulos;
Livro 5 – 50 capítulos;
Livro 6 – 55 capítulos;
Livro 7 – 75 capítulos.

Total: 365 capítulos.

4 – Elabore uma lista com todos os capítulos numa ordem geral. Exemplo: se o primeiro livro tiver 40 capítulos e o segundo, 60, significa que o último capítulo desse segundo livro, numa ordem geral será o 100º da lista;

quinta-feira, 28 de maio de 2020

A MARAVILHOSA MATEMÁTICA BÍBLICA DO CRISTAL DE NEVE



Uma das minúsculas maravilhas da natureza que sempre intrigou os estudiosos é o CRISTAL DE NEVE (também conhecido como FLOCO DE NEVE). Um americano dedicou parte de sua vida a fotografar essas minúsculas obras de Deus, porque ficou chocado com as primeiras fotos.

Uma biografia resumida dele diz:

Wilson Alwyn Bentley (9 de fevereiro, 1865 – 23 de dezembro, 1931), nascido em Jericho, Vermont, Estados Unidos, foi um dos mais conhecidos fotógrafos de flocos de neve. Ele desenvolveu um processo de capturar as partículas em um veludo negro de forma que conseguisse fotografá-las antes delas derreterem.

Durante sua vida fotografou mais de 5.000 cristais de neve e fez duas descobertas intrigantes:

1 – Quase 100% dos cristais de neve possuem a forma geométrica HEXAGONAL;

2 – Não existem dois iguais (tal como nossas impressões digitais).

Ou seja, se você apanhar um punhado de neve, terá em sua mão milhares de coisinhas de formato hexagonal e totalmente diferentes uma das outras. Não é fascinante?

          Antes de nos aprofundarmos na Matemática Bíblica do Cristal de Neve, queremos ainda destacar outras informações interessantes sobre Bentley:

“Ele ficou interessado em cristais de neve quando adolescente na fazenda da família. ‘Sempre, desde o começo, foram os flocos de neve que mais me fascinaram’, disse ele. ‘As pessoas da fazenda neste país temem o inverno, mas eu fiquei extremamente feliz.’ Ele tentou desenhar o que viu através de um velho microscópio dado a ele pela mãe aos quinze anos. Os flocos de neve eram muito complexos para serem gravados antes de derreterem, então ele conectou uma câmera de fole a um microscópio composto e, após muita experimentação, fotografou seu primeiro floco de neve em 15 de janeiro de 1885. Ele capturou mais de 5.000 imagens de cristais em sua vida. Cada cristal foi capturado em um quadro negro e transferido rapidamente para uma lâmina de microscópio. Mesmo em temperaturas abaixo de zero , os flocos de neve são efêmeros porque sublimam.”

“Bentley descreveu flocos de neve como ‘pequenos milagres de beleza’ e cristais de neve como ‘flores de gelo’. Apesar dessas descrições poéticas, Bentley trouxe um método empírico ao seu trabalho. Em colaboração com George Henry Perkins, professor de história natural da Universidade de Vermont, Bentley publicou um artigo no qual argumentava que não havia dois cristais de neve iguais. Esse conceito chamou a atenção do público e ele publicou outros artigos em revistas, incluindo National Geographic, Nature, Popular Science e Scientific American. Suas fotografias foram solicitadas por instituições acadêmicas em todo o mundo.”

          Todas as fontes, comprovando cada uma dessas informações, podem ser acessadas a partir deste endereço: https://en.wikipedia.org/wiki/Wilson_Bentley
  
A primeira vez em que tomei conhecimento dessas características incríveis dos flocos de neve, foi em um texto citado pelo famoso teólogo americano Myer Pealman, em uma de suas obras teológicas mais populares: “CONHECENDO AS DOUTRINAS DA BÍBLIA”.

“O Sr. A. J. Pace, desenhista do periódico evangélico ‘Sunday School Times’, fala de sua entrevista com o finado Wilson J. Bentley, perito em microfotografia (fotografar o que se vê através do microscópio). Por mais de um terço de século esse senhor fotografou cristais de neve. Depois de haver fotografado milhares desses cristais ele observou três fatos principais: primeiro, que não havia dois flocos iguais; segundo: todos eram de um padrão formoso; terceiro: todos eram invariavelmente de forma sextavada.

Quando lhe perguntaram como se explicava essa simetria sextavada, ele respondeu: ‘Decerto, ninguém sabe senão Deus, mas a minha teoria é a seguinte: Como todos sabem, os cristais de neve são formados de vapor de água a temperaturas abaixo de zero, e a água se compõe de três moléculas, duas de hidrogênio que se combinam com uma de oxigênio. Cada molécula tem uma carga de eletricidade positiva e negativa, a qual tem a tendência de polarizar-se nos lados opostos. O algarismo três, portanto, figura no assunto desde o começo.’

‘Como podemos explicar estes pontinhos tão interessantes, as voltas e as curvas graciosas, e estas quinas chanfradas tão delicadamente cinzeladas, todas elas dispostas com perfeita simetria ao redor do ponto central?’ perguntou o Sr. Pace.

Encolheu os ombros e disse: ‘Somente o Artista que os desenhou e os modelou conhece o processo.’

Sua declaração acerca do ‘algarismo três que figura no assunto’ me pôs a pensar. não seria então que o triúno Deus, que modela toda a formosura da criação, rubrica a própria trindade nestas frágeis estrelas de cristal de gelo como quem assina seu nome em sua obra-prima? Ao examinar os flocos de neve ao microscópio, vê-se instantaneamente que o princípio básico da estrutura do floco de neve é o hexágono ou a figura de seis lados, o único exemplo disso em todo o reino da geometria a este respeito. O raio do circulo circunscrevente é exatamente igual ao comprimento de cada um dos seis lados do hexágono. Portanto, resultam seis triângulos eqüiláteros reunidos ao núcleo central, sendo todos os ângulos de sessenta graus, a terça parte de toda a área num lado duma linha reta. Que símbolo sugestivo do triúno Deus é o triângulo! Aqui temos unidade: um triângulo, formado de três linhas, cada parte indispensável à integridade do conjunto.

A curiosidade agora me impeliu a examinar as referências bíblicas sobre a palavra ‘neve’, e descobri, com grande prazer, este mesmo ‘triângulo’ inerente na Bíblia. Por exemplo, há 21 (3 x 7) referências contendo o substantivo ‘neve’ no Antigo Testamento, e 3 no Novo Testamento, 24 ao todo. Então achei referencias, que falam da ‘lepra tão branca como a neve’. Três vezes a purificação do pecado é comparada à neve. Achei mais três que falam de roupas ‘tão brancas como a neve’. Três vezes a aparência do Filho de Deus compara-se à neve. Mas a maior surpresa foi ao descobrir que a palavra hebraica, ‘neve’, é composta inteiramente de algarismos ‘três’! É fato, embora não seja geralmente conhecido que, não tendo algarismos, tanto os hebreus como os gregos usavam as letras do seu alfabeto como algarismos. Bastava um olhar casual de um hebreu à palavra SHELEG (palavra hebraica que quer dizer ‘neve’) para ver que ela significa o algarismo 333, bem como significa ‘neve’. No hebraico a primeira letra, que corresponde à nossa ‘SH’, vale 300; a segunda consoante ‘L’ vale 30; e a consoante final, o nosso ‘G’, vale 3. Somando-as, temos 333, três algarismos de três. Curioso, não é verdade? Mas por que não esperar exatidão matemática dum livro plenamente inspirado, tão maravilhoso quanto o mundo que Deus criou?

Acerca de Deus disse Jó: ‘Faz grandes coisas que não podemos compreender. Pois diz à neve: Cai sobre a terra’ (Jo 37:5,6). Eu já gastei dois dias inteiros para copiar com pena e tinta o desenho de Deus de seis cristais de neve e fiquei muito fatigado. E como é fácil para ele fazê-lo! ‘Ele diz à neve’ — e com uma palavra está feito.

Imaginem quantos milhões de bilhões de cristais de neve caem sobre um hectare de terra durante uma hora, e imaginem, se puderem, o fato surpreendente de que cada cristal tem sua individualidade própria, um desenho e modelo sem duplicata nesta ou em qualquer outra tempestade. ‘Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir’ (Sal.139:6). Como pode uma pessoa ajuizada, diante de tal evidência de desígnios, multiplicados por um sem-número de variedades, duvidar da existência e da obra do Desenhista, cuja capacidade é imensurável?! Um Deus capaz de fazer tantas belezas é capaz de tudo, até mesmo de moldar as nossas vidas dando-lhes beleza e simetria.”

(Myer Pealman, CONHECENDO AS DOUTRINAS DA BÍBLIA, págs. 34-36, Editora Vida, edição de 2001).

Nota 1: Ele cita “Wilson J. Bentley”, mas deve ter sido um equívoco, porque o nome completo desse grande fotógrafo geralmente aparece como Wilson Alwyn Bentley nos muitos textos que vi sobre ele na internet. Mas é um detalhe que não interfere em nosso estudo.

Nota 2: Há um problema com o parágrafo: “Por exemplo, há 21 (3 x 7) referências contendo o substantivo ‘neve’ no Antigo Testamento, e 3 no Novo Testamento, 24 ao todo.” É verdade que no Novo Testamento, a palavra “neve” aparece somente 3 vezes (inclusive no original grego, como pude constatar). Já no Antigo Testamento, encontramos “neve” 22 vezes. Qual a razão do equívoco do autor? Tenho duas hipóteses:

a) Ele não considerou um texto paralelo. A cena de 2 Samuel 23.20 repete-se em 1 Crônicas 11.22. Se este for o caso, ficaria melhor se fosse dito mais ou menos o seguinte: “No Antigo Testamento, a NEVE aparece em 21 ocasiões diferentes”;

b) Como a Bíblia usada pelo autor foi a inglesa, compare os dois textos (paralelos) na versão da KJV (King James Version), observe especialmente a palavra “neve”, isto é, SNOW:

2 Sm 23:20: “And Benaiah the son of Jehoiada, the son of a valiant man, of Kabzeel, who had done many acts, he slew two lionlike men of Moab: he went down also and slew a lion in the midst of a pit in time of snow:”

1 Cr 11:22:  “Benaiah the son of Jehoiada, the son of a valiant man of Kabzeel, who had done many acts; he slew two lionlike men of Moab: also he went down and slew a lion in a pit in a snowy day.”

No texto de 1 Crônicas, temos SNOWY, que, em inglês, significa NEVADA, não exatamente NEVE. Não entendi o porque dessa palavra ter sido escrita assim, já que no texto paralelo de 2 Samuel temos claramente a palavra SNOW (neve). Por essa razão, o autor pode ter desconsiderado de sua contagem. No original está como הַשָּֽׁלֶג׃ e em 2 Samuel como הַשָּֽׁלֶג׃, ou seja, exatamente igual. Fonte: https://biblehub.com/hebrew/hashshaleg_7950.htm (aliás, este é o melhor site para consultas à todas as versões da Bíblia, antigas e recentes). Muitas vezes a palavra גלֶשָּֽׁ (neve) aparece sozinha e outras acompanhadas de uma ou duas letras hebraicas, por capricho (ou estilo) da gramática hebraica, que, às vezes, junta o artigo com o substantivo, etc.

Estou enfatizando esses detalhes pra que ninguém me acuse de manipular dados e palavras a fim de encaixar nas simetrias que serão apresentadas. Em todas as versões consultadas, a palavra “neve” aparece em 25 versículos (3 no Novo Testamento).

Nota 3: O texto de Pealman não está negritado no original.

O QUE A NEVE SIMBOLIZA NA BÍBLIA?

Não precisamos pesquisar muito pra percebemos que, como símbolo, a neve aponta para, pelo menos, duas coisas: