O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

UM BREVE HISTÓRICO DA MATEMÁTICA BÍBLICA

 

1 – IVAN PANIN – O PIONEIRO

Em 1890, o matemático russo Ivan Panin, que viera morar (e estudar) nos Estados Unidos, fez uma interessante descoberta matemática enquanto lia cópias dos textos originais da Bíblia, apenas por mero interesse e curiosidade literária.

A essência de suas descobertas mostrava que os textos bíblicos possuíam, na sua formação original, vários esquemas e padrões matemáticos, especialmente envolvendo o número 7. Por exemplo:

O primeiro versículo da Bíblia (Gênesis 1.1, “No princípio criou Deus os céus e a terra”) contém, no original, 7 palavras e 28 letras (4 x 7); As três palavras principais (DEUS, CÉUS e TERRA) contém 14 letras (2 x 7), as restantes também. Das sete palavras, a central não tem tradução em nossa língua. Se juntarmos ela com a palavra da direita, são 7 letras; se juntarmos com a palavras da esquerda, são 7 letras.

Como as letras hebraicas possuíam valores numéricos, Panin descobriu que o padrão era ainda mais frequente e interessante. Apenas um exemplo: O valor das três palavras principais (DEUS, CÉUS, TERRA), somam 777. A importância do padrão estava no fato do número 7 aparecer claramente centenas de vezes na Bíblia, envolvendo acontecimentos significativos. Portanto, se o padrão envolvesse outro número (5, 8, 9 ou outro) não haveria razão para dar tanta importância aos fatos numéricos. Mas tudo apontava para o número 7, e também para o número 37. Por que?

É claro que a descoberta do Dr. Panin foi alvo de muitas polêmicas, críticas e questionamentos. Mesmo contestada por muitos estudiosos (apesar de nenhum deles, na época, ter sido capaz de reproduzir, manualmente, o fenômeno numérico), as pesquisas do matemático russo despertaram vários estudiosos para uma análise mais profunda dos textos originais da Bíblia.

          No século XX, principalmente com o advento do computador, novas pesquisas nos textos hebraico e grego da Bíblia trouxeram a luz novas descobertas que nem Ivan Panin foi capaz de desvendar.

Como já explicamos inúmeras vezes, os gregos possuíam um alfabeto alfanumérico, pois na época (600 anos a.C.), os algarismos ainda não haviam sido inventados. Mais tarde (200 a.C.) os hebreus convencionaram seu alfabeto, usando o mesmo sistema dos gregos. Portanto, é fato que a Bíblia foi escrita em duas línguas alfanuméricas. Isto significa que cada palavra bíblica (dos textos originais) possui um determinado valor numérico.

Isso certamente deu origem a muitas interpretações misteriosas e fantasiosas dos textos bíblicos, como por exemplo, a Cabala. Místicos judeus, por meio da Cabala, alegavam saber o sentido misterioso das Escrituras, isto é, calculando os valores das palavras ditas por Deus aos profetas.

Como era de se esperar, a Cabala lançou muitas interpretações fantasiosas e supersticiosas, obscurecendo novamente o estudo sério da Matemática Bíblica. Mas, apesar disso, estudiosos dos dias atuais insistem que existe uma matemática profunda e verdadeira nos textos originais da Bíblia, e que isso comprovaria cientificamente que as palavras bíblicas foram inspiradas, verbalmente, aos homens, por alguma inteligência extraterrena, que muitos chamam de Deus.

O matemático Ivan Panin, na verdade, iniciou suas descobertas numéricas no texto original de João 1.1, em grego.

Foi no ano de 1890, quando contava 35 anos de idade, que Ivan Panin recebeu a revelação da estrutura matemática no texto grego original da Bíblia. Ele estava lendo o Evangelho Segundo João no Grego: ”No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e Deus era o Verbo” (1.1). Ele achou curioso o fato do artigo “o” preceder a palavra “Deus” num caso e não no outro. Examinando o texto ele viu que havia um relacionamento numérico. Esta foi a primeira das descobertas que o levaram à conversão. 

No grego, o texto de João 1.1 diz: “E o Verbo estava com Deus, e o Verbo era o Deus”. O que este artigo estaria fazendo aqui, quando não faria falta para o entendimento do texto? Panin aprofundou suas pesquisas e descobriu um padrão numérico oculto no texto – e esse padrão não existiria se o artigo fosse eliminado. A partir daí, esse sábio russo começou a fazer novas e impressionantes descobertas, tanto no Novo quanto no Antigo Testamento.

Leia mais sobre as descobertas desse matemático cristão nesta postagem: https://www.arquivo7.com.br/2020/09/o-desafio-de-ivan-panin.html

Apesar de Panin ter contribuído com muitas descobertas numéricas interessantes na Bíblia, um dos problemas das suas teses (segundo alguns estudiosos cristãos, entre os quais, o matemático cristão britânico Vernon Jenkins) era que: 

- Ele estava obcecado com o número 7 e, aparentemente, deixou de perceber a simetria matemática envolvendo os números figurados (tais como 37 e 73); 

- Um em cada 7 números é divisível por 7. Ou seja, é muito mais difícil se encontrar um múltiplo de 37 do que de 7. Embora os padrões envolvendo o número 7 nas frases e palavras da Bíblia sejam difíceis ou impossíveis de serem reproduzidos, os críticos de hoje costumam alegar que encontrar padrões de 7 em frases e textos não é algo tão difícil ou incomum. 

Em outras palavras: embora a maioria dos críticos da época de Panin tenham se calado diante das evidências bíblico-numéricas apresentadas por ele, os de hoje, que se orgulham da alta tecnologia que temos, acham que as teses de Panin são frágeis. 

Mas, entre o final do século XX e o inicio do século XXI, alguns estudiosos cristãos (e matemáticos) cavaram um pouco mais fundo nas pesquisas de Panin e fizeram descobertas muito mais surpreendentes. 

Um desses estudiosos, aliás, o mais destacado dentre eles, Vernon Jenkins, fez o avanço mais impressionante, descobrindo conexões geométricas com os textos originais do Gênesis, envolvendo números figurados, especialmente TRIANGULARES, HEXAGONAIS e ESTRELARES HEXAGONAIS – No Arquivo7 temos divulgado muitas das descobertas desse estudioso. 

2 – VERNON JENKINS – O HOMEM QUE ALÇOU A MATEMÁTICA BÍBLICA A UM NÍVEL INIMAGINÁVEL 

Tudo começou em 1987. Veja parte do relato de Jenkins sobre o caso. Depois de contar várias passagens importantes de sua vida, da área profissional, acadêmica e religiosa, ele acrescenta: 

“Este breve relato de minha vida seria incompleto se eu permanecesse em silêncio a respeito de meu interesse pelos números da Bíblia. Tudo começou em 1987, após minha leitura de um dos folhetos de Ivan Panin que um colega cristão colocou sobre minha mesa. Algumas descobertas originais se seguiram rapidamente - em particular, aquelas concernentes à natureza geométrica marcada de muitos dos fenômenos presentes no hebraico do versículo inicial da Bíblia. Não tenho dúvidas de que esses assuntos (detalhados em meu site) têm um papel significativo a desempenhar no cumprimento dos propósitos de Deus em nossos dias.” (ênfase acrescentada) 

Fonte: http://www2.asa3.org/archive/asa/200208/0047.html (acessado em 30/06/2021) 

Aqui e ali eu encontro, na rede mundial, algum cético criticando, ferozmente, as teses de Ivan Panin, entretanto, nunca encontrei algum criticando Vernon Jenkins. Parece que ninguém se atreve. A forma como os números figurados se encontram encaixados no texto original de Gênesis 1.1, é realmente um caso impressionante. E, sem sombras de dúvidas, o mais interessante de tudo é que, quando o Gênesis foi escrito, AS LETRAS HEBRAICAS AINDA NÃO HAVIAM SIDO CONVENCIONADAS EM VALORES NUMÉRICOS – ISSO SÓ VEIO A ACONTECER 1.200 ANOS DEPOIS! 

Um trecho do parágrafo citado acima, que sempre me vem à mente e me leva a refletir: “... que um colega cristão colocou sobre minha mesa.” Um ato tão simples e, aparentemente, insignificante, que gerou uma grande obra, abençoando muitos cristãos e não cristãos, despertando para a poderosa assinatura matemática de Deus em Sua Palavra. 

Quantos testemunhos já não ouvi de pessoas que foram salvas ou despertadas pela simples leitura de um folheto que alguém lhe deu ou que foi achado no chão. Essas histórias nos motivam a sempre investir no Reino de Deus, lançando a preciosa semente da verdade onde nos for possível, sem desanimar, pois cedo ou tarde, alguma dessa semente vai brotar e gerar muitos frutos. 

Bem, infelizmente, Vernon Jenkins nos deixou em 2020, aos 92 anos, mas seu legado de descobertas na Matemática Bíblica é muito rico e dificilmente será superado. 

3 – O POÇO SEM FUNDO DA MATEMÁTICA BÍBLICA 

Apesar de ser um tipo de estudo ainda raro, existem vários pesquisadores ao redor do mundo debruçados em incansáveis investigações nessa temática. John Elias, um americano, teve uma ideia genial: resolveu juntar, em apenas uma página, todos os pesquisadores mundiais da Matemática Bíblica. Em seu site, www.37x73.com, além de suas próprias pesquisas e descobertas, John Elias elenca os melhores sites do mundo, dedicados a essa área (até esta data, lá só existe um representante na língua portuguesa, o Arquivo7). 

Bem, muitas pessoas podem não dar a mínima importância à Matemática Bíblica, mas que ela existe, existe. E a Palavra de Deus está impregnada, recheada dela. 

"A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices." Salmos 19.7 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.comwww.arquivo7.com.br


quinta-feira, 7 de outubro de 2021

O ESTRESSANTE DESAFIO DE FALAR DA MATEMÁTICA BÍBLICA PARA OS LEIGOS...


             Percebam que o título deste artigo não é “O ESTRESSANTE DESAFIO DE PROVAR A MATEMÁTICA BÍBLICA”. Evidências temos de sobra, literalmente, centenas delas. Qualquer estudioso honesto que se der ao trabalho de examinar as evidências, constatará, facilmente, que existem padrões matemáticos na Bíblia, tanto na estrutura das palavras originais, quanto na estrutura dos livros e capítulos. 

Portanto, repito, o nosso desafio maior é APRESENTAR ESSAS EVIDÊNCIAS PARA OS LEIGOS... e de forma inteligível. Tenho efetuado várias tentativas nesse sentido (principalmente nos apêndices mais recentes da Enciclopédia Arquivo7), mas sempre sinto a necessidade de apresentar outras opções. Hoje desejo simplesmente elaborar um esboço, isto é, um guia para uma rápida compreensão sobre o assunto. Isto é, os passos fundamentais para a introdução de qualquer ministração sobre Matemática Bíblica. 

1º PASSO – OS DOIS NÚMEROS QUERIDINHOS DE DEUS 

Neste primeiro passo, o palestrante deve evidenciar que os números mais importantes e significativos da Bíblia são 3 e 7. Uma das formas mais claras de se provar isso é apresentar uma tabela com a estatística dos dias mais citados nas Sagradas Escrituras. Como este exemplo: 

 

 

Quant.

de versículos

Quant.

de versículos

TOTAL

SETE DIAS

SÉTIMO DIA

92

48

140

TRÊS DIAS

TERCEIRO DIA

61

48

109

UM DIA

PRIMEIRO DIA

24

47

71

DOIS DIAS

SEGUNDO DIA

12

15

27

OITO DIAS

OITAVO DIA

06

21

27

SEIS DIAS

SEXTO DIA

19

06

25

DEZ DIAS

DÉCIMO DIA

11

13

24

QUATRO DIAS

QUARTO DIA

04

08

12

CINCO DIAS

QUINTO DIA

03

09

12

NOVE DIAS

NONO DIA

00

05

5

 Esta pesquisa foi realizada na edição da Bíblia conhecida como Almeida, Corrigida e Fiel (uma equivalente portuguesa para a King James). Mas o fato é que, em qualquer tradução fica evidente que os dias mais citados na Bíblia são o 3 e o 7. Até porque a diferença do número de citações deles para o terceiro colocado é grande. E mais: a soma total de todos os versículos em que os outros dias são citados não chega nem perto do total dos dois primeiros colocados. Logo, é fácil provar isso. 

E juntando às outras referências de tempo citadas na Bíblia (tais como 3º e 7º meses, 3º e 7º anos, 3ª e 7ª semanas e 3ª e 7ª horas), não há como negar que, na Bíblia, existe uma clara preferência pelos períodos de tempo relacionados aos números 3 e 7. 

2º PASSO – O SISTEMA ALFANUMÉRICO 

Este já um pouco mais difícil, porém, é essencial, inevitável, não tem como contorná-lo. Estou falando de Gênesis 1.1, o texto mais importante sobre a origem do Universo. Sem precisar entrar em muitos detalhes, o ministrante deve fazer o possível para evidenciar o plano matemático envolvendo os números 3, 7, 37 e 73 na estrutura do texto original desse versículo, em hebraico. Dentro desse tópico também é essencial deixar bem evidente que o alfabeto usado na escrita da Bíblia (hebraico e grego) era alfanumérico. O palestrante tem que deixar claro que essa convenção das letras em números não foi obra de religiosos (a fim de criarem algum sistema ocultista, tipo a Cabala), mas surgiu da necessidade (principalmente comercial) dos povos realizarem cálculos, já que os algarismos ainda não tinham sido inventados. Foi com esse sistema que os antigos matemáticos gregos, por exemplo, realizaram suas incríveis façanhas matemáticas. 

3º PASSO – A IMPOSSIBILIDADE HUMANA 

Agora é a hora de falarmos da impossibilidade da mente humana ter elaborado Gênesis 1.1, e como faremos isso? Primeiro, usando a Lei das Probabilidades. Diante do tipo de público que estamos lidando (o leigo), temos que fazer o possível para explicarmos o que é essa Lei das Probabilidades sem usarmos os jargões matemáticos. Uma das maneiras mais simples de fazermos isso é usarmos os jogos, principalmente a popular Megassena. Temos que demonstrar que a quantidade de coincidências numéricas e matemáticas encontradas no texto de Gênesis 1.1 é grande demais para ser fruto do acaso ou artimanha humana. 

Em segundo lugar, devemos explicitar que a convenção das letras do alfabeto em números só veio acontecer muitos séculos após a elaboração do livro de Gênesis. Isso implica que, ou o autor de Gênesis 1.1 tinha o dom de prever o futuro ou a maior sorte do Universo, ao elaborar uma frase sem saber quais valores as letras teriam dentro de 1.200 anos! 

4º PASSO – A ESTRUTURA DOS LIVROS E CAPÍTULOS BÍBLICOS 

Aqui devemos provar que os mesmos padrões numéricos ocultos em Gênesis 1.1 estão evidentes na estrutura dos livros e capítulos. E, claro, a sugestão é que sejam citados os exemplos mais simples e facilmente comprováveis. Abaixo alguns exemplos dessa categoria: 

1 – Os números 3 e 7 são os números CENTRAIS da Bíblia, e os dois livros que estão bem no CENTRO da Bíblia (Miquéias e Naum) têm, respectivamente, 7 e 3 capítulos! 

2 – Apenas um livro na Bíblia possui 7 capítulos e está exatamente no CENTRO da Bíblia. 

3 – A primeira (e única) vez, na ordem geral dos livros da Bíblia, em que os dígitos 3 e 7 se encontram (nos números de ordem e nos totais de capítulos), é exatamente no CENTRO da Bíblia! Miquéias, com 7 capítulos, sendo o 33º livro!

4 – Na Bíblia existem somente 7 livros com 3 capítulos! 

5 – O primeiro livro, cujo número de capítulos é um múltiplo exato de 3, é justamente o TERCEIRO, ou seja, LEVÍTICO, com 27 capítulos (3 x 3 x 3). 

6 – E o primeiro livro, cujo número de capítulos é um múltiplo exato de 7, é justamente o SÉTIMO, ou seja, JUÍZES, com 21 capítulos (7 + 7 + 7). 

7 – Em toda a Bíblia, apenas 7 livros têm capítulos de número 37 (Gênesis 37, Êxodo 37, Jó 37, Salmo 37, Isaías 37, Jeremias 37 e Ezequiel 37). 

8 – Estes 7 livros pertencem a 3 grupos distintos: LEI, POESIA e PROFECIA. 

9 – A soma dos números de ordem dos livros do grupo 1 é igual a 3. 

10 – A soma dos números de ordem dos livros do grupo 2 é igual a 37. 

11 – A soma dos números de ordem dos livros do grupo 3 é igual a 73. 

12 – A soma total dos capítulos de todos os livros que estão na ordem de 3 e seus múltiplos é um múltiplo de 7 (ou seja, 343 ou 7 x 7 x 7). 

3

27

Levítico

6

24

Josué

9

31

1 Samuel

12

25

2 Reis

15

10

Esdras

18

42

21

12

Eclesiastes

24

52

Jeremias

27

12

Daniel

30

9

Amós

33

7

Miquéias

36

3

Sofonias

39

4

Malaquias

42

24

Lucas

45

16

Romanos

48

6

Gálatas

51

4

Colossenses

54

6

1 Timóteo

57

1

Filemon

60

5

1 Pedro

63

1

2 João

66

22

Apocalipse

 

343

7x7x7

 

 13 – E a soma total dos capítulos de todos os livros que estão na ordem de 7 e seus múltiplos é um múltiplo de 3 (ou seja, 120 ou 40 x 3). 

7

21

Juízes

14

36

2 Crônicas

21

12

Eclesiastes

28

14

Oséias

35

3

Habacuque

42

24

Lucas

49

6

Efésios

56

3

Tito

63

1

2 João

 

120

40 x 3

 

 14 – A soma total de todos os capítulos de livros que estão em ordem múltipla de 3 e 7 ao mesmo tempo é exatamente igual a 37!!! 

21 (1 x 3 x 7)

12

Eclesiastes

42 (2 x 3 x 7)

24

Lucas

63 (3 x 3 x 7)

1

2 João

 

37

 

 Não custa lembrar que esses são os exemplos mais simples, entretanto, os mais complexos são muito mais interessantes e conclusivos. 

CONCLUSÃO – Após a apresentação dos fatos, devemos citar uma ou mais razões porque tais fatos existem, como por exemplo: 

1 – São coincidências demais para serem somente coincidências. 

2 – Uma das implicações desses fatos numérico-matemáticos é que as evidências apontam para Uma Mente superior à humana. E que esta Mente foi a responsável tanto pela inspiração dos textos bíblicos, quanto da escolha dos livros, da determinação da ordem deles e da quantidade total de capítulos de cada um. 

3 – Enfim, com base nessas evidências, podemos sugerir que a razão mais provável da existência de tais padrões numéricos na estrutura da Bíblia, tem por objetivo evidenciar que a Palavra de Deus está completa, com 66 livros e 1.189 capítulos, sem a necessidade de qualquer acréscimo. 

Se as razões não são estas, quais seriam então? 

Ah, um bom texto bíblico para se iniciar uma palestra sobre Matemática Bíblica, é este: 

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13.18) 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.comwww.arquivo7.com.br