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quinta-feira, 28 de abril de 2016

A LÓGICA, A SIMETRIA E A PROFECIA – Parte 2

Julgando as defesas Pós-Tribulacionistas - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Em um ponto quase todos os cristãos concordam: JESUS VOLTARÁ À TERRA DE FORMA FÍSICA E VISÍVEL PARA AQUI REINAR COM JUSTIÇA E PAZ.

Alguém pode até se surpreender com o “quase” do parágrafo acima. Mas, por incrível que pareça, existe um pequeno segmento dentro da cristandade que não acredita numa Segunda Vinda de Cristo. Podemos perceber duas vertentes desse segmento:

1 – Para alguns, as referências à Segunda Vinda de Cristo se cumpriram quando o exército romano destruiu Jerusalém no ano 70 da Era Cristã – sei que parece absurdo, mas tem gente que acredita assim;

2 – Outros crêem que, quando a Bíblia faz referência ao Retorno de Cristo, simplesmente significa a morte que nos leva ao encontro de Jesus, para sermos glorificados ou condenados.

Você ficaria abismado se soubesse que, mesmo entre os líderes cristãos que pregam sobre o Retorno de Cristo, existem aqueles que só pregam sobre esse tema para “satisfazer o povo”. Ou seja: um pastor me confidenciou certa vez que um pastor amigo seu havia lhe dito que não acreditava que Cristo fosse retornar um dia, de forma visível. E disse-lhe ainda que pregava como se acreditasse na Segunda Vinda de Cristo somente para agradar aos crentes. Chocante, não? Mas existem várias reportagens por aí mostrando que, especialmente na Europa, alguns padres e pastores são – pasmem!!! – ateus! Não vou colocar os links por aqui, mas faça uma pesquisa básica na Internet e vai se surpreender.

Bem, mas apesar desses fatos tristes, as estatísticas ainda dizem que a maioria do povo cristão acredita num Retorno visível de Cristo. Os pontos de discórdia envolvem o COMO Ele voltará, pois existem, pelo menos, duas ideias principais:

1 – Ele voltará de forma visível – todo olho o verá – durante um terrível confronto entre as nações, ameaçando a destruição do planeta;

2 – A Segunda Vinda dEle envolverá duas fases (com um intervalo aproximado de 7 anos): na 1ª Ele virá, de forma particular e secreta, somente para levar o Seu povo; e na 2ª, voltará COM o Seu povo, para reinar na Terra.

Para aqueles que acreditam que o governo do Anticristo é um evento futuro, e que envolverá um período conhecido na Bíblia como Grande Tribulação, existem 3 ideias:

1 – PRÉ-TRIBULACIONISMO – Cristo vai levar o Seu povo para o Céu (no chamado Arrebatamento) ANTES da Grande Tribulação;

2 – MIDI-TRIBULACIONISMO – Cristo vai levar o Seu povo no MEIO da Grande Tribulação;

3 – PÓS-TRIBULACIONISMO – Ele levará o Seu povo no FINAL da Grande Tribulação.

Não crer que Cristo voltará pode ser classificado como heresia. Crer de forma diferente em COMO Ele voltará (em relação à Grande Tribulação) deve ser encarado apenas como discordância de pensamento (embora alguns mais exaltados chamem de HEREGES quem discordar nesse ponto).

O embate mais popular ocorre entre os Pres e os Pós. Se alguém está simplesmente em busca da verdade, defenderá uma opção, mas manterá a mente aberta em relação à outra. Em nosso novo estudo fazemos uma análise dos argumentos favoráveis à posição Pós (mas, até que as evidências me convençam do contrário, sigo a linha PRÉ).

De qualquer forma, creio que devemos levar em consideração dois pensamentos:

1 – Devemos nos preparar para o PIOR, mas aguardar o MELHOR;

2 – Uma paráfrase de Lucas 12.37,38 merece nossa reflexão:

Bem-aventurados aqueles servos, aos quais o senhor, quando vier, achar vigiando! ... Quer [Ele] venha na segunda vigília [quer o Arrebatamento seja PRÉ], quer [Ele venha] na terceira [quer o Arrebatamento seja MIDI ou PÓS], bem-aventurados serão eles, se assim os achar.

Para conhecer os detalhes do novo estudo, acesse este link (ARQUIVOS EM POWER POINT) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 26.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 212 – A LÓGICA, A SIMETRIA E A PROFECIA – Parte 2 – Julgando as defesas Pós-Tribulacionistas.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 21 de abril de 2016

O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 33

A Dupla Numérica mais sensacional do Universo - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Por que mais um capítulo sobre o Código Gênesis?

Recentemente (novembro de 2015), resolvi olhar para o Código Gênesis com mais seriedade. Como assim? Os primeiros capítulos desta série apresentam a estrutura matemática do Gênesis mais como uma curiosidade bíblico-matemática do que como algo mais sério. Talvez esse tipo de abordagem tenha afastado muitas pessoas. A parte 1 do Código Gênesis, reconheço, parece apenas uma tentativa de se mostrar que existem muitas coincidências envolvendo o número 7 no texto hebraico da Bíblia (algumas dessas coincidências parecem até forçadas). Os capítulos mais adiante (a partir do 7, por exemplo), mostram uma análise mais madura do Código.

Depois de publicar 21 capítulos ininterruptos sobre o Código, achei que era suficiente e que tinha descoberto tudo que precisava descobrir sobre essa estrutura matemática bíblica. O capítulo 21 foi elaborado em janeiro de 2013.

Mas, depois de um logo tempo, percebi que precisava dar mais ênfase ao Código, pois era algo mais espetacular do que se imaginava. Aí elaborei o capítulo 22 (janeiro de 2015). Ainda em janeiro de 2015 abordei o Código de uma maneira inédita, ao fazer descobertas significativas de padrões no número Pi – publiquei essas descobertas nos capítulos 8 e 9 da série “NO PRINCIPIO ERA A MATEMÁTICA”. Então deixei o Código de lado e voltei-me para outros assuntos do Arquivo7.

No mês seguinte (fevereiro de 2015), enquanto fazia uma análise superficial, tomei conhecimento de outros padrões no Código Gênesis. Resolvi elaborar mais um capítulo (o 23).

Os capítulos 24 e 25 vieram em julho de 2015, mas a abordagem deles parecia mais curiosidades matemáticas ou informações não relevantes.

Porém, em agosto (2015), ao publicar o capítulo 26, e analisar a questão sobre uma coincidência ser significativa ou não, passei a considerar que a estrutura matemática do Gênesis poderia ser mais impactante do que estava acostumado a pensar. E que as pessoas precisavam saber disso. Alguns meses se passaram. Somente em novembro (2015), ao elaborar o estudo “COMO DEUS AUTENTICOU O GÊNESIS”, me dei conta de que estava defendendo uma tese muito mais séria do que imaginava e que só poderia ser uma das duas: TOTALMENTE ABSURDA ou PURAMENTE VERDADEIRA!

Resolvi examinar novamente as teses do Dr. Vernon Jenkins, o matemático cristão britânico, maior responsável pelas descobertas geométricas envolvendo o Gênesis. Observei que as teses do Dr. Vernon envolvem uma matemática complexa, profunda e irrefutável. Ou seja, contestar a existência do Código Gênesis é matematicamente impossível. Eles existem. Estão lá. Especular sobre o que significam é outra coisa. Eu, o Dr. Vernon e outros acreditamos que somente Deus pode ter colocado esse código lá. É claro que uma afirmação dessas é pesada demais, e, ao menos que se tenham provas, essas conclusões são absurdas.

Mas as provas existem. E merecem ser ouvidas.

Ao concluir o estudo “COMO DEUS AUTENTICOU O GÊNESIS”, fiquei imaginando o porque dessas coisas não chamarem a atenção das pessoas, especialmente daquelas que se dizem cristãs. Enquanto refletia nisso, parece que meus olhos se abriram, minha mente recebeu alguma injeção de inspiração ou coisa parecida, pois elaborei, quase num só fôlego, uma seqüência de capítulos sobre o Código Gênesis. E, enquanto elaborava um estudo, descobria novos padrões matemáticos. As coisas estavam se encaixando muito depressa. E eu sentia a urgência de publicá-las. Em apenas um mês, elaborei e publiquei os capítulos 27 a 32, sem contar com mais este. SEI QUE O CÓDIGO GÊNESIS É VERDADEIRO. AGORA SÓ PRECISO DIVULGAR TUDO ISSO DA MELHOR FORMA POSSÍVEL. Acredito que, quanto mais nosso conhecimento avança, mais coisas iremos descobrir. Por isso, tenho certeza de que o capítulo final do Código Gênesis está muito, muito distante de acontecer.

Para conhecer os detalhes do novo estudo, acesse este link (http://sdrv.ms/ZHobAh) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 26.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 211 – O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 33 – A Dupla Numérica mais sensacional do Universo.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 14 de abril de 2016

O DESAFIO DO CÓDIGO GÊNESIS, EM 3 GRAUS

A menos que você plagie a Bíblia, vencer este desafio é impossível - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Tese principal do Arquivo7: A primeira frase da Bíblia é singular, inimitável, com uma estrutura matemática impossível de ser reproduzida em qualquer outra frase, sem paralelos na literatura mundial. A primeira frase bíblica não pode ter sido mera criação humana.

Claro que esta tese ou é absurdamente exagerada ou é verdadeira. Temos apresentado muitas evidências disso (especialmente na série “O CÓDIGO GÊNESIS”, com 32 capítulos até agora).

Este novo estudo não apresenta material inédito, mas apenas compila, de forma didática, 21 fatos matemáticos estruturados no texto hebraico de Gênesis 1.1. Estes fatos são apresentados como evidência da impossibilidade da mente humana ter inventado o texto do Gênesis. E, ao mesmo tempo, são colocados em forma de desafio a quem deseja contestar as teses defendidas no Arquivo7. Os detalhes sobre cada ítem você encontrará em nossa série “O CÓDIGO GÊNESIS”.

O desafio é didaticamente organizado em três partes (chamadas de graus). Se você tem algum amigo matemático, desafie-o a tentar responder, pelo menos o 1º grau do Código Gênesis.

Como já analisado em estudos anteriores, a probabilidade de se encontrar uma frase que preencha os requisitos da parte 1 do desafio beira à impossibilidade (eu afirmo que é impossível). Mas, na remotíssima hipótese de alguém vencer o desafio do 1º grau, é absurdamente impossível vencer o 2º. E vencer os 3 degraus é impensável.

Mesmo que seja uma tese aparentemente muito pretensiosa, os padrões matemáticos de Gênesis 1.1 são inegáveis, incontestáveis e inimitáveis. E afirmo que enquanto os críticos não tiverem uma explicação razoável para o Código Gênesis, e enquanto não conseguirem imitá-lo, não têm autoridade intelectual nenhuma para desprezarem a Bíblia, reputando-a como um livro de mentiras e lendas religiosas.

Para conhecer os detalhes do DESAFIO DO CÓDIGO GÊNESIS, em 3 graus, acesse este link (http://sdrv.ms/ZHobAh) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 26.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 210 – O DESAFIO DO CÓDIGO GÊNESIS, EM 3 GRAUS – A menos que você plagie a Bíblia, vencer este desafio é impossível.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 7 de abril de 2016

O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 32

Muito além de Ivan Panin - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

O que você acha das informações abaixo?

Gênesis 1.1, no original hebraico, tem 7 palavras e 28 letras (4 x 7). A primeira parte do versículo (NO PRINCIPIO CRIOU DEUS) tem, no original hebraico, 14 LETRAS (2 x 7). A segunda parte também se divide em 14 letras (OS CÉUS E A TERRA). A segunda parte subdivide-se em duas partes (de 7 letras cada uma): “OS CÉUS” tem 7 letras e a última parte “E A TERRA” tem 7 letras. Se destacarmos os três substantivos principais (DEUS, CÉUS e TERRA), teremos novamente 14 letras, ficando o restante obviamente de 14 letras. Sim, e daí?

Veja mais isto: As letras hebraicas antigas possuíam valores numéricos (quem acompanha os estudos do Arquivo7 há algum tempo sabe muito bem disso). Se substituirmos as letras de Gênesis 1.1, por seus valores numéricos, encontraremos o seguinte:

- A primeira palavra, juntamente com a do centro e a última (913 + 401 + 296) formam o valor de 1610 (230 x 7);

- As duas letras do centro (1 e 40) com a primeira (2) e a última letra (90) formam o valor numérico 133 (19 x 7);

- A primeira letra (2) com a última da primeira parte (40), forma o número 42 (6 x 7);

- E a primeira da segunda parte (1) com a última (90) forma o número 91 (13 x 7);

- A primeira com a última letra da primeira e da última palavra (2 e 400, 5 e 90) formam o valor 497 (71 x 7);

- A primeira com a última letra de todas as palavras (2 + 400 + 2 + 1 + 1 + 40 + 1 + 400 + 5 + 40 + 6 + 400 + 5 + 90), gera o valor 1393 (199 x 7).

Ao olhar para um texto com esses padrões numéricos você diria que é uma prova de inspiração divina? Em outras palavras: essas coincidências numéricas são provas de que somente Deus poderia ter inspirado alguém a escrever esse texto?

Parece absurdo, né? Mas houve um homem que defendeu essa tese. O Dr. Ivan Panin, matemático russo (inicialmente ateu e depois convertido ao Evangelho de Cristo) estudou a Bíblia nos originais grego e hebraico e descobriu vários padrões numéricos ocultos nos textos sagrados.

A atenção de Panin se concentrou no número 7 e daí passou a defender que um texto que tivesse uma certa quantidade de padrões de setes seria inspirado por Deus. Claro que Panin recebeu muitas críticas, mas na sua época poucos conseguiram contestá-lo. O desafio dele era que alguém criasse um texto com os mesmos padrões de setes. Como isso não era tão simples, ele argumentava que, como a Bíblia toda era recheada desses padrões, era impossível que ela fosse mera obra humana.

Bem, apesar de Ivan Panin ter sido um pioneiro no estudo da Matemática Bíblica (até onde se sabe), parte de suas teorias era muito forçada ou exagerada. Em anos recentes, com o conhecimento mais avançado, os críticos têm aqui e ali refutado parte das teses de Panin. Mas por que estamos falando dele hoje?

Porque é inevitável que alguém, que leia as ousadas reivindicações do Arquivo7 (especialmente em relação ao Código Gênesis) não se lembre das teses de Panin. E é inevitável que a pessoa RELACIONE AS TESES ARQUIVO7 COM AS TESES IVAN PANIN.

A questão é: os mesmos críticos que refutaram parte das teses de Panin poderiam também refutar as teses Arquivo7 sobre o Código Gênesis?

Em nosso novo estudo apresentamos o perfil de Ivan Panin e de suas principais teses ao mesmo tempo em que julgamos até que ponto elas são válidas.

Para conhecer os detalhes, acesse este link (http://sdrv.ms/ZHobAh) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 26.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 209 – O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 32 – Muito Além de Ivan Panin.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com