domingo, 14 de julho de 2019

PROFECIA BÍBLICA – O CÉTICO SEM SAÍDA


As maiores profecias da Bíblia envolvem 3 círculos ou 3 campos de cumprimentos.

1 - Profecias sobre as Nações

O círculo maior, mais amplo, envolve dezenas de nações, tais como: Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia, Grécia, Roma, Turquia, etc. São povos demais, com detalhes demais, que desafiam quaisquer probabilidades matemáticas.

2 - Profecias sobre Israel

O círculo médio, mais estreito, trata exclusivamente de uma nação, Israel, com detalhes chocantes a respeito do futuro desse povo – e tais detalhes têm se cumprido na História, até os nossos dias, de forma surpreendente.

3 - Profecias sobre o Messias

O círculo menor, bem mais estreito, envolve as profecias a respeito do Messias, muito mais impressionantes e detalhadas do que os círculos anteriores. Os detalhes proféticos cumpridos na vida de Jesus de Nazaré desafiam todas as probabilidades matemáticas de terem acontecidos por mero acaso.

Implicações desses 3 círculos

O cético não tem saída. Inicialmente, ele teria que contestar o 1º círculo (Nações), porém, são mais de 50 detalhes proféticos que podem ser relacionados com profecias específicas, a respeito de diversos povos citados na Bíblia; depois, teria que contestar o 2º círculo (Israel), uma tarefa ainda mais difícil; por último, precisa contestar o 3º círculo (o Messias), uma tarefa impossível.

A Teoria das Probabilidades deixa claro que, quanto maior o número de dados, mais improvável se torna a adivinhação, até alcançar o ponto do impossível.

Por si mesmo, nenhum ser humano possui o dom (ou capacidade) de acertar 100% um conjunto tão grande de detalhes a respeito de alguém do futuro. Mas os profetas de Israel alegavam receber suas revelações de uma Entidade Superior, a qual se declarava a Única capaz de prever o futuro.

“... diz o Senhor... diz o Rei de Jacó ... mostrai-nos as coisas futuras. Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses;...”(Isaías 41.21-23)

As revelações e visões do futuro, dadas aos profetas de Israel, fazem o impossível se tornar possível, e provam, sem sombras de dúvidas, que o Deus deles É DEUS!
          
Mais detalhes sobre a tese defendida acima, veja na Enciclopédia Arquivo7, totalmente disponível para download, em PDF ou PowerPoint. Clique aqui para acessar os links com os arquivos


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

domingo, 7 de julho de 2019

COM A MATEMÁTICA BÍBLICA, SEMPRE TEREMOS UM XEQUE MATE CONTRA OS CÉTICOS


Xeque Mate?

Xeque mate é uma jogada do xadrez que representa o final da partida. Nesta situação, o rei não pode ser coberto por nenhuma outra peça nem mover-se para nenhuma outra casa sem ser tomado por uma peça do adversário.

No xadrez, quando acontece apenas o "xeque", o rei está ameaçado, mas ainda pode escapar. No entanto, quando ocorre o xeque mate, o rei está encurralado e por isso o jogo chegou ao fim.

Dentre as centenas de evidências matemáticas que temos apresentado no Arquivo7, algumas são muito complexas, outras mais simples. Em algumas um cético pode até alegar que forçamos a coincidência porque os cálculos não são tão impressionantes assim. Mas a qualidade da maioria é inquestionável. E, especialmente para aqueles que não acreditam que a divisão da Bíblia em capítulos tenha alguma coisa de sobrenatural, certas coincidências são perturbadoras, pois evidenciam a existência de uma direção única, uma mente única, harmonizando todos os livros.

Quando o cético se vê na obrigação de explicar como certos padrões são capazes de harmonizar uma biblioteca de 66 livros, escritos em épocas diferentes, por pessoas diferentes, em lugares diferentes, ele fica sem saída. Igual ao rei do xadrez que não tem mais o que fazer, está cercado de todos os lados, qualquer movimento e só apressará a derrota.

Primeiramente, é bom que fiquem claros os seguintes fatos:

1 – Os números 3 e 7 são os mais significativos e frequentes nos eventos bíblicos. Só para que se tenham uma leve ideia, os dois dias mais importantes e frequentes na Bíblia são o 3º e o 7º;

2 – A maior parte da Bíblia foi escrita na língua hebraica, inclusive o livro de Gênesis.

3 – O antigo alfabeto hebraico era alfa numérico, isto é, suas letras possuíam valores numéricos.

4 – Mas as letras hebraicas só foram numeradas cerca de 200 anos antes de Cristo.

Georges Ifrah, em sua imortal obra  "HISTÓRIA UNIVERSAL DOS ALGARISMOS - A inteligência dos homens contada pelos números e pelo cálculo”, cita evidências históricas e arqueológicas de que a conversão das letras hebraicas em números (pelos padrões usados em nossa investigação) só foi acontecer por volta do século II ou III antes de Cristo.

5 – Quando a primeira frase da Bíblia foi escrita, o alfabeto hebraico ainda não era alfa numérico.

A maioria dos estudiosos, mesmo não concordando em alguns detalhes, acredita que as primeiras palavras da Bíblia (incluindo os 5 primeiros livros, O PENTATEUCO), foram escritas por volta de 1400 a 1500 anos antes de Cristo – portanto, pelo menos uns 1200 anos antes do alfabeto ser numerado para fins matemáticos.

6 – Quando convertida em números, a primeira frase da Bíblia (Gênesis 1.1) revela interessantes e complexos padrões matemáticos. Temos citado, exaustivamente, centenas de exemplos na Enciclopédia Arquivo7.

7 - Considerando o espaço de tempo entre a redação do Gênesis e a conversão das letras hebraicas em números, torna-se humanamente impossível que os tais padrões numéricos tenham sido obra humana. Podemos facilmente provar isso, através da Lei das Probabilidades.

Façamos agora uma singela experiência, fácil de ser elaborada, envolve cálculos simples, mas o resultado é, mais uma vez, chocante.

E inicialmente, só relembrando que as três palavras principais de Gênesis 1.1 (DEUS, CÉUS e TERRA), possuem, juntas, o significativo e belo valor 777. E relembrando também que, na linha do tempo da Matemática, 777 é o primeiro número onde se encontram, pela primeira vez, como fatores, os números 3, 7 e 37.

Em outras palavras: 3 x 7 x 37 = 777

Vamos agora à experiência.

1º passo – Façamos uma lista com 2701 linhas (2701 é o valor numérico de Gênesis 1.1);

2º passo – Façamos uma coluna, com 2701 linhas, e nela vamos colocar os 28 valores de Gênesis 1.1 (das 28 letras), repetindo até chegar à linha 2701;

3º passo – Façamos uma segunda coluna com todos os 66 livros da Bíblia (com suas respectivas quantidades de capítulos), repetindo até a linha 2701;

4º passo – Agora, vamos elaborar uma terceira coluna, desta vez com a lista de todos os 1.189 capítulos da Bíblia, desde Gênesis 1, repetindo até a linha 2701;

Neste ponto da experiência, lembremos que existe somente um livro bíblico com 7 capítulos no total (Miquéias), que fica bem no centro da Bíblia. Na verdade, como 66 (quantidade de livros bíblicos) é um número par, isto significa que o centro deve conter dois livros (Miquéias, com 7 capítulos e Naum, com 3 capítulos – veja só! 7 e 3).

5º passo – Vamos selecionar somente as linhas onde coincidam Miquéias ou Naum (coluna 2) com capítulos bíblicos iguais a 3 ou 7 (coluna 3);

6º passo – No final, destaque todos os valores da coluna 1 (a coluna dos 28 valores de Gênesis 1.1);

7º passo – Calcule o valor total da coluna 1.

Por incrível que pareça, o resultado será 777!!!

Como esta experiência envolve muitas tabelas, não foi possível reproduzi-las aqui. Entretanto, você vai encontrar todos os detalhes (com todas as tabelas) no capítulo 325 da Enciclopédia Arquivo7, intitulado: “777 - OUTRO XEQUE MATE”.

Um resultado surpreendente!

Passo a passo, seguimos uma lógica bem clara, relacionada diretamente à essência das nossas pesquisas. A lista, com 2701 linhas, não foi por acaso, mas com base no valor numérico da frase bíblica mais importante sobre a origem do Universo.

Depois de preenchermos as 2701 linhas com 3 colunas diferentes (valores das 28 letras de Gênesis 1.1, 66 livros bíblicos e seus 1189 capítulos), separamos, no final, somente as linhas onde os números dos capítulos individuais fossem iguais a 3 ou 7, e paralelos aos livros de Miquéias ou Naum – E RESTARAM SOMENTE 6 LINHAS!!!

O resultado final foi tão chocante, que apaguei tudo e refiz os cálculos do zero, conferindo item por item, capítulo por capítulo. Várias vezes.

Mas não encontrei nenhum erro na experiência.

Em 2701 (37 x 73) linhas somente em 6 situações os capítulos da Bíblia relacionados aos números 3 e 7 coincidem com os livros de Miquéias e Naum (os livros CENTRAIS da Bíblia, que possuem, 7 e 3 capítulos, respectivamente);

Aí, numa jogada final, todos os valores (retirados das 28 letras de Gênesis 1.1), que se encontram NAS MESMAS 6 LINHAS DO ALINHAMENTO RARO DOS NÚMEROS 3 E 7, levam, inevitavelmente, ao incrível e surpreendente valor que representa a HARMONIA UNIVERSAL, nosso velho amigo 777!!!

Para que esses fatos provoquem um impacto ainda maior, considere as próximas informações.

1 ) Moisés escreveu o Gênesis (e o restante do Pentateuco) em cerca de 1470 a.C;

2) Os gregos introduziram a numeração em seu alfabeto por volta de 600 a.C;

3) O Cânon do Antigo Testamento foi completado por volta de 430 a.C. - originalmente, como uma coleção de 24 livros;

4) A Septuaginta (uma tradução grega do Antigo Testamento) começou em torno de 285 a.C. - livros maiores sendo divididos (por exemplo, “Reis” se tornando  “1 Reis” e “2 Reis”, e assim por diante), fazendo com que os originais 24 livros se tornem 39. Praticamente todas as Bíblias cristãs passaram a seguir o esquema da Septuaginta;

5) A numeração alfabética hebraica (como o modelo dos gregos) foi introduzida por volta de 200 a.C;

6) O Cânon do Novo Testamento  foi compilado por volta de 170 d. C., e completado um pouco mais tarde, com os livros de Hebreus, Tiago e III João;

7) No ano 363 d.C., o Concílio de Laodicéia afirmou que apenas o Antigo Testamento e os 27 livros do Novo Testamento deveriam ser lidos nas igrejas; posteriormente, os Conselhos de Hipona (393 d.C.) e Cartago (397 d.C.) também afirmaram os mesmos 27 livros como divinamente inspirados.

Fonte: http://www.whatabeginning.com/BBooks/EyeOpener/P.htm

ANÁLISE

1 - Se a Bíblia tivesse sido elaborada de uma só vez, numa mesma época, por um grupo de pessoas em comum acordo;

2 – Que isso acontecesse na mesma época da conversão das letras do alfabeto em números;

3 – E ainda: que os mesmos autores ainda tivessem o trabalho de dividir tudo em capítulos e versículos, com o total controle sobre a ordem dos livros;

CONCLUSÃO: Com todos esses fatores operando conjuntamente, ainda seria bastante complicado a criação e elaboração de todos os esquemas matemáticos que temos estudado até aqui.

ENTRETANTO:

1 – Se a Bíblia foi escrita num longo período de 1500 anos, por diferentes autores, vivendo em lugares, tempos e condições diferentes, em línguas e culturas diversas;

2 – Se a conversão das letras em números aconteceu em outro tempo, cerca de 1200 depois de escrito o livro do Gênesis;

3 – Se a divisão em capítulos e versículos só veio a ocorrer centenas de anos mais tarde;

Bem, É IMPOSSÍVEL que os autores dos primeiros livros da Bíblia tenham tido condições de criarem todos os padrões matemáticos que temos investigado. Repito: É IMPOSSÍVEL!

As evidências são claras, exatas, arrasadoras. E só a Bíblia possui esse tipo de evidência, com esse alto grau de qualidade. Diante de tudo isso só nos resta dizer uma palavra:

XEQUE MATE!!!

“Como é profunda a riqueza, a sabedoria e a ciência de Deus! Como são insondáveis as suas decisões, e como são impenetráveis seus caminhos!”
(Romanos 11.33, versão católica)



Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 28 de junho de 2019

ENCICLOPÉDIA ARQUIVO7 - TRABALHANDO COM O INCONTESTÁVEL


Num mundo tão relativista como o nosso, existe alguma coisa incontestável? Claro! Não uma, mas milhares, milhões, infinitas... Um exemplo? Os números, a Matemática. Os fatos matemáticos são imutáveis, eternos, incontestáveis. Por essas e outras razões é lógico acreditar que, de alguma forma, a Matemática está conectada com a Bíblia – e temos centenas, milhares de razões para assim o crer (como prova a Enciclopédia Arquivo7).

Deus gosta de usar coisas simples, humildes, para causar grandes surpresas ou provocar efeitos colossais. Ao lidarmos com teses, teorias, hipóteses, devemos nos preparar para as possíveis tentativas de contestações (e até para contestações). A Teologia não é uma ciência exata, embora esteja fundamentada em coisas exatas. Quando digo que não é uma ciência exata, penso simplesmente nas inúmeras interpretações da Bíblia, ao longo da História (embora, à luz das leis da Lógica, É IMPOSSÍVEL QUALQUER EVENTO OU COISA POSSUIR MAIS DE UMA INTERPRETAÇÃO LITERAL VERDADEIRA).

Exemplo? Sendo literalmente verdadeiro que CRISTO RESSUSCITOU, qualquer interpretação contrária é falsa. Os homens podem dar milhares de interpretações a um FATO, mas, literalmente, somente uma delas pode ser verdadeira (na Enciclopédia Arquivo7 eu explico esse pensamento detalhadamente e provo).

Os fatos bíblicos são fatos. O problema surge quando entram as interpretações humanas (muitas vezes recheadas de preconceitos). Como gosto de dizer, você pode tentar contestar (e até conseguir, em alguns casos) as INTERPRETAÇÕES que damos aos padrões matemáticos encontrados na Bíblia – entretanto, jamais conseguirá contestar os fatos matemáticos (e numéricos) contidos nela. Por exemplo:

1 – Os números 3 e 7 são as celebridades numéricas mais frequentes na Bíblia, e geralmente aparecem juntas no mesmo evento ou na mesma passagem – quem pode contestar isso?

2 – Os dias mais frequentes nos textos bíblicos são o TERCEIRO e o SÉTIMO – quem pode contestar isso?

3 – As principais línguas usadas na composição da Bíblia (hebraica e grega) eram ALFA-NUMÉRICAS, isto é, cada letra possuía um valor numérico, um sistema elaborado não por religiosos, mas por matemáticos e comerciantes, para facilitarem os cálculos, numa época em que os 10 algarismos ainda não haviam sido inventados – quem pode contestar isso?

4 – Substituindo as 28 letras do primeiro versículo da Bíblia (Gênesis 1.1), por seus respectivos valores numéricos, surgem CENTENAS de padrões matemáticos envolvendo os números 3, 7, 37 e 73 – quem pode contestar isso? Ah, e é fácil provarmos que isso não tem nada a ver com “acasos estatísticos” e coisas do tipo
.
5 – Ao mesmo tempo um esquema de números FIGURADOS (isto é, TRIANGULARES, HEXAGONAIS e ESTRELARES HEXAGONAIS) é claramente visualizado em Gênesis 1.1 – quem pode contestar? E isso é algo extremamente difícil de ter sido elaborado pela mente humana em tempos tão remotos (com a Lei das Probabilidades podemos facilmente provar isso).

6 – Um esquema ainda mais surpreendente surge quando conectamos as 28 letras de Gênesis 1.1, com a quantidade de livros canônicos da Bíblia (em sua devida ordem) e a quantidade de capítulos – tornando a coisa ainda mais impressionante quando levamos em consideração o longo tempo que passou entre a escrita de Gênesis 1.1 e a formação completa da Bíblia – quem pode contestar?

7 – E existem dezenas de padrões matemáticos envolvendo a estrutura da Bíblia com números tão gigantescos, cujos cálculos só se tornaram possíveis em nossos computadores modernos – quem pode contestar?

O estudo da Matemática Bíblica nos proporciona muitos deleites – e um dos principais é nos permitir lidar com coisas incontestáveis. Em outras palavras, ao apresentarmos exemplos ou fazermos demonstrações, podemos estar seguros de que ninguém irá contestá-los – no mínimo, tudo o que poderão fazer é criticar, zombar, xingar, tentar distorcer os fatos, aplicarem a “falácia do espantalho” (já que não podem contestar um fato, tentar transformar esse fato numa coisa que pode ser contestada), etc.

Vou dizer novamente: uma das coisas maravilhosas em lidarmos com a matemática é que os fatos matemáticos são imutáveis e irrefutáveis. E, em relação a Matemática Bíblica, os céticos podem alegar qualquer coisa menos que os fatos não são fatos.

          O Dr. Peter Bluer, um dos investigadores da Matemática Bíblica em nossos dias, disse o seguinte:

"Esta evidência matemática tem sido [divulgada] na internet há 10 anos e ninguém mostrou [até agora] qualquer evidência de que isso não é verdade. Por quê? A resposta está no simples fato de [que] o texto hebraico e grego das escrituras não podem ser alterados e a numeração das letras foi fixa para os últimos 2.200 anos. Porque a Estrutura Matemática e a simetria são rigorosas, essa prova transcende o tempo." (Peter Bluer, em Logical Scientific Evidence - Inspiration Bible - não negritado no original).

          E, para concluir, nada mais adequado do que registrar as seguintes palavras de Vernon Jenkins, o maior especialista do mundo em Matemática Bíblica (40 anos de investigações!):

“A verdade da inspiração divina foi notavelmente confirmada nos últimos anos pela descoberta de que o versículo de abertura da Bíblia - obviamente numerado entre os mais lidos de todos os tempos - é copiosamente marcado com estruturas que brotam do coração da matemática. De fato, como expresso no hebraico original, Gênesis 1: 1 pode ser justamente reivindicado como a combinação mais notável de palavras já escritas, e as evidências apresentadas aqui, embora de modo algum exaustivas, são suficientes para explicar por quê. Complementado pelas outras páginas fornecidas neste site, aqui está a prova de que as muitas e variadas características numéricas associadas a essas palavras estrategicamente posicionadas estão claramente presentes no design - mas, ao mesmo tempo, desafiando todas as explicações naturais!”
(http://www.otherbiblecode.com/Gen2701.htm - as frases não estão negritadas no original).
         
"Que coisas Deus tem feito!" (Números 23.23)
Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 21 de junho de 2019

O ENIGMA DO CÓDIGO ATBASH


A palavra Atbash vem da grafia das letras hebraicas Aleph, Tav, Beth, Shin. O seu funcionamento é bem simples: a primeira letra do alfabeto é trocada pela última, a segunda letra pela penúltima e assim sucessivamente. Abaixo um resumo com os caracteres latinos do alfabeto português:

Normal:  a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z
Atbash:  Z Y X W V U T S R Q P O N M L K J I H G F E D C B A

Palavra DEUS em Atbash: WVIK

É um código relativamente simples. Então, qual a razão dele existir na Bíblia? Na Bíblia? Sim.

"Como foi tomada Sesaque, e apanhada de surpresa a glória de toda a terra! Como se tornou Babilônia objeto de espanto entre as nações!" (Jeremias 51.41)

“No livro de Jeremias, o código é visto em 25:26, 51:1 e 51:41. Jeremias 25:26 e 51:41 inclui o nome do lugar ‘Sheshach’. Este lugar era desconhecido para os estudiosos no início, mas, depois de aplicar a cifra Atbash, eles perceberam que era o nome codificado para a Babilônia (Babel). Por que a Babilônia foi codificada dessa maneira não ficou claro. Sugestões foram feitas: o código era para esconder a previsão de Jeremias da destruição da nação. Outros dizem que Jeremias pode ter usado o nome codificado para Babilônia porque era um nome conhecido e comumente usado para ele na época. Ninguém tem certeza.” (http://mysteriouswritings.com/the-atbash-cipher-and-jeremiah-511/)

          Analisando algumas das hipóteses mais populares:

1 – O código seria para esconder a previsão de Jeremias da destruição da nação? Não faz sentido, pois no mesmo capítulo o profeta usa o nome BABILÔNIA normalmente, dezenas de vezes.

2 – Jeremias pode ter usado o nome codificado para Babilônia porque era um nome conhecido e comumente usado na época? Também não faz nenhum sentido. Se era um código bem conhecido qual a razão para usá-lo?

Diante de outras descobertas nas profecias bíblicas, acredito que o Código Atbash se encaixa com uma certa teoria do Arquivo7: DE QUE OS ACONTECIMENTOS DO FIM, SERÃO, DE ALGUMA FORMA, PARECIDOS COM OS DO PRINCÍPIO.

          E que estamos indo em direção ao princípio. Em outras palavras, depois do Apocalipse, um novo Gênesis! Mais detalhes, veja os seguintes capítulos da Enciclopédia Arquivo7:

135 - OPERAÇÃO QUIASMA - O FUTURO ESTÁ NO PASSADO - Parte 1
195 - OPERAÇÃO QUIASMA - O FUTURO ESTÁ NO PASSADO - Parte 2       
250 - O APOCALIPSE EM GÊNESIS

E é bem significativo o Código Atbash em Jeremias 51, porque parte desse capítulo se cumpriu nas recentes guerras no Iraque, como prova o capítulo “126 - OPERAÇÃO BABILÔNIA - Parte 2”.

Portanto, o Código Atbash confirma a tese: O FIM SERÁ IGUAL AO PRINCÍPIO

          Agora um exemplo bem interessante usando a Matemática Bíblica.

          Numa reta numérica, com os 9 algarismos, o 7 é o 3º do fim para o começo e vice versa. Em outras palavras: os números 3 e 7 possuem, matematicamente, uma afinidade tão grande e surpreendente, que em duas linhas de 9 algarismos (de 1 a 9), uma na ordem CRESCENTE e a outra, DECRESCENTE, os algarismos 3 e 7 estão paralelos.

1        2        3        4        5        6        7        8        9
9        8        7        6        5        4        3        2        1

          Agora observe os 66 livros bíblicos (canônicos). Somente um possui exatos 7 capítulos (Miquéias) e fica exatamente no centro da Bíblia (coincidência?). Como 66 é um número par, isto significa que o centro possui, na realidade, dois livros. A metade de 66 é 33. Se contarmos, a partir de Gênesis, até 33, iremos parar em Miquéias, com 7 capítulos; se contarmos a partir de Apocalipse (do fim para o começo) até 33, terminaremos em Naum, com exatos 3 capítulos (somente 7 livros bíblicos possuem exatos 3 capítulos).

Espera aí! Os dois livros CENTRAIS da Bíblia, Miquéias e Naum, contém, respectivamente, 7 e 3 capítulos! Os dois principais números da Matemática Bíblica estão no centro da Bíblia.

          Se dispusermos os 66 livros segundo o CÓDIGO ATBASH, (uma lista de Gênesis a Apocalipse e outra, paralela, de Apocalipse a Gênesis), Naum coincidirá com Miquéias e Miquéias com Naum. Ou seja, tal como na reta matemática, 7 se encontra com 3 e 3 com 7. Isto foi somente obra do acaso ou planejado?

"Que coisas Deus tem feito!" (Números 23.23)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 14 de junho de 2019

SETE DAS SIMETRIAS NOS CAPÍTULOS BÍBLICOS QUE MAIS ME IMPRESSIONARAM (até agora)...



Nos últimos meses (desde o inicio de 2018, na verdade), boa parte das pesquisas matemáticas do Arquivo7 tem focado na estrutura dos livros e capítulos da Bíblia. E qual foi a evidência que me levou a essa investigação?

Primeiro, observei que, de todos os livros bíblicos, somente um continha, ao todo, 7 capítulos. E esse livro (Miquéias) está localizado onde? Exatamente no CENTRO da Bíblia. Era algo pra se pensar: o único livro com 7 capítulos estava bem na ordem 33 da Bíblia. Seria apenas coincidência?

Outra coisa: Na lista dos 66 livros só existe um lugar onde 3 e 7 se encontram (na ordem e total de capítulos dos livros). Na ordem 33, com os 7 capítulos de Miquéias. Era outra coincidência pra não ser desprezada.

Então, observei mais uma coisa: A Bíblia contém 66 livros (canônicos), e como 66 é um número par, o centro deve conter DOIS LIVROS. Em outras palavras, contando a partir de Gênesis até o 33º livro, chegamos a Miquéias, com 7 capítulos; e se contarmos, a partir de Apocalipse (pra trás), até o 33º livro, chegaremos a Naum, com 3 capítulos.

Espera aí! Os dois livros CENTRAIS da Bíblia, Miquéias e Naum, contém, respectivamente, 7 e 3 capítulos! Os dois principais números da Matemática Bíblica estão no centro da Bíblia. Isso poderia ter sido projetado pelo senhor Stephen Langton (professor da Universidade de Paris e mais tarde arcebispo da Cantuária, que dividiu a Bíblia em capítulos em 1227)? Sim, poderia. É algo fácil de se elaborar. Mas resolvi aprofundar a investigação.

Outro detalhe que me chamou a atenção. O primeiro livro, cuja quantidade total de capítulos é múltipla exata de 3, é justamente o 3º (Levítico, com 27 capítulos: 3 x 3 x 3). E o primeiro cuja quantidade total de capítulos é múltipla exata de 7 é justamente o 7º (Juízes, com 21 capítulos, ou 3 x 7). Poderia ser apenas coincidência? Ou algo projetado pelo senhor Langton?

Mais tarde descobri outra simetria, ainda mais complexa. Primeiro, selecionei todos os livros que estão nas ordens múltiplas de 3, tipo: Levítico (3º livro), Josué (6º livro), 1 Samuel (9º livro), etc. Em seguida, somei o total dos capítulos desses livros. O resultado me deixou perplexo: 343. Ou seja, 7 x 7 x 7.

Em suma, a soma total de todos os capítulos dos livros bíblicos que ocupam as ordens 3 e seus múltiplos dá exatamente o cubo de 7.

Fiz a experiência com o 7. Todos os livros que ocupam as ordens de 7 e seus múltiplos. A soma total é 120. Primeiro, este número é significativo na Bíblia; segundo, é um tríplice 40 (não somente o 40, mas a sua triplicidade é significativa na Bíblia); e terceiro, 120 é múltiplo de 3.

Ou seja, os livros que ocupam a ordem de 3 somam um múltiplo de 7 e os que ocupam a ordem de 7 somam um múltiplo de 3. Uma simetria simples, mas clara o suficiente.

Isso poderia ser artimanha humana? Sim, com um pouco de paciência e inteligência, essas simetrias matemáticas poderiam ser projetadas por uma mente privilegiada. Até porque é um fato bem claro que os números 3 e 7 são os mais significativos da Bíblia e aparecem quase em todas as páginas das Sagradas Escrituras. Portanto, alguém tendo conhecimento disso, ao dividir a Bíblia em capítulos, poderia ter pacientemente arquitetado essas coincidências numéricas.

Entretanto...

Avançando e aprofundando a investigação, as simetrias começaram a ficar mais complexas, até chegar a um ponto em que, acredito, ESTÃO ALÉM DA CAPACIDADE HUMANA. A seguir, elencarei 7 dentre as evidências que mais me impactaram (lembrando que já descobri MAIS DE 100 simetrias matemáticas na estrutura dos livros e capítulos bíblicos, de 2018 até agora).

1 – A conexão com o nome ELOHIM nas 5 datas do Dilúvio – Veja os detalhes aqui:



2 – O valor do Nome de Jesus que abre e fecha o calendário – Veja os detalhes aqui:


3 – 3 elevado a 3 e 7 elevado a 7 diretamente conectados com um dos 7 capítulos 37 da Bíblia – Veja os detalhes aqui:


4 – 7337 elevado a 37 diretamente conectado com Êxodo 37; quando elevado a 337 também; e quando elevado a ele mesmo (7337^7337), incrivelmente, também conectado com Êxodo 37 (isso me deixou quase sem fôlego, e foi, para mim, a prova definitiva da impossibilidade humana de elaborar tais simetrias). Veja os detalhes aqui:


5 – As várias simetrias matemáticas surpreendentes envolvendo os 7 capítulos 37 da Bíblia – Veja os detalhes aqui:



6 – A soma de todos os capítulos equivalentes às 3ª e 7ª letras do alfabeto hebraico produz um múltiplo de 37; e repetindo a experiência usando os livros no lugar dos capítulos, temos como resultado final um belo e limpo 73!!! – Veja os detalhes aqui:


7 – Os números 3, 7, 37 e 73 (as quatro celebridades da Matemática Bíblica) ocupam uma posição imutável (e eterna) na infinita reta numérica. Um gigantesco número (formado de 1 a 73, com os zeros ocupando o espaço de todos os números diferentes de 3, 7, 37 e 73 (003000700000000000000000000000000000370000000000000000000000000000000000073), é equivalente ao capítulo 37 de Jeremias. Isso já seria uma coincidência chocante, mas o inverso do numerozão acima está conectado justamente com outro capítulo 37 da Bíblia, Jó 37!!! – Veja os detalhes aqui:



Sem sombras de dúvidas, pela Lei das Probabilidades, é impossível que essas simetrias existam por mero acaso ou que tenham sido projetadas pela mente humana em uma época tão antiga e sem os avançados recursos tecnológicos que temos hoje.

E ainda que alguém tente plagiar essas simetrias, mesmo usando a tecnologia atual, com certeza encontrará sérias dificuldades. Pra quem acha que a tecnologia da informação do presente século fez a Bíblia se tornar um livro ultrapassado, as simetrias matemáticas apresentadas claramente provam o contrário.
  
"Que coisas Deus tem feito!" (Números 23.23)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com