sábado, 28 de março de 2020

A MARAVILHOSA SIMETRIA DO CANDELABRO – Parte 4


Nas partes anteriores deste artigo, observamos que existe o seguinte esquema no candelabro do Tabernáculo:

·       1ª haste: 9 elementos (3 copos, 3 botões e 3 flores);
·       2ª haste: 9 elementos (3 copos, 3 botões e 3 flores);
·       3ª haste: 9 elementos (3 copos, 3 botões e 3 flores);
·       4ª haste: 12 elementos (4 copos, 4 botões e 4 flores);
·       5ª haste: 9 elementos (3 copos, 3 botões e 3 flores);
·       6ª haste: 9 elementos (3 copos, 3 botões e 3 flores);
·       7ª haste: 9 elementos (3 copos, 3 botões e 3 flores);

Os tais podem ser visualizados assim: 9,9,9,12,9,9,9.

Em duas simetrias apresentadas anteriormente mostramos uma conexão direta com o Salmo 77 (único capítulo bíblico com esse número). Duas coincidências perfeitas demais para serem obras do acaso e complexas demais para serem frutos da mente humana. Mas queremos revelar uma terceira.

Se formos reduzir os itens do candelabro a três números, teremos claramente: 27 do lado direito, 27 do esquerdo e 12 no centro (como já mostramos numa outra simetria). Assim, o candelabro mostra claramente:

Lado esquerdo: 9,9,9
Centro: 12
Lado direito: 9,9,9

Que podemos reduzir ainda mais a:

Lado esquerdo: 27
Centro: 12
Lado direito: 27

Agora pegue os 66 livros bíblicos, representados por seus totais de capítulos, e forme um número só:

Sem sombras de dúvidas, pela devida ordem, temos os livros:

050.040.027.036.034.024.021.004.031.024.022.025.029.036.010.013.010.042.
150.031.012.008.066.052.005.048.012.014.003.009.001.004.007.003.003.003.
002.014.004.028.016.024.021.028.016.016.013.006.006.004.004.005.003.006.
004.003.001.013.005.005.003.005.001.001.001.022

Agora vamos trabalhar com os seguintes três numerozões:

1º grupo – Os 66 livros bíblicos:

050.040.027.036.034.024.021.004.031.024.022.025.029.036.010.013.010.042.
150.031.012.008.066.052.005.048.012.014.003.009.001.004.007.003.003.003.
002.014.004.028.016.024.021.028.016.016.013.006.006.004.004.005.003.006.
004.003.001.013.005.005.003.005.001.001.001.022


          2º grupo: 7 números - Um número igual ao número de itens do candelabro, haste por haste, ou seja:
009.009.009.012.009.009.009

          3º grupo: 3 números – Um número igual ao número de itens do candelabro, por total nos 3 referenciais: esquerdo, centro e direito:

027.012.027

O fato sem sombras de dúvidas, e sem contestação é que:

1 – Se dividirmos o número do primeiro grupo pelo número do segundo, como não é uma divisão exata, teremos como sobra:

4889269191700893277

2 – Se dividirmos esse resultado pelo número do terceiro grupo, como também não é uma divisão exata, teremos outra sobra:

12589687

3 – E, se dividirmos esse resultado pela quantidade de capítulos da Bíblia (1.189), não sendo também uma divisão exata, haverá outra sobra:

555 (exatamente o número de ordem do Salmo 77!!!). Como é possível isso?!!!

O que acabamos de ver? Seguindo os padrões numéricos derivados dos itens do candelabro, e conectando com um número formado pelos totais dos capítulos dos 66 livros bíblicos, chegamos novamente ao único capítulo de número 77 da Bíblia! O mais impressionante é que já tivemos outras duas simetrias (envolvendo os itens do candelabro) que, no final, aponta também para o Salmo 77!

Lembrando mais uma vez: o candelabro foi elaborado por pessoas que viveram séculos antes que outras pessoas selecionassem os livros bíblicos, que, por sua vez, viveram outros séculos antes que outras pessoas classificassem a Bíblia em capítulos. Aí no final tudo se encaixa como se tivesse sido arquitetado por todas essas pessoas em comum acordo! Que explicações racionais os céticos teriam pra esse fenômeno?

Ele fez a terra pelo seu poder; ele estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus.”
(Jeremias 10.12)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sábado, 21 de março de 2020

UMA ORAÇÃO RESPONDIDA DE UMA FORMA ALÉM DA IMAGINAÇÃO


Essa minha quase obsessão em investigar a Bíblia pela ótica matemática não surgiu por acaso.

Um fato que já divulguei muitas vezes na internet é que, algum tempo mesmo antes de ser cristão (1988), eu pedi que Deus me revelasse seus mistérios. Fui até um pouco mais específico: que Deus me revelasse um mistério que provasse a Sua existência. Tipo, alguma assinatura dEle no Universo.

No inicio de minha fé cristã (1989) eu gostava muito de curiosidades bíblicas, aquelas informações interessantes e curiosas que os estudiosos costumam encontrar e destacar. Por exemplo, que os números 3 e 7 são os que mais aparecem na Bíblia; que Matusalém (cujo nome significa “QUANDO MORRER, ISTO VIRÁ”) morreu exatamente no ano do Dilúvio; que os dois homens que apareceram ao lado de Jesus no Monte da Transfiguração (Moisés e Elias) foram os únicos na Bíblia (juntamente com Jesus) a jejuarem 40 dias. E coisas do tipo.

Eu não fazia a mínima ideia se essas informações curiosas tinham algum significado ou não. Pra mim essas e outras curiosidades eram apenas interessantes, podiam até fazer da Bíblia um livro interessante, mas nada além disso. Ou seja, nada disso provaria, em minha opinião, alguma sobrenaturalidade da Bíblia.

Eu pensava o seguinte: se a Bíblia é a Palavra inspirada de Deus, não deve conter somente histórias ou lições morais, pois isso a faria igual a muitos outros livros religiosos. Não! A Bíblia dever conter algo mais, alguma coisa que ninguém poderá encontrar em nenhum outro livro. Alguma coisa impossível de ter sido elaborada pela mente humana.

ENTÃO CONHECI O FENÔMENO DA PROFECIA BÍBLICA.

Fiquei perplexo ao descobrir que a crise atual do Oriente Médio tinha tudo a ver com a Bíblia. Coincidentemente, na mesma época (do inicio de minha fé cristã), o mundo foi abalado com a crise do Golfo Pérsico, iniciando com a invasão iraquiana ao Kuwaitt (agosto de 1990). Com a guerra que se seguiu (janeiro/fevereiro 1991), fiquei surpreso com as muitas conexões com as antigas profecias da Bíblia!

Alguns anos antes eu tinha estudado sobre as coincidências do ponto de vista científico. Quando uma coincidência era significativa ou não. E o pacote de coincidências em torno da Guerra do Golfo e a Bíblia era grande demais para ser apenas coincidência.

          Aprofundando-me no estudo das profecias bíblicas constatei que aquele tipo de coisa não era encontrado em nenhuma outra literatura religiosa, em nenhum outro livro de outra religião (como o Alcorão, livro de Mórmon, etc.). A profecia (comprovada na História) era um fenômeno exclusivo da Bíblia!

Providencialmente, muitos livros, revistas e jornais sobre o tema, começaram a parar em minhas mãos. Por exemplo: Na 1.ª visita que fiz ao pastor, ele me emprestou dois livros que, normalmente, não se emprestam para novos convertidos: “ESTUDO SOBRE O APOCALIPSE”, de Armando Chaves Cohen e “DANIEL, VERSÍCULO POR VERSÍCULO”, de Severino Pedro da Silva.

Pois é. Ele simplesmente me emprestou um livro sobre Daniel (o mais importante livro profético do Antigo Testamento) e um sobre Apocalipse (o mais importante do Novo Testamento). PROFECIAS? O que o pastor teria visto em mim para me emprestar aqueles tipos de livros?

Eu não tinha dúvidas de que Deus estava atendendo minha oração exótica.

ENTRETANTO, O MAIS INTERESSANTE AINDA ESTAVA POR VIR

Algum tempo depois e, também providencialmente, livros a respeito do significado dos números na Bíblia, começaram a cair em minhas mãos. A maioria deles tratava as coincidências numéricas na Bíblia apenas como meras curiosidades. Entretanto, comecei a me interessar mais e mais por aquilo.

Vale lembrar que na época (inicio dos anos 90), a internet ainda era algo inimaginável para a maioria das pessoas. Na verdade, que eu me lembre, somente no inicio dos anos 2000, com muita dificuldade, é que as pequenas cidades começaram a se conectar à rede mundial.

Sim, mesmo sem acesso ao mundão de informações que temos hoje, fui agraciado com a Providência Divina, pois, de tempos em tempos, muitos materiais sobre números na Bíblia iam sendo adicionados aos meus arquivos. Às vezes, ao folhear um livro qualquer, meus olhos iam parar exatamente em algum capítulo ou trecho que falava sobre números na Bíblia. Muitas vezes era somente uma informaçãozinha, aparentemente, sem muita importância, que depois se encaixava com outra informação (também aparentemente sem relevância), mas que, encaixando uma coisa com outra, acabava se revelando um tesouro de informações.

Sabendo do meu interesse, acontecia também de algum amigo me emprestar ou presentear algum livro que ele mesmo não lia, mas que, em minhas mãos, acabava se tornando uma preciosa fonte de informações.

Um dos presentes mais valiosos para mim foi um livro ofertado por uma tia. Uma editora evangélica (Betânia) tinha acabado de publicar o livro “OS NÚMEROS NA BÍBLIA”, de Christian Chen (uma obra que se tornou um clássico na literatura evangélica brasileira sobre o assunto). Aí, certamente guiada por Deus, minha tia fez o pedido do livro e me presenteou. Fiquei maravilhado com o presente! E meu conhecimento sobre o assunto ia se ampliando cada vez mais.

Daqui a pouco li a sugestão de alguns estudiosos de que os números na Bíblia eram uma espécie de mensagem secreta de Deus ou uma forma de Deus autenticar a Bíblia como a Sua Palavra. Era uma tese audaciosa e resolvi me aprofundar.

Bem, o tempo passou e quase 30 anos depois, com a elaboração da Enciclopédia Arquivo7, recheada de mistérios matemáticos e simetrias numéricas, NÃO TENHO DÚVIDA NENHUMA A RESPEITO DOS SEGUINTES PONTOS:

1 – DEUS ATENDEU MINHA ORAÇÃO DE UMA FORMA MUITO ALÉM DO QUE EU JAMAIS IMAGINARIA;

2 – DEUS REALMENTE AUTENTICOU A BÍBLIA USANDO OS NÚMEROS E A MATEMÁTICA;

3 – OS MISTÉRIOS MATEMÁTICOS NA PALAVRA DE DEUS SÃO INESGOTÁVEIS.

Foram tantos fatores “conspirando” juntos (sob a Direção de Deus), para no final, culminar com a Enciclopédia Arquivo7, que desafiam todas as probabilidades de terem sido somente meras coincidências!!!

O fato é que eu descobri tantas evidências da Assinatura de Deus na Bíblia e no Universo que, se, atualmente, alguém me pedir uma prova por dia, com certeza eu tenho material suficiente para muitos e muitos anos.

SIM, NA MATEMÁTICA BÍBLICA AS MUNIÇÕES NÃO ACABAM NUNCA

          Há alguns anos se eu quisesse apresentar sólidas evidências da inspiração sobrenatural da Bíblia teria à disposição algumas dezenas. Hoje tenho milhares. Literalmente.

Após anos de estudos exaustivos sobre números e matemática na Bíblia, cheguei à conclusão de que a fonte é inesgotável. E que, se for desafiado por qualquer cético a apresentar evidências matemáticas da inspiração sobrenatural da Bíblia, estou confortavelmente sentado sobre uma montanha delas.

“Quem mediu com o seu punho as águas,
e tomou a medida dos céus aos palmos, e
recolheu numa medida o pó da terra e
pesou os montes com pesos e os
outeiros em balanças? (...) Não sabes,
não ouviste que o eterno Deus, o Senhor,
o Criador dos confins da terra, não se
cansa nem se fatiga? E inescrutável o seu
entendimento.”
(Isaias 40.12,28)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 20 de março de 2020

A BÍBLIA – O MELHOR ANTÍDOTO CONTRA AS DOENÇAS E A BURRICE


SETE LIÇÕES QUE, SE COLOCADAS EM PRÁTICA, PODEM SALVAR A HUMANIDADE

          Quando os cinco primeiros livros da Bíblia foram escritos, quem dominava o mundo era o Egito. A medicina mais avançada dessa época achava-se no Egito. Para que se tenha uma leve ideia dessa “avançada” medicina egípcia, veja o relato abaixo, retirado do Papiro de Ebers, um texto médico egípcio que data de 1500 a.C. (mesma época em que viveu Moisés, o autor dos 5 primeiros livros bíblicos: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, também chamados de Pentateuco):

“Os remédios prescritos neste papiro egípcio são embaraçosos aos leitores modernos. Alguns dos tratamentos incluíam: poeira de estátua, cascas de besouros, rabos de rato, pêlos de gato, olhos de porco, dedos do cão, leite materno, sêmen humano, olhos de enguia, e tripas de ganso … Para tirar farpas, os médicos do antigo Egito aplicavam uma pomada de sangue de minhoca e estrume de burro. Uma vez que o estrume está cheio de esporos do tétano, uma simples farpa resultava frequentemente em uma morte horrível por trismo” (Doutor S.I. McMillen e doutor David Stern, Nenhuma Dessas Doenças [None of These Diseases], 2000, pág. 10 – citado em https://portugues.ucg.org/ferramentas-de-estudo-da-biblia/guias-de-estudo/a-biblia-merece-confianca/a-biblia-e-a-ciencia).

A Bíblia deixa claro que Moisés foi “instruído em toda a ciência dos egípcios” (Atos 7.22). Mas o intrigante é: sendo assim, por que em seus livros, especialmente Levítico, Moisés revela uma medicina totalmente diferente – e muito mais coerente com a medicina moderna? De onde Moisés tirou tais ideias?

Quando Israel estava prestes a entrar na Terra Prometida, Deus prometeu que os protegeria das “doenças terríveis” do Egito (Deuteronômio 7.15). Entretanto, essa proteção não seria uma espécie de “capa mística” especial, mas estaria sujeita à uma condição: que Israel obedecesse as instruções divinas.

“E disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o SENHOR que te sara.” (Êxodo 15.26).

Só para que você tenha uma leve ideia, veja a seguir algumas normas de higiene e saúde que o SENHOR deu a Israel.

SETE LIÇÕES QUE, SE COLOCADAS EM PRÁTICA, PODEM SALVAR A HUMANIDADE

1ª LIÇÃO: FAÇA COMO OS GATOS: ENTERRE!

Os povos antigos costumavam fazer suas necessidades ao céu aberto e deixavam tudo sobre a terra – vinha o vento e imaginem o estrago. Mas Deus disse que Israel deveria fazer diferente: “Também terás um lugar fora do arraial, para onde sairás. E entre as tuas armas terás UMA PÁ; e será que, quando estiveres assentado, fora, então com ela cavarás e, virando-te, cobrirás o que defecaste.” (Deuteronômio 23.12,13)

Até à Primeira Guerra Mundial, cerca de dez vezes mais soldados morreram de doenças, do que de ferimentos de guerra, porque não conheciam a necessidade de cavar um buraco (ou construir uma fossa) para enterrar seus dejetos.

2ª LIÇÃO: TÁ DOENTE? ISOLA ELE!

Mais do que qualquer outro povo da terra, Israel levava a sério esse negócio de quarentena: Se aparecia algum doente por lá, imediatamente eram tomadas várias providências, principalmente as seguintes: isolar o doente, isolar suas roupas e demais coisas, por um certo período (7 dias, 14 dias, dependendo do tipo de doença). Veja, por exemplo, Levítico 14 e Números 19.

Na verdade, “a origem da palavra ‘quarentena’ [do latim por quarenta] é judaica, pois usavam um período de quarenta dias de segregação para pacientes que tinham certas doenças … adotada pelos italianos no século XIV por causa da relativa imunidade de judeus a algumas pragas” (Novo Dicionário da Bíblia [New Bible Dictionary], 1996,”Saúde, Doença e Cura”, pág. 455).

          O número 40 aparece frequentemente na Bíblia relacionado a um período de provas, disciplinas e retiro espiritual.

3ª LIÇÃO: SANGUE É VIDA, MAS NÃO É COMIDA!

Deus disse: “Porque a vida da carne está no sangue” (Levítico 17.11). Apesar de ser uma verdade natural para todo mundo hoje, nem sempre foi assim.

Durante muitos séculos, os médicos tratavam as pessoas com uma prática chamada de “sangria”. Se alguém tivesse alguma doença no sangue, a “lógica” dessa época era que: SE O SANGUE RUIM FOSSE RETIRADO, BROTARIA O SANGUE BOM.

O primeiro presidente americano, por exemplo, foi vítima dessa prática. Tentando curar George Washington os médicos o “sangraram” quatro vezes. Na última vez tiraram mais de um litro de seu sangue! Eles não sabiam que estavam, literalmente, matando o presidente, pois “a vida da carne está no sangue”.

Veja este texto da revista Superinteressante:

“Quando o francês Pierre Charles Alexandre Louis introduziu a estatística na Medicina, no século 19, os cientistas finalmente perceberam que boa parte dos que passavam por um sangramento ia parar no cemitério. Mas, aí, já era ‘um pouquinho’ tarde. Depois de 2 500 anos tendo Hipócrates como inspiração, o número de vítimas fatais dos sangramentos era incalculável. Uma delas foi o rei Charles II (1630-1685), da Inglaterra, que retirou 700 mililitros de sangue para tratar uma convulsão e acabou tendo um ataque fulminante. George Washington (1732-1799), primeiro presidente dos EUA, também se deu mal: entrou em choque e morreu depois de uma sangria acompanhada de laxantes e indutores de vômito.”
https://super.abril.com.br/saude/sangrias-intencionais/

Porquanto a vida de toda a carne é o seu sangue; por isso tenho dito aos filhos de Israel: Não comereis o sangue de nenhuma carne, porque a vida de toda a carne é o seu sangue; qualquer que o comer será extirpado.” (Levítico 17.14)

          Por que Deus proibiu que se comesse sangue? A ciência hoje sabe que o sangue constantemente transporta impurezas que se acumulam no tecido muscular dos animais, e visto como as enfermidades no reino animal estão aumentando em proporção realmente alarmante, o sangue acha-se carregado de germes de muitas espécies.

Isso é tão sério que, mesmo na era cristã, Deus proibiu que o Seu povo comesse carne com sangue (Atos 15.29).

4ª LIÇÃO: UMA GORDURINHA ASSADA PODE SER BOA PARA O PALADAR, MAS CAUSA UM TREMENDO ESTRAGO NO CORPO!

Bem, meus amigos, pensando na saúde do Seu povo, Deus também acrescentou:

"Fala aos filhos de Israel, dizendo: Nenhuma gordura de boi, nem de carneiro, nem de cabra comereis; Porém pode-se usar da gordura de corpo morto, e da gordura do dilacerado por feras, para toda a obra, mas de nenhuma maneira a comereis;" (Levítico 7.23,24)

Muitos médicos hoje concordam com essa recomendação bíblica, e nem precisamos entrar em mais detalhes.

5ª LIÇÃO: NÃO MORRA PELA BOCA!

O cardápio judaico (retirado diretamente da Bíblia, Levítico 11 e Deuteronômio 14) é mais saudável do que qualquer outro tipo de comida de qualquer outra nação. Tá, é uma afirmação audaciosa, mas desafio qualquer um a provar o contrário.

Numa dissertação intitulada "As Coronárias Através dos Séculos", que foi apresentada no Simpósio sobre a Arterioesclerose, na Universidade de Minesota em 7 de setembro de 1955, o Dr. Paulo Dudley White emitiu a oportuna advertência: "É bem possível que, dentro de poucos anos, haja necessidade de aconselhar o povo americano a fazer com seu regime alimentar o que Moisés aconselhou os filhos de Israel a fazerem cerca de 3.000 anos atrás." - Minnesota Medicine, vol. 38, nº 11 (novembro, 1955), p. 802. Citado em: http://exsurge.com.br/conhecendomelhorabiblia/textos%20conhecendomelhorabiblia/asleissanitariasdemoises.htm

Existem incontáveis artigos médicos, onde especialistas elencam várias doenças que podem ser encontradas nos animais, que Deus disse pra Israel não comer. Caso tenha curiosidade em saber mais, veja, por exemplo, no link acima.

Ah, só pra não deixar passar em branco, existem pessoas que podem até gostar de “sopa de morcego”, mas Deus disse pra Israel não comer esse tipo de bicho! Veja Levítico 11.19.

6ª LIÇÃO: DEUS NÃO GOSTA DE GENTE SEBOSA!

Os povos antigos não eram muitos fãs de banhos, mas as leis dadas a Israel exigiam que o povo de Deus tomasse banho e lavassem as roupas – principalmente quando em contato com alguém doente (Levítico 15.4-27).

E a pessoa doente era instruída a tomar banho em ÁGUAS CORRENTES! (Levítico 15.13). É assustador quando descobrimos que toda essa prática de ASSEPSIA que temos hoje nos hospitais não existia (ou era raríssima) até o século XIX.

Por exemplo, por incrível que pareça, era comum todos os médicos de um hospital lavarem suas mãos em uma mesma bacia de água, dia após dia, e com isso toda espécie de germe se disseminava na velocidade da luz. Aí, quando Louis Pasteur (cientista francês) provou a existência dos micróbios e bactérias, houve uma revolução: OS MÉDICOS PASSARAM A LAVAR AS MÃOS EM ÁGUAS CORRENTES e resolveram seguir outras práticas exatamente iguais às que os israelitas praticavam 3000 anos antes, por orientação divina!

Imagine só!

NO SÉCULO 19, LAVAR AS MÃOS ERA TÃO CONTROVERSO QUE O MÉDICO DEFENSOR DA IDEIA FOI PARAR EM UM MANICÔMIO”. Eu não inventei essa frase. É o título de um excelente artigo publicado aqui:
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/no-seculo-19-lavar-as-maos-era-tao-controverso-que-medico-defensor-da-ideia-foi-para-manicomio.phtml

Um trecho desse artigo (mas é bom você lê-lo na integra) diz:

“Imagine que determinada doença, tal como o atual coronavírus, começasse a se espalhar pelo mundo no século 19. Nesse período, o conselho de lavar bem as mãos como forma de prevenção não seria visto com bons olhos. Muito pelo contrário, ele seria um escândalo e você, provavelmente, seria taxado de louco se sugerisse isso.”

“Foi esse o enorme desafio que enfrentou o físico húngaro Ignaz Semmelweis. Por acreditar no poder da higiene das mãos, ele teve que encarar diretamente os olhares tortos de prestigiosos cientistas durante a primavera do século 1850, durante um encontro importante da Vienna Medical Society, na Áustria.”

“Historiadores acreditam que os notáveis homens presentes na reunião médica não aprovaram em nada a teoria apresentada por Semmelweis. O físico defendeu na ocasião que lavar as mãos seria uma boa pedida para reduzir o número de mortes nas maternidades.”

“Acontece que no hospital onde o expert trabalhava, o Vienna General Hospital (assim como em muitos outros ao redor do mundo, naturalmente) muitas mulheres estavam morrendo de febre puerperal, uma infecção hospitalar com origem no útero, que matava milhares logo após o parto.”

Em síntese: Semmelweis investigou e descobriu que os médicos (habituados a dissecar cadáveres) não tomavam nenhuma precaução (ao sair de uma sala de autópsia para uma sala de cirurgia ou parto). Ao exigir que os médicos higienizassem não somente bem as mãos, mas também seus instrumentos de trabalho, houve uma redução notável de mortes na maternidade.

“Os livros de história nos contam o que aconteceu a seguir … Em apenas três meses a taxa de mortalidade caiu de dezoito para um por cento” (McMillen e Stern, pág. 20).

Semmelweis ficou conhecido como o “salvador das mães”.

Imagine só! Os caras “operavam” os mortos e depois, sem nenhuma assepsia, esses sebosos operavam os vivos,... aí os vivos morriam!

Em Levítico, se alguém tocasse num cadáver, tinha que ser colocado em isolamento por 7 dias e cumprir vários procedimentos para purificação.

No livro “A Assustadora História da Medicina”, de Richard Gordon, existem histórias bizarras, inacreditáveis, tais como: quanto mais marcas de sangue e pus um médico tivesse em sua jaqueta, mais era confiável, pois essas coisas indicavam experiência. Já um médico de jaqueta limpa passava a ideia de um inexperiente. Era comum o mesmo médico, sem trocar as roupas e sem lavar as mãos, fazer vários partos ao mesmo tempo. Desnecessário dizer que o número de mortes nesses procedimentos era absurdamente grande. Imagine a medicina antes da descoberta dos micróbios!!!

Em grande contraste, os israelitas tiveram um privilégio muito grande, com acesso à informações avançadas demais para sua época. Diante desse fato, alguém declarou:

Ninguém pode deixar de se impressionar com as cuidadosas precauções higiênicas do período mosaico.” — MANUAL OF TROPICAL MEDICINE (MANUAL DE MEDICINA TROPICAL), DOS DOUTORES ALDO CASTELLANI E ALBERT J. CHALMERS.

Outro médico que merece destaque é o Dr. Joseph Lister (1827 – 1912). Dando continuidade ao trabalho de Pasteur (descobridor dos micróbios), e de Semmelweis, o Dr. Lister destacou-se mundialmente na área da assepsia. Na verdade, ele tornou-se fundador da cirurgia antisséptica (anti-infecção). Ele trabalhou em várias experiências que o levaram a prática de desinfetar instrumentos cirúrgicos. Houve uma dramática redução de taxa de mortalidade dentro do seu departamento, enquanto em outros lugares o número de mortes de mães parturientes e recém nascidos era assustador. Como dissemos anteriormente: Os médicos da época simplesmente tinham o costume de, muitas vezes, saírem de uma sala de autópsia direto para uma sala de parto SEM LAVAR AS MÃOS!

Ah, detalhe: o Dr. Lister era cristão e acreditava firmemente que Deus era o verdadeiro inspirador das instruções higiênicas dadas a Israel, por meio de Moisés. Será que essa crença influenciou suas pesquisas médicas? Com certeza!

7ª LIÇÃO: SEM HIGIENE NUNCA HAVERÁ SAÚDE!

Ignorada durante séculos, hoje qualquer pessoa, com um pingo de conhecimento, sabe que existe uma profunda conexão entre HIGIENE E SAÚDE. É fato que as principais pragas e epidemias que mataram milhões através dos tempos, geralmente se originaram porque alguém desprezou a conexão HIGIENE E SAÚDE.

Que fique bem claro: O fundamento de uma saúde excelente é UM CÓDIGO SANITÁRIO adequado. E na Bíblia, especialmente em Levítico, temos os fundamentos desse código. Como bem descreve um dicionário bíblico, ao falar sobre o livro de Levítico:

“[Esse livro] trata da higiene pública, do abastecimento de água, do esgoto sanitário, da inspeção e seleção de alimentos e do controle de doenças infecciosas” (Novo Dicionário da Bíblia, 1996, “Saúde, Doença e Cura”).

Apesar de hoje levarmos a sério esse conhecimento, tais princípios passaram a ser compreendidos e aceitos pelos cientistas apenas a partir do século XIX (MAS FORAM ESCRITOS NA BÍBLIA HÁ 3.500 ANOS!!!).

Por seguir as leis de higiene e dicas de alimentação da Bíblia, os judeus, através dos tempos, têm conseguido evitar muitas das pragas e doenças que têm arrasado outras culturas:

a) Sistemas de esgotos e saneamentoQuarentena e práticas de assepsia – o povo judeu sempre teve uma afinidade com essas coisas, que a maioria dos povos antigos ignorava.

Por exemplo, quando a Peste Negra atacou a Europa, na Idade Média, os judeus foram os menos atingidos, pois eles não tinham esgotos correndo em suas ruas, como era o caso das outras cidades. Em Paris, por exemplo, o esgoto corria para o rio Sena, onde as pessoas não somente tomavam banho, como ainda bebiam de suas águas!

Infelizmente, durante essa praga muitas comunidades judaicas (por não estarem “pegando” a peste), foram acusadas de terem provocado a doença. Em consequência, muitos judeus foram massacrados (muitos acusados de bruxarias, foram até arrastados e assassinados dentro das igrejas).

Rudolph Virchow, conhecido como “pai da patologia moderna”, disse: “Moisés foi o maior higienista que o mundo já viu”.

O Dr.Owen S, Parret disse o seguinte:

“Dependendo de conhecimento revelado e destituído de equipamento científico, Moisés ensinou, em seus pontos essenciais, quase todos os princípios de higiene praticados hoje. Entre eles encontramos a prevenção de doenças, desinfecção pelo fogo e pela água, controle epidêmico mediante denúncia e isolamento dos portadores de doenças contagiosas, seguida de completa desinfecção de todos os objetos possivelmente contaminados. O asseio pessoal era imposto, e obrigatório o sistema de esgoto, de maneira que o arraial dos judeus era asseado como o são as cidades modernas. Conquanto se provesse exercício físico, impunham-se freqüentes períodos de descanso e relax para evitar o excesso de trabalho." - Dr. Owen S. Parrett, Diseases of Food Animais, p. 7 (Southem Publishing Assn., Nashville, Tenn., 1939),
Citado em:
http://exsurge.com.br/conhecendomelhorabiblia/textos%20conhecendomelhorabiblia/asleissanitariasdemoises.htm

Ainda do site acima, colhemos esta declaração:

"Os Hebreus eram antigamente o povo mais asseado, e mesmo hoje seus padrões antigos não dão muita margem para aperfeiçoamento. Os banhos rituais eram ordenados por muitas razões, e em qualquer hipótese o israelita tomava pelo menos um banho por semana, pois era-lhe ordenado fazer uma limpeza geral na véspera do Sábado. Se um doente cuspisse numa pessoa, esta tinha de banhar-se. (Levítico 15:8). Era obrigatório o banho para a pessoa que tocasse num cadáver, quer animal, quer humano." - Charles D. Willis, "Moses and Medicine", em Signs of the Times, 17 de abril, 1951, p. 6.

Que contraste com a “avançada” medicina egípcia dessa mesma época, você não acha?

Diante de tais verdades, quem rejeita os ensinamentos bíblicos ou é doido ou é burro mesmo.

“Deus entregou a Moisés, em seguida, muitas regras de saúde, preenchendo uma seção inteira da Bíblia… Milhares de pessoas morreram ao longo dos séculos, mas foi porque os médicos ignoravam as regras bíblicas. Finalmente, quando os médicos leram e executaram essas diretrizes, rapidamente descobriram como evitar a propagação de epidemias. Assim, Moisés poderia ser chamado de pai do moderno controle de infecções. Até hoje ainda somos beneficiados pelas instruções de Deus de três mil e quinhentos anos atrás” (McMillen e Stern, pág. 11). Citado em: https://portugues.ucg.org/ferramentas-de-estudo-da-biblia/guias-de-estudo/a-biblia-merece-confianca/a-biblia-e-a-ciencia

          COMO LIDAR COM A ATUAL PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS?

REGRA NÚMERO 1 – CONFIE EM DEUS, MAS FIQUE EM CASA!

Na época do Êxodo, na noite em que o anjo da morte passeou nas ruas do Egito, o povo de Israel confiou em Deus, mas ficou em suas casas e trancou as portas. Não temos nenhum relato de um “supercrente” que, sentindo-se intocável, com “foro privilegiado divino”, resolveu “provar sua fé”, passeando pelas ruas do Egito. Os verdadeiros crentes estavam trancados em suas casas, ATÉ QUE A PRAGA CESSASSE.

REGRA NÚMERO 2 – INTERPRETE CORRETAMENTE O SALMO 91!

Muitos estudiosos são da opinião de que o Salmo 91 foi escrito por Moisés e que nele se faz referência a esse período de terror no Egito, principalmente quando diz:

“Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,
Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.”
(Salmo 91.2,3,5,6,7,10)

          Lembre-se: essas promessas não são para todo mundo, mas para todo “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo” (versículo 1). O “esconderijo do Altíssimo” é, digamos, a “rede de proteção” de Deus, com suas regras e mandamentos. Ou seja: se você não obedecer a essas regras, é porque não está no “esconderijo do Altíssimo”.

          “Desenhando” para todo mundo entender: o indivíduo coloca na camiseta: “Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.” Mas aí sai para as noitadas, desafiando o perigo, flertando com o pecado, quebrando todas as regras divinas,... ou seja: SAIU DO ESCONDERIJO DO ALTÍSSIMO... aí as promessas perdem todo o efeito, meu filho!

          Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.”

MAS SAIA DA TENDA PRA VER COMO VAI QUEBRAR A CARA!

REGRA NÚMERO 3 – NÃO SE ESQUEÇA DA REGRA NÚMERO 1

“Vai, pois, povo meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira.” (Isaías 26.20)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com


sábado, 14 de março de 2020

QUANDO UMA COINCIDÊNCIA É SIGNIFICATIVA? – Parte 1

Imagine o seguinte cenário: Num evento internacional (com centenas de pessoas de diferentes nacionalidades), você se depara com alguém fisicamente parecido com você. Num primeiro momento, acha meio estranho, mas, considerando a atual quantidade absurda de pessoas no planeta e que é normal a gente encontrar “clones” por aí de vez em quando, você relaxa.

Entretanto, daqui a pouco, descobre que o “clone” também é brasileiro. Considerando que existem pouquíssimos brasileiros no evento, a coincidência se torna mais interessante. Mas coincidências acontecem.

Mas aí, curioso, você resolve investigar o indivíduo. Surpresa das surpresas! Nasceu no mesmo Estado que você. Isso não é suficiente para surgir uma pulga atrás da orelha? Bem, apesar dessas três conexões entre você e o seu “clone”, num mundo tão grande, com bilhões de pessoas, com incalculáveis eventos acontecendo a cada segundo, na verdade é normal acontecerem certas coincidências. A questão é: e como saber quando forem significativas?

Ou seja, numa investigação policial, se uma série de coincidências conectar você ao local do crime, os detetives aceitarão se você simplesmente alegar que “coincidências acontecem”, “coincidências são normais”, etc.?

É claro que existem coincidências significativas e o exemplo da investigação policial prova isso. Quando todas as evidências apontarem pra você, das duas uma:

1 – Ou alguém armou para incriminar você;

2 – Ou as evidências estão provando a realidade: você é o criminoso.

Nos dois casos, as coisas não aconteceram por mero acaso, mas foram planejadas. Coincidências significativas são coincidências premeditadas.

No exemplo que apresentamos no inicio deste texto, o fato de você ter encontrado alguém parecido, da mesma nacionalidade e naturalidade, pode não significar nada de importante. Mas, imaginemos que você descobre que o “clone” também é da mesma cidade? Vai continuar dormindo tranquilo achando que são somente coincidências? Ou vai investigar o caso? Esse é o ponto. Precisamos saber distinguir coincidências banais das significativas.

Quando se trata da Bíblia, os céticos são rápidos em descartarem tudo como meras coincidências. Mas, aos honestamente interessados, existem “toneladas” de evidências provando que as coincidências envolvendo as profecias e os eventos históricos, não são coincidências.

E em relação à Matemática Bíblica, as evidências são ainda mais pesadas. Porém, neste campo o cético acha que é fácil descartar tudo, alegando, por exemplo, a Lei dos Grandes Números. Do que se trata? Em resumo, essa lei diz que, num pacote muito grande de números, qualquer coincidência pode ser encontrada. Estou evitando, ao máximo, usar termos técnicos, mas os interessados podem fazer uma pesquisa básica sobre essa lei, para mais detalhes.

Um exemplo: Numa lista com os infinitos algarismos do número Pi, quais as chances de você encontrar sua data de nascimento completa? Hoje é 06 de fevereiro de 2020. Será que, nos primeiros 10.000 dígitos do Pi, a gente pode encontrar 06022020?

Bem, você não vai encontrar essa data nos primeiros 10.000, mas, se procurar um pouquinho mais, ela será encontrada a partir de 142.985.298.

603833932432018020010602202064859758028866065655

Sim, num pacote com os primeiros 143 milhões dos dígitos do Pi, você encontrará 06022020. E, procurando um pouco mais, vai encontrar essa data a partir de 163.387.601, depois, a partir de 165.298.741, etc. Portanto, poderá encontrar A DATA QUE QUISER nos infinitos dígitos do Pi. É claro que isso não tem nada a ver com COINCIDÊNCIAS SIGNIFICATIVAS. E essa Lei dos Grandes Números não pode ser aplicada à Matemática Bíblica, tendo em vista as centenas de exemplos que já temos demonstrado na Enciclopédia Arquivo7.

A primeira frase da Bíblia, contém, no original hebraico, somente 7 palavras e 28 letras. Os mais de 100 padrões matemáticos ocultos nela estão muito além de meras coincidências. E elaborar uma frase parecida, nas mesmas condições, é impossível. O que quero dizer com “nas mesmas condições”?

Moisés tinha à disposição cerca de 8.000 palavras diferentes (quantidade estimada de vocábulos na língua hebraica, na época), enquanto que, por exemplo, a língua inglesa possui, atualmente, mais de um milhão, e a língua portuguesa, quase meio milhão de palavras diferentes, segundo os especialistas no assunto (https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-e-o-idioma-com-mais-vocabulos).

Ou seja: é facílimo alguém criar uma frase recheada de padrões matemáticos, usando alguma das línguas inglesas ou portuguesa (com milhões de possibilidades). Entretanto, com apenas 8.000 palavras disponíveis, a coisa é totalmente diferente. Mesmo assim, com um vocabulário tão escasso, Moisés elabora, com apenas 7 palavras diferentes, uma declaração profunda e sintética, sobre a origem do Universo: “NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA” (Gênesis 1.1).

          Considerando as 7 palavras de Gênesis 1.1 pelos seus respectivos valores numéricos, os seguintes fatos são inegáveis e impressionantes:

          1 – Num conjunto de 7 números, somente 127 combinações (sem anagramas) são possíveis. É uma verdade matemática, válida eternamente;

          2 – Nessas 127 combinações, é normal encontrarmos (segundo a Lei das Probabilidades) até 3 ou 4 combinações de valores múltiplos de 37, pois entre 1 e 127 temos somente 3 múltiplos de 37:

1 x 37 = 37
2 x 37 = 74
3 x 37 = 111

          3 – Mas nos 7 valores de Gênesis 1.1, existem, sem sombras de dúvidas ou contestações, 23 múltiplos de 37!!!

          Isso evidencia que esses valores foram planejados. Se atribuirmos tão planejamento à Moisés ou a qualquer outro ser humano, teremos que considerar que tal escritor tinha o dom da presciência, pois:

          Evidências arqueológicas provam que os valores numéricos só foram atribuídos ao alfabeto hebraico, cerca de 200 anos ANTES de Cristo. Ou seja: uns 1.200 anos DEPOIS da elaboração do livro de Gênesis.

          Portanto, as evidências apontam que:

1 – Os padrões do número 37 na primeira frase bíblica foram planejados;

2 – Quem quer que tenha feito isso, de alguma forma, teria que ter acesso a um conhecimento que só seria elaborado cerca de 1.200 anos depois.

Veja mais detalhes sobre a Lei das Probabilidades e Gênesis 1.1, neste outro texto: http://www.arquivo7.com.br/2019/04/provando-pela-lei-das-probabilidades.html

 Os céticos são rápidos para tacharem de coincidências qualquer situação que envolve a Bíblia, mas quando são confrontados com certos fatos, ou desconversam ou ignoram.

          Na Enciclopédia Arquivo7 já demonstramos várias conexões intrigantes entre os números que aparecem na história do Dilúvio e o padrão matemático de Gênesis 1.1. Mas os fatos mais chocantes envolvem coisas que só iriam aparecer mais de 2000 depois de Moisés escrever o livro de Gênesis. Veja, por exemplo, os seguintes textos publicados nestes links:

http://filosofia777.blogspot.com/2018/12/o-diluvio-e-o-codigo-elohim-parte-1.html

http://filosofia777.blogspot.com/2019/03/o-diluvio-e-o-codigo-elohim-parte-2_27.html

http://www.arquivo7.com.br/2019/02/noe-o-numero-3601-e-uma-coincidencia.html

http://www.arquivo7.com.br/2019/02/noe-o-numero-3601-e-uma-coincidencia_28.html

          Somente os fatos descritos nos endereços acima são mais do que suficientes para provarmos que as coincidências apresentadas neles são significativas... e evidenciam uma inspiração no mínimo extraterrena ou extra-humana.

          Mas hoje iremos apresentar mais um caso inédito (envolvendo Matemática Bíblica e o Dilúvio). Os fatos são os seguintes:

          1 – Cinco datas exatas são citadas na história do Dilúvio:

01*01 - "E aconteceu que no ano seiscentos e um, no mês primeiro, no primeiro dia do mês, as águas se secaram de sobre a terra. Então Noé tirou a cobertura da arca, e olhou, e eis que a face da terra estava enxuta." (Gênesis 8.13);

17*02 - "No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,..." (Gênesis 7.11);

27*02 - "E no segundo mês, aos vinte e sete dias do mês, a terra estava seca." (Gênesis 8.14);

17*07 - "E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate." (Gênesis 8.4);

01*10 - "E foram as águas indo e minguando até ao décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes." (Gênesis 8.5);

          2 – Tendo como base essas 5 datas, explicitamente citadas na Bíblia, podemos elaborar podemos elaborar um número único: 117.271.701 (dias 1, 17, 27, 17 e 1, na ordem em que aparecem no calendário). Agora, faça uma lista de 1 a 2701 (o valor de Gênesis 1.1). Ao lado de cada número coloque um capítulo da Bíblia (tipo 1 = Gênesis 1, 2 = Gênesis 2, etc.), até à linha 2701;

          3 – Agora conte (desde Gênesis 1), dentro dessa tabela de 2701 linhas, até parar no número 117.271.701, e você irá parar, inevitavelmente, no capítulo 6 de Gênesis, QUANDO DEUS ANUNCIA O DILÚVIO!

          Essa coincidência é incrível pelo fato de envolver a quantidade de capítulos da Bíblia (cuja classificação só veio a ocorrer muitos séculos depois de Moisés). Não tinha como o grande legislador israelita ter planejado isso. Somando isso às outras coincidências envolvendo essas 5 datas diluvianas, o caso se torna ainda mais estarrecedor. Que explicação natural você daria pra isso? Ah, e tem mais:

          4 – No calendário bíblico, usado pelos profetas (12 meses de 30 dias, totalizando 360 dias), as 5 datas diluvianas ocupam as respectivas ordens:

01*01 – 1º dia;

17*02 – 47º dia;

27*02 – 57º dia;

17*07 – 197º dia;

01*10 – 271º dia.

          5 – Agora, transforme esses números de ordem num número só, e teremos: 001,047,057,197,271 ou: 1.047.057.197.271.

          6 – Usando o mesmo método do item 3, conte, capítulo por capítulo, desde Gênesis 1 até 1.047.057.197.271, e irá parar, inacreditavelmente, em Gênesis 8!!! Gênesis 8?

          7 – Sim, quando a Bíblia descreve o fim do Dilúvio e Noé sai da arca. Explica essa, incréu!!!

          O grande escritor britânico Ian Fleming, criador do famoso James Bond, o agente 007, escreveu:

“Uma vez é acidente, duas é coincidência, e três é ação do inimigo”.

          Inspirando-me nessa perspicaz observação, e com base em todas as coincidências divulgadas na Enciclopédia Arquivo7, ouso declarar:

          Duas ou três coincidências são apenas duas ou três coincidências; porém sete coincidências provavelmente não são sete coincidências.

          Ou dizendo de outra forma:

3 coincidências podem até ser artimanhas do acaso; 7 podem ser manipulações humanas; mas 37, com certeza, é projeto divino.

          Entretanto, minha frase favorita (me veio à mente certo dia, do nada, mas alguém pode ter pensado nela primeiro) é:

          Muitas coincidências são coincidências demais para serem apenas coincidências.

"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."
Romanos 8.28

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com