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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – Parte 7

Duelando com as palavras - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

O dia em que o Arquivo7 foi acusado de ser Judaísmo disfarçado de Cristianismo

Uma boa briga... intelectual - Num certo dia de 2012 tive uma conversa com um irmão (evangélico) a respeito do papel de Israel na profecia bíblica. Na verdade, o diálogo começou de uma forma inesperada (via MSN). Na época eu ainda não tinha o conhecimento das falácias (falsos argumentos) e das leis da lógica tais como tenho hoje. Mas isso não foi necessário para perceber as artimanhas de despistamento, que meu oponente fez uso várias vezes, tentando desviar do foco principal.

Neste novo estudo, analiso, frase a frase, todo o conteúdo do pequeno debate, objetivando mostrar como devemos lidar com o contraditório. No final, apresento 7 Táticas (ou argumentos fajutos) que você deverá usar quando não souber contra-argumentar... mas essas táticas só servirão para provar que a sua tese está ERRADA:

Lição 1 - Esconda-se atrás da Falácia do apelo ao preconceito;

Lição 2 - Para negar uma clara afirmação literal, diga que é metafórica ou simbólica;

Lição 3 - Se você não tem uma resposta imediata para um argumento apresentado, acuse o argumentador de estar sendo alguma coisa negativa;

LIção 4 - Se o seu oponente continua insistindo numa pergunta para a qual você não possui uma resposta, a menos que assuma estar errado, tente mudar de assunto novamente e o acuse de novo;

Lição 5 - Se o oponente não cair em seu truque e insistir para que você responda à pergunta dele, diga qualquer coisa, mas continue tentando mudar de assunto, pelo amor de Deus!

Lição 6 - Se não der mais para enrolar, responda a pergunta, porém, de uma forma “nublada”, e, ao mesmo tempo, desafie seu oponente, insinuando que ele não soube interpretar bem o texto;

Lição 7 - Por fim, diga algo qualquer, que não seja muito claro e encerre a conversa imediatamente, sem dar tempo ao oponente para a réplica.

É claro que estou usando aqui a tática dos conselhos negativos que você NÃO deve seguir.

Mais detalhes, clique aqui: ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 30.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: 241 – PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – Parte 7.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A MORTE DE JESUS 1000 ANOS ANTES DELE NASCER

Os Maravilhosos Salmos Messiânicos - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

“Depois lhe disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.” (Lucas 24.44)

Dos 150 Salmos, 16 são classificados pelos estudiosos como Salmos Messiânicos. São os Salmos 2, 8, 16, 22, 23, 24, 40, 41, 45, 68, 69, 72, 89, 102, 110 e 118.

SALMOS MESSIÂNICOS? A vida, ministério, sofrimento, morte e ressurreição de Jesus, foram descritas nos Salmos cerca de 1000 anos antes de acontecer. Não existe paralelo com nenhuma outra personalidade da História.

Duas razões porque os Salmos Messiânicos não são uma invenção dos teólogos:

1 – Jesus disse que os Salmos falam dEle (Lucas 24.44);

2 – Os escritores do Novo Testamento citam muitos salmos e os atribui ao ministério de Jesus. Como por exemplo, Paulo:

“E nós vos anunciamos as boas novas da promessa, feita aos pais, a qual Deus nos tem cumprido, a nós, filhos deles, levantando a Jesus, como também está escrito no salmo segundo: Tu és meu Filho, hoje te gerei. E no tocante a que o ressuscitou dentre os mortos para nunca mais tornar à corrupção, falou Deus assim: Dar-vos-ei as santas e fiéis bênçãos de Davi; pelo que ainda em outro salmo diz: Não permitirás que o teu Santo veja a corrupção. Porque Davi, na verdade, havendo servido a sua própria geração pela vontade de Deus, dormiu e foi depositado junto a seus pais e experimentou corrupção. Mas aquele a quem Deus ressuscitou nenhuma corrupção experimentou.” (Atos 13.32-37).

Portanto, não é de admirar se, durante uma leitura dos Salmos você se deparar com certas palavras e pensar: “Já vi isso antes na história de Jesus.”

E não somente a história de Jesus foi profetizada em detalhes, nos Salmos, mas também a trajetória do povo de Israel durante os séculos. Que mais razões você quer para estudar os Salmos na perspectiva profética?

Mais detalhes, clique aqui: ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 30.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: 240 – A MORTE DE JESUS 1000 ANOS ANTES DELE NASCER.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A LÓGICA, A SIMETRIA E A PROFECIA – Parte 3

A Igreja de Cristo verá o rosto do Anticristo? - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Existe hoje um grande preconceito contra os cristãos que creem num Arrebatamento Pré-Tribulacional (alguns são até chamados de heréticos). Com certeza, esses acusadores nem fazem ideia do que seja realmente uma heresia. Heresia é não acreditar que Jesus voltará literalmente a este planeta.

Agora crer como se dará essa Segunda Vinda (se em apenas uma fase ou duas – e até mesmo em três) não se constitui heresia, mas discordância em temas teológicos secundários. Mas cada um é livre para pensar como quiser, entretanto, o que é verdadeiro continuará sendo verdadeiro e o que é falso, permanecerá como falso.

Na parte 1 desta série apresentei 7 evidências que apontam o Arrebatamento para ANTES da Grande Tribulação. Fique à vontade para (tentar) contestar os argumentos apresentados.

Na parte 2 apresentei as principais defesas Pós-Tribulacionistas e mostrei possíveis contestações. Apesar de ser pré-tribulacionista não descarto totalmente a posição pós.

De todas as principais defesas Pós-Tribulacionistas apresentadas, somente uma considero como a mais forte e que precisa ser examinada mais profunda e detalhadamente: 2 Tessalonicenses, capítulo 2!

Das poucas pessoas que entraram em contato comigo para discutir a respeito do assunto, a única contestação que apresentaram foi justamente a que é baseada em 2 Tessalonicenses 2.

Quem contesta a tese Pós-Tribulacionista (com suposta base em 2 Tess 2), geralmente entende que as expressões  “... quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, ...” (versículo 1) significam:

1 – “Vinda de nosso Senhor” – 2ª Vinda de Cristo, em poder e glória;

2- “Nossa reunião com ele” – o Arrebatamento.

“... quanto à vinda [2ª Vinda] de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião [Arrebatamento] com ele, ...”

Bem, acredito que essa interpretação é possível, mesmo que a ordem apresentada seja inversa.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

ARQUIVO 7, A ORIGEM – Parte 4

O Caçador de Enigmas e Colecionador de Mistérios - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Qual foi o primeiro ítem do Arquivo7? Ou seja, qual foi a primeira notícia que despertou em mim o desejo de investigar as coisas sobrenaturais?

Meu “espírito investigativo”, “espírito de arquivista”, “espírito de decifrador de códigos” e “espírito de colecionador de enigmas” foi formado muito tempo antes de existir internet.

Sempre que iria passar um filme clássico ou um documentário especial, eu gravava imediatamente (via videocassete), achando que não iria ter uma oportunidade de rever tal programa tão cedo. Hoje, com internet, Youtube e coisa do tipo, tal preocupação parece piada.

Na época eu nunca imaginaria que um dia teríamos algo como a internet, com a enorme facilidade de acesso a todo tipo de documentários e filmes antigos. Por isso, possuo em torno de 100 fitas de vídeos, gravadas diretamente da tv.

Qualquer notícia estranha, enigmática ou relacionada aos mistérios da Bíblia, divulgadas em revistas e jornais, eu recortava e arquivava. Quando algum amigo meu lia alguma revista ou jornal e via algo que o fazia se lembrar de mim, guardava a página e me enviava.

Bem, há poucos anos, eu estava revirando algumas coisas antigas na casa onde vivi boa parte de minha vida, quando me deparei com uma página muito antiga de um jornal maranhense. A mesma página que eu já havia visto há muitos anos, quando ainda não era nem pré-adolescente.

Apesar de muito novo na época, lembro-me como se fosse hoje, quando uma certa notícia me chocou. Na época, quando nem televisão havia na maioria das pequenas cidades, a gente tomava conhecimento das coisas através dos jornais (impressos), que algum viajante (ou vaqueiro) trazia das cidades mais desenvolvidas.

Devidos às muitas viagens de meu pai (vaqueiro, que atravessava até estados, guiando boiadas), ele costumava trazer exemplares de jornais, muitos de circulação dentro do meu próprio Estado. E parte de um desses jornais “sobreviveu” até os nossos dias. Neste novo estudo, desejo contar os detalhes do primeiro (e arrepiante) ítem do Arquivo7.

Mais detalhes, clique aqui: ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 30.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

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O número (e o título) deste novo estudo é: 238 – ARQUIVO 7, A ORIGEM – Parte 4.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

CERTEZA DA “GOTA SERENA” – Parte 3

A Prova da Intersecção - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Os cristãos, mais do que qualquer outro grupo religioso, têm a obrigação moral de valorizarem a verdade, pois seguem (ou afirmam seguir) um Líder que afirmou: “EU SOU A VERDADE”, algo que nenhum outro homem na História se atreveu a declarar.

Em outras palavras, o cristão deve evitar, ao máximo, compactuar com a mentira, e deve fazer da verdade sua filosofia de vida. Isso significa não somente procurar sempre falar a verdade, mas ter a máxima certeza, a plena certeza sobre qualquer coisa que compartilha.

Especialmente em nosso mundo atual, quando a tecnologia da comunicação viaja na velocidade da luz, precisamos ter certeza plena das informações que repassamos diariamente. É claro que não é possível evitarmos propagar histórias que são apenas boatos e não fatos. Mas podemos e devemos fazer o possível para evitarmos esse tipo de história.

Quando falo de “certeza plena”, não estou sendo redundante. É possível termos certeza “razoável” sobre algumas coisas. É quando uma história “parece” ser verdadeira, “tem tudo” para ser verdadeira, porém, não temos provas para sustenta-la. Agora certeza plena ou plena certeza é quando repassamos algo baseado em evidências claras e incontestáveis.

Quando um nordestino (quem mora na região Nordeste do Brasil) quer enfatizar sua certeza plena sobre alguma coisa, usa uma expressão regional: “gota serena” (uma referência a um tipo de doença que provoca uma dor terrível). Por isso, dizer “quero cegar da gota serena se isso não for verdade”, expressa uma certeza absoluta sobre a história que está sendo repassada – o cara tem tanta certeza de que tá falando a verdade que aposta os próprios olhos. É nesse sentido que usamos tal expressão nesta série de estudos.

Hoje, abordaremos um tipo de prova que nos permite filtrar a verdade em meio a tantas versões (muitas vezes conflitantes) das testemunhas.

Exemplo:

1 – Joãozinho comeu a goiaba que estava na geladeira.

2 – Três pessoas comeram a goiaba que estava na geladeira;

3 – Foi Zezinho quem comeu a goiaba que estava na geladeira;

4 – As crianças comeram a goiaba que deixei na geladeira.

5 – Vi a Esterzinha abrindo a geladeira. Logo depois notei que a goiaba havia desaparecido;


6 – Com certeza não fui eu que pegou a goiaba que estava na geladeira.

Com toda certeza nem todo mundo está falando a verdade aqui. Mas, com base nas 6 falas, é possível termos uma ideia clara (ou uma certeza plena) do que pode ser verdadeiro? Existe algo em comum nas 6 falas. A esse elo comum chamamos de INTERSECÇÃO, um conceito matemático.

Ou seja, entre vários conjuntos de dados, a INTERSECÇÃO se encontra nos dados que são comuns a todos os conjuntos apresentados. No exemplo acima, a INTERSECÇÃO se encontra na seguinte afirmação:

“HAVIA PELO MENOS UMA GOIABA NA GELADEIRA”

Com esse método é possível filtrarmos a verdade em meio a uma multidão de versões. Neste novo estudo usaremos a PROVA DA INTERSECÇÃO na análise da história do Dilúvio, entre outros fatos bíblicos.

Mais detalhes, clique aqui: ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 30.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

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O número (e o título) deste novo estudo é: 237 – CERTEZA DA “GOTA SERENA” – Parte 3.

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Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

A MEDIDA PERFEITA – Parte 18

As Alianças Divinas e a Simetria Matemática - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Um dos temas empolgantes no estudo das profecias bíblicas envolve as 8 grandes alianças que Deus fez com a Humanidade, e que são assim classificadas por muitos estudiosos:

1 – Aliança Edênica
2 – Aliança Adâmica
3 – Aliança Noética
4 – Aliança Abraâmica
5 – Aliança Mosaica
6 – Aliança Israelita
7 – Aliança Davídica
8 – Nova Aliança

Elas foram realizadas em momentos-chave na História da Redenção. Mas até recentemente eu não fazia a mínima idéia de como essas alianças estavam conectadas à Razão Áurea.

Como tudo envolve um período de aproximadamente 4000 anos, considere as probabilidades:

1 – Em 4000 anos acontecem 7 eventos importantíssimos relacionados ao mesmo tema: Redenção da Humanidade (coloquei 7 em vez de 8 porque das 8 alianças, uma acontece num tempo impossível de ser calculado – dentro do Jardim do Éden, antes do tempo do homem começar a ser contado);

2 – Esses 7 eventos estão conectados entre si por meio do fenômeno matemático conhecido como Razão Áurea;

3 – Esses 7 eventos foram narrados por diferentes escritores, em diferentes épocas, em diferentes lugares.

Portanto, quais as chances matemáticas de tudo ter acontecido por mero acaso?

Mais detalhes, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 30.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

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O número (e o título) deste novo estudo é: “236 – A MEDIDA PERFEITA – Parte 18”.

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Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

A MEDIDA PERFEITA – Parte 17

O Tempo da Restauração de Todas as Coisas - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Quando um profeta anota a data da sua profecia, devemos prestar atenção não somente a profecia, mas à data relacionada à ela.

O profeta Ezequiel fez questão de registrar as datas de muitas de suas visões e profecias. Salvo engano, ele fez isso 13 vezes.

Por exemplo:

“Ora aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no dia quinto do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus. No quinto dia do mês, já no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim, veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel,...” (Ezequiel 1.1-3) – esta foi a primeira visão registrada, enfatizando a DISPERSÃO DE ISRAEL entre as nações.

“NO ano vinte e cinco do nosso cativeiro, no princípio do ano, no décimo dia do mês, catorze anos depois que a cidade foi conquistada, naquele mesmo dia veio sobre mim a mão do Senhor, e me levou para lá.” (Ezequiel 40.1) – E esta foi a última visão registrada, enfatizando a RESTAURAÇÃO DO POVO DE DEUS.

Bem, por incrível que pareça as datas acima estão intimamente relacionadas com a RESTAURAÇÃO POLÍTICA DE ISRAEL E JERUSALÉM em nossa época (nos anos 1948 e 1967, respectivamente).

Mas novas investigações nos levaram a descobrir um intricado padrão envolvendo a Razão Áurea, aumentando ainda mais o peso das evidências a favor da inspiração sobrenatural da Bíblia. Você pode achar o que quiser, pode até contestar minhas conclusões e interpretações para esse fenômeno, mas é impossível contestar que esse tal fenômeno está lá, espalhado por toda a Bíblia.

Só que, na medida em que me aprofundava no estudo da Razão Áurea e os padrões evidentes na Cronologia Bíblica, não fazia idéia de que surpresas maiores me aguardavam. E, quando examinei as alianças entre Deus e o Seu povo e as épocas em que aconteceram, fiquei novamente chocado. Esse tema será tratado no próximo capítulo.

Mais detalhes sobre as datas de Ezequiel e os padrões proféticos relacionados à Razão Áurea, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 29.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

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O número (e o título) deste novo estudo é: “235 – A MEDIDA PERFEITA – Parte 17”.

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Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A MEDIDA PERFEITA – Parte 16

... E Ele nos garantiu a entrada na Terra Prometida - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Cronologia Bíblica é um tema interessante, esclarecedor, impressionante, mas, algumas vezes, frustrante. Neste novo estudo, em busca de novas evidências da Razão Áurea na Bíblia, me envolvi em mais uma pesquisa exaustiva, e, como resultado, apresento aos estudiosos dos mistérios bíblicos uma singela, mas esclarecedora, Cronologia Bíblica.

Sete coisas que você deve ter em mente quando for estudar Cronologia Bíblica:

1 – Discordância entre estudiosos - É comum existirem divergências entre os estudiosos no estudo das cronologias bíblicas. Mas isso não significa que, entre eles, não haja concordância em vários pontos.

2 – Na Bíblia existem datas exatas e datas aproximadas - O fato impressionante é que a Bíblia se preocupa muito em datar seus eventos (frequentemente, os escritores bíblicos citam os anos e tempos dos domínios dos reis, com uma exatidão que deixa perplexo muitos historiadores). Mas, por outro lado, existem eventos dos quais não se é possível saber as datas exatas.

Entretanto, ainda que não tenhamos certeza exata em relação à data de certo evento, podemos ter uma ideia APROXIMADA dele. E isso já vale alguma coisa.

3 – Existem datas com as quais quase todo mundo concorda - O cativeiro de Israel por meio do Império Assírio, por exemplo (722-721 a.C.), o cativeiro babilônico e a destruição de Jerusalém (606-587 a.C.), etc.

4 – E existem datas que dividem os estudiosos em, pelo menos, dois grupos - O Êxodo de Israel do Egito teria acontecido:

a) Entre os anos 1270 e 1260 a.C., ou:
b) Entre os anos 1447 e 1446 a.C.

5 – A Bíblia cita muitas datas - Especialmente nos livros proféticos e históricos, vemos dezenas de datas relacionadas, principalmente, aos governos dos reis israelitas ou gentios.

6 – Harmonizando as datas citadas na Bíblia, podemos ter uma certeza razoável da época exata ou aproximada de certos eventos da História Sagrada.

7 – As misteriosas lacunas - Muitas vezes, os cronistas e historiadores bíblicos parecem omitir certos números ou datas obedecendo a certos princípios divinos.

Bem, baseando-me em todas as datas citadas na Bíblia consegui elaborar a tabela cronológica de forma independente, sem consultar as obras oficiais sobre o assunto. Depois, quando fiz a comparação, vi que a minha tabela e as mais usadas nos compêndios teológicos coincidiram na maioria dos casos.

Aí quando fui examinar alguns acontecimentos bíblico-históricos, à luz da Razão Áurea quase cai da cadeira, por diversas vezes.

Mais detalhes, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 29.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

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O número (e o título) deste novo estudo é: “234 – A MEDIDA PERFEITA – Parte 16”.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A MEDIDA PERFEITA – Parte 15

O Deus da Perfeição e o mais perfeito conceito matemático - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Mesmo a RAZÃO ÁUREA tendo sido, exaustivamente, investigada por centenas de estudiosos, durante séculos, algo passou desapercebido pela maioria deles: O fenômeno RAZÃO ÁUREA na Bíblia.

Muito além da mera coincidência - O fenômeno da RAZÃO ÁUREA na Bíblia é um tema praticamente desconhecido por quase todos os estudiosos. Embora poucos já tivessem observado a conexão entre a Razão Áurea e alguns elementos bíblicos, tais como a Arca de Noé, a Arca da Aliança e o Altar do Holocausto (israelita), podemos seguramente afirmar que todos os outros detalhes divulgados nesta série de estudos (15 capítulos até agora), são EXCLUSIVIDADE do Blog Arquivo7.

As descobertas do autor do blog, a respeito desse assunto, são frutos de pesquisas pessoais (embora não possamos garantir que outras pessoas, em diferentes lugares do mundo não tenham chegado às mesmas descobertas e conclusões).

Mas essas coincidências (envolvendo acontecimentos bíblicos e Razão Áurea) seriam SIGNIFICATIVAS? Nos estudos anteriores já respondemos a essa pergunta AFIRMATIVAMENTE. Porém, desejamos REAFIRMÁ-LA, com novas evidências.

Uma das evidências apresentadas neste novo estudo é intitulada OS 4 MOMENTOS MAIS FELIZES DE ABRAÃO. Observe os fatos e tire suas conclusões:

Fato 1 – Abraão ficou muito feliz quando nasceu Ismael, seu primeiro filho – e a Bíblia diz que o patriarca tinha 86 anos quando isso aconteceu;

Fato 2 – Abraão ficou mais feliz ainda quando nasceu Isaque, filho de sua amada esposa Sara – mais uma vez o texto bíblico revela a idade do patriarca nessa época: 100 anos;

Fato 3 – O casamento de Isaque foi outro momento de grande alegria para Abraão – e os dados bíblicos são claros: o velho patriarca tinha 140 anos nessa época;

Fato 4 – Quando nasceram os gêmeos Esaú e Jacó, filhos de Isaque, o mais amado dos filhos de Abraão, este amigo de Deus tinha 160 anos;

Fato 5 – A razão entre 160 (nascimento de Jacó) e 100 (nascimento de Isaque) é 1,6 (Razão Áurea);

Fato 6 – A razão entre 140 (casamento de Isaque) e 86 (nascimento de Ismael) é 1,6 (Razão Áurea).

Tudo isso seriam meras coincidências se não estivessem relacionadas com um pacote muito maior envolvendo a Razão Áurea, como já temos demonstrado em capítulos anteriores.

A questão é: será que os escritores bíblicos tinham conhecimento desse fenômeno matemático? Será que manipularam tudo isso? Ou será que isso é mais uma evidência de uma Mente muito Inteligente, Extraterrena, administrando e controlando os eventos históricos?

Mais detalhes, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 29.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

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O número (e o título) deste novo estudo é: “233 – A MEDIDA PERFEITA – Parte 15”.

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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

MATEMÁGICA BÍBLICA – O SHOW


Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Deve tá claro para os leitores do Arquivo7 que os estudos publicados visam despertar as pessoas para os mistérios da Bíblia, especialmente das profecias. Mas também fazemos todo o possível para apresentarmos a Matemática como uma simpática “senhora”, tentando desfazer a péssima imagem, provocada por décadas de ensino mal direcionado, nas escolas.

As estatísticas são claras e frustrantes: quase todo mundo odeia matemática (pelo menos, essa é a realidade brasileira). Quase sempre que estou ministrando algum estudo sobre profecia bíblica e envolvo um pouco de número ou matemática, é comum ouvir as reclamações: “NÃO SEI NADA DE MATEMÁTICA”, “ODEIO MATEMÁTICA”, “NUNCA GOSTEI DE MATEMÁTICA”, etc.

E, pelo andar da carruagem, parece que ninguém (envolvido no sistema de ensino) está se esforçando para mudar essa realidade. Existem exceções aqui e ali, mas o sistema predominante ainda se parece com um feitor escravagista.

Sempre que paro para refletir sobre isso, tento imaginar o que fazer para reverter essa realidade. A minha tese principal a respeito disso é que, antes de qualquer coisa, a Matemática tem que ser apresentada como algo mágico, encantador, UMA OBRA DIVINA. Não como um medieval método de tortura ou – como alguns estudantes gostam de dizer – UMA INVENÇÃO DO DIABO.

Por isso, as várias referências no Arquivo7 a tal da MATEMÁGICA.

O PROJETO MATEMÁGICA BÍBLICA foi desenvolvido visando, especialmente, três objetivos:

1 – Mostrar que a Matemática é uma ciência bela, altamente interessante, espetacular, mágica, perfeita e que o bom funcionamento do nosso Universo depende da perfeição dela;

2 – Reconciliar as pessoas com a Matemática, desmistificando a péssima fama dada a ela (sempre fazendo parte da lista dos nossos piores pesadelos) por culpa do sistema de ensino predominante em nosso país;

3 – Aproximar as pessoas da Bíblia, demonstrando que este milenar livro é muito mais do que um livro religioso. Mas, além disso, é uma preciosa enciclopédia de sabedoria, filosofia, cultura inteligente e ciência. Ou seja, queremos desmistificar a falsa ideia popular de que a Bíblia emburrece, demonstrando que, pelo contrário, quem estuda a Bíblia torna-se mais culto e mais preparado para lidar com os diversos problemas da vida.

Neste novo trabalho (em power point e pdf) apresentaremos uma seleção de fatos matemáticos que possuem uma íntima relação com os eventos bíblicos. Todos já foram exaustivamente estudados nos capítulos anteriores da série ARQUIVO 7 EM SLIDES. O objetivo deste presente trabalho é apresentar uma simulação (ou ensaio) de uma apresentação pública (ou show) sobre a MATEMÁGICA BÍBLICA, a fim de despertar as pessoas para a realidade desse fenômeno, e conscientizá-las da veracidade (e sobrenaturalidade) das revelações bíblicas – além, é claro, de firmar uma sólida amizade entre as pessoas e a Matemática.

Mais detalhes, clique aqui: (https://onedrive.live.com/redir?resid=D2396F04AB689FC6!976&authkey=!AOfsD2XO3--PsiA&ithint=folder%2cpps) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (29.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: 232 – MATEMÁGICA BÍBLICA – O SHOW.

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Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com