Enciclopédia Arquivo7 no MEGA

domingo, 21 de agosto de 2016

A APOSTA DA PROFECIA NA ROLETA DO APOCALIPSE


SE JESUS AINDA NÃO TIVER VOLTADO daqui a 30 anos, eu já sei os nomes de alguns países que aparecerão nas manchetes internacionais dos jornais do ano 2046... - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Vamos imaginar o seguinte: Na data de hoje, 30 de junho de 2016, eu escrevo 8 nomes de países, escondo a mensagem numa garrafa, e a enterro por aí...

2000 anos depois, em 30 de junho de 4016, alguém encontra a garrafa... e, espantado, lê o seguinte: "Procure o jornal de hoje, e veja suas manchetes internacionais,..."

A mensagem continua:

"... eu aposto que alguns destes países (talvez a maioria) aparecem nessas manchetes..."

Aí a pessoa fica estarrecida ao comprovar que, boa parte dos 8 países da lista é citada na mesma página do jornal... e quase desmaia ao ver a data em que a mensagem misteriosa foi escrita: 30/06/2016, ou seja: 2000 ANOS ATRÁS!!!

A pessoa está perplexa!                      

Apesar do mundo dela (em 4016) ter cerca de 200 países; da página de notícias ter espaço para apenas 20 manchetes diferentes; ainda assim, a mensagem misteriosa cita apenas 8 países E TODOS APARECEM ENTRE AS 20 MANCHETES!!! COMO É QUE ALGUÉM PODE TER ADIVINHADO ISSO 2000 ANOS ANTES?

Bem, este é o tema do nosso novo estudo. Se você assistir ao noticiário internacional do dia, provavelmente irá deparar, nas manchetes, com alguns destes países: ISRAEL, EGITO, SÍRIA, IRAQUE, IRÃ, GRÉCIA, ITÁLIA e TURQUIA.

É claro que nos dias atuais, esses países são verdadeiras celebridades nos noticiários e apostar que eles continuarão aparecendo nas manchetes daqui a dois, três ou dez anos é apostar baseando-se no óbvio. Mas, e se essa aposta tiver sido feita há 2000 anos atrás?

Mais detalhes, clique aqui: ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (29.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 227 – A APOSTA DA PROFECIA NA ROLETA DO APOCALIPSE
  
Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

domingo, 14 de agosto de 2016

UM CABRA QUE CONTINUA MERECENDO UMA BOA TACA

A FALÁCIA do Bolsa Família - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Ainda sobre o tema FALÁCIAS, apresentamos agora uma espécie de continuação de um trabalho publicado há um bom tempo (número 138), intitulado “UM CABRA BOM DE TACA” – Se nunca o viu, é aconselhável que o veja primeiro antes deste atual estudo.

Agora imagine o seguinte debate:

CANDIDATO 1 - Se eleito, vou dar continuidade ao Bolsa Família. (...) o fato é que existem pessoas recebendo o benefício, que não tem o perfil para estarem no programa, pois possuem alguma renda superior. Vamos fazer uma faxina sobre isso, e dar uma chance para quem realmente precisa.

CANDIDATO 2 - Meu adversário disse que vai fazer uma faxina no Bolsa Família. Vocês o ouviram afirmando isso. Isso significa que ele vai fazer uma limpeza, ou seja, tirar todo mundo. Em outras palavras: vai acabar com o programa que tem beneficiado tantas famílias carentes.

Que FALÁCIA está explícita na fala do candidato 2?

A FALÁCIA DO ESPANTALHO

O candidato 1 claramente prometeu dar continuidade ao Bolsa Família (argumento X, principal), destacando que muita gente carente não tem chances porque quem não precisa, está ocupando a vaga de quem realmente precisa. E que vai dar um jeito nisso, fazendo a tal faxina (argumento Z, secundário). O candidato 2 resolveu enfatizar apenas a parte que fala da “faxina” (argumento Z), induzindo os eleitores a acreditarem que o candidato adversário vai acabar com o Bolsa Família (ou seja, transformou o argumento secundário no argumento principal).

Mas, na fala do distinto (e pilantra) candidato 2, temos a revelação de uma nova espécie de falácia, talvez a falácia mais mortal, capaz de arruinar, repentinamente, a carreira de qualquer político.

Este novo estudo contém duas divisões: a primeira é uma espécie de avaliação do que você já aprendeu. Usando exemplos políticos (ah, esses políticos brasileiros são uma fonte riquíssima de falácias), você será desafiado a dizer qual tipo de falácia está sendo usada no discurso apresentado.

A segunda divisão do estudo vai enfatizar a falácia mais usada nesses agitados tempos políticos em que estamos vivendo no Brasil. Na verdade, em todos os estudos sobre falácias que podemos encontrar por aí (especialmente na Internet), você provavelmente não verá nenhuma falácia intitulada “FALÁCIA DO BOLSA FAMÍLIA”.

Mas tenho dezenas de razões para provar que essa falácia existe e que tem sido utilizada exaustivamente nos últimos 13 anos na política brasileira. Mas como é que ela funciona mesmo?

Mais detalhes, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “226 - UM CABRA QUE CONTINUA MERECENDO UMA BOA TACA”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

domingo, 7 de agosto de 2016

PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – parte 6

Campo de Batalha: a Mente – sem medo de enfrentar o contraditório - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

O que você faria se, de repente, fosse confrontado com a seguinte acusação:

“Os cristãos são estúpidos e ilógicos. Portanto, o Cristianismo não pode ser verdadeiro.”
???!!!

Diante de tal acusação pouco adianta usar versículos bíblicos – o acusador iria ridicularizar qualquer citação bíblica feita pelo cristão. Como fazer agora?

William Lane Craig, um dos maiores apologetas cristãos da atualidade, deu o seguinte conselho:

“Algo fácil que podemos fazer é aprender a formular questões. Greg Kouhl recomenda fazermos duas perguntas aos descrentes:”

“1. O que você quer dizer com isso?”

“2. Que razões você tem para pensar isso?”

“É incrível como essas duas simples perguntas são capazes de embaralhar as pessoas! Por exemplo, pergunte ao descrente o que ele quer dizer quando diz que não acredita em Deus - ele é ateu ou agnóstico? (Prepare-se para explicar a diferença para ele!). O que quer que ele diga, pergunte-o, ‘Que razões você tem para pensar isso?’ Muitas pessoas sequer entendem o que querem dizer com suas afirmações, e provavelmente a maioria não tem boas razões para elas. Enquanto você estiver fazendo perguntas, você não está fazendo afirmação nenhuma, portanto não tem que provar nada. Deixe o ônus da prova com os descrentes.” (Fonte: http://www.reasonablefaith.org/portuguese/tantos-ateus-taeo-pouco-tempo).

Diante da acusação exposta anteriormente, uma resposta seria:

"Deixe-me ver se eu entendi: seu argumento é que

1. Cristãos são estúpidos e ilógicos.

2. Portanto, o Cristianismo não é verdadeiro.

Agora me explique como (2) se segue logicamente de (1)?"

Neste novo estudo mostramos mais uma vez a necessidade do cristão conhecer e fazer bom uso das Leis da Lógica, pois: se um argumento é falso, é fácil demais identificarmos como tal, usando somente as leis básicas da Lógica.

Precisamos acabar com a falsa idéia de que Fé Cristã e Lógica não se combinam. Esta é uma das principais razões de termos elaborado essa série de estudos intitulada “PROJETO JUDAS 22 – DETONANDO AS DÚVIDAS”. Pare de perder tempo e se prepare para o combate.

“... pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo;...”  (2 Coríntios 10.4,5)

Mais detalhes, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “225 – PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – Parte 5”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 28 de julho de 2016

PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – parte 5

Pequeno Curso sobre FALÁCIAS, com o professor Dr. Disgrota - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual
Dando prosseguimento ao assunto iniciado no capítulo anterior, este novo estudo, na verdade, é uma síntese bem humorada das falácias mais conhecidas. Dentre os muitos exemplos apresentados existem vários inspirados no momento atual (situação política do Brasil), pois é evidente que, em meio a tantos debates e discussões, as FALÁCIAS têm aparecido aqui e ali com uma freqüência incomum.

Exemplo 1 - A FALÁCIA DO ESPANTALHO

Descrição: Eu defendo a posição X; meu adversário não consegue contestar X; então transforma X em Z, um argumento que não tem nada a ver. Por fim, ataca o argumento Z, como se fosse o X.

Exemplo: Como é você tem coragem de defender o IMPEACHMENT (argumento X)? Não podemos abrir mão da DEMOCRACIA (argumento Z), pois isto custou muito caro aos brasileiros. Sem a DEMOCRACIA, voltaremos a ser uma ditadura.

A fraude intelectual: Observe que o contestador não apresenta argumentos para refutar o IMPEACHMENT defendido por mim. Ele me trata como alguém que é contrário à DEMOCRACIA. Assim, é logicamente mais fácil defender a importância da democracia do que apresentar razões que invalidem a tese do impeachment. Em resumo: Ao invés do autor do argumento refutar a posição defendida por uma pessoa, ele atribui uma OUTRA POSIÇÃO àquela pessoa (mais fácil de ser refutada) e então apresenta argumentos contrários a ela.

Exemplo 2 - A FALÁCIA DA MISERICÓDIA (AD MISERICORDIAM)

Descrição: Também conhecida como FALÁCIA DA PIEDADE. Acontece quando alguém apela para as virtudes ou estado emocional a fim de tentar provar um argumento.
Exemplos:
1 - “A Polícia Federal e a oposição deveriam deixar o ex-presidente Lula em paz. Nenhum presidente fez o que ele fez. Nenhum ajudou tanto os pobres.”
2 - Sarney tem história suficiente para que não seja tratado como uma pessoa comum”, disse Lula (em 2009), diante de uma série de denúncias envolvendo o (então) presidente do Senado José Sarney.
A fraude intelectual: Nenhuma boa ação pode apagar um crime. Se alguém comete algum crime tem que pagar por ele, não importando a quantidade de boas ações que praticou na vida. Será que Sarney tem “história suficiente” que lhe dê o direito de cometer crimes quando quiser? É claro que não!

Exemplo 3 - A FALÁCIA DA VERDADE OMITIDA

Descrição: O argumentador apresenta uma verdade, mas omite outra (que está relacionada à primeira). A omissão de parte da história pode levar a uma compreensão errada da história.
Exemplos: – Dilma lutou contra a DITADURA. Portanto, ela lutou em favor da DEMOCRACIA.
Contra-argumento: o argumentador apresenta uma dualidade clara (DITADURA versus DEMOCRACIA), mas omite dados importantes. Primeiro, mal intencionado, ele não específica o tipo de ditadura (pois existem várias: religiosas, militar, etc.).
E ISSO IMPORTA? O importante não é que ela lutou CONTRA a DITADURA? Não, tolinho. O “saliente” do argumentador omitiu um dado ainda mais importante, aliás, extremamente importante: DILMA LUTOU PELA IMPLANTAÇÃO DO REGIME COMUNISTA NO BRASIL. Assim, ela simplesmente queria substituir uma ditadura pela outra.
Portanto, ela NÃO lutou contra a ditadura, a favor da democracia. É verdade que ela lutou contra a DITADURA MILITAR. Porém, se ela e seus companheiros tivessem tido êxito, hoje, provavelmente, o Brasil seria COMUNISTA.
A fraude intelectual: Muitas vezes em seus discursos, o ex-presidente Lula declarou diante da multidão: “Enquanto vocês ainda não eram nem nascidos, essa brava mulher lutava pela nossa liberdade”.
 Para conhecer mais exemplos, veja nosso novo estudo. Acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “224 – PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – Parte 5”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 21 de julho de 2016

PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – parte 4


FALÁCIAS – Detonando os Argumentos FAJUTOS - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Enquanto escrevo este texto (09 de abril de 2016), a situação política do Brasil está cada vez mais tensa. Aumenta o número de delatores, e com isso, vêm à tona novas revelações sobre o mar de corrupção em que boa parte dos políticos brasileiros está mergulhada. Em Brasília, as sessões na Câmara dos Deputados entram até na madrugada, tentando acelerar o processo de impeachment da presidente Dilma.

Bem, um dos lados bons desse atual embate (ou combate) político brasileiro é que, vendo, lendo e ouvindo os argumentos dos grupos envolvidos, a gente tem ótimas aulas de como NÃO ARGUMENTAR.

Dá até nos nervos testemunhar as toneladas de falácias, argumentos fajutos e idiotices divulgadas diariamente, principalmente nas redes sociais. Uma das táticas mais adotadas é a do DESVIO DO FOCO, FUGA DO ASSUNTO PRINCIPAL, DESVIO DO TEMA CENTRAL, etc.

Em vez de enfrentar (e atacar) a tese do autor, o lado contrário prefere atacar o autor da tese. E pior: Todo tipo de boato é divulgado como se fosse fato, mesmo que contradigam frontalmente as leis elementares da Lógica (Lei da Identidade, Lei da Não-Contradição e Lei do 3º Excluído).

Tudo isso só evidencia a miséria intelectual que domina o Brasil, fruto de uma cultura que valoriza mais o rebolar do que o pensar.

Há muito tempo que eu sentia a necessidade de elaborar algum estudo a respeito das FALÁCIAS, ou seja, aqueles argumentos falsos (ou trapaças argumentativas) que, vez por outra, vemos em debates (em qualquer área: política, religiosa, etc).

Num conceito mais acadêmico, “na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente inconsistente, sem fundamento, inválido ou falho na capacidade de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso.” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Falacia).

A Lógica está sempre do lado da verdade. Quando aparenta não estar é porque foi manipulada, gerando uma falácia.

Infelizmente, a maioria dos cristãos (no Brasil) não está preparada para debater com os chamados incrédulos (pessoas não cristãs, ateus, céticos e agnósticos). A tática cristã mais comum é usar argumentos bíblicos para tentar convencer pessoas que nem acreditam na Bíblia.

Não me entendam mal. Como boa parte dos brasileiros diz ser cristã, e pressupondo que eles acreditam na Bíblia como a Palavra de Deus, eu posso tranqüilamente usar versículos bíblicos para provar (para eles) alguma tese. Porém, isto não funciona para quem duvida da Bíblia. Neste caso, eu terei dois trabalhos: 1º Demonstrar, com as evidências disponíveis, que a Bíblia é a Palavra de Deus; e 2º Apresentar o Plano de Deus (para essas pessoas) revelado na Bíblia.

De qualquer forma eu terei que fazer uso de argumentação lógica para provar minhas teses. E aí eu preciso estar preparado a fim de evitar as armadilhas dos falsos argumentos, que chamamos de falácias.

Mas por que um cristão deveria estudar Lógica? Por que a Lógica é importante na defesa da fé cristã?

Como disse certa vez o grande apologista cristão Norman Geisler:

“O meu professor de filosofia na faculdade bíblica na década de 1950 costumava dizer: ‘A próxima melhor coisa além de santidade é a lógica’. E a minha sugestão a eles [estudantes cristãos] é: estude lógica, aprenda como analisar argumentos, aprenda como analisar falácias. E, quando você aprender a fazer isto, você não temerá ateus e agnósticos porque há sempre alguma falha no argumento, e quanto melhor e mais astuto você for na lógica, mais rapidamente você conseguirá ver isto.”

Motivado pelo uso excessivo de falácias por aqueles que protestam contra o atual governo e muito mais pelos que o defendem; e encorajado ainda pelas palavras dos apologistas cristãos mais ativos da atualidade (Norman Geisler, William Lane Craig e Ravi Zacharias), resolvi elaborar um guia básico das falácias mais usadas em debates, e, ao mesmo tempo, mostrando como combatê-las.

Para conhecer os detalhes deste novo estudo, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “223 – PROJETO JUDAS 22 – Detonando as Dúvidas – Parte 4”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.
Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 14 de julho de 2016

NO PRINCÍPIO ERA A MATEMÁTICA – Parte 12

Deus, o Universo e as Espirais - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Quando comecei a investigar a Espiral de Ulam (NO PRINCÍPIO ERA A MATEMÁTICA – parte 11), passei a suspeitar que haveria uma forte conexão com o Código Gênesis, mas não imaginava como.

Imaginei que, talvez, os 7 valores de Gênesis 1.1 estivessem em algum alinhamento simétrico (uma cruz ou estrela por exemplo) na espiral infinita dos números naturais. Mas rapidamente percebi que minha hipótese não tinha fundamento.

Entretanto, quanto mais refletia no formato espiral do Universo, e na simetria dos números primos na espiral numérica, mais me convencia de que o Código Gênesis deveria estar conectado a essa espiral de forma clara e espetacular.

Em outras palavras, se o Código Gênesis fosse mesmo verdadeiro e não simplesmente uma série incrível de coincidências, haveria uma prova disso na espiral numérica, de uma forma clara o suficiente para ser entendida por todos e tão impressionante capaz de fazer refletir o mais exigente dos céticos.

Como revelado e demonstrado no estudo anterior (O CÓDIGO GÊNESIS – parte 37), a espiral pode também ser visualizada como uma série de círculos, e todos contendo uma quantidade fixa de números (todas múltiplas de 8, com exceção do 1º círculo, ocupado pelo número 1).

Cada número ocupa uma posição eterna na espiral numérica. Ou seja, se o número 2701 está no 27º círculo, ele nunca sairá de lá. É sua morada eterna, para sempre. Deixando claro que essa espiral numérica não é uma invenção humana, mas sim uma descoberta.

Por isso não deixa de ser impressionante que os 7 valores de Gênesis 1.1, que estão super relacionados com os números 37 e 73, ocupem justamente os círculos cuja soma seja exatamente 73! E não há nisso manipulação nenhuma.

Neste novo estudo, mergulhamos ainda mais na conexão entre o Código Gênesis e a espiral numérica. Uma das surpresas é que o valor exato da velocidade da luz (299.792.458), em metros por segundos, que tem, como um dos seus fatores, o número 73 (um dos fatores-chave do Código Gênesis), ocupa uma posição bem interessante na espiral numérica.

Isto é: o estarrecedor é que a posição na espiral dos números coloca o valor da velocidade da luz num círculo que tem como múltiplo exato – adivinhem quem! – o número 37! Ou você acha que é apenas uma coincidência não-significativa?

Para conhecer os detalhes do novo estudo sobre o Código Gênesis, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “222 – NO PRINCÍPIO ERA A MATEMÁTICA – Parte 12 – Deus, o Universo e as Espirais”.

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Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

quinta-feira, 7 de julho de 2016

O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 37

Muito além do que a mente humana poderia arquitetar - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Aleluia!!! Chegamos ao capítulo 37!

Nunca passou pela minha mente que alcançaria este ponto desta série de estudos sobre o Código Gênesis. Quem acompanha o Arquivo7 há um bom tempo deve ter percebido que o capítulo 21 do “Código Gênesis” parecia ter concluído tudo que a gente sabia e tinha que divulgar sobre essa misteriosa matemática bíblica. Aí se passou algum tempo e aqui e ali surgia mais um capítulo sobre o tema. Até que, a partir de novembro passado (2015), logo após publicar o estudo “COMO DEUS AUTENTICOU O GÊNESIS”, meus olhos foram abertos para detalhes que nunca havia percebido e que comprovavam ainda mais a tese que eu defendia há muitos anos.

Não sei explicar como, mas nos últimos três meses percebi coisas (simetrias e padrões) na matemática do Gênesis (e de outras partes da Bíblia) mais significativas do que as descobertas que fiz nos últimos 10 anos. Deixando claro que, parte de minhas pesquisas são inspiradas nas investigações de alguns matemáticos cristãos estrangeiros (com menção especial para o Dr. Vernon Jenkins, da Grã-Bretanha). Entretanto, outra parte destas pesquisas são observações minhas, exaustivas investigações e descobertas pessoais.

Recentemente (2ª semana de março de 2016), enquanto meditava na quantidade de estudos sobre o “Código Gênesis” alcançada até aqui (36), fiquei pensando na possibilidade de organizar o próximo capítulo não apresentando um exemplo inédito, mas apenas elencar as coincidências mais incríveis conectando os números 37 e 73 às primeiras 7 palavras da Bíblia.

Eu poderia citar uma lista com 37 itens (curiosidades matemáticas) sobre os números 37 e 73 (para celebrar o 37º capítulo da nossa “saga” bíblico-matemática).

Mas, enquanto meus pensamentos navegavam no mar dos números, detiveram-se por um momento na ESPIRAL NUMÉRICA (estudada recentemente). Aí, num lampejo inimaginável, uma ideia surgiu em minha mente, precedida pelas palavras: “E SE...”

E se a posição dos 7 valores de Gênesis 1.1 na espiral dos números também for significativa? Aí refleti com muito cuidado. Eu não posso forçar ou manipular nada. A posição dos tais valores na espiral numérica tem que ser algo natural e imutável. Para sempre. Eternamente. Mas como classificar essa posição? Aí percebi outra coisa: A partir do 1 (centro), a espiral vai se alargando em círculos, deixando clara uma ordem (1º círculo, 2º círculo, 3º círculo, etc.).

Quando calculei o número de todos os círculos onde apareciam os 7 valores de Gênesis 1.1, fiquei estarrecido. Refiz os cálculos várias vezes, mas não havia como contestar os fatos que se apresentavam. Diante de tal descoberta fiquei me perguntando a razão de tudo isso. Ou seja, se toda essa história de Código Gênesis fosse apenas uma grande coincidência, por que mais fatos continuavam a aparecer? E por que eu estava percebendo isso num espaço cada vez mais curto?

Ainda chocado com a recente descoberta, enquanto eu organizava tudo para incluir no novo estudo, fui surpreendido por mais um pensamento: Como as 7 palavras de Gênesis 1.1 estão divididas claramente em duas partes (NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS + E A TERRA), ou seja, em 5 e 2 palavras, que correspondem, respectivamente, aos valores 1998 e 703, será que tais valores estariam também numa posição significativa dentro da espiral dos números?

Quando fui testar a hipótese quase cai da cadeira.

Para conhecer os detalhes do novo estudo sobre o Código Gênesis, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 27.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “221 – O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 37 – Muito além do que a mente humana poderia arquitetar”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

terça-feira, 28 de junho de 2016

O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 36

Mais surpresas no Castelo dos Triangulares - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Em relação ao Código Gênesis tenho pesquisado, exaustivamente, na Internet, duas coisas: 1 – Mais fatos sobre esse Código; 2 – Possíveis refutações.

Na língua portuguesa não encontrei nenhum site/blog a respeito - portanto, até prova em contrário, o Arquivo7 é a única página da Internet em língua portuguesa que investiga e divulga a conexão entre Teologia e Matemática.

Por outro lado, na língua inglesa, uma das melhores páginas sobre o assunto é intitulada “THE OTHER BIBLE CODE”, elaborada por um matemático cristão, Vernon Jenkins – um dos endereços é este: THE OTHER BIBLE CODE

Em relação às minhas buscas constantes, tenho tido mais sorte sobre o item 1 (mais fatos) do que sobre o item 2 (refutações). Em relação a este segundo ponto, temos algumas possibilidades:

1 – Ou o assunto abordado no Código Gênesis é desconhecido para a maioria dos céticos e ateus espalhados por este planeta;

2 – Ou eles consideram este tema tão inútil que não se dão ao trabalho de tentar refutá-lo;

3 – Ou eles não sabem como refutá-lo.

Analisando essas possibilidades:

1 – O assunto abordado no Código Gênesis é desconhecido para a maioria dos céticos e ateus espalhados por este planeta - A minha página pode não ser muito conhecida por aí (a média é de 100 acessos diários – muitos insignificantes quando comparada a blogs de notícias ou fofocas, com milhares de acessos por dia); mas existem outros blogs/sites (internacionais) sobre o tema. A página do professor Jenkins é muito rica em informações – não sei a quantidade de acessos diários, mas presumo que não deve ser pequena.

Ainda assim, pesquisando em páginas ateístas internacionais, pouquíssimas vezes encontrei alguma menção ao trabalho de Jenkins – e as tentativas de refutação são infantis (com isso não estou tentando atacar a refutação deles usando o argumento fajuto de xingar ou menosprezar a idéia, mas estou simplesmente dizendo que as poucas tentativas de refutação que já encontrei por aí são muito fracas e só fortalecem a idéia contrária).

Por exemplo: nos tempos do saudoso Orkut, uma pessoa que se dignou a tentar refutar o Código Gênesis (divulgado por mim) simplesmente usou o seguinte argumento: “A Bíblia condena a numerologia”. Detalhe: e o cara se dizia ateu.

A Bíblia não condena a Numerologia (o estudo dos números), ela condena o ocultismo em suas variadas formas – e o estudo dos números não tem nada com ocultismo. Sim, sei que muitos ocultistas usam os números de forma mística, mas os números não têm culpa disso, da mesma forma que os astros não podem ser menosprezados porque os astrólogos fazem mau uso deles. E chega a ser engraçado – além de muito irônico – o fato de um ateu usar a Bíblia para defender um pensamento seu.

terça-feira, 21 de junho de 2016

A MEDIDA PERFEITA – Parte 14

A Incrível conexão entre o Código Gênesis, a Razão Áurea e o Castelo dos Números Triangulares - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Quando ministro alguma palestra a respeito de Matemática Bíblica raramente alguém retruca ou faz alguma crítica. Uma das razões é porque as pessoas têm uma antipatia terrível contra a Matemática e procuram não saber muitas coisas a respeito dessa ciência.

Mas a verdade é que fatos matemáticos não podem ser refutados. Alguém pode se sentir à vontade para criticar alguma doutrina teológica, mas é obrigado a silenciar diante de uma afirmação matemática.

Entretanto, as teses divulgadas no Arquivo7 envolvem Teologia e Matemática. Refutar os fatos matemáticos é impossível, mas a interpretação que damos a eles não possui a mesma “imunidade”.

Exemplo: É fácil provar que a razão entre a altura e largura da Arca de Noé é a mesma entre a altura e largura do Altar do Holocausto, da Arca da Aliança e dos valores dos Nomes JESUS e CRISTO, em grego. Todos as medidas convergem para 1,666666... – isso não pode ser refutado.

Porém, minha afirmação de que o número 1 representa Deus, 6 simboliza o homem e a vírgula entre 1 e 6 significa a separação entre o Deus e o homem por causa do pecado, pode ser questionada e até refutada, pois são interpretações.

Mas, mesmo as interpretações podem ser irrefutáveis se estiverem apoiadas em argumentos verdadeiros.

Alguém pode alegar que os exemplos apresentados no capítulo 1º desta série não são suficientes para se provar alguma coisa. Mas aí temos os exemplos do capítulo 2, depois, no capítulo 3. Aí vem os capítulos 4, 5, 6, etc. e as evidências vão se acumulando, acumulando, acumulando, de tal forma que torna-se praticamente impossível contestar a tese apresentada.

Este é o 14º capítulo sobre a Razão Áurea e sua conexão com a Bíblia. Será que eu inventei tudo isso? Será que manipulei os números, forcei os cálculos?

Como sempre, convido você a conhecer os fatos e desafio-o a refutá-los, o que (permita-me que o avise de antemão) será uma tarefa impossível.

Para conhecer os detalhes do novo estudo, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 26.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “219 – A MEDIDA PERFEITA – Parte 14 - A Incrível conexão entre o Código Gênesis, a Razão Áurea e o Castelo dos Números Triangulares”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

terça-feira, 14 de junho de 2016

O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 35

Sete espetaculares conexões entre Gênesis 1 e João 1 - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Vou tentar explicar essas sete conexões aqui – e em poucas palavras – mas como envolve matemática e a necessidade de algumas figuras geométricas, você entenderá pouca coisa e será necessário que acesse o arquivo com o estudo (em ppt ou pdf).,

1 – “NO PRINCIPIO...” – Os dois únicos livros da Bíblia que começam com a expressão “NO PRINCÍPIO”.

“No princípio criou Deus os céus e a terra.” “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (Gênesis 1.1; João 1.1).

2 – SEIS VEZES “LUZ” – A palavra “luz” aparece 6 vezes em Gênesis 1 e 6 vezes em João 1 – parece bem clara a intenção do Autor Divino em querer chamar a atenção para a conexão entre esses dois capítulos;

3 – SETE DIAS – Gênesis abre mostrando a Criação do mundo envolvendo 7 dias; e João inicia o seu Evangelho apresentando uma série de eventos em 7 dias.

4 – O TRAPÉZIO E O TRIÂNGULO – O valor numérico de Gênesis 1.1 é um número triangular; o valor numérico de João 1.1 forma um trapézio – e não um trapézio qualquer, mas um que se encaixa perfeitamente com o triangular de Gênesis 1.1 – você precisa ver as imagens geométricas para se impressionar;

5 – OUTRA CONEXÃO MATEMÁTICA - 3 vezes o valor da 1.ª palavra de Gênesis 1.1 + 3 vezes o valor da última é exatamente igual ao valor de João 1.1;

6 – DUAS CONSTANTES MATEMÁTICAS UNIVERSAIS – Uma mesma fórmula matemática usada em Gênesis e João faz aparecer duas das mais famosas constantes matemáticas universais;

7 – E MAIS UMA CONEXÃO MATEMÁTICA ESPETACULAR – A soma de todos os números do conjunto dos números naturais, que ficam entre o valor da primeira e última palavra de Gênesis 1.1 (incluindo essas duas) é exatamente igual ao valor de João 1.1 repetido 103 vezes. Você precisa conhecer os detalhes e calcular por si mesmo para saber que é mesmo verdade.

À luz das probabilidades matemáticas, as chances desses 7 itens terem acontecido por mero acaso são as mais ínfimas possíveis. Da mesma forma são as chances de alguém ter elaborado tudo isso sem a intervenção de uma Mente muito superior. Mas desafio você a examinar as evidências e pronunciar o veredicto.

Para conhecer os detalhes do novo estudo, acesse este link ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 26.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: “218 – O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 35 - Sete espetaculares conexões entre Gênesis 1 e João 1”.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com