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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

TORCENDO PELO BANDIDO

A Marca da Geração Final - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual

Muitas pesquisas comprovam que os heróis e super heróis da ficção (cinema, tv e quadrinhos) continuam a exercer uma forte (e positiva) influência sobre as crianças. Mesmo que o mundo esteja cada vez pior (moralmente falando), ainda podemos encontrar traços de boas virtudes nos fictícios heróis que estão sempre a lutar em prol do triunfo da justiça.

O Superman, por exemplo, é um exemplo de bom cidadão, respeitador das leis, honesto, generoso, sempre pronto a defender os mais fracos e injustiçados, etc. O genro que todo pai de bom caráter gostaria de ter.

Mesmo sem superpoderes, os outros heróis (tipo o Zorro) também possuem caráter íntegro e exemplar. Como não ver nisso exemplos positivos de influência sobre as nossas crianças? De maneira geral, as crianças querem imitar os heróis (mocinhos) e nunca os vilões.

Mas as coisas têm mudado.

Uma olhada, ainda que superficial, sobre o comportamento da juventude hoje em dia, é capaz de notar uma tendência alarmante: eles não somente querem que seus heróis sejam mais violentos (isto é, que matem, espanquem seus inimigos – e, se possível, até arranquem a cabeça deles), mas também têm demonstrado uma simpatia anormal pelos vilões, a ponto de desejar que o bandido vença o mocinho.

Ou seja, estamos vivendo na geração em que é natural torcer pelo bandido e não pelo mocinho. Alguns até dizem que mocinho não existe – como se fosse normal todo mundo ser bandido!

Nos folhetins novelescos, muitas vezes, a mocinha (ou mocinho) é uma mistura de bom e mau caráter. Os autores gostam de dizer que todo mundo tem dentro de si as duas coisas (bem e mal, positivo e negativo). Assim, eles querem justificar a falta de limites entre os heróis e os vilões, dando a entender que todo mundo é um pouco de cada.

Mas a Bíblia nos ensina que tem que haver um limite, uma separação, um divisor de águas. Isto é:

Batman é Batman e Coringa é Coringa;
Superman é Superman e Lex Luthor é Lex Luthor;
Homem Aranha é Homem Aranha e Duende Verde é Duende Verde.

Falando claro: O bem está de um lado do campo de batalha e o mal do outro. Essa história de mistura, de Yin Yang, é antibíblica. É comum vemos nas histórias de hoje o bandido sendo bonzinho e o herói sendo perverso, provocando uma simpatia pelo vilão e rejeição pelo mocinho. Isso é uma inversão de valores!

E não ajuda em nada alguns cristãos ensinarem que o Homem Aranha é um adorador do diabo pelo simples fato de, ao disparar a teia, fazer o sinal da “mão chifrada”. Ou de pregarem que o Superman é um tipo do Anticristo, e que o “S” em seu peito é o “S” de satanás.

A coisa não é por aí não, meus senhores!

Bem, o alvo do nosso novo estudo é buscar uma explicação (bíblica) do porque está cada vez mais comum se torcer pela vitória do bandido e não do mocinho. E por que o artista tem mais chances de receber uma premiação quando interpreta um vilão do que quando interpreta um mocinho.

Para conhecer os detalhes, acesse este link (http://sdrv.ms/ZHobAh) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 24.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 199 – TORCENDO PELO BANDIDO – A Marca da Geração Final.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

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