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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

CERTEZA DA “GOTA SERENA” – Parte 3

A Prova da Intersecção - Um novo capítulo da nossa Enciclopédia virtual

Os cristãos, mais do que qualquer outro grupo religioso, têm a obrigação moral de valorizarem a verdade, pois seguem (ou afirmam seguir) um Líder que afirmou: “EU SOU A VERDADE”, algo que nenhum outro homem na História se atreveu a declarar.

Em outras palavras, o cristão deve evitar, ao máximo, compactuar com a mentira, e deve fazer da verdade sua filosofia de vida. Isso significa não somente procurar sempre falar a verdade, mas ter a máxima certeza, a plena certeza sobre qualquer coisa que compartilha.

Especialmente em nosso mundo atual, quando a tecnologia da comunicação viaja na velocidade da luz, precisamos ter certeza plena das informações que repassamos diariamente. É claro que não é possível evitarmos propagar histórias que são apenas boatos e não fatos. Mas podemos e devemos fazer o possível para evitarmos esse tipo de história.

Quando falo de “certeza plena”, não estou sendo redundante. É possível termos certeza “razoável” sobre algumas coisas. É quando uma história “parece” ser verdadeira, “tem tudo” para ser verdadeira, porém, não temos provas para sustenta-la. Agora certeza plena ou plena certeza é quando repassamos algo baseado em evidências claras e incontestáveis.

Quando um nordestino (quem mora na região Nordeste do Brasil) quer enfatizar sua certeza plena sobre alguma coisa, usa uma expressão regional: “gota serena” (uma referência a um tipo de doença que provoca uma dor terrível). Por isso, dizer “quero cegar da gota serena se isso não for verdade”, expressa uma certeza absoluta sobre a história que está sendo repassada – o cara tem tanta certeza de que tá falando a verdade que aposta os próprios olhos. É nesse sentido que usamos tal expressão nesta série de estudos.

Hoje, abordaremos um tipo de prova que nos permite filtrar a verdade em meio a tantas versões (muitas vezes conflitantes) das testemunhas.

Exemplo:

1 – Joãozinho comeu a goiaba que estava na geladeira.

2 – Três pessoas comeram a goiaba que estava na geladeira;

3 – Foi Zezinho quem comeu a goiaba que estava na geladeira;

4 – As crianças comeram a goiaba que deixei na geladeira.

5 – Vi a Esterzinha abrindo a geladeira. Logo depois notei que a goiaba havia desaparecido;


6 – Com certeza não fui eu que pegou a goiaba que estava na geladeira.

Com toda certeza nem todo mundo está falando a verdade aqui. Mas, com base nas 6 falas, é possível termos uma ideia clara (ou uma certeza plena) do que pode ser verdadeiro? Existe algo em comum nas 6 falas. A esse elo comum chamamos de INTERSECÇÃO, um conceito matemático.

Ou seja, entre vários conjuntos de dados, a INTERSECÇÃO se encontra nos dados que são comuns a todos os conjuntos apresentados. No exemplo acima, a INTERSECÇÃO se encontra na seguinte afirmação:

“HAVIA PELO MENOS UMA GOIABA NA GELADEIRA”

Com esse método é possível filtrarmos a verdade em meio a uma multidão de versões. Neste novo estudo usaremos a PROVA DA INTERSECÇÃO na análise da história do Dilúvio, entre outros fatos bíblicos.

Mais detalhes, clique aqui: ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7 - CALCULANDO A VERDADE e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 30.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é: 237 – CERTEZA DA “GOTA SERENA” – Parte 3.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.


Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

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