O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

Adquira esta obra por meio das seguintes opções:

1 - LIVRO DIGITAL - Leia através do aplicativo Kindle em seu celular, tablet, Kindle e computador. Clique neste link: 

https://amzn.to/3gwP0sA

2 - LIVRO FÍSICO (isto é, impresso) - Adquira a partir deste link:

https://loja.uiclap.com/titulo/ua9006/

terça-feira, 28 de julho de 2020

A SURPREENDENTE OBRA DO DR. VERNON JENKINS SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA


“É uma consequência lógica do pensamento darwiniano que o homem não está sozinho no universo; que outras civilizações existem e florescem por aí; que entre estes deve haver algum superior ao nosso, capaz e disposto a nos instruir na arte ilusória da coexistência pacífica. Com a abertura do novo milênio, encontramos muitos olhos voltados para o céu, antecipando algum sinal não aleatório emanando das profundezas do espaço que confirmaria a existência de tais seres. Assumindo o cumprimento dessas expectativas, é altamente provável que a comunicação regular se siga e, no devido tempo, o contato direto.”

“Nos estágios iniciais desse cenário, espera-se que absolutos matemáticos - particularmente aqueles associados a número e forma - assumam papéis fundamentais. Por exemplo, a transmissão repetida de uma sequência compreendendo os primeiros mil ou mais números cúbicos tem grande probabilidade de captar o interesse e a atenção de qualquer receptor inteligente - alcançando assim o objetivo imediato de anunciar a presença galáctica de seu autor.”

“No entanto, na ânsia de buscar ligações extraterrestres e encontrar a salvação entre as estrelas, a elite científica e intelectual do mundo parece ter ignorado uma mensagem semelhante mais próxima de casa - expressa em termos igualmente persuasivos. Nas páginas seguintes, propõe-se identificar e corrigir essa supervisão chamando a atenção para alguns fenômenos reais e notáveis ​​e suas implicações de longo alcance. Eles estão associados, em particular, às palavras hebraicas iniciais da Bíblia, à forma grega do nome Jesus Cristo (entendida pelos cristãos como o Criador) e ao enigma de Apocalipse 13:18.”

Todos os parágrafos acima foram traduzidos diretamente da apresentação que dá abertura a este site (http://www.otherbiblecode.com/), a página mais interessante sobre Matemática Bíblica que você vai encontrar na internet. Ela é mantida pelo Dr. Vernon Jenkins, matemático e cristão britânico, que, durante 40 anos, tem estudado profundamente os padrões matemáticos que podem ser encontrados nos textos originais da Bíblia, especialmente em Gênesis, principalmente no capítulo primeiro.

É impossível deixar de se impressionar, mesmo com uma leitura superficial, dos artigos do Dr. Jenkins. Na página dele você não vai encontrar suposições e interpretações numerológicas (ou cabalísticas) da Bíblia, mas a constatação de que existe uma matemática pura e padrões complexos (além de belos) por trás do texto hebraico e grego da Bíblia. Você pode até não concordar com as conclusões dele (de que Deus autenticou a Bíblia como a Sua Palavra, usando a matemática), entretanto, é impossível contestar as suas descobertas.

O site mencionado anteriormente é o mais antigo (não sendo mais atualizado), porém, dentro dele há o endereço do site mais recente (http://www.whatabeginning.com/), onde, de tempos em tempos, o Dr. Jenkins publica algo novo. Essa nova página contém um texto de apresentação bem parecido com o da página anterior, mas com alguns acréscimos.

Dentro dessa nova página existe uma que funciona como uma introdução básica para quem está tendo contato com essa matemática bíblica pela primeira vez (http://www.whatabeginning.com/Misc/Wonders/P.htm), e o artigo intitula-se, muito apropriadamente, de “O PRINCÍPIO DAS MARAVILHAS”. A seguir, transcreveremos o texto, na íntegra, somente para que os leitores tenham uma pálida ideia dos fenômenos matemáticos ocultos na Bíblia. Caso queiram se aprofundar, a obra do Dr. Jenkins está totalmente disponível nas referidas páginas.

Observação 1: o texto foi traduzido automaticamente pelo Google (eventuais traduções, que poderiam distorcer ou estorvar o sentido de alguma palavra ou frase, foram corrigidas por mim, tendo como base outros textos do autor).

Observação 2: O asterisco entre colchetes [*] foi acrescentado por mim em todos os pontos do texto onde, no original, há uma referência, contendo um link diretamente para um outro texto onde o assunto em pauta é aprofundado com mais detalhes, incluindo tabelas e imagens. É importante que o leitor veja depois o texto diretamente da página do autor, para ter acesso aos detalhes e evidências que explicam melhor a tese defendida.

Observação 3: Todos os textos entre colchetes foram acrescentados por mim apenas para esclarecer melhor o que a frase afirma. E negritei algumas frases para enfatizar ou tornar a coisa mais clara.

O Princípio das Maravilhas

Resumo. Com base nos fatos evidentes apresentados aqui, o primeiro versículo das Escrituras Hebraicas - já apresentando as palavras mais lidas de todos os tempos - deve ser considerado como a combinação mais notável de palavras já escrita, e um milagre permanente.”

Introdução. Hoje, poucas pessoas percebem que o que geralmente é conhecido como 'A Bíblia' representa, potencialmente, cerca de 50% das informações contidas entre suas capas. Deixe-me explicar: os documentos originais em hebraico, aramaico e grego, dos quais derivam todas as traduções da Bíblia, também podem ser lidos como conjuntos de números. Essa situação intrigante ocorre porque, há muito tempo, esses povos antigos adotaram a prática de usar as letras de seus alfabetos como numerais. Consequentemente, cada letra foi associada a um valor fixo e a uma sequência de letras com a soma de seus respectivos valores. Consequentemente, equipados com o esquema relevante de numeração, toda palavra hebraica ou aramaica do Antigo Testamento e toda palavra grega do Novo Testamento podem ser prontamente traduzidas para um número inteiro [*]. Mas é apropriado perguntarmos se os números obtidos dessa maneira podem, em qualquer sentido, ser considerados significativos. Sugiro que, em circunstâncias normais, tenderíamos a concluir que esses derivados são aderências sem sentido ao texto. Mas aqui está um livro que afirma ter uma inspiração divina! As coisas não podem ser diferentes neste caso? Os números não podem representar informações que complementam o texto bíblico? Esse texto em particular não pode ser auto-autenticado? Como poderíamos ter certeza? Claramente, é necessário um teste simples para resolver o problema.”

O teste. É razoável que comecemos pelo princípio considerando os números que surgem da leitura das 7 palavras hebraicas do primeiro versículo da Bíblia, Gênesis 1: 1 - uma afirmação fundamental e estrategicamente colocada. Em ordem de palavras, são 913, 203, 86, 401, 395, 407 e 296, respectivamente; sua soma - o número a ser associado ao verso completo - é 2701 ou 37x73. [*] Agora observe:”

1 – Os fatores reflexivos dessa soma - ambos os números primos - chamam a atenção imediatamente [37 é o reflexivo de 73];

2 – Esses fatores estão mais relacionados geometricamente [*]. [Tanto o 37 como o 73 pertencem à categoria dos NÚMEROS ESTRELARES HEXAGONAIS – e o 37 pode ser visualizado claramente no CENTRO do 73];

3 – Seu produto, 2701 (representando Gênesis 1: 1), assume a forma de um grande número triangular com um contorno cúbico compreendendo 216 ou 6x6x6, contadores [*]. [Gênesis 1.1 contém no original 7 palavras e 28 letras. A quantidade de letras é o TRIANGULAR da quantidade de palavras e, como se não bastasse, ATÉ O VALOR TOTAL DA FRASE, 2701, É UM NÚMERO TRIANGULAR!];

4 – A soma dos números que representam as palavras 6 e 7 (traduzida 'e a terra') é 703 ou 19x37; esses fatores - novamente, ambos os números primos - estão relacionados geometricamente da mesma maneira que são 37 e 73 [*]. [Assim como o 37 está no CENTRO do 73, o 19 também está no CENTRO do 37];

5 – O produto deles [19 x 37], 703, não é apenas um número triangular, mas especificamente aquele que está intimamente coordenado com o 2701 [*]. [É incrível como, num triângulo formado por 2701 pedrinhas, podemos encontrar, BEM NO CENTRO, um triângulo com 703 pedrinhas!];

6 – O mesmo par de números aparece em um trapézio cujas simetrias revelam outras divisões do versículo [*]. [Só vendo o link original pra entender esta parte]

7 – Como cada um dos fatores de 2701 é um número de 'estrela' (ou hexagrama), Gênesis 1: 1 pode ser ainda representado como uma 'estrela de estrelas' [*]. [outra parte superinteressante que não dá pra explicar aqui, por questão de espaço];

8 – Com base nas observações anteriores, é claro que 37 assume um papel dominante na estrutura numérica de Gênesis 1: 1; no entanto, também resulta que 37 é único como um número em si mesmo [*]. [o autor prova que o número 37 pertence a três categorias geométricas];

9 – Apropriadamente, cada componente do Nome do Criador é considerado um múltiplo de 37 - na verdade, um múltiplo de 8x37, ou 296, valor da sétima palavra do primeiro versículo da Bíblia [*]. [Não somente o nome JESUS, em grego, tem um valor múltiplo de 37, como também a palavra CRISTO – uma coincidência absurda, caso tenha sido apenas obra do acaso];

10 – Uma visão em mosaico de Gênesis 1: 1 [*]. [No original o autor mostra algumas imagens espetaculares, integrando a geometria revelada em Gênesis 1.1];

11 – Os recursos adicionais de uma forma aumentada do primeiro verso [*]. [Ao acrescentar mais uma palavra às 7 de Gênesis 1.1, o autor descobre mais simetrias intrigantes – a 8ª palavra da Bíblia é a primeira do versículo 2];

12 – Uma singularidade numero-geométrica significativa leva à compreensão de que os números subjacentes às 8 palavras hebraicas iniciais estão relacionados parametricamente [*]. [O autor descobre e revela vários padrões matemáticos claramente integrados às 8 primeiras palavras da Bíblia];

13 – O mapeamento das características salientes de um artefato moderno abundante nessas 8 palavras [*]. [O auto descobre uma série de coincidências entre as medidas do famoso papel A4 e os valores relacionados a Gênesis 1.1];

14 – A derivação da constante fundamental “pi” [o famoso número Pi ou 3,1415...] (correta para 5 algarismos significativos) das letras e palavras de Gênesis 1:1 [*]. [O autor revela uma fórmula que revela os cinco primeiros dígitos do número Pi nas simetrias de Gênesis 1.1 – que se torna ainda mais impressionante quando consideramos o próximo tópico];

15 – A derivação da constante fundamental “e” [a famosa constante 2,718..., chamada também de número de Euler] (correto para 5 algarismos significativos) das letras e palavras de João 1: 1 (um versículo do Novo Testamento intimamente relacionado a Gênesis 1: 1), aplicando um procedimento idêntico [*]. [Isto é, a mesma fórmula usada com os elementos numéricos de Gênesis 1.1, que levou ao número Pi, quando aplicada a João 1.1, revela os primeiros 5 algarismos do número de Euler – e João 1.1 possui uma conexão temática bem direta com Gênesis 1.1];

16 – Uma simples excursão em 3D serve para revelar maior coesão geométrica entre as palavras hebraicas iniciais da Bíblia [*]. [Aqui o autor analisa figuras geométricas em 3 dimensões e encontra paralelos numéricos com Gênesis 1.1].

Observações finais. Essas evidências de um design profundo nas palavras de abertura da Bíblia lançam uma luz completamente nova sobre o verdadeiro status das Escrituras judaico-cristãs, pois quem é capaz de dar existência a uma frase significativa, recheada com essa variedade de estruturas numéricas significativas?

Isso pode ser um sinal para nossa geração? Se sim, como deve ser interpretado?

[Aqui o autor finaliza seu texto – os dois parágrafos finais traduzido automaticamente pelo Google ficaram um pouco confuso, aí tomei a liberdade de cortar algumas palavras e sintetizar o parágrafo].

Diante de todos esses fatos, apresentados pelo Dr. Jenkins, fica bem clara a impossibilidade de qualquer ser humano (mesmo sendo um gênio matemático) ter inventado esses padrões. Ah, e aqui mostramos apenas o básico dessa investigação. Se a estas acrescentarmos o restante do conteúdo descoberto pelo Dr. Jenkins, não há nada que os céticos possam fazer para contestar.

Se Deus existe e é o Autor da Bíblia, só Ele pode ter elaborado essas coisas. A obrigação de provar o contrário fica com os céticos e ateus de plantão.

“Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com pesos e os outeiros em balanças? (...) Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, não se cansa nem se fatiga? E inescrutável o seu entendimento.”
(Isaias 40.12,28)

      Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário