O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

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sábado, 28 de novembro de 2020

QUANDO UM CÉTICO É INCOERENTE E PRECONCEITUOSO...

 

Todo cético é, por natureza, desconfiado. De certa forma, todos devemos ser céticos em relação a alguma coisa. Neste artigo usaremos a palavra “cético” no sentido mais clássico, isto é, de alguém que se opõe à fé cristã (não necessariamente um ateu, porque, embora todo ateu seja cético, nem todo cético é ateu). 

Até um cristão deve ser cético em relação a algumas coisas. Como disse um pensador cristão: "Não é pecado duvidar de algumas coisas, mas acreditar em tudo pode ser fatal." (A. W. Tozer). Alguém disse algo parecido: “Não devemos duvidar de tudo; mas acreditar em qualquer coisa pode ser fatal”. 

Quando alguém diz que “duvida de tudo” ou que “não acredita em nada”, está mentindo, pois sua declaração é autocontraditória. Em outras palavras: é impossível alguém duvidar de tudo. É como disse um filósofo: “Aquele que afirma ser cético em relação a um conjunto específico de crenças é, na verdade, um verdadeiro crente em outro conjunto de crenças.” (Philllp E. Johnson) 

Um cético coerente aplica seu “detector de mentiras” a qualquer conjunto de crenças (inclusive às suas!), pois como disse alguém “quem não investiga as próprias crenças não merece confiança”. Em outras palavras: um cético coerente aplica o mesmo método de investigação a qualquer crença, sem distinção. Entretanto, um cético incoerente age de outra forma, como no exemplo abaixo: 

Um cristão conversando com um cético: 

Cristão - Temos aqui 7 coincidências envolvendo esta profecia. O que você acha delas? 

Cético - Ora, coincidências acontecem... 

Cristão - Mas não temos duas ou três, temos sete... 

Cético - Continuo a afirmar que coincidências acontecem... 

Cristão - Mas um número tão grande não merece uma investigação? 

Cético - Perca de tempo, meu amigo. Reafirmo: coincidências acontecem... o tempo todo. 

- Cristão E se eu te apresentar 7 coincidências que sugerem que tua mulher está te traindo? Vai relevar? Ou vai investigar pra tirar a dúvida? 

Cético - ???!!! 

Esse curto diálogo (que certamente é muito comum nos debates entre céticos e cristãos) toca bem na ferida. Pra entender melhor, vamos examinar os detalhes, com mais profundidade. 

Imagine duas situações distintas: 

Cenário 1: Vandervil é cético, professor universitário, e casado. Recentemente, começou a desconfiar de sua mulher, acha que ela o está traindo. Para dirimir qualquer dúvida, que está atrapalhando seu sono, contratou um detetive. Alguns dias depois, o investigador apresentou 7 evidências (importante! Ao contrário do senso popular, evidência não é o mesmo que prova, embora estejam intimamente relacionadas). 

Bem, diante das evidências, Vandervil tinha duas hipóteses a considerar: 

Hipótese 1: As 7 evidências significam alguma coisa, merecem ser ouvidas, isto é, examinadas. 

Hipótese 2: São apenas coincidências, não querem dizer nada. Coincidências acontecem. 

Qual das hipóteses você acha que Vandervil irá dar crédito? E se fosse você? Investigaria melhor essas 7 evidências ou deixaria pra lá, alegando que eram apenas meras coincidências? 

No exemplo acima, Vandervil, é claro, resolveu investigar o caso mais a fundo, pois, segundo ele, eram “COINCIDÊNCIAS DEMAIS PARA SEREM APENAS COINCIDÊNCIAS”. 

Cenário 2: Discutindo com um cristão a respeito da Bíblia, Vandervil foi desafiado a explicar 7 evidências a respeito de um certo fato bíblico. 

Detalhando: o cristão apresentou 7 profecias específicas sobre um certo evento, que coincidiram com acontecimentos históricos. Novamente, Vandervil estava diante de duas hipóteses: 

Hipótese 1: As 7 evidências significam alguma coisa, merecem ser ouvidas; 

Hipótese 2: São apenas coincidências, não querem dizer nada. Coincidências acontecem. 

Mas desta vez Vandervil não somente foi rápido em alegar que tudo são apenas coincidências, como também se recusou a examinar as evidências. 

Diante dessas duas atitudes opostas, podemos deduzir logicamente que Vandervil é UM CÉTICO INCOERENTE E PRECONCEITUOSO. 

A realidade é até mais surpreendente do que a ficção. Na maioria dos casos, bastam 3 coincidências e o cônjuge desconfiado já fica com a pulga atrás da orelha. Entretanto, quando é confrontado com um número muito maior de coincidências envolvendo a Bíblia, o dito cujo é “mais rápido do que o raio” em descartar tudo como mera coincidência. 

Como diz um ditado no Arquivo7: “3 coincidências podem ser apenas 3 coincidências, mas 7 coincidências são coincidências demais para serem apenas coincidências”. 

É claro que essas 7 coincidências não significam, necessariamente, que devam ser significativas; entretanto, a quantidade delas é suficiente para merecer uma consideração maior, você não acha? 

De vez em quando topo com alguém do tipo descrito a seguir: 

- Eu não acredito em Matemática Bíblica.

- Posso te apresentar algumas evidências? 

- Não, obrigado. 

Por causa do seu orgulho, o ímpio não investiga; todos os seus pensamentos são: Deus não existe.”

(Salmos 10.4) 

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

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