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sábado, 7 de maio de 2016

O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 34

A maravilhosa afinidade entre as línguas hebraicas e gregas nos tempos bíblicos - Um novo capítulo do nosso “livrão” virtual
Alguns críticos do Código Gênesis às vezes questionam o porque de misturarmos, nos cálculos, valores de palavras hebraicas e gregas. Ou seja, se o Gênesis foi escrito em hebraico, por que o Nome e alguns títulos de Jesus aparecem codificados lá em seus valores gregos e não hebraicos? Alguns acham que isso invalida os cálculos. Mas eles desconhecem a profunda afinidade entre as duas principais línguas bíblicas e, que o Novo Testamento (mesmo tendo alguns livros originalmente escritos em hebraico), foi transmitido para o mundo da época, em grego, que era a língua internacional, o “inglês” do seu tempo.

O Nome que se propagou pelo mundo foi JESUS (IESUS) e não YESHUA.

Isso é inaceitável para alguns cristãos (especialmente os que seguem as tradições judaicas). Mas existem muitos documentos do I século do Cristianismo falando sobre JESUS como IESUS e não YESHUA, simplesmente porque o grego era a língua conhecida por quase todo mundo e o hebraico era uma exclusividade judaica. Logicamente, Deus sempre quis que o Evangelho alcançasse o mundo todo. Atualmente, mesmo em países de línguas exóticas, tem alguém que entende um pouco de inglês e assim, os missionários chegam por lá pregando a JESUS (pronuncia-se DÍZAS, em inglês), o Filho de Deus, o mesmo Yeshua dos judeus.

O grego também era uma língua alfa-numérica. E isso era mais um elo de conexão com o hebraico. Mas, mesmo usando as duas línguas em nossos cálculos, existe uma clara simetria. Por exemplo, Gênesis 1.1 (escrito em hebraico) só é matematicamente simétrico em hebraico (em grego não existe nenhuma matemática interessante nele); porém, o primeiro versículo do Evangelho de João (escrito em grego) só faz sentido simétrico-matemático em grego (em hebraico não apresenta simetrias interessantes).

Mas os primeiros 5 versículos do Gênesis possuem uma relação temática com os primeiros 5 do Evangelho de João, e, matematicamente, unindo as duas línguas, existe uma linda conexão simétrica entre Gênesis e João.

A interpretação dos fatos pode até ser questionada, porém os fatos, não. De todos os escritores do Novo Testamento, somente um é conhecido, desde os tempos antigos, como “discípulo amado”, “apóstolo do amor”, e coisas do tipo. Somente ele fez as maiores declarações envolvendo Deus e o amor. E, de todos os livros do NT, somente o livro principal desse “discípulo amado” (O Evangelho segundo João), tem a frase inicial cujo valor numérico é múltiplo tanto do valor da palavra AMOR, em hebraico, quanto de AMOR, em grego. Isso merece alguma reflexão da nossa parte, você não acha?

Para conhecer os detalhes do novo estudo, acesse este link (ARQUIVOS EM POWER POINT) e você será direcionado a uma página contendo todos os estudos em slides já publicados (cerca de 26.000 páginas). Daí é só escolher o estudo e fazer o download para o seu computador.

Também disponível no formato PDF: 
http://sdrv.ms/1a28Cw8

O número (e o título) deste novo estudo é 213 – O CÓDIGO GÊNESIS – Parte 34 – A maravilhosa afinidade entre as línguas hebraicas e gregas nos tempos bíblicos.

Qualquer sugestão, crítica ou questionamento, escreva-me.

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

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