sábado, 7 de março de 2020

QUATRO TIPOS DE PESSOAS DIANTE DA EVIDÊNCIA DA MATEMÁTICA BÍBLICA

Quando o apóstolo Paulo apresentou sua tese (a respeito do Cristianismo), no Areópago em Atenas, obteve três reações diferentes, por parte dos três tipos de ouvintes:

“Mas quando ouviram falar em ressurreição de mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos ainda outra vez.
Assim Paulo saiu do meio deles.
Todavia, alguns homens aderiram a ele, e creram, entre os quais Dionísio, o areopagita, e uma mulher por nome Dâmaris, e com eles outros.”
(Atos 17.32-34)

          1º Tipo: Os que zombaram;
          2º Tipo: Os que prometeram analisar o caso;
          3º Tipo: Os que acreditaram na tese.

          Quando apresentamos qualquer tese ao público, com certeza, iremos topar com esses tipos de reações (e outras mais).
         
A evidência matemática, na minha opinião, é o argumento mais convincente a favor da inspiração sobrenatural da Bíblia. Infelizmente, esse tipo de evidência possui uma grande barreira: A FOBIA MATEMÁTICA!

Explico: como já falei algumas vezes (em artigos ou nos capítulos da Enciclopédia Arquivo7), a grande fobia que a maioria das pessoas sente em relação aos números e a matemática é o grande empecilho para a aceitação ou apreciação das teses defendidas no Arquivo7.

Sendo assim, diante de certos textos envolvendo Matemática Bíblica, já detectei, pelo menos, quatro três tipos de pessoas, reveladas por suas reações:

Tipo 1 – Um cristão (que tenha fobia à matemática), mas acredita na tese. Esse tipo costuma reagir da seguinte forma: “Puxa! Que incrível! É muito interessante! Mas não entendi nada”.

Tipo 2 – Um cristão, que goste de matemática e acredita na tese: “Uau! Como as coisas de Deus são perfeitas!”

Tipo 3 – Um não cristão, que ama matemática, porém, não acredita na tese. Sua reação geralmente é a seguinte: “Legal! São coincidências bem interessantes, mas são apenas coincidências”. Às vezes, este tipo também apela para a zombaria.

Sem desprezar os dois primeiros tipos, eu aprecio mais lidar com o tipo 3, o matemático incrédulo. Para o tipo 1, tenho que primeiro tentar curar sua fobia matemática (uma tarefa ingrata); o tipo 2 não desperta nenhum desafio; mas o tipo 3 é um desafio interessante, pois, não podendo negar as evidências, apela para o argumento das coincidências. E se o pacote de “coincidências” que temos é muito grande (e pesado), o incrédulo se verá, cedo ou tarde, num beco sem saída... e sem contra argumentos.

Por exemplo, desafio qualquer um a contestar a seguinte frase:

TRÊS coincidências podem até ser artimanhas do acaso; SETE podem ser manipulações humanas; mas 37, com certeza, é projeto divino.

Sim, quem pode contestar isso? Coloquei 37 usando de um certo exagero (e aproveitando a fama do número 37), mas o fato é que 20 ou 10 coincidências já são evidências suficientes para se suspeitar de um toque sobrenatural (ou no mínimo extraterreno) sobre um certo evento.

Portanto, com as MAIS DE 100 EVIDÊNCIAS MATEMÁTICAS que temos à disposição somente sobre o primeiro versículo da Bíblia, É IMPOSSÍVEL que qualquer alegação do tipo “SÃO APENAS COINCIDÊNCIAS” valha alguma coisa!

Mas, em relação à Matemática Bíblica, detectei ainda um quarto tipo de pessoa:

Tipo 4 - Um cristão que IGNORA ou que tem algum tipo de PRECONCEITO contra essa abordagem matemática da Bíblia.

Há pouco tempo, ao apresentar, de forma bem resumida, um pequeno exemplo sobre Matemática Bíblica, um irmão logo publicou no grupo a seguinte sugestão:

“... queria sugerir dois critério para aceitação no grupo:
1 - Não ser político
2 - Nem numerólogo Cabalístico.
Este último para evitar a disparidade com o modelo hermenêutico ortodoxo do grupo.”

Claro que imediatamente notei a “indireta”. Então, aconteceu o seguinte diálogo:

EU: - "Não ser político" é impossível, pois, num certo sentido, todo mundo é.
"Nem numerólogo Cabalístico." Com certeza muitos daqui vão me apontar como "numerólogo cabalístico", mas só aceito esse "adjetivo" se alguém conseguir provar (porque estou bem consciente de que não sou isso - quem conhece minhas pesquisas sabe disso muito bem; quem não conhece, é normal suspeitar de outra coisa).
Aí se alguém conseguir provar que sou "numerólogo cabalista" pode me excluir do grupo.
O OUTRO: - Você viaja demais nesse negócio de números...

EU: - Isso são fatos ou invenções?

O OUTRO: - Invenções.

EU: - Prove!

O OUTRO: - Tá bom. Eu aprendi errado. Me perdoe.

EU: - Posso te enviar um PDF, em particular, em minha defesa?

O OUTRO: - Não, não precisa.

EU: - Aí fica difícil, irmão.

O OUTRO: - Já li sobre as interpretações simbólicas, alegóricas e numerólogas... Não subjetivas, e por serem assim. Vc sempre estará correto. Continue nessa força!!

EU: - Minhas pesquisas não têm nada a ver com isso.

O OUTRO: - Avante!!! Os números são infinitos, ou seja, ainda tem muitas coisas pra interpretar.

EU: - Conheço esse tipo de argumento... e posso provar que são falsos.

UMA TERCEIRA PESSOA entrou na conversa: - Eu sei que sou bem leigo, mas sinceramente peço perdão, porque só abri uma vez um desses arquivos, e entendi nada, e também não sei como pode me edificar tanto número...

A conversa cessou. Percebendo o clima, achei por bem me retirar do grupo. Era um estresse desnecessário. Um pouco antes da conversa acima, publiquei alguma coisa no grupo e afirmei:

- Bibliologia é uma temática que a igreja não pode negligenciar, pois as redes sociais estão repletas de pessoas defendendo livros apócrifos e lançando dúvidas sobre o Cânon dos 66 livros. Uma abordagem moderna apresenta mais de 100 evidências matemáticas de que a Bíblia está completa com 66 livros e 1189 capítulos e que nenhum pode ser acrescentado, retirado ou alterado de lugar.

Aí uma pessoa (que não era o contestador dos diálogos acima) perguntou:

- Essa abordagem moderna se baseia em que evidências específicas?

Rapidamente, enviei uma mensagem, em particular, pra ele:

EU: - Shalom!!! Vou te enviar um arquivo com uma síntese sobre essa abordagem moderna.
ELE: - Obrigado.

Aí aguardei ele me retornar. Dez dias depois resolvi perguntar:

EU: - Shalom!!! Você deu uma olhada no PDF? O que acha? Fatos, algo realmente projetado ou apenas coincidências?

ELE: - Ainda não. Correria.

EU: - Tudo bem. Quando puder e quiser responder, serei grato.

Quase um ano depois e ele nunca mais entrou em contato comigo.

Algo a acrescentar é que essas pessoas, com as quais travei esses diálogos, são cristãs, com um certo nível intelectual superior, que gostam de ler, e que adoram debates apologéticos (principalmente se envolver o “eterno” debate entre calvinistas e arminianos). Por essas razões eu esperava mais, muito mais, alguma contestação (ou tentativa de contestação) inteligente à minha abordagem matemática da Bíblia... mas os diálogos divulgados aqui apenas revelaram (por parte deles) ignorância e preconceito sobre a tal abordagem.

Entretanto, mesmo que o indivíduo seja ignorante ou preconceituoso a respeito de um assunto, mas tem sede pela verdade, isso é algo positivo. Só que, nos casos citados aqui, um SE RECUSOU a olhar as evidências, e o outro alegou FALTA DE TEMPO. Desculpas esfarrapadas! Com gente desse tipo de mentalidade é impossível qualquer diálogo sobre Matemática Bíblica.

Entretanto, tenho fatos demais à minha disposição, os quais não permitem intimidação nenhuma por parte de  qualquer tipo de contestador.

Enfim, os padrões matemáticos revelados nas pesquisas do Arquivo7 constatam, na minha opinião, pelo menos, três coisas:

1 - É impossível que a Bíblia seja mera invenção humana;

2 - Não existe, no mundo, nenhum outro livro que possa competir com a Bíblia, em seus padrões matemáticos;

3 - A Bíblia está completa com 66 livros, cada um está numa ordem numericamente propícia e a quantidade de capítulos deles é repleta de simetrias que coincidem, harmoniosamente, com os números-chave do texto aberto da Palavra de Deus.

E os 333 capítulos (da Enciclopédia Arquivo7) com cerca de 45.000 páginas (metade sobre Profecias Bíblicas e outra metade sobre Matemática Bíblica) me dão autoridade suficiente para fazer as três afirmações anteriores. Quem quiser (tentar) contestá-las, boa sorte. Mas terá um loooooooongo trabalho pela frente.

“O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano”
Isaac Newton

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima."
Louis Pasteur

“Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com pesos e os outeiros em balanças?”
(Isaias 40.12)

“Ele fez a terra pelo seu poder; ele estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus.”
(Jeremias 10.12)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

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