O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

sábado, 14 de março de 2020

QUANDO UMA COINCIDÊNCIA É SIGNIFICATIVA? – Parte 1

Imagine o seguinte cenário: Num evento internacional (com centenas de pessoas de diferentes nacionalidades), você se depara com alguém fisicamente parecido com você. Num primeiro momento, acha meio estranho, mas, considerando a atual quantidade absurda de pessoas no planeta e que é normal a gente encontrar “clones” por aí de vez em quando, você relaxa.

Entretanto, daqui a pouco, descobre que o “clone” também é brasileiro. Considerando que existem pouquíssimos brasileiros no evento, a coincidência se torna mais interessante. Mas coincidências acontecem.

Mas aí, curioso, você resolve investigar o indivíduo. Surpresa das surpresas! Nasceu no mesmo Estado que você. Isso não é suficiente para surgir uma pulga atrás da orelha? Bem, apesar dessas três conexões entre você e o seu “clone”, num mundo tão grande, com bilhões de pessoas, com incalculáveis eventos acontecendo a cada segundo, na verdade é normal acontecerem certas coincidências. A questão é: e como saber quando forem significativas?

Ou seja, numa investigação policial, se uma série de coincidências conectar você ao local do crime, os detetives aceitarão se você simplesmente alegar que “coincidências acontecem”, “coincidências são normais”, etc.?

É claro que existem coincidências significativas e o exemplo da investigação policial prova isso. Quando todas as evidências apontarem pra você, das duas uma:

1 – Ou alguém armou para incriminar você;

2 – Ou as evidências estão provando a realidade: você é o criminoso.

Nos dois casos, as coisas não aconteceram por mero acaso, mas foram planejadas. Coincidências significativas são coincidências premeditadas.

No exemplo que apresentamos no inicio deste texto, o fato de você ter encontrado alguém parecido, da mesma nacionalidade e naturalidade, pode não significar nada de importante. Mas, imaginemos que você descobre que o “clone” também é da mesma cidade? Vai continuar dormindo tranquilo achando que são somente coincidências? Ou vai investigar o caso? Esse é o ponto. Precisamos saber distinguir coincidências banais das significativas.

Quando se trata da Bíblia, os céticos são rápidos em descartarem tudo como meras coincidências. Mas, aos honestamente interessados, existem “toneladas” de evidências provando que as coincidências envolvendo as profecias e os eventos históricos, não são coincidências.

E em relação à Matemática Bíblica, as evidências são ainda mais pesadas. Porém, neste campo o cético acha que é fácil descartar tudo, alegando, por exemplo, a Lei dos Grandes Números. Do que se trata? Em resumo, essa lei diz que, num pacote muito grande de números, qualquer coincidência pode ser encontrada. Estou evitando, ao máximo, usar termos técnicos, mas os interessados podem fazer uma pesquisa básica sobre essa lei, para mais detalhes.

Um exemplo: Numa lista com os infinitos algarismos do número Pi, quais as chances de você encontrar sua data de nascimento completa? Hoje é 06 de fevereiro de 2020. Será que, nos primeiros 10.000 dígitos do Pi, a gente pode encontrar 06022020?

Bem, você não vai encontrar essa data nos primeiros 10.000, mas, se procurar um pouquinho mais, ela será encontrada a partir de 142.985.298.

603833932432018020010602202064859758028866065655

Sim, num pacote com os primeiros 143 milhões dos dígitos do Pi, você encontrará 06022020. E, procurando um pouco mais, vai encontrar essa data a partir de 163.387.601, depois, a partir de 165.298.741, etc. Portanto, poderá encontrar A DATA QUE QUISER nos infinitos dígitos do Pi. É claro que isso não tem nada a ver com COINCIDÊNCIAS SIGNIFICATIVAS. E essa Lei dos Grandes Números não pode ser aplicada à Matemática Bíblica, tendo em vista as centenas de exemplos que já temos demonstrado na Enciclopédia Arquivo7.

A primeira frase da Bíblia, contém, no original hebraico, somente 7 palavras e 28 letras. Os mais de 100 padrões matemáticos ocultos nela estão muito além de meras coincidências. E elaborar uma frase parecida, nas mesmas condições, é impossível. O que quero dizer com “nas mesmas condições”?

Moisés tinha à disposição cerca de 8.000 palavras diferentes (quantidade estimada de vocábulos na língua hebraica, na época), enquanto que, por exemplo, a língua inglesa possui, atualmente, mais de um milhão, e a língua portuguesa, quase meio milhão de palavras diferentes, segundo os especialistas no assunto (https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-e-o-idioma-com-mais-vocabulos).

Ou seja: é facílimo alguém criar uma frase recheada de padrões matemáticos, usando alguma das línguas inglesas ou portuguesa (com milhões de possibilidades). Entretanto, com apenas 8.000 palavras disponíveis, a coisa é totalmente diferente. Mesmo assim, com um vocabulário tão escasso, Moisés elabora, com apenas 7 palavras diferentes, uma declaração profunda e sintética, sobre a origem do Universo: “NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA” (Gênesis 1.1).

          Considerando as 7 palavras de Gênesis 1.1 pelos seus respectivos valores numéricos, os seguintes fatos são inegáveis e impressionantes:

          1 – Num conjunto de 7 números, somente 127 combinações (sem anagramas) são possíveis. É uma verdade matemática, válida eternamente;

          2 – Nessas 127 combinações, é normal encontrarmos (segundo a Lei das Probabilidades) até 3 ou 4 combinações de valores múltiplos de 37, pois entre 1 e 127 temos somente 3 múltiplos de 37:

1 x 37 = 37
2 x 37 = 74
3 x 37 = 111

          3 – Mas nos 7 valores de Gênesis 1.1, existem, sem sombras de dúvidas ou contestações, 23 múltiplos de 37!!!

          Isso evidencia que esses valores foram planejados. Se atribuirmos tão planejamento à Moisés ou a qualquer outro ser humano, teremos que considerar que tal escritor tinha o dom da presciência, pois:

          Evidências arqueológicas provam que os valores numéricos só foram atribuídos ao alfabeto hebraico, cerca de 200 anos ANTES de Cristo. Ou seja: uns 1.200 anos DEPOIS da elaboração do livro de Gênesis.

          Portanto, as evidências apontam que:

1 – Os padrões do número 37 na primeira frase bíblica foram planejados;

2 – Quem quer que tenha feito isso, de alguma forma, teria que ter acesso a um conhecimento que só seria elaborado cerca de 1.200 anos depois.

Veja mais detalhes sobre a Lei das Probabilidades e Gênesis 1.1, neste outro texto: http://www.arquivo7.com.br/2019/04/provando-pela-lei-das-probabilidades.html

 Os céticos são rápidos para tacharem de coincidências qualquer situação que envolve a Bíblia, mas quando são confrontados com certos fatos, ou desconversam ou ignoram.

          Na Enciclopédia Arquivo7 já demonstramos várias conexões intrigantes entre os números que aparecem na história do Dilúvio e o padrão matemático de Gênesis 1.1. Mas os fatos mais chocantes envolvem coisas que só iriam aparecer mais de 2000 depois de Moisés escrever o livro de Gênesis. Veja, por exemplo, os seguintes textos publicados nestes links:

http://filosofia777.blogspot.com/2018/12/o-diluvio-e-o-codigo-elohim-parte-1.html

http://filosofia777.blogspot.com/2019/03/o-diluvio-e-o-codigo-elohim-parte-2_27.html

http://www.arquivo7.com.br/2019/02/noe-o-numero-3601-e-uma-coincidencia.html

http://www.arquivo7.com.br/2019/02/noe-o-numero-3601-e-uma-coincidencia_28.html

          Somente os fatos descritos nos endereços acima são mais do que suficientes para provarmos que as coincidências apresentadas neles são significativas... e evidenciam uma inspiração no mínimo extraterrena ou extra-humana.

          Mas hoje iremos apresentar mais um caso inédito (envolvendo Matemática Bíblica e o Dilúvio). Os fatos são os seguintes:

          1 – Cinco datas exatas são citadas na história do Dilúvio:

01*01 - "E aconteceu que no ano seiscentos e um, no mês primeiro, no primeiro dia do mês, as águas se secaram de sobre a terra. Então Noé tirou a cobertura da arca, e olhou, e eis que a face da terra estava enxuta." (Gênesis 8.13);

17*02 - "No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,..." (Gênesis 7.11);

27*02 - "E no segundo mês, aos vinte e sete dias do mês, a terra estava seca." (Gênesis 8.14);

17*07 - "E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate." (Gênesis 8.4);

01*10 - "E foram as águas indo e minguando até ao décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes." (Gênesis 8.5);

          2 – Tendo como base essas 5 datas, explicitamente citadas na Bíblia, podemos elaborar podemos elaborar um número único: 117.271.701 (dias 1, 17, 27, 17 e 1, na ordem em que aparecem no calendário). Agora, faça uma lista de 1 a 2701 (o valor de Gênesis 1.1). Ao lado de cada número coloque um capítulo da Bíblia (tipo 1 = Gênesis 1, 2 = Gênesis 2, etc.), até à linha 2701;

          3 – Agora conte (desde Gênesis 1), dentro dessa tabela de 2701 linhas, até parar no número 117.271.701, e você irá parar, inevitavelmente, no capítulo 6 de Gênesis, QUANDO DEUS ANUNCIA O DILÚVIO!

          Essa coincidência é incrível pelo fato de envolver a quantidade de capítulos da Bíblia (cuja classificação só veio a ocorrer muitos séculos depois de Moisés). Não tinha como o grande legislador israelita ter planejado isso. Somando isso às outras coincidências envolvendo essas 5 datas diluvianas, o caso se torna ainda mais estarrecedor. Que explicação natural você daria pra isso? Ah, e tem mais:

          4 – No calendário bíblico, usado pelos profetas (12 meses de 30 dias, totalizando 360 dias), as 5 datas diluvianas ocupam as respectivas ordens:

01*01 – 1º dia;

17*02 – 47º dia;

27*02 – 57º dia;

17*07 – 197º dia;

01*10 – 271º dia.

          5 – Agora, transforme esses números de ordem num número só, e teremos: 001,047,057,197,271 ou: 1.047.057.197.271.

          6 – Usando o mesmo método do item 3, conte, capítulo por capítulo, desde Gênesis 1 até 1.047.057.197.271, e irá parar, inacreditavelmente, em Gênesis 8!!! Gênesis 8?

          7 – Sim, quando a Bíblia descreve o fim do Dilúvio e Noé sai da arca. Explica essa, incréu!!!

          O grande escritor britânico Ian Fleming, criador do famoso James Bond, o agente 007, escreveu:

“Uma vez é acidente, duas é coincidência, e três é ação do inimigo”.

          Inspirando-me nessa perspicaz observação, e com base em todas as coincidências divulgadas na Enciclopédia Arquivo7, ouso declarar:

          Duas ou três coincidências são apenas duas ou três coincidências; porém sete coincidências provavelmente não são sete coincidências.

          Ou dizendo de outra forma:

3 coincidências podem até ser artimanhas do acaso; 7 podem ser manipulações humanas; mas 37, com certeza, é projeto divino.

          Entretanto, minha frase favorita (me veio à mente certo dia, do nada, mas alguém pode ter pensado nela primeiro) é:

          Muitas coincidências são coincidências demais para serem apenas coincidências.

"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."
Romanos 8.28

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

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