O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

domingo, 7 de junho de 2020

QUANDO UMA COINCIDÊNCIA É SIGNIFICATIVA? – Parte 3



Se puder, tente executar as duas seguintes experiências:

1ª Experiência:

1 – Pegue 7 livros do mesmo autor, com diferentes quantidades de capítulos (contanto que sejam maiores que 37);

2 – Organize os livros numa certa ordem (lógica, cronológica, como quiser);

3 – Só para facilitar a compreensão, vamos imaginar que você organizou seus livros na seguinte ordem, e que eles contenham as seguintes quantidades de capítulos:

Livro 1 – 40 capítulos;
Livro 2 – 60 capítulos;
Livro 3 – 40 capítulos;
Livro 4 – 45 capítulos;
Livro 5 – 50 capítulos;
Livro 6 – 55 capítulos;
Livro 7 – 75 capítulos.

Total: 365 capítulos.

4 – Elabore uma lista com todos os capítulos numa ordem geral. Exemplo: se o primeiro livro tiver 40 capítulos e o segundo, 60, significa que o último capítulo desse segundo livro, numa ordem geral será o 100º da lista;


Ordem Geral
Capítulos
1
1
2
2
3
3
4
4
5
5
6
6
7
7
8
8
9
9
10
10
11
11
12
12
13
13
14
14
15
15
16
16
17
17
18
18
19
19
20
20
21
21
22
22
23
23
24
24
25
25
26
26
27
27
28
28
29
29
30
30
31
31
32
32
33
33
34
34
35
35
36
36
37
37
38
38
39
39
40
40
41
1
42
2
43
3
44
4
45
5
46
6
47
7
48
8
49
9
50
10
51
11
52
12
53
13
54
14
55
15
56
16
57
17
58
18
59
19
60
20
61
21
62
22
63
23
64
24
65
25
66
26
67
27
68
28
69
29
70
30
71
31
72
32
73
33
74
34
75
35
76
36
77
37
78
38
79
39
80
40
81
41
82
42
83
43
84
44
85
45
86
46
87
47
88
48
89
49
90
50
91
51
92
52
93
53
94
54
95
55
96
56
97
57
98
58
99
59
100
60
101
1
102
2
103
3
104
4
105
5
106
6
107
7
108
8
109
9
110
10
111
11
112
12
113
13
114
14
115
15
116
16
117
17
118
18
119
19
120
20
121
21
122
22
123
23
124
24
125
25
126
26
127
27
128
28
129
29
130
30
131
31
132
32
133
33
134
34
135
35
136
36
137
37
138
38
139
39
140
40
141
1
142
2
143
3
144
4
145
5
146
6
147
7
148
8
149
9
150
10
151
11
152
12
153
13
154
14
155
15
156
16
157
17
158
18
159
19
160
20
161
21
162
22
163
23
164
24
165
25
166
26
167
27
168
28
169
29
170
30
171
31
172
32
173
33
174
34
175
35
176
36
177
37
178
38
179
39
180
40
181
41
182
42
183
43
184
44
185
45
186
1
187
2
188
3
189
4
190
5
191
6
192
7
193
8
194
9
195
10
196
11
197
12
198
13
199
14
200
15
201
16
202
17
203
18
204
19
205
20
206
21
207
22
208
23
209
24
210
25
211
26
212
27
213
28
214
29
215
30
216
31
217
32
218
33
219
34
220
35
221
36
222
37
223
38
224
39
225
40
226
41
227
42
228
43
229
44
230
45
231
46
232
47
233
48
234
49
235
50
236
1
237
2
238
3
239
4
240
5
241
6
242
7
243
8
244
9
245
10
246
11
247
12
248
13
249
14
250
15
251
16
252
17
253
18
254
19
255
20
256
21
257
22
258
23
259
24
260
25
261
26
262
27
263
28
264
29
265
30
266
31
267
32
268
33
269
34
270
35
271
36
272
37
273
38
274
39
275
40
276
41
277
42
278
43
279
44
280
45
281
46
282
47
283
48
284
49
285
50
286
51
287
52
288
53
289
54
290
55
291
1
292
2
293
3
294
4
295
5
296
6
297
7
298
8
299
9
300
10
301
11
302
12
303
13
304
14
305
15
306
16
307
17
308
18
309
19
310
20
311
21
312
22
313
23
314
24
315
25
316
26
317
27
318
28
319
29
320
30
321
31
322
32
323
33
324
34
325
35
326
36
327
37
328
38
329
39
330
40
331
41
332
42
333
43
334
44
335
45
336
46
337
47
338
48
339
49
340
50
341
51
342
52
343
53
344
54
345
55
346
56
347
57
348
58
349
59
350
60
351
61
352
62
353
63
354
64
355
65
356
66
357
67
358
68
359
69
360
70
361
71
362
72
363
73
364
74
365
75

5 – Agora destaque dois capítulos quaisquer (que possuam claramente uma íntima relação), digamos o 37 e o 73. Selecione, pela lista geral, todos os lugares onde aparecem capítulos de número 37 (como os 7 livros possuem, cada um, mais de 37 capítulos, significa, logicamente, que todos os 7 contém capítulos de número 37) e de número 73 (no caso, teremos somente um, dentro do livro 7, que contém 75 capítulos).

Pela ordem dos livros e suas respectivas quantidades de capítulos divulgadas acima, os capítulos 37 deles (e o 73) ocuparão as seguintes ordem, na lista geral, de 1 a 365:

37
37
77
37
137
37
177
37
222
37
272
37
327
37
363
73

6 – Forme um número só com todos esses números de ordem: 037077137177222272327363.

7 – Por último, divida esse numerozão pelo total de capítulos dos livros citados, isto é, 365. Como não é uma divisão exata, sobrará uma certa quantidade, isto é: 183.

Qual é o capítulo do seu livro equivalente ao número 183?

183
43
Se fosse 37 (ou 73) seria uma coincidência chocante. Mas não foi. A não ser que você tivesse planejado meticulosamente isso.

2ª Experiência:

1 – Divida seus 7 livros em 3 grupos, conforme o tema, alguma coisa em comum, contanto que não altere a ordem apresentada acima. Vamos imaginar, por exemplo, os seguintes 3 grupos:

Grupo 1: livros 1 e 2
Grupo 2: livros 3 e 4
Grupo 3: livros 5, 6 e 7.

2 – Usando os números de ordem, vamos formar os seguintes números, do maior para o menor:

050607 (grupo 3)
0304 (grupo 2)
0102 (grupo 1)

3 – Agora, divida o primeiro valor pelo segundo e vai sobrar algo; divida essa sobra pelo terceiro valor (e como não é uma divisão exata) teremos outro resto.

050607 (grupo 3) dividido por 0304 (grupo 2) é igual a 166, mas sobra 143; 143 dividido por 0102 (o grupo 1) é igual a 1, e a sobra é 41.

Na lista geral, o 41º capítulo é o capítulo 1 do seu segundo livro. Portanto, de novo, nada de coincidir com algum capítulo 37 ou 73.

41
1

O QUE ESTAMOS QUERENDO PROVAR AQUI?

Que usando 7 livros, escritos pela mesma pessoa, organizados numa determinada ordem, fizemos duas experiências que conduziram a dois resultados, a dois capítulos – E NENHUM COINCIDIU COM UM DOS 7 CAPÍTULOS 37 ou 73!

Se a primeira experiência nos tivesse levado a um capítulo 37 ou 73, seria uma grande coincidência; se a segunda experiência nos levasse também a um capítulo 37 ou 73, seria uma coincidência ainda mais absurda; e se as duas experiências nos levassem ao mesmo capítulo (digamos ao capítulo 37 do livro 2), seria uma coincidência estarrecedora, difícil de acreditar não ter sido planejada.

Agora imagine um conjunto maior de livros (isto é, 66) e um conjunto maior de capítulos (isto é, 1.189); imagine que esses 66 livros tenham sido escritos não por uma só pessoa, mas por 40; imagine que eles não se conheciam; que viveram em épocas diferentes (tão distantes como 1500 anos); e imagine que, submetendo esses livros às duas experiências de hoje, a 1ª tenha nos levado a um capítulo 37 e a segunda também tenha nos levado a um capítulo 37 – E NÃO UM CAPÍTULO 37 QUALQUER, MAS O MESMO DA EXPERIÊNCIA 1!

Em outras palavras: Fizemos as duas experiências na Bíblia: a 1ª nos levou ao capítulo 37 de Êxodo e a segunda, inacreditavelmente, AO MESMO CAPÍTULO 37 DE ÊXODO!

Veja os detalhes nos artigos publicados nestes endereços:


Quero deixar claro novamente (e já repeti inúmeras vezes): não estamos tratando de numerologia bíblica aqui, mas de matemática. E esta matemática tem o objetivo de reafirmar a singularidade, inspiração, imutabilidade, inerrância e completude da Bíblia!

Por meio da matemática podemos julgar quando algo é executado por acaso ou planejado. E quando planejado, podemos calcular as chances disso ter sido elaborado ou inventado pela mente humana, ou se está além. A Matemática Bíblica tem essa finalidade.

Falando sobre probabilidade, matemática e Bíblia, o Dr. Christian Chen, disse o seguinte, em sua magnífica obra “OS NÚMEROS NA BÍBLIA”, publicada no Brasil pela Editora Betânia, no final dos anos 80:

"Depois de rever os padrões matemáticos ocultos nos cinco primeiros livros de Moisés, ninguém admitiria a mais leve ideia de que Moisés ou o Egito poderiam ter contribuído de qualquer forma para tal esquema. Vamos reforçar uma vez mais este ponto pelos argumentos do princípio da probabilidade.

Por exemplo, Hagar tem o valor numérico de 208 ou 16 x 13; e Calebe tem 52 ou 4 x 13. Mas como um número em todo 13 é múltiplo de 13, não é necessário atribuir-se qualquer significado a tais valores numéricos". (Este texto do Dr. Chen não está negritado no original).

Em outras palavras: como Hagar e Calebe não tem nada em comum, os valores numéricos dos dois não significam nada.

E o professor Chen continua:

"Todavia, um caso como o de Ben Hadade não é encontrado tão facilmente. Seu valor numérico é 65 ou 5 x 13. Até agora não há nada de tão notável aqui. Mas o nome consiste de duas palavras: Ben e Hadade. Ben tem 52 ou  4 x 13; e Hadade tem 13. A possibilidade disso ser uma simples coincidência já não é mais de 1/13, mas 1/208.

Vejamos, agora, o caso de Isaque, Jacó e José. Isaque tem 208 ou 16 x 13; Jacó tem 182 ou 14 x 13. José tem 156 ou 12 x 13. A peculiaridade destes três nomes é que eles não foram tomados ao acaso, mas são pai, filho e neto. A possibilidade de três pessoas ficarem em relação peculiar uma com a outra, como aqui, tendo cada uma um valor numérico de um múltiplo de 13 x 2 ou 26, é apenas de 1/76076." (Este texto do Dr. Chen não está negritado no original).

A coincidência fica ainda mais intrigante quando consideramos que O Sagrado Nome de Deus revelado na Bíblia (equivalentes às letras YHWH), tem o valor numérico, em hebraico, de 26. Aí, 3 patriarcas bíblicos, que possuem uma íntima conexão entre si, possuem, claramente, a seguinte simetria matemática:

·       Isaque (pai) = 208 (8 x 26)
·       Jacó (filho)  = 182 (7 x 26)
·       José (neto)  = 156 (6 x 26)

Primeiro, são 3 pessoas ligadas entre si;
Segundo, possuem o mesmo fator numérico;
Terceiro, não um fator qualquer, mas exatamente o valor do Nome do Deus deles;
Quarto, Os 3 nomes, em hebraico, cada um possui 4 letras (assim como o Nome de Deus);
Quinto, do pai para o neto, os valores decrescem, quando o 26 é multiplicado na seguinte ordem: por 8, por 7 e por 6;
Sexto, a diferença (pelos valores) entre Isaque e Jacó é 26, e entre Jacó e José também é 26.

Matematicamente, é impossível que isto tenha acontecido por mero acaso.

O Dr. Chen continua:

"O caso Isaque, Jacó e José tem grande analogia com o dos três mais proeminentes chefes dos três impérios antigos com quem os judeus entraram em contacto - tanto na prosperidade como na desgraça. Os valores numéricos destes três reis são: Nabucodonosor, da Babilônia, tem 416 ou 13 x 4 x 8; Dario, o Medo, tem 520 ou 13 x 4 x 10; Ciro, o Persa tem 520 ou 13 x 4 x 10. Cada rei tem, portanto, 4 x 13 ou 52 como fator em seu valor numérico. Nabucodonosor é usado na Bíblia de duas formas: nesta, que é a menor; e na maior, Nabucodonosor tem 572 ou 13 x 4 x 11. A chance, portanto, para estes 4 trezes se reunirem por acaso é apenas de 1/620620. Mas a chance dos dois casos paralelos acontecerem no mesmo livro, é apenas de 1/187.563.376. Assim sendo, quando a possibilidade de uma ocorrência é tão infinitamente pequena como esta, para propósitos práticos ela é considerada impossível de acontecer. Se entretanto, vier ocorrer não será devido ao acaso, mas a um plano". (Este texto do Dr. Chen não está negritado no original).

Qual o propósito do Dr. Chen ao citar esses cálculos?

"Com este argumento da probabilidade em mente, vamos voltar a Gênesis 1.1. Temos visto vários aspectos de trinta e sete ocultos nesse verso. Pelo menos oito de tais aspectos foram encontrados. Agora, de acordo com a teoria da probabilidade, a chance desses oito trinta e sete não haverem sido planejados é uma em 528.881.242.618.432, menos que uma em 500 milhões de milhões.

Os fatos até aqui apresentados forçam-nos a ver que o propósito matemático, mesmo ocorrendo na primeira sentença, primeiro versículo, primeiro capítulo e primeiro livro da Bíblia teria exigido muitos anos para ser concluído, se tal projeto elaborado, complexo, entretecido e penetrante pudesse ter sido realizado por uma mente qualquer tal como a de Moisés." (Este texto do Dr. Chen não está negritado no original).

Agora reflita:

1 – O Dr. Chen considerou impossível que 8 padrões de 37 tenham aparecido no texto de Gênesis 1.1, por mero acaso – e considerou tal projeto complexo demais para ter sido elaborado por Moisés (que era um cara altamente inteligente, formado em toda ciência da Universidade do Egito, lembre-se!);

2 – E o que o Dr. Chen diria de 100 padrões? (Na Enciclopédia Arquivo7, juntando descobertas minhas e de vários estudiosos, especialistas no assunto, como o Dr. Vernon Jenkins), existem centenas de exemplos de padrões envolvendo o número 37 em Gênesis 1.1!

Faço uso aqui do Argumento A FORTIORI (do mais forte, em latim), que pode ser exemplificado da seguinte forma: se A venceu B e se B é mais forte do que C, A vencerá C facilmente.

Ou seja: se 8 padrões de 37 dentro de uma frase é considerado absurdo demais para ter acontecido por acaso e muito complexo para alguém ter planejado, imagine 100 padrões! IMAGINE!!!
  
"A soma da tua palavra é a verdade,..." (Salmos 119.160)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

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