O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

MATEMÁTICA BÍBLICA: ACASO, ENGENHOSIDADE HUMANA OU ASSINATURA SOBRENATURAL?


Ele fez a terra pelo seu poder; ele estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus.” (Jeremias 10.12)

O Senhor pela sabedoria fundou a terra; pelo entendimento estabeleceu o céu.” (Provérbios 3.19)

Muitos textos bíblicos enfatizam que Deus usou Sua sabedoria para criar o Universo. Embora essa afirmação pareça óbvia demais (afinal, pra alguém criar qualquer coisa, ter sabedoria é um dos requisitos essenciais), deve ter alguma coisa bem interessante por trás, pois a Bíblia não diz coisas à toa.

É comum afirmarmos aqui e ali que “Deus usou os números e a matemática para autenticar Sua Criação e Sua Palavra”. E temos enfatizado que essa “assinatura matemática” envolve, principalmente, os números 3, 7, 37 e 73 (temos “toneladas” de exemplos pra citar, caso alguém queira provas).

Um dos fatos mais surpreendentes da Matemática Bíblica está na formação da palavra “SABEDORIA”, em hebraico.

Em hebraico, sabedoria é HOKMAH, ou: המכח

Essas 4 letras correspondem, no alfabeto, às letras 8, 11, 13 e 5 (pelo número de ORDEM no alfabeto). Faça a soma e você terá 37!!!

Observação: na palavra hebraica המכח, lê-se (e escreve-se) da direita pra esquerda. Sendo assim, as letras acima correspondem, respectivamente, aos números 5,13,11 e 8 (ou, como se lê em nossa língua, 8,11,13 e 5).

Visto que no capítulo 1º de Gênesis, especialmente no versículo 1º, existe, no original hebraico, centenas de padrões envolvendo os números 37 e 73, o fato da palavra “sabedoria” possuir ligação direta com um desses números é impressionante. Entretanto, tem muito mais: pelo VALOR das letras, HOKMAH vale 73!!!

Aí é de estarrecer! O valor de Gênesis 1.1, no original hebraico, é 2701 ou 37 x 73 e na palavra HOKMAH (sabedoria) temos os valores 37 e 73!!! Quais as chances disso tudo ser mera obra do acaso? Nenhuma!!! Pois existem muitos mais fatos matemáticos em torno de HOKMAH, que estão além da imaginação.

Faça uma lista (numa coluna) de todos os capítulos da Bíblia. Ao lado, em outra coluna, coloque as 22 letras do alfabeto hebraico, repetindo até fechar no último capítulo da Bíblia.

Feito isso, selecione todas as linhas onde aparecem as letras da palavra HOKMAH, como no exemplo abaixo (as primeiras 57 linhas):

1
GN1
1
א
1
2
GN2
2
ב
2
3
GN3
3
ג
3
4
GN4
4
ד
4
5
GN5
5
ה
5
6
GN6
6
ו
6
7
GN7
7
ז
7
8
GN8
8
ח
8
9
GN9
9
ט
9
10
GN10
10
י
10
11
GN11
11
ך כ
11
12
GN12
12
ל
12
13
GN13
13
ם מ
13
14
GN14
14
ן נ
14
15
GN15
15
ס
15
16
GN16
16
ע
16
17
GN17
17
ף פ
17
18
GN18
18
ץ צ
18
19
GN19
19
ק
19
20
GN20
20
ר
20
21
GN21
21
ש
21
22
GN22
22
ת
22
23
GN23
23
א
1
24
GN24
24
ב
2
25
GN25
25
ג
3
26
GN26
26
ד
4
27
GN27
27
ה
5
28
GN28
28
ו
6
29
GN29
29
ז
7
30
GN30
30
ח
8
31
GN31
31
ט
9
32
GN32
32
י
10
33
GN33
33
ך כ
11
34
GN34
34
ל
12
35
GN35
35
ם מ
13
36
GN36
36
ן נ
14
37
GN37
37
ס
15
38
GN38
38
ע
16
39
GN39
39
ף פ
17
40
GN40
40
ץ צ
18
41
GN41
41
ק
19
42
GN42
42
ר
20
43
GN43
43
ש
21
44
GN44
44
ת
22
45
GN45
45
א
1
46
GN46
46
ב
2
47
GN47
47
ג
3
48
GN48
48
ד
4
49
GN49
49
ה
5
50
GN50
50
ו
6
51
EX1
1
ז
7
52
EX2
2
ח
8
53
EX3
3
ט
9
54
EX4
4
י
10
55
EX5
5
ך כ
11
56
EX6
6
ל
12
57
EX7
7
ם מ
13

Nesta tabela vemos claramente que, nos primeiros 57 capítulos da Bíblia (até Êxodo 7), HOKMAH pode ser claramente visualizada três vezes. Nas tabelas abaixo temos todas as 54 ocorrências de HOKMAH, nos 1.189 capítulos da Bíblia!




Agora, uma lista de coincidências incríveis derivadas dessas tabelas:

1ª coincidência – Calcule a soma total de todos os capítulos destacados e o total será 4995, ou: 3x3x3x5x37... sim, um múltiplo exato de 37!!!

Se o total fosse somente um múltiplo de 3, não seria nada demais, pois um número a cada três é múltiplo de 3... mas temos aqui exatamente um múltiplo de 37!

2ª coincidência – Agora observe esta tabela:

Coluna 1
Coluna
2
Coluna 3
Coluna 4
Coluna
5
111
1+1+1= 3
3x37
111
1x3x37
222
2+2+2= 6
6x37
222
2x3x37
333
3+3+3= 9
9x37
333
3x3x37
444
4+4+4= 12
12x37
444
4x3x37
555
5+5+5= 15
15x37
555
5x3x37
666
6+6+6= 18
18x37
666
6x3x37
777
7+7+7= 21
21x37
777
7x3x37
888
8+8+8= 24
24x37
888
8x3x37
999
9+9+9= 27
27x37
999
9x3x37

Você pode encontra-la de vez em quando em algum livro sobre curiosidades matemáticas. Todo trio de números com o mesmo algarismo é um múltiplo exato de 37. E mais interessante ainda: a soma dos dígitos de todo número formado por três algarismos iguais multiplicado por 3 é exatamente igual ao número original.

Agora a coincidência ainda mais espetacular é que a soma total de todos os 9 números (formados por 3 algarismos iguais) é exatamente:

111+222+333+444+555+666+777+888+999 = 4995 (o total dos capítulos bíblicos que coincidem com as letras de HOKMAH).

3ª coincidência – Pegue o número 111222333444555666777888999 e divida por 008011013005 (os mesmos números correspondentes às letras da palavra HOKMAH, isto é: 008,011,013,005). Como não é uma divisão exata, teremos de sobra: 6797104499. Agora divida este por 1.189 (total de capítulos bíblicos). Como também não é uma divisão exata, teremos, como resto, 515.

515? Este número é bem popular por aqui. É o número de ordem que corresponde ao Salmo 37!!!

Como explicar essa quantidade de alinhamentos simétricos envolvendo coisas elaboradas durante séculos, em diferentes lugares por diferentes autores?

Explico: se todas essas coincidências fossem encontradas em apenas um livro, ou, no mínimo, num conjunto de livros, escritos por um só autor, poderíamos alegar que tal autor, deliberadamente, planejou todas essas simetrias matemáticas.

Contudo, a Bíblia, como quase todo mundo sabe, foi elaborada durante 1.500 anos, em 3 continentes diferentes, por cerca de 40 autores de diferentes classes sociais e diferentes ofícios (e a grande maioria nunca se conheceu pessoalmente)... como é possível que, no final, haja todos esses alinhamentos numéricos perfeitos? Ah, e ela foi classificada em capítulos muitos outros séculos depois, por pessoas que, também, nunca tiveram contato nenhum com nenhum dos autores dos livros. Como é possível que, apesar de todos esses fatores, tudo se encaixa no final?

Na verdade, a resposta mais evidente já foi sugerida num parágrafo mais acima: A BÍBLIA, NA REALIDADE, É OBRA DE UM SÓ AUTOR, DEUS! Ele simplesmente inspirou e dirigiu os 40 autores humanos e os estudiosos que, mais tarde, dividiram a Bíblia em capítulos. Não existe outra explicação convincente para explicar a unidade temática, doutrinária, profética e matemática da Bíblia – ELA PODE TER SIDO ESCRITA POR 40 AUTORES, MAS TODOS FORAM CONDUZIDOS PELO MESMO DIRETOR, ISTO É, DEUS!!!

Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.”
2 Pedro 1:21

Moisés escreveu todas as palavras do SENHOR.”
Êxodo 24:4

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

O NÃO EXATO, O QUASE EXATO E O EXATO


Em sua “Enciclopédia de Apologética”, no tópico “método indutivo”, Norman Geisler fala da natureza e dos níveis da Probabilidade, e revela 7 tipos de “graus” ou “níveis” de certeza (ou probabilidade):

1º grau – 99% — Praticamente certo: evidência esmagadora.
Exemplo: a lei da gravidade.

2º grau – 90% — Altamente provável: evidência muito boa.
Exemplo: Nenhum floco de neve tem estrutura idêntica a outro.

3º grau – 70% — Provável: evidência suficiente. Exemplo: A eficácia e segurança dos remédios que já foram testados e aprovados.

4º grau – 50% — Possível: nenhuma evidência ou evidência equivalente contra e a favor. Exemplo: Nosso time ganhará o “cara ou coroa”.

5º grau – 30% — Improvável: evidência insuficiente a seu favor. Nesse ponto, ninguém acredita exceto alguns poucos para quem funcionou. [exemplo: o horóscopo].

6º grau – 10% — Altamente improvável: evidência escassa a favor. A teoria de que Jesus passou seus primeiros anos estudando com um guru hindu entra nessa categoria.

7º grau – 1% — Praticamente impossível: quase nenhuma evidência a favor. A evidência da existência de unicórnios está nesse nível.

Geisler escreveu: “Uma das maiores diferenças entre lógica dedutiva e indutiva se acha nos tipos de conclusões alcançadas. Ao contrário da certeza do raciocínio dedutivo, o raciocínio indutivo fornece níveis de probabilidade.”

Por que o grau mais alto tem 99% de certeza e não 100%? Porque o autor está falando aqui de probabilidade e raciocínio indutivo (que é baseado na observação) e não o método dedutivo (por exemplo, um Teorema matemático, que é 100% verdadeiro). O exemplo apresentado nível 1 (Lei da Gravidade) revela que, em termos de 100% só existe uma ciência exata, a Matemática. Embora a Física, Química e Biologia sejam classificadas no campo educacional como do grupo das Ciências Exatas, elas não são 100% exatas. É fácil provar isso:

A Lei da Gravidade funciona perfeitamente em nosso Universo, até onde foi observada (e testada), mas, é obvio!, não tem como os cientistas vasculharem todos os cantos do Universo pra ter certeza 100%. Por outro lado, o Teorema de Pitágoras é verdadeiro aqui e em qualquer parte do Universo, você pode apostar sua cabeça nisso.

Um livro de matemática pode ter 3000 anos, tal como “Os Elementos”, de Euclides, mas seus teoremas continuam sendo ensinado nas escolas e universidades porque são verdadeiros e nunca deixarão de ser. Por outro lado, ninguém pode ter a mesma confiança num livro de Química, Física ou Biologia de 50 anos atrás. Novas observações e descobertas frequentemente fazem os cientistas mudarem de ideia.

Mesmo a velocidade da luz (considerada uma constante da Física), cuja velocidade exata é de 299.792.458 metros por segundos, tem controvérsias. Hoje, em qualquer parte do Universo (até onde foi observada, essa velocidade é exata, isto é, constante), mas alguns cientistas já discutiram a hipótese dessa velocidade não ser a mesma de milhões de anos atrás. Por isso que as Leis da Física podem ter até 99% de certeza, mas nunca 100% como as Leis da Matemática.

Sendo assim, em vez de classificar as disciplinas em dois tipos (exatas e não exatas, isto é, humanas), eu prefiro acreditar em três: exatas, quase 100% exatas e não exatas. Pra ser mais didático:

TRÊS TIPOS (OU NÍVEIS) DE CERTEZA:

1 – EXATO 100% – Incontestável.
Exemplo: o Teorema de Pitágoras.

2 – QUASE 100% EXATO Praticamente certo (evidência esmagadora. Exemplo: a lei da gravidade), ou Altamente provável: evidência muito boa (Exemplo: Nenhum floco de neve tem estrutura idêntica a outro).

3 – NÃO EXATO – Provável: evidência suficiente. Exemplo: os fatos históricos. Temos evidências suficientes ou boas sobre a existência de vários personagens citados ou estudados nos livros de História, Sociologia, Filosofia e outros, mas não tem como termos certeza absoluta.

Só um parêntesis: os matemáticos costumam classificar os números naturais em dois tipos: primos e compostos (primos são aqueles números que só dividem por eles e por 1). Entretanto, eu visualizo uma classificação em três tipos:

1 – Os primos
2 – Os compostos
3 – E o número 1

Explico: se primo é todo aquele que divide por ele mesmo e por 1 (tipo o 37) e composto é aquele que divide por mais de três números (por ele, por 1 e por mais outro, tipo o 10), onde se encaixaria o número 1? Por isso gosto de dizer: “Existem três tipos de números: os primos, os compostos e o número 1”. Na verdade, o 1 é o único número que se encontra presente em TODOS os números do Universo. Por isso, na Bíblia, ele, adequadamente, simboliza DEUS!

VOLTANDO AO NOSSO ASSUNTO DE HOJE...

Dentro dos padrões matemáticos investigados ou descobertos no Arquivo7, só podemos admitir dois tipos:

1 – 100% EXATO – Exemplo: Nos 66 livros canônicos da Bíblia, só existem 7 capítulos bíblicos de número 37 (e 1 de número 73) e, quando seus números de ordem formam um único número, somos levados até um deles, isto é, Êxodo 37! Isto ninguém jamais conseguirá contestar.

2 – QUASE 100% EXATO – Todos os livros bíblicos que contém as expressões “três vezes” ou “sete vezes”, quando somados os totais de capítulos, totalizam 777!!! Por que não 100%? Porque existem controvérsias se a expressão original em determinado livro significa isso mesmo ou foi mal traduzida. Exemplo: em Jó não aparece a expressão “sete vezes”, mas “três vezes” – e somente uma vez! E nessa única vez há controvérsias na tradução, portanto, a conclusão não é 100% segura.

Na verdade, todos os estudos que dependem da quantidade de vezes em que certas palavras ou expressões aparecem na Bíblia, podem ser colocados nessa categoria. São quase exatos, mas não 100%.

Muitas vezes algumas cópias dos originais omitem ou incluem exemplos a mais e isso pode desestabilizar todo o cálculo envolvido. Um exemplo claro é o estudo sobre “A LEI DOS SETES” (que revela que os escritores bíblicos costumavam repetir palavras e expressões em múltiplos de 7). Em Apocalipse, por exemplo, existem muitas palavras e expressões que são citadas 7, 14, 21 vezes (ou em outro múltiplo de 7). Outro exemplo, a palavra “SENHOR”, aparece 21 vezes (3 x 7) em algumas cópias dos originais gregos de Apocalipse. Mas existem cópias que citam 20 ou 22 vezes. (Observação: Na Enciclopédia Arquivo7 existem 3 capítulos sobre a “LEI DOS SETES”).

Por coisas assim é que, nos últimos anos, tenho evitado publicar simetrias que dependem da quantidade de vezes em que certas palavras ou expressões aparecem na Bíblia (a não ser que todas as cópias dos manuscritos originais concordem – exemplo: o Nome JESUS aparece 7 vezes em Apocalipse em todas as cópias dos originais que pude consultar – ainda assim, não pode ser considerado 100% certo). O valor do nome de Jesus, em grego, é 888, isto é fato. Aí li certa vez em algum lugar que alguém afirmava que o nome de Jesus aparece 888 vezes na Bíblia! Uma coincidência bem interessante... mas, infelizmente, não é verdadeira.

Em todas as pesquisas que fiz, constatei que o nome de Jesus aparece acima de 900 vezes e abaixo de 1000, mas não pude provar qual a quantidade correta, por isso nunca elaborei nada que dependesse disso.

Existem algumas variações nas cópias dos originais gregos do Novo Testamento, que não comprometem a doutrina bíblica, mas invalidam conclusões que dependem da quantidade de vezes em que certas palavras são citadas na Bíblia.

Conclusão: na Matemática Bíblica divulgada no Arquivo7 temos dois tipos de simetrias: as 100% exatas e as quase 100%. Alguém pode contestar este segundo tipo, mas jamais o primeiro. E, QUE FIQUE BEM CLARO!, TEMOS MUITOS MAIS EXEMPLOS DO TIPO “A” DO QUE DO TIPO “B”... Portanto, nada e nem ninguém é capaz de contestar a grande maioria dos fatos que temos apresentados.

A FRUSTRAÇÃO E O ÊXTASE

Inúmeras vezes me frustrei ao tentar encontrar padrões matemáticos na Bíblia, principalmente antes do surgimento da internet e mais ainda antes do acesso aos computadores. Porque certos cálculos tinham que ser feito manualmente e, sem acesso às cópias dos originais da Bíblia, grego e hebraico, a coisa ficava ainda mais difícil. Eu lia muitas coisas aqui e ali, mas me frustrava porque não tinha como provar se o que os autores diziam era verdade ou não. Por exemplo, se alguém afirmasse que tal palavra aparece tantas vezes na Bíblia, como eu poderia saber se era verdade? Ou que o valor de tal palavra em hebraico ou grego era tanto, como provar a veracidade?

De vez em quando eu via um pregador causar admiração na plateia ao citar coisas do tipo “A Bíblia contém 66 livros 1.189 capítulos, 31.173 versículos, 773.692 palavras e 3.566.480 letras!”.

Eu, na minha ingenuidade de novo convertido, acreditava piamente que isso era verdade. Quando constatei que a maior parte dessa afirmativa era falsa, fiquei decepcionado! Só o que existe de verdade na frase citada pelo pregador é que a Bíblia contém 66 livros (canônicos) e 1.189 capítulos! A quantidade de versículos varia conforme a tradução (não porque alguém incluiu ou excluiu algum texto, mas sim por que fez uma classificação diferente – eu já falei sobre isso por aqui, num artigo recente).

Recentemente, vi um pregador bem afamado entre os cristãos assembleianos, citar a mesma estatística furada acima (com algumas variações), e a maioria do povão vibrou, emocionada. Triste! É o mesmo que dar munição de graça para os céticos. Entretanto, existem coisas na Bíblia que são exatas e assombrosas, e nos últimos anos, tenho feito o possível para divulgar tais coisas.

Mas, voltando um pouco ao inicio das minhas pesquisas...

Quando tive acesso ao computador pela primeira vez, resolvi digitar todo o livro do Apocalipse a fim de poder contar depois quantas vezes certas palavras apareciam nele. Foi um trabalhão digitar aquelas quase 10.000 palavras. A gente tinha acesso ao computador, mas a internet era ainda um sonho distante, não tinha como ter acesso a uma Bíblia completa toda no computador. Então, algum tempo depois, um amigo conseguiu uma versão da Bíblia, toda digitada, em algum lugar e me passou por disquete (quem se surpreender com esta palavra, pesquise, hahaha!!!). Fiquei muito contente e passei muito tempo só colocando o computador pra pesquisar quantas e quantas vezes certas palavras apareciam na Bíblia.

Minhas pesquisas tiveram um certo avanço. E novas frustrações. Eu ignorava que, devido às traduções, uma palavra poderia aparecer mais ou menos vezes, mesmo com pouca diferença.

Por exemplo, quantas vezes a palavra ISRAEL aparece na Bíblia? Nas quatro principais versões usadas pelos evangélicos no Brasil, e ainda a King James, em inglês, temos o seguinte:

- 2290 versos encontrados, 2552 ocorrências (versão ACF)

- 2296 versos encontrados, 2544 ocorrências (versão ARA)

- 2289 versos encontrados, 2556 ocorrências (versão ARC)

- 2301 versos encontrados, 2576 ocorrências (versão KJV)

- 1704 versos encontrados, 1854 ocorrências (versão NVI)

Nenhum dos resultados combinou. Qual o correto? Pode ser qualquer deles ou nenhum. Então não faz sentido, por exemplo, eu construir uma argumentação de uma simetria matemática que relacione o número 2552 com Israel, só porque encontrei esta palavra 2552 vezes na Bíblia (na versão ACF, ou seja, Almeida Corrigida Fiel). Já pude verificar que, de todas as versões portuguesas, a ACF é a que mais coincide a quantidade de palavras com as cópias dos originais hebraico e grego. Mesmo assim, ela não é 100% segura. A não ser que a gente faça a análise por seção textual, que envolva o mesmo assunto.

Exemplo: em todas as cópias mais fiéis aos originais hebraico, constatei que o nome ELOHIM (Deus) aparece 35 vezes no trecho sobre a Criação do mundo. Todo o capítulo 1º e mais os três primeiros versículos do capítulo 2 do Gênesis. A partir do versículo 4 (do cap. 2), Deus já é chamado de SENHOR DEUS, inaugurando uma nova seção. E o número 35 é importante por ser um múltiplo de 7, um dos números-chave da Criação.

Mas na versão Almeida Revista e Atualizada, no mesmo trecho, Deus só é citado 30 vezes!

Na Nova Versão Internacional, Deus é citado 32 vezes no trecho de Gênesis citado acima (lembre-se: no original são exatas 35 vezes!).

E na versão ACF (Almeida Corrigida Fiel), Deus é citado exatamente 35 vezes (igual ao original hebraico).

A KJV (inglesa) também é muito considerada pelos estudiosos, como uma das versões que está mais próxima dos originais. E nesse teste, Deus é citado também 35 vezes!!!

Só pra não deixar de fora nenhuma das versões citadas mais acima, vejamos agora na ARC (Almeida Revista e Corrigida): surpreendentemente, também cita Deus 35 vezes (mas em outros testes mostra variações, envolvendo outras palavras).

Conclusão: quando investigo alguma simetria matemática que depende da quantidade de vezes em que certa palavra aparece na Bíblia, sigo dois critérios:

a) Que a palavra não seja muito frequente na Bíblia. Ou seja, que apareça em número pequeno, pra facilitar a comprovação, entre 200 e 100, por exemplo, ou menos de 100 – Israel não é um exemplo adequado porque é citado mais de 2.000 vezes!

b) Que essa quantidade seja baseada nos originais hebraico e grego e não nas versões das línguas modernas.

De qualquer forma, prefiro ainda, muito mais, lidar com as simetrias do tipo EXATAS, cujos dados ninguém pode contestar – e graças a Deus que temos “toneladas” deste tipo na Enciclopédia Arquivo7!

Em outras palavras: se algumas simetrias do tipo NÃO 100% EXATAS me trouxeram, ocasionalmente, algumas FRUSTRAÇÕES, em compensação, as 100% EXATAS têm me recompensado com muitos ÊXTASES! E o melhor de tudo é que o pacote destas é muito, muito maior. Por isso que fico bem à vontade para desafiar os céticos.

Outra coisa que me frustrava um pouco ao divulgar a Matemática Bíblica era que, quase 100% dela dependia da GEMATRIA, isto é, do sistema que converteu o alfabeto hebraico em valores numéricos. Qual o problema? A gematria pura, isto é, clássica, faz uso somente da palavra na sua língua original. Portanto, ao usar a gematria em alguma palavra ou passagem bíblica, obrigatoriamente, eu teria que citar a tal palavra (ou passagem) no seu original. As pessoas já torcem o nariz quando escutam a palavra “matemática”, e falar de cálculos envolvendo valores de palavras nas línguas originais, só piora ainda mais a situação (exceto se você tiver um público que adore esse tipo de conhecimento – encontrar uma garrafa de água mineral gelada no meio do deserto do Saara é muito mais fácil, hahaha!).

Falar para um público leigo (e, muitas vezes semialfabetizado) sobre os impressionantes padrões matemáticos ocultos em Gênesis 1.1 é uma tarefa ingrata. Outro problema é que, para esse tipo de assunto, dependemos muito de ilustrações, gráficos, tabelas, etc., o que complica ainda mais, pois nem sempre temos isso à mão. Se eu for falar, por exemplo, que uma certa palavra é assim e assim no original hebraico ou grego, é quase 100% certo que nenhum ouvinte abrirá a boca pra tentar contestar – não porque a minha explicação seja incontestável, mas porque meu público não tem o conhecimento suficiente para tentar fazer isso. Em outras palavras: se a maioria do nosso povão mal consegue entender uma frase em nossa língua, exigir que entenda algo numa língua antiga e desconhecida, é maldade!

Entretanto, com o passar dos anos e o aprofundamento na Matemática Bíblica, fui percebendo certos padrões que não dependiam tanto da gematria e dos demais fatores citados acima – E QUE DAVAM PRA SEREM COMPREENDIDOS, DE FORMA RAZOÁVEL, ATÉ POR UMA PLATEIA DO TIPO CITADO ANTERIORMENTE!

Mais recentemente ainda (de 2018 pra cá), quando descobri uma profunda e vasta simetria matemática na estrutura dos capítulos bíblicos, a coisa finalmente chegou ao ponto que eu tanto necessitava e ansiava.

E o que é que eu tanto desejava (e pedia a Deus), em relação à Matemática Bíblica? QUE HOUVESSE UMA FORMA SIMPLES DE SE PROVAR, PRA QUALQUER PÚBLICO, QUE DEUS REALMENTE INCLUIU PADRÕES MATEMÁTICOS NA BÍBLIA, DE NÍVEIS TÃO COMPLEXOS QUE NENHUM SER HUMANO SERIA CAPAZ DE INVENTAR, E, AO MESMO TEMPO, TÃO SIMPLES, QUE QUALQUER PESSOA PODERIA COMPREENDER.

E hoje, meus amigos, com todas as recentes descobertas matemáticas divulgadas neste site e na Enciclopédia Arquivo7 (especialmente a partir do capítulo 309, e nos Apêndices), acredito piamente que Deus ouviu as minhas petições.

Portanto, convido (ou desafio) você a ler outros artigos publicados neste site, a conhecer a Enciclopédia Arquivo7, e que se sinta motivado a se aprofundar na Matemática Bíblica e descobrir o maravilhoso plano que Deus arquitetou para a Humanidade.

"Na verdade, há um espírito no homem, e a inspiração do Todo-Poderoso o faz entendido." (Jó 32:8) 

 “O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.”
(Jó 33:4)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

A MATEMÁTICA BÍBLICA SUBMETIDA AO FOGO DOS CONTESTADORES


De vez em quando algum leitor atento do Arquivo7 me questiona a respeito de alguma simetria matemática apresentada. Geralmente eles perguntam: “Mas será que não funcionaria com outro número?” Eu adoro esse tipo de questionamento porque fortalece ainda mais as teses que defendo.

Certo dia alguém me questionou: “E se, em vez de procurar essas simetrias com o número 37, você procurasse com 25, 38, 43 ou outra dupla diferente? Será que não funcionaria também? Aliás, por que 37?

          É muito fácil responder a isso.

          Começando pela última, “por que 37?” Primeiro, é evidente que o primeiro texto da Bíblia, no original hebraico, está recheado de múltiplos de 37; segundo, os dois números mais importantes da Bíblia não são 2 e 5 ou 3 e 8 ou 4 e 3, mas 3 e 7; inclusive, os dois dias mais citados na Bíblia (qualquer que seja a tradução que você pesquise) são os 3º e 7º dias.

          Sobre a outra questão: e se fosse com outra dupla numérica, não funcionaria também? Para responder, veja com cuidado os fatos abaixo.

Em vários artigos (e capítulos da Enciclopédia Arquivo7) demonstrei que a equação (3^3) + (7^7) produz um valor que vai parar exatamente em Jeremias 37 (na Bíblia toda existem apenas 7 capítulos de número 37 e um de número 73)! O símbolo ^ significa “elevado à”.

Detalhando: (3^3) + (7^7) = 823570. Este número dividido por 1189 (total de capítulos bíblicos), como não é uma divisão exata, restará 782, que é igual a Jeremias 37.

Portanto, 3 e 7, numa singela operação matemática, nos leva diretamente a um capítulo bíblico onde os dois dígitos aparecem juntos. Isso funcionaria com outra dupla numérica? Por exemplo, será que 3 e 8 nos levarão a um capítulo 38? Ou quem sabe, 2 e 5 nos levará diretamente a um capítulo 25?

Fiz todas as simulações possíveis (pelo computador) e o resultado apresento a seguir:
Das 36 duplas numéricas possíveis, somente duas (2 com 4 e 3 com 7) nos conduzirão a um capítulo bíblico em que os mesmos dígitos aparecem (1 Samuel 24 e Jeremias 37, respectivamente).


Entretanto, no caso da dupla 2 e 4, temos apenas uma simples coincidência, pois essa dupla não é significativa no texto bíblico e não existem outros exemplos corroborativos a favor dela. Enquanto existem 20 capítulos bíblicos de número 24, existem somente 7 de números 37! Mas vamos submeter essas duplas a um teste mais complexo, para deixar as coisas ainda mais claras.

Por exemplo: Apresento a seguir uma descoberta muito recente, que não aparece em nenhum dos 333 capítulos da Enciclopédia Arquivo7 e nem em qualquer dos atuais 32 Apêndices. Pra provar ainda mais que: O POÇO DA MATEMÁTICA BÍBLICA NÃO TEM FUNDO!

(3^7^37^73) x (73^37^7^3) = (um número formado por 10.469 dígitos, que não vamos colocar aqui, pra não espantar os leitores). Este numerozão dividido por 1189, como não é uma divisão exata, restará 782, que também é igual a Jeremias 37!!!

          Veja só! A mesma dupla numérica acima, que já tinha nos levado até Jeremias 37, agora nos surpreende novamente, com uma operação muito mais complexa. É uma coincidência absurda!

Mas alguém poderia pensar que isto seria um tipo de capricho matemático. Ou seja: qualquer dupla numérica se submetida às mesmas formulas acima, irá parar no mesmo lugar, isto é, no mesmo capítulo na Bíblia, independente dos dígitos do capítulo coincidirem com a dupla ou não.

Por exemplo, se no primeiro teste a dupla 38 nos levou até Jó 17, será que no segundo teste iria parar lá também?

Em outras palavras: Por um capricho matemático, devido à alguma particularidade estranha do número 1.189 (total de capítulos bíblicos), talvez qualquer dupla numérica submetida às duas fórmulas abaixo acabem no mesmo lugar.

(a^a) + (b^b) = x (que dividido por 1189 levem ao resultado y).

(a^b^ab^ba) x (ba^ab^b^a) = x (que dividido por 1189 levem ao resultado y).

          Se qualquer dupla numérica, nas duas fórmulas acima, nos levar ao mesmo endereço, provaria que, pelo menos neste caso, a dupla 3 e 7 não tem nada de especial ou de extraordinário em relação às outras duplas numéricas.

Com essa suspeita decidi tirar a prova. Como envolve muitas operações com números muito grandes, seria cansativo demais testar com todas as 36 duplas, como fiz acima. Por isso, escolhi quatro duplas (três aleatoriamente, e uma de propósito, a com 2 e 4):

1º Teste: 3 e 8

a) (3^3) + (8^8) = 16777243 = Jó 17

b) (3^8^38^83) x (83^38^8^3) = Deuteronômio 12

Primeiro, nenhum resultado levou a um capítulo de número 38 (ou 83); segundo, o primeiro resultado não tem nada a ver com o segundo.

2º Teste: 2 e 5

a) (2^2) + (5^5) = 3129 = Jeremias 6

b) (2^5^25^52) x (52^25^5^2) = 1 Samuel 19

Primeiro, nenhum resultado levou a um capítulo de número 25 (ou 52); segundo, o primeiro resultado não tem nada a ver com o segundo.

3º Teste:

a) (2^2) + (7^7) = 823547 = Jeremias 14

b) (2^7^27^72) x (72^27^7^2) = Miquéias 5

Primeiro, nenhum resultado levou a um capítulo de número 27 (ou 72); segundo, o primeiro resultado não tem nada a ver com o segundo.

          4º Teste:

a) (2^2)+(4^4) = 1 Samuel 24

b) (2^4^24^42) x (42^24^4^2) = Salmos 51

Apesar do primeiro teste ter dado positivo (os dígitos 2 e 4 coincidindo com um capítulo 24), no segundo deu negativo. Somente a dupla 3 e 7 passa nos dois testes e nas centenas de outros que temos apresentado na Enciclopédia Arquivo7.

          Quem duvidar das contas apresentadas, que procure uma calculadora e tire as provas por si mesmo.

“Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é um escudo para todos os que nele se refugiam.”
(Salmos 18.30, NVI).

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

QUANDO DEUS FALA E AGE POR MEIO DAS COISAS MINÚSCULAS E APARENTEMENTE INSIGNIFICANTES...

A maioria das pessoas só quer acreditar em Deus (e glorificá-lo) se testemunhar alguma ação espetacular, uma cura milagrosa chocante, fogo caindo do céu, um morto ressuscitando, etc., mas ignora que, NA GRANDE MAIORIA DOS CASOS, Deus age silenciosamente, nos bastidores (e não nos palcos), movendo peças, pessoas, pequenas coisas, capaz de provocarem mudanças estarrecedoras até no cenário mundial (como no livro de Ester).

Em outras palavras: a maioria das pessoas espera ouvir a VOZ DE DEUS como um TROVÃO, ou que a ação dele seja tão espetacular como um TERREMOTO, UM INCÊNDIO, UMA TEMPESTADE (como o profeta Elias esperava que fosse – 1 Reis 19). Mas, para a surpresa do profeta, Deus falou com "... uma voz mansa e delicada." (1 Reis 19.12).

          Para autenticar a Sua Obra e a Sua Palavra, por exemplo, Deus fez uso de uma linguagem universal, oculta, entretanto, em coisas invisíveis ao olho nu.

SE VOCÊ DUVIDA QUE DEUS USOU OS NÚMEROS E A MATEMÁTICA PARA AUTENTICAR A SUA PALAVRA E A SUA OBRA, E DESAFIAR A INCREDULIDADE HUMANA, CONSIDERE APENAS OS SEGUINTES FATOS:

1 - Gênesis 1.1 (NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA), o texto mais importante sobre a origem do Universo, tem o valor numérico de 2701, isto é, 37 x 73.

2 - A Bíblia diz que "com sua SABEDORIA" Deus fez o Universo (Jeremias 10.12; Provérbios 3.19). Em hebraico, a palavra "HOKMAH" (sabedoria) tem o valor numérico 73 (e pelo número de ordem das letras, vale 37).

3 - O Criador do Universo é chamado JESUS CRISTO, no texto grego do Novo Testamento. JESUS tem o valor numérico 888 (24 x 37) e CRISTO, 1480 (40 x 37).

4 - Por incrível que pareça, na língua internacional atual (inglesa), o nome JESUS, pelo número de ordem das 26 letras, vale 74 (2 x 37). Se duvidar, pegue uma calculadora e calcule.

Até aqui temos um conjunto de fatos que estão além das coincidências. Agora observe mais estes:

5 - O elemento mais importante para a vida no Universo é a ÁGUA. Na Bíblia, tanto JESUS como a Palavra de Deus, são comparados à água em diversas passagens.

6 - A água é formada por 2 átomos de Hidrogênio e 1 de Oxigênio. Por mais absurdo que seja, existe uma medida minúscula chamada PICÔMETRO (pm), e com ela os cientistas MEDEM O TAMANHO DOS ÁTOMOS. Bem, cada átomo tem um certo tamanho e você pode encontrar inúmeras tabelas na internet mostrando isso.

O impressionante é que o átomo de Hidrogênio mede 37 pm. E mais uma surpresa: o átomo de Oxigênio mede 73 pm! Sim, 37 e 73!!! (Quem duvidar, pesquise na internet, por exemplo: RAIO COVALENTE OXIGÊNIO e HIDROGÊNIO).

Ah, detalhe: a única vez em que a palavra ÁTOMO aparece na Bíblia, em grego (1 Coríntios 15.52, traduzido em nossa língua por "NUM MOMENTO"), tem o valor numérico de 1221 (33 x 37). Quem seria capaz de arquitetar esse tipo de coisa?

7 - Os números 37 e 73 pertencem a uma categoria matemática chamada de NÚMEROS ESTRELARES HEXAGONAIS (não dá pra explicar isso aqui agora, mas no Arquivo7 você encontrará "toneladas" de informações sobre isso). Quando a água passa por um processo químico que gera os chamados CRISTAIS (ou FLOCOS) DE NEVE, temos diante de nós outro fenômeno espetacular:

a) Quase 100% dos minúsculos flocos de neve possuem o formato HEXAGONAL ou ESTRELAR HEXAGONAL;

b) Ninguém até agora encontrou dois iguais;

c) A palavra NEVE, em hebraico, vale 333 (3 x 3 x 37);

d) A palavra NEVE, em grego, vale 1460 (20 x 73);

e) Tanto JESUS (Apocalipse 1.14), como a Palavra de Deus (Isaías 55.10,11), são comparados à NEVE;

f) E todos os capítulos na Bíblia, onde aparece a palavra "NEVE", formam uma simetria incrível que, no final, nos conecta com o número 37 (veja, por exemplo o Apêndice 32 da Enciclopédia Arquivo7).

Conclusão: São muitas coincidências para serem apenas coincidências; e, além de complexas, envolvem fatores que tornam impossíveis que a mente humana tenha elaborado tudo isso sem uma inspiração sobrenatural (mais detalhes na Enciclopédia Arquivo7).

Isto, senhoras e senhores, é apenas uma amostra da Matemática Bíblica, que deu origem à Enciclopédia Arquivo7. Vocês podem até duvidar da interpretação que damos a esses fenômenos, mas jamais conseguirão refutá-los.

“A matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o Universo.” (Galileu Galilei)

“Sem a matemática não nos seria possível compreender muitas passagens das Santas Escrituras”  (Santo Agostinho)

“Possui a matemática uma força maravilhosa, capaz de nos fazer compreender muitos mistérios de nossa fé.” (São Jerônimo)

"Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar." (Platão)

"As leis da natureza nada mais são que pensamentos matemáticos de Deus." (Kepler)

“E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.” (Jesus de Nazaré, em Mateus 10.30)

“Quem MEDIU na concha da sua mão as águas, e tomou a MEDIDA dos céus aos palmos, e recolheu numa MEDIDA o pó da terra e PESOU os montes com peso e os outeiros em balanças?” (Isaías 40.12)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com