O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

Adquira esta obra por meio da seguinte opção: LIVRO FÍSICO (isto é, impresso) - Adquira a partir deste link:

https://loja.uiclap.com/titulo/ua9006/

terça-feira, 7 de junho de 2022

A ASSINATURA MATEMÁTICA DE DEUS: SIMPLES DE SE DEMONSTRAR; COMPLEXA DEMAIS PARA SE IMITAR


 Os cientistas ateus costumam dizer que “A MATEMÁTICA É A LINGUAGEM DA NATUREZA”. Os cientistas crentes dizem quase a mesma coisa, porém, com uma alteração que faz toda a diferença: “A MATEMÁTICA É A LINGUAGEM DE DEUS”. 

Portanto, ambos concordam que a matemática é essencial para a existência do Universo, é a única ciência 100% exata, infalível e imutável. Na verdade, é difícil falarmos das características da matemática e não lembrarmos dos atributos de Deus, não um deus qualquer, mas o Deus teísta, revelado na Bíblia. 

Tal como as leis da lógica, as leis matemáticas são eternas e existem desde que Deus existe, ou seja, desde sempre. Portanto, é até inadmissível um cristão desprezar a lógica e a matemática. Sem exageros, é como desprezar parte da imagem de Deus, pois ELE É LÓGICO E MATEMÁTICO. Quem disser o contrário está mentindo, sem sombras de dúvidas. 

Dito isto, não devíamos nos surpreender ao encontrarmos matemática na Bíblia, se de fato consideramos esta a legítima, inspirada e infalível Palavra de Deus. E, de fato, a Bíblia está repleta de matemática. Principalmente na sua frase de abertura, a mais importante sobre a origem do Universo, diga-se. 

Pacientes estudiosos americanos e europeus têm descoberto incontáveis padrões matemáticos ocultos nos textos originais da Bíblia, especialmente em Gênesis 1.1. E, mais recentemente, alguns estudiosos começaram a descobrir um rico tesouro de padrões matemáticos na estrutura da Bíblia. Isto é, na sua divisão em 66 livros e 1.189 capítulos. O mais impressionante é que esses padrões enfatizam os mesmos números-chave ocultos no original de Gênesis 1.1. 

Por exemplo, os padrões de Gênesis 1.1 envolvem os números 3, 7, 37 e 73. Aliás, o valor total de Gênesis 1.1, é 2701, que possui como fatores 37 e 73. Várias passagens bíblicas enfatizam que Deus fez o Universo usando a Sua Sabedoria e esta palavra possui o valor numérico de 73 e o valor, pelo número de ordem das letras, de 37. 

Por outro lado, os nomes JESUS e CRISTO, no grego usado no Novo Testamento, possuem, em seus respectivos valores numéricos, o mesmo fator 37 de Gênesis 1.1. Outra coincidência espetacular. E bem significativa, visto que a Bíblia declara que “TODAS AS COISAS FORAM FEITAS POR ELE” (João 1.3). 

Na Bíblia toda, somente 7 livros possuem capítulos de número 37, e desses setes, o livro central, isto é, Salmos, possui tanto o capítulo 37 quanto o 73. Os 7 livros (Gênesis, Êxodo, Jó, Salmos, Isaías, Jeremias e Ezequiel) pertencem a 3 grupos temáticos: LEI, POESIA e PROFECIA. 

A soma dos números de ordem dos livros do grupo 1 (LEI), isto é, Gênesis e Êxodo, é igual a 3 (1 + 2); 

A soma dos números de ordem dos livros do grupo 2 (POESIA), isto é, Jó e Salmos, é igual a 37 (18 + 19); 

A soma dos números de ordem dos livros do grupo 3 (PROFETAS), isto é, Isaías, Jeremias e Ezequiel, é igual a 73 (23+24+26). 

É quase impossível esse alinhamento de fatores (envolvendo 3, 7, 37 e 73) ter sido obra do acaso. Mas teria sido arquitetado pela mente humana? Agora vem o mais impressionante. 

Primeiro, vamos destacar os números de ordem de todos os capítulos 37 e 73 da Bíblia. 

- Gênesis 37 – 37º capítulo da Bíblia;

- Êxodo 37 – 87º capítulo da Bíblia;

- Jó 37 – 473º capítulo da Bíblia;

- Salmos 37 – 515º capítulo da Bíblia;

- Salmos 73 – 551º capítulo da Bíblia;

- Isaías 37 – 716º capítulo da Bíblia;

- Jeremias 37 – 782º capítulo da Bíblia;

- Ezequiel 37 – 839º capítulo da Bíblia; 

Em seguida, vamos transformar esses 8 números de ordem num número único: 

037.087.473.515.551.716.782.839 

Temos aí um número na ordem de 37 SEXTILHÕES. 

Se elaborarmos uma tabela com essa quantidade de linhas e em cada linha colocarmos um capítulo da Bíblia, a partir de Gênesis 1, repetindo até fecharmos a tabela, ao chegarmos no final, IREMOS PARAR EXATAMENTE EM ÊXODO 37!!! 

Em outras palavras, o numerozão 037.087.473.515.551.716.782.839 corresponde exatamente ao capítulo 37 de Êxodo!!! Uma coincidência estarrecedora. Que, quando somada às outras coincidências se torna ainda mais absurda. E impossível ter sido obra do acaso ou arquitetada pela mente humana. 

Por que é impossível que a mente humana esteja envolvida na criação desses padrões? Porque existem muitos números gigantescos envolvidos, tão grandes que somente com a tecnologia atual (e calculadoras muito potentes) foram possíveis de calcular. Veja um exemplo disso a seguir: 

050040027036034024021004031024022025029036010013010042150031012008066052005048012014003009001004007003003003002014004028016024021028016016013006006004004005003006004003001013005005003005001001001022 

Temos aqui 198 dígitos. Que número é esse? Todos os 66 livros bíblicos, representados por suas respectivas quantidade de capítulos: Gênesis 50 capítulos, Êxodo 40, etc. Cada número possui 3 dígitos, porque o maior capítulo da Bíblia possui 3 dígitos (os 150 dos Salmos). Ah, o numerozão acima é impronunciável. 

Vejamos um outro número, muito menor, comparado ao de cima: 

10008200070400200 

Separando por vírgula fica mais fácil pronunciar: 10,008,200,070,400,200 (este número está na casa dos QUATRILHÕES). Mesmo sendo um valor muito menor que o numerozão anterior, ainda assim é um número meio complexo para se trabalhar. 

Isto é, nos dias atuais, com a nossa avançada tecnologia da comunicação, é fácil trabalhar (e se criar simetrias e padrões), contando com a preciosa ajuda do computador. Mas imagine alguém trabalhar com numerozões assim na Idade Média, por exemplo. 

Em outras palavras: a Bíblia foi dividida em capítulos na Idade Média. As centenas de padrões que temos descoberto, envolvendo números gigantescos (até com 28 mil dígitos, por exemplo), seriam impossíveis de se elaborar naquele período da História. A menos, é claro, que os editores tenham tido uma ajuda divina, que é exatamente o que defende a nossa tese. 

Mas voltemos ao número citado anteriormente: 10,008,200,070,400,200. 

Esses são os valores das 6 letras que formam o nome JESUS, no grego usado no Novo Testamento. Isto é fato, ninguém pode refutar. A soma desses valores é igual a 888, um múltiplo exato de 37, como já informamos anteriormente. 888 é 24 x 37. No mínimo é mais uma coincidência intrigante: que o mesmo fator numérico 37 (encontrado na 1ª frase bíblica, sobre a origem do Universo) acha-se também no Nome do Criador desse Universo! 

Agora atenção para esta operação: Pegue o numerozão 

050040027036034024021004031024022025029036010013010042150031012008066052005048012014003009001004007003003003002014004028016024021028016016013006006004004005003006004003001013005005003005001001001022 (66 livros da Bíblia)

e DIVIDA por 10008200070400200 (JESUS, em grego). 

Como não é uma divisão exata, teremos um resto de: 5140092383791222. 

Agora divida este resto por 1189 (total de capítulos bíblicos) e como também não é uma divisão exata, teremos um resto de 87. 

Sim! Exatamente 87, O NÚMERO DE ORDEM QUE CORRESPONDE A ÊXODO 37!!! Novamente! 

É uma coincidência absurda, estarrecedora. Impossível de ter sido elaborada pelos caras que dividiram a Bíblia em capítulos, na Idade Média. 

Bem, apresentamos aqui apenas a ponta do iceberg das evidências matemáticas que provam que o cânon bíblico (com 66 livros e 1.189 capítulos) ESTÁ FECHADO! É O ÚNICO INSPIRADO DIVINAMENTE. 

Quaisquer acréscimos (ou decréscimos) nesse cânon viola o código matemático inserido nele. Logo, qualquer Bíblia que contenha livros (e capítulos) a mais ou a menos, diferente de 66 (e 1.189) NÃO CORRESPONDE À ORIGINAL. 

Pra deixar bem claro: O cânon com 66 livros e 1.189 capítulos gera MAIS DE 300 PADRÕES MATEMÁTICOS envolvendo os números 3, 7, 37 e 73 (os mesmos que formam MAIS DE 300 PADRÕES na primeira frase da Bíblia)! Qualquer outra Bíblia com uma quantidade diferente de livros e capítulos NÃO PASSA nesse teste (e nem nos testes históricos sobre o cânon). 

E a melhor coisa da Matemática Bíblica é que ela é IRREFUTÁVEL. Isto é, você pode até contestar as minhas INTERPRETAÇÕES, mas OS CÁLCULOS E OS FATOS, JAMAIS! 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.com – www.arquivo7.com.br

sábado, 28 de maio de 2022

O JOGO DA SOBRA MIRACULOSA

 

Regras:

         1 - Escolha 7 números quaisquer, formados por 3 algarismos cada. 

Ex.: 123, 234, 345, 456, 567, 789, 891 

2 - Separe em 3 grupos, transformando os 7 números em apenas 3: três na esquerda, um no centro e três na direita. 

Ex.: 123234345, 456, 567789891 

3 - Calcule o MÓDULO entre os dois maiores números (módulo é o resto de uma divisão não exata). Numa calculadora eletrônica existe a tecla MOD. O procedimento é o seguinte: 

Digite o número maior (567789891), aperte a tecla MOD e em seguida digite o segundo número (123234345). Agora aperte ENTER ou IGUAL e terá o resto da divisão, isto é, 74852511. 

4 - Por último, pegue o resto da operação anterior (74852511), tecle MOD, digite o terceiro número (456) e aperte ENTER, pra ver a sobra final. 

VENCE O JOGO SE O VALOR DESSA SOBRA FOR IGUAL A UM DOS 7 NÚMEROS ORIGINAIS! 

No caso, o resultado foi 111 (portanto, jogo NÃO vencido). Quais números seriam capazes de nos fazer vencer este jogo? 

Uma coisa é certa: entre as muitas (não infinitas) possibilidades envolvendo 7 números (de 3 algarismos cada), certamente devem existir inúmeros deles capazes de vencerem este jogo. É só programar o computador que este encontrará um bom punhado de exemplos. 

Mas é claro que temos um objetivo muito especial com este jogo aqui, muito além de um simples entretenimento. 

TENTE JOGAR USANDO O CONJUNTO DOS 7 NÚMEROS MAIS ESPETACULARES DA HISTÓRIA 

Quando falamos de conjunto de 7 números não tem como não pensarmos nos 7 valores das 7 palavras que abrem a Bíblia: 

*913*203*086*401*395*407*296 

OS 7 VALORES DE GÊNESIS 1.1 NO JOGO 

1º PASSO: Dividindo em 3 grupos: 

913203086 / 401 / 395407296 

Observe que essa divisão encaixa-se perfeitamente com a divisão das palavras no original: “NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS” (parte 1) “OS CÉUS E A TERRA” (parte 2). A palavra central (de valor 401) NÃO TEM TRADUÇÃO, foi colocada aí por uma simples questão gramatical (segundo alguns autores). Desconfio seriamente que a razão não foi apenas esta. 

2º PASSO: O grupo 1 (913203086) em MODO pelo grupo 3 (395407296), e por fim, em MODO 401 (grupo 2), nos conduzirá inevitavelmente ao significativo valor 86 (não somente  um dos 7 valores originais, mas exatamente O MAIS SIGNIFICATIVO, O NOME DE DEUS)! 

Somente este exemplo seria apenas uma coincidência impressionante, nada mais. Contudo, é mais um exemplo para se juntar às CENTENAS de outros que temos coletado e apresentado na Enciclopédia Arquivo7. 

Vernon Jenkins, o maior especialista do nosso tempo em Matemática Bíblica, disse certa vez, a respeito do fenômeno matemático de Gênesis 1.1: 

"Esses fatos falam por si mesmos: além de qualquer dúvida razoável, eles são um testemunho eloquente de projeto hábil e propósito elevado. Claramente, considerando todas as coisas, é difícil argumentar que esses desenvolvimentos paralelos são pouco mais do que uma série de coincidências notáveis ​​- mas essencialmente aleatórias! A sugestão é que sua inclusão na Palavra Inspirada de Deus foi um ato intencional destinado a combater a apostasia antecipada e a incredulidade generalizada tão desenfreada em nossos dias." 

         Quem discordar que tente provar o contrário. 

         UM GOLPE AINDA MAIS FULMINANTE PARA OS CÉTICOS 

Primeiro, a simetria que acabamos de apresentar não é fácil de se imitar. E se tornará ainda mais complexa e interessante diante da próxima descoberta, que aconteceu quando me fiz a seguinte pergunta: 

E SE FIZÉSSEMOS A MESMA OPERAÇÃO COM OS MESMOS 7 ELEMENTOS NUMÉRICOS, SÓ QUE NA ORDEM DECRESCENTE? 

296.407.395.401.086.203.913 

1º PASSO: Dividindo em 3 grupos: 

296407395 / 401 / 086203913 

2º PASSO: O grupo 1 (296407395) em MODO pelo grupo 3 (086203913), e por fim, em MODO 401 (grupo 2), nos conduzirá inevitavelmente ao significativo valor 203 - não somente um dos 7 valores originais, mas o verbo BARA (CRIOU) que fica justamente ao lado da palavra DEUS! 

E no final, a ASSINATURA DE DEUS ficou por demais clara: 

86 (DEUS) 203 (CRIOU). 

Isto é, as duas palavras resultantes da operação matemática formam uma frase lógica bastante significativa e evidente: DEUS CRIOU! 

SIM, COM CERTEZA, ESSA SIMETRIA AÍ SÓ ELE PODERIA TÊ-LA CRIADO! 

De qualquer forma, somente este exemplo seria apenas uma coincidência impressionante, nada mais. Contudo, é mais um exemplo para se juntar às CENTENAS de outros que temos coletado e apresentado na Enciclopédia Arquivo7. Nesse caso, os céticos têm pela frente centenas de desafios difíceis ou impossíveis de se vencer. 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.com – www.arquivo7.com.br

sábado, 21 de maio de 2022

OS 7 NÍVEIS DA DISCORDÂNCIA NA ARGUMENTAÇÃO - A PIRÂMIDE DE GRAHAM

 

Paul Graham é programador, escritor e investidor. Também é conhecido por um ensaio divulgado em 2008 onde define sua “hierarquia da discordância”, um guia simples para analisar e melhorar argumentos em discussões. 

A pirâmide de Graham consiste em classificar os 7 níveis das críticas e dos argumentos, ou seja, do mais baixo e irracional ao mais alto e consistente. 

Parte das explicações adaptei de um artigo na internet (que vou citar no final), mas todos os exemplos citados foram criados por mim, usando a tese sobre a Matemática Bíblica (defendida por mim e por outros estudiosos), para ficar mais claro e real. 

TRÊS PRIMEIROS NÍVEIS: A PARTE MAIS BAIXA E DESONESTA DA PIRÂMIDE 

Nível 1: DESRESPEITO E XINGAMENTO 

Indiscutivelmente este é o nível que mais gera desconforto e desmotivação, pois estampa a intolerância e isso vai da forma mais grosseira até àquelas pretensamente sofisticadas, tais como: 

“Que tese idiota a sua!” 

“Essa tese é estúpida e não tem base nenhuma” 

“Nunca li tantas bobagens juntas”. 

Nível 2: AD HOMINEM (que vem do latim e quer dizer o argumento contra a pessoa) 

Consiste em desviar o foco da proposição para o autor, sem xingamento, mas colocando em dúvida sua isenção ou credibilidade ao opinar sobre o tema. 

          “O autor dessa tese não é um bom exemplo de cristão.” 

          “O autor da tese não sabe de nada”. 

          “Esse autor aí não é o mesmo que disse outro dia aquela frase idiota?” 

          “Hummm... não dá pra confiar na tese de alguém que apoia certos políticos”. 

Nível 3: RESPOSTA AO TOM 

Embora nesse nível o autor seja poupado das críticas, ao invés de se dirigirem às ideias, as críticas passam a se dirigir ao texto. Engloba desde erros ortográficos até ataques ao estilo de escrita ou fala. 

“Parei de ler quando vi três erros de português”. 

“O vocabulário usado pelo autor é muito pobre”. 

“Tese mal escrita”. 

Essa forma de discordância também é desonesta pelo fato de nada acrescentar a respeito dos pontos defendidos pelo autor, atacando a forma do discurso e não o seu conteúdo. 

          NÍVEL DO MEIO DA PIRÂMIDE – NÃO É OFENSIVO OU DESONESTO, MAS NÃO ACRESCENTA NADA AO DEBATE 

Nível 4: CONTRADIÇÃO 

A partir desse nível, passamos a falar de discordâncias que já não são desonestas e podem ou não ter algum potencial de contribuição positiva ao debate. A mais simplória delas é a contradição, que consiste na mera afirmação de uma ideia contrária à do texto original. 

“Não concordo com a tese do autor”. 

“Essa tese está errada”. 

“O autor afirma que existem códigos matemáticos na Bíblia, mas nós sabemos que não existem”. [podemos perguntar: quem são “nós”? Como é que eles sabem?] 

“O autor afirma que existem padrões matemáticos na estrutura da Bíblia, mas os teólogos discordam”. [aqui podemos perguntar pra ele: quais teólogos? Eles apenas discordam ou provam que a tese está errada?] 

Embora não seja uma forma desonesta de discordar, a contradição raramente contribui com o debate. Sem apresentar argumentos sólidos, a afirmação apenas se posiciona como alternativa à proposição original, sem rebatê-la. Ou seja, o indivíduo simplesmente nega a tese defendida, sem apresentar uma argumentação contrária. Nega por negar. 

A PARTIR DO PRÓXIMO NÍVEL, PASSAMOS PARA O LADO POSITIVO DA PIRÂMIDE 

Nível 5: CONTRA-ARGUMENTO 

É uma forma de discordância superior às anteriores, e com maior potencial para afetar positivamente a discussão em alguns casos. Consiste em uma forma mais sofisticada de contradição, onde além de confrontar o conteúdo da proposição original, também são apresentados argumentos sólidos e logicamente sustentáveis como embasamento [não necessariamente significam que estão corretos]. Vamos analisar o comentário abaixo: 

“É normal a gente encontrar várias coincidências numéricas em um texto. Por exemplo, no primeiro parágrafo do poema ‘O corvo’, de Allan Poe, podemos destacar vários padrões envolvendo o número 7.” 

O problema com esse nível de discordância é que, apesar de apresentar bom embasamento, ele não ataca de fato as afirmações feitas pelo autor original. Ou seja, na Matemática Bíblica não apresentamos só padrões envolvendo números pequenos, como o 7, mas números maiores em operações matemáticas com até centenas de dígitos. 

Nível 6: REFUTAÇÃO 

É um nível onde há contribuição real ao debate, e consiste em uma evolução do contra-argumento. Mas agora, atacando um ponto relevante da ideia original e que de fato tenha sido defendido pelo autor. 

          “O autor defende que a quantidade de números 3 e 7 inseridos no texto original de Gênesis 1.1 é a prova de um desígnio divino. Mas o teólogo Norman Geisler, em sua Enciclopédia de Apologética discorda pelas seguintes razões:” 

          A refutação derruba uma parte relevante da proposição original. O único problema é que o ponto refutado não é central ao argumento defendido pelo autor, de forma que sua refutação não o rebate completamente. 

          Em outras palavras: o argumento central do autor é que existe uma série de padrões numéricos envolvendo os números 3, 7, 37 e 73 em Gênesis 1.1 e na estrutura da Bíblia. O refutador contestou apenas os padrões relacionados a 3 e 7, que são os mais fracos, mas não conseguiu contestar os envolvendo 37 e 73, que são os mais fortes e os pontos centrais da tese defendida. 

          Para apresentar exemplos fáceis de serem verificados: no final do século XIX, um russo (naturalizado americano), Ivan Panin, fez várias descobertas interessantes nos textos originais da Bíblia, entretanto, enfatizou mais o número 7 (até porque não chegou a descobrir a riqueza maior da Matemática Bíblica, que envolve os números 37 e 73). Em anos recentes, boa parte da tese de Panin tem sido questionada pelos céticos. 

          Porém, nas décadas de 80 e 90, alguns pesquisadores fizeram descobertas sobre a Matemática Bíblica tão complexas e interessantes, que as de Panin é como se fossem coisas do jardim de infância. Dois desses estudiosos (Peter Bluer e Vernon Jenkins) fizeram as descobertas mais profundas (e Vernon ainda mais), de modo que hoje não conheço nenhum cético que tenha ousado contestar as teses desses dois ingleses. E muitos outros tem se levantado (John Elias, Leo Tavares, etc.).  

Nível 7: REFUTAÇÃO DO PONTO CENTRAL 

Esse é o nível máximo de discordância, onde a refutação tem como alvo o ponto central da ideia defendida pelo autor original. Uma vez refutado o ponto central, toda a argumentação precisa ser abandonada ou revista, levando a discussão a níveis cada vez mais altos e gerando aprendizado. Vamos aos comentários abaixo: 

          Exemplos: [Na verdade, nunca encontrei uma refutação que derrubasse a tese central da Matemática Bíblica. Por tese central, quero dizer os padrões envolvendo os números 37 e 73, que, na matemática, pertencem ao conjunto dos números ESTRELARES HEXAGONAIS, uma categoria que aparece de forma impressionante no texto hebraico de Gênesis 1.1 e que foi descoberta, principalmente, pelo inglês Vernon Jenkins]. 

* Algumas explicações dos tópicos (sem os exemplos) foram adaptadas do artigo deste site:

https://prolifeengenharia.com.br/metodo-graham-saiba-como-aplicar-na-sst-e-na-vida 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.com – www.arquivo7.com.br

 


sábado, 14 de maio de 2022

A COINCIDÊNCIA ELEVADA À SÉTIMA POTÊNCIA... E MAIS ALÉM!


 No Apêndice 63, da Enciclopédia Arquivo7, revelamos uma das simetrias da Matemática Bíblica mais impressionante dentre todas as que temos divulgado até agora. Em síntese, fizemos o seguinte: 

          Primeiro, elaboramos uma tabela com 4 colunas: 

          1ª Coluna: Todos os números de 1 a 7.777.777; 

          2ª Coluna: Todos os capítulos da Bíblia, desde Gênesis 1 até Apocalipse 22, repetindo os 1.189 até completar a tabela; 

          3ª Coluna: Todos os 66 livros da Bíblia, representados pelos seus totais de capítulos, repetindo até fechar a tabela; 

          4ª Coluna: Todos os 28 valores das 28 letras de Gênesis 1.1, repetindo até o final da tabela. 

          Em seguida, fizemos o seguinte: 

          1 – Listamos todos os números, entre 1 e 7.777.777 que possuem somente os algarismos 3, 7 e 0; 

          2 – Num trabalho exaustivo, feito pelo computador, constatamos que existem somente 2.186 números que preenchem os requisitos do item anterior; 

          3 – Depois fizemos outra filtragem: destes 2.186 quantos coincidem com capítulos bíblicos de números 3 ou 7? Resposta: somente 176; 

          4 – Destes 176 quantos coincidem com livros bíblicos de apenas 3 ou 7 capítulos? Somente os 9 da tabela abaixo:  

Coluna 1

 

Coluna 2

Coluna 3

 

Coluna 4

7030

2CO7

7

3

Naum

200

703330

PV3

3

3

Naum

1

777377

MC3

3

3

Joel

10

3030377

EZ3

3

3

2 Tessalonicenses

40

3330000

LM3

3

3

Sofonias

400

7007777

João3

3

3

Joel

40

7073777

NE3

3

3

Joel

5

7077737

EZ7

7

3

Joel

1

7737737

ZC3

3

3

Joel

40

737

           Por último, a soma total dos valores da 4ª coluna (retirados das 7 primeiras palavras da Bíblia) é exatamente igual a um número formado somente por 3 e 7!!! 

          Como dissemos, é uma das simetrias mais impressionantes já descobertas. 

          Entretanto, recentemente, outra sensacional descoberta veio à tona: 

          Pegue os números de ordem (coluna 1) e transforme num número só. 

703007033300777377303037733300007007777707377770777377737737 

Em seguida divida-o por 3773 (o primeiro número na linha do tempo onde os números 37 e 73 se encontram lado a lado). Como não é uma divisão exata, haverá um resto de exatamente 551... justamente o número de ordem do Salmo 73!!!

           É outra coincidência difícil de se explicar ou de se imitar. O que você acha? 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.com – www.arquivo7.com.br

sábado, 7 de maio de 2022

AS REGRAS DO JOGO DA ROLETA DOS CAPÍTULOS BÍBLICOS

 

Conceituando esse jogo: É simplesmente pegar um número qualquer e o relacionar com algum dos 1.189 capítulos bíblicos. Mas a operação só será considerada válida ou significativa se o resultado final coincidir com um dos raros capítulos 37 e 73 da Bíblia. As regras são simples: 

Regra 1 – O número usado como DIVIDENDO tem que ser claramente significativo (e diretamente relacionado à Bíblia) e não aleatório. 

Regra 2 – O número usado como DIVISOR tem que ser o total de capítulos bíblicos ou um número claramente significativo e diretamente relacionado à Bíblia. 

Regra 3 – O resultado final, isto é, o RESTO da divisão, só será significativo se for igual a um dos 7 capítulos 37 ou ao único capítulo 73 da Bíblia. 

Vejamos a aplicação das regras em três exemplos diferentes: 

Exemplo 1: Número não interessante e resultado não significativo. 

1238595 (este é um número qualquer, não relacionado diretamente a algum evento bíblico significativo e nem seus fatores primos 3, 5, 71 e 1163, são significativos). Na Roleta dos Capítulos Bíblicos, corresponde a Ezequiel 44, portanto, sem significado no jogo. 

Exemplo 2: Número interessante, mas resultado não significativo. 

Às vezes o número poderá até ser interessante e não vencer o jogo. Exemplo: 3337777777. É um número interessante porque é formado exclusivamente com os algarismos 3 e 7, (três 3 e sete 7) que são celebridades na Matemática Bíblica. Entretanto, na Roleta dos Capítulos Bíblicos corresponde à 2 Reis 18, sem significado na Matemática Bíblica. 

Exemplo 3: Número interessante e resultado significativo. 

733373337. Primeiro, temos um número formado exclusivamente com os dígitos 3 e 7, como no exemplo anterior; segundo, na Roleta dos Capítulos Bíblicos corresponde exatamente ao Salmo 37, portanto, significativo. 

Mas atenção! O número 733373337 é interessante, mas não traz em si nenhuma conexão imediata com algum evento bíblico. Ou seja, temos um número interessante com um resultado significativo... mas o número NÃO é significativo. Por fim, veremos um exemplo que preenche todos os requisitos das regras do jogo. 

Exemplo 4: Número interessante e significativo com um resultado significativo. 

O número é 888.1480. 

Por que é interessante? Porque é múltiplo de 37. Por que é significativo? Porque é formado pelos valores numéricos do Nome de Jesus no original grego. Isto é, JESUS vale 888 e CRISTO vale 1480. Portanto, altamente significativo! 

E por que o resultado é significativo? Porque 8881480, na Roleta dos Capítulos Bíblicos, corresponde a Ezequiel 37 (cumprindo a regra 3)!!! 

          Entretanto, é oportuno deixar claro que, apesar de chamarmos de jogo, isto não é um artificio para entretenimento. É simplesmente uma técnica de constatação matemática, que evidencia a existência de claras simetrias matemáticas na estrutura dos capítulos da Bíblia. E, pela complexidade de muitas simetrias descobertas, somos levados a conjecturar que isto foi divinamente inspirado, uma espécie de selo a fim de comprovar a origem divina da Bíblia. 

          Como gosto de dizer: você pode até rejeitar as minhas conclusões, mas nunca os fatos e os cálculos apresentados. 

Moacir Junior – moacir37junior@gmail.com – www.arquivo7.com.br