O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

O NÃO EXATO, O QUASE EXATO E O EXATO


Em sua “Enciclopédia de Apologética”, no tópico “método indutivo”, Norman Geisler fala da natureza e dos níveis da Probabilidade, e revela 7 tipos de “graus” ou “níveis” de certeza (ou probabilidade):

1º grau – 99% — Praticamente certo: evidência esmagadora.
Exemplo: a lei da gravidade.

2º grau – 90% — Altamente provável: evidência muito boa.
Exemplo: Nenhum floco de neve tem estrutura idêntica a outro.

3º grau – 70% — Provável: evidência suficiente. Exemplo: A eficácia e segurança dos remédios que já foram testados e aprovados.

4º grau – 50% — Possível: nenhuma evidência ou evidência equivalente contra e a favor. Exemplo: Nosso time ganhará o “cara ou coroa”.

5º grau – 30% — Improvável: evidência insuficiente a seu favor. Nesse ponto, ninguém acredita exceto alguns poucos para quem funcionou. [exemplo: o horóscopo].

6º grau – 10% — Altamente improvável: evidência escassa a favor. A teoria de que Jesus passou seus primeiros anos estudando com um guru hindu entra nessa categoria.

7º grau – 1% — Praticamente impossível: quase nenhuma evidência a favor. A evidência da existência de unicórnios está nesse nível.

Geisler escreveu: “Uma das maiores diferenças entre lógica dedutiva e indutiva se acha nos tipos de conclusões alcançadas. Ao contrário da certeza do raciocínio dedutivo, o raciocínio indutivo fornece níveis de probabilidade.”

Por que o grau mais alto tem 99% de certeza e não 100%? Porque o autor está falando aqui de probabilidade e raciocínio indutivo (que é baseado na observação) e não o método dedutivo (por exemplo, um Teorema matemático, que é 100% verdadeiro). O exemplo apresentado nível 1 (Lei da Gravidade) revela que, em termos de 100% só existe uma ciência exata, a Matemática. Embora a Física, Química e Biologia sejam classificadas no campo educacional como do grupo das Ciências Exatas, elas não são 100% exatas. É fácil provar isso:

A Lei da Gravidade funciona perfeitamente em nosso Universo, até onde foi observada (e testada), mas, é obvio!, não tem como os cientistas vasculharem todos os cantos do Universo pra ter certeza 100%. Por outro lado, o Teorema de Pitágoras é verdadeiro aqui e em qualquer parte do Universo, você pode apostar sua cabeça nisso.

Um livro de matemática pode ter 3000 anos, tal como “Os Elementos”, de Euclides, mas seus teoremas continuam sendo ensinado nas escolas e universidades porque são verdadeiros e nunca deixarão de ser. Por outro lado, ninguém pode ter a mesma confiança num livro de Química, Física ou Biologia de 50 anos atrás. Novas observações e descobertas frequentemente fazem os cientistas mudarem de ideia.

Mesmo a velocidade da luz (considerada uma constante da Física), cuja velocidade exata é de 299.792.458 metros por segundos, tem controvérsias. Hoje, em qualquer parte do Universo (até onde foi observada, essa velocidade é exata, isto é, constante), mas alguns cientistas já discutiram a hipótese dessa velocidade não ser a mesma de milhões de anos atrás. Por isso que as Leis da Física podem ter até 99% de certeza, mas nunca 100% como as Leis da Matemática.

Sendo assim, em vez de classificar as disciplinas em dois tipos (exatas e não exatas, isto é, humanas), eu prefiro acreditar em três: exatas, quase 100% exatas e não exatas. Pra ser mais didático:

TRÊS TIPOS (OU NÍVEIS) DE CERTEZA:

1 – EXATO 100% – Incontestável.
Exemplo: o Teorema de Pitágoras.

2 – QUASE 100% EXATO Praticamente certo (evidência esmagadora. Exemplo: a lei da gravidade), ou Altamente provável: evidência muito boa (Exemplo: Nenhum floco de neve tem estrutura idêntica a outro).

3 – NÃO EXATO – Provável: evidência suficiente. Exemplo: os fatos históricos. Temos evidências suficientes ou boas sobre a existência de vários personagens citados ou estudados nos livros de História, Sociologia, Filosofia e outros, mas não tem como termos certeza absoluta.

Só um parêntesis: os matemáticos costumam classificar os números naturais em dois tipos: primos e compostos (primos são aqueles números que só dividem por eles e por 1). Entretanto, eu visualizo uma classificação em três tipos:

1 – Os primos
2 – Os compostos
3 – E o número 1

Explico: se primo é todo aquele que divide por ele mesmo e por 1 (tipo o 37) e composto é aquele que divide por mais de três números (por ele, por 1 e por mais outro, tipo o 10), onde se encaixaria o número 1? Por isso gosto de dizer: “Existem três tipos de números: os primos, os compostos e o número 1”. Na verdade, o 1 é o único número que se encontra presente em TODOS os números do Universo. Por isso, na Bíblia, ele, adequadamente, simboliza DEUS!

VOLTANDO AO NOSSO ASSUNTO DE HOJE...

Dentro dos padrões matemáticos investigados ou descobertos no Arquivo7, só podemos admitir dois tipos:

1 – 100% EXATO – Exemplo: Nos 66 livros canônicos da Bíblia, só existem 7 capítulos bíblicos de número 37 (e 1 de número 73) e, quando seus números de ordem formam um único número, somos levados até um deles, isto é, Êxodo 37! Isto ninguém jamais conseguirá contestar.

2 – QUASE 100% EXATO – Todos os livros bíblicos que contém as expressões “três vezes” ou “sete vezes”, quando somados os totais de capítulos, totalizam 777!!! Por que não 100%? Porque existem controvérsias se a expressão original em determinado livro significa isso mesmo ou foi mal traduzida. Exemplo: em Jó não aparece a expressão “sete vezes”, mas “três vezes” – e somente uma vez! E nessa única vez há controvérsias na tradução, portanto, a conclusão não é 100% segura.

Na verdade, todos os estudos que dependem da quantidade de vezes em que certas palavras ou expressões aparecem na Bíblia, podem ser colocados nessa categoria. São quase exatos, mas não 100%.

Muitas vezes algumas cópias dos originais omitem ou incluem exemplos a mais e isso pode desestabilizar todo o cálculo envolvido. Um exemplo claro é o estudo sobre “A LEI DOS SETES” (que revela que os escritores bíblicos costumavam repetir palavras e expressões em múltiplos de 7). Em Apocalipse, por exemplo, existem muitas palavras e expressões que são citadas 7, 14, 21 vezes (ou em outro múltiplo de 7). Outro exemplo, a palavra “SENHOR”, aparece 21 vezes (3 x 7) em algumas cópias dos originais gregos de Apocalipse. Mas existem cópias que citam 20 ou 22 vezes. (Observação: Na Enciclopédia Arquivo7 existem 3 capítulos sobre a “LEI DOS SETES”).

Por coisas assim é que, nos últimos anos, tenho evitado publicar simetrias que dependem da quantidade de vezes em que certas palavras ou expressões aparecem na Bíblia (a não ser que todas as cópias dos manuscritos originais concordem – exemplo: o Nome JESUS aparece 7 vezes em Apocalipse em todas as cópias dos originais que pude consultar – ainda assim, não pode ser considerado 100% certo). O valor do nome de Jesus, em grego, é 888, isto é fato. Aí li certa vez em algum lugar que alguém afirmava que o nome de Jesus aparece 888 vezes na Bíblia! Uma coincidência bem interessante... mas, infelizmente, não é verdadeira.

Em todas as pesquisas que fiz, constatei que o nome de Jesus aparece acima de 900 vezes e abaixo de 1000, mas não pude provar qual a quantidade correta, por isso nunca elaborei nada que dependesse disso.

Existem algumas variações nas cópias dos originais gregos do Novo Testamento, que não comprometem a doutrina bíblica, mas invalidam conclusões que dependem da quantidade de vezes em que certas palavras são citadas na Bíblia.

Conclusão: na Matemática Bíblica divulgada no Arquivo7 temos dois tipos de simetrias: as 100% exatas e as quase 100%. Alguém pode contestar este segundo tipo, mas jamais o primeiro. E, QUE FIQUE BEM CLARO!, TEMOS MUITOS MAIS EXEMPLOS DO TIPO “A” DO QUE DO TIPO “B”... Portanto, nada e nem ninguém é capaz de contestar a grande maioria dos fatos que temos apresentados.

A FRUSTRAÇÃO E O ÊXTASE

Inúmeras vezes me frustrei ao tentar encontrar padrões matemáticos na Bíblia, principalmente antes do surgimento da internet e mais ainda antes do acesso aos computadores. Porque certos cálculos tinham que ser feito manualmente e, sem acesso às cópias dos originais da Bíblia, grego e hebraico, a coisa ficava ainda mais difícil. Eu lia muitas coisas aqui e ali, mas me frustrava porque não tinha como provar se o que os autores diziam era verdade ou não. Por exemplo, se alguém afirmasse que tal palavra aparece tantas vezes na Bíblia, como eu poderia saber se era verdade? Ou que o valor de tal palavra em hebraico ou grego era tanto, como provar a veracidade?

De vez em quando eu via um pregador causar admiração na plateia ao citar coisas do tipo “A Bíblia contém 66 livros 1.189 capítulos, 31.173 versículos, 773.692 palavras e 3.566.480 letras!”.

Eu, na minha ingenuidade de novo convertido, acreditava piamente que isso era verdade. Quando constatei que a maior parte dessa afirmativa era falsa, fiquei decepcionado! Só o que existe de verdade na frase citada pelo pregador é que a Bíblia contém 66 livros (canônicos) e 1.189 capítulos! A quantidade de versículos varia conforme a tradução (não porque alguém incluiu ou excluiu algum texto, mas sim por que fez uma classificação diferente – eu já falei sobre isso por aqui, num artigo recente).

Recentemente, vi um pregador bem afamado entre os cristãos assembleianos, citar a mesma estatística furada acima (com algumas variações), e a maioria do povão vibrou, emocionada. Triste! É o mesmo que dar munição de graça para os céticos. Entretanto, existem coisas na Bíblia que são exatas e assombrosas, e nos últimos anos, tenho feito o possível para divulgar tais coisas.

Mas, voltando um pouco ao inicio das minhas pesquisas...

Quando tive acesso ao computador pela primeira vez, resolvi digitar todo o livro do Apocalipse a fim de poder contar depois quantas vezes certas palavras apareciam nele. Foi um trabalhão digitar aquelas quase 10.000 palavras. A gente tinha acesso ao computador, mas a internet era ainda um sonho distante, não tinha como ter acesso a uma Bíblia completa toda no computador. Então, algum tempo depois, um amigo conseguiu uma versão da Bíblia, toda digitada, em algum lugar e me passou por disquete (quem se surpreender com esta palavra, pesquise, hahaha!!!). Fiquei muito contente e passei muito tempo só colocando o computador pra pesquisar quantas e quantas vezes certas palavras apareciam na Bíblia.

Minhas pesquisas tiveram um certo avanço. E novas frustrações. Eu ignorava que, devido às traduções, uma palavra poderia aparecer mais ou menos vezes, mesmo com pouca diferença.

Por exemplo, quantas vezes a palavra ISRAEL aparece na Bíblia? Nas quatro principais versões usadas pelos evangélicos no Brasil, e ainda a King James, em inglês, temos o seguinte:

- 2290 versos encontrados, 2552 ocorrências (versão ACF)

- 2296 versos encontrados, 2544 ocorrências (versão ARA)

- 2289 versos encontrados, 2556 ocorrências (versão ARC)

- 2301 versos encontrados, 2576 ocorrências (versão KJV)

- 1704 versos encontrados, 1854 ocorrências (versão NVI)

Nenhum dos resultados combinou. Qual o correto? Pode ser qualquer deles ou nenhum. Então não faz sentido, por exemplo, eu construir uma argumentação de uma simetria matemática que relacione o número 2552 com Israel, só porque encontrei esta palavra 2552 vezes na Bíblia (na versão ACF, ou seja, Almeida Corrigida Fiel). Já pude verificar que, de todas as versões portuguesas, a ACF é a que mais coincide a quantidade de palavras com as cópias dos originais hebraico e grego. Mesmo assim, ela não é 100% segura. A não ser que a gente faça a análise por seção textual, que envolva o mesmo assunto.

Exemplo: em todas as cópias mais fiéis aos originais hebraico, constatei que o nome ELOHIM (Deus) aparece 35 vezes no trecho sobre a Criação do mundo. Todo o capítulo 1º e mais os três primeiros versículos do capítulo 2 do Gênesis. A partir do versículo 4 (do cap. 2), Deus já é chamado de SENHOR DEUS, inaugurando uma nova seção. E o número 35 é importante por ser um múltiplo de 7, um dos números-chave da Criação.

Mas na versão Almeida Revista e Atualizada, no mesmo trecho, Deus só é citado 30 vezes!

Na Nova Versão Internacional, Deus é citado 32 vezes no trecho de Gênesis citado acima (lembre-se: no original são exatas 35 vezes!).

E na versão ACF (Almeida Corrigida Fiel), Deus é citado exatamente 35 vezes (igual ao original hebraico).

A KJV (inglesa) também é muito considerada pelos estudiosos, como uma das versões que está mais próxima dos originais. E nesse teste, Deus é citado também 35 vezes!!!

Só pra não deixar de fora nenhuma das versões citadas mais acima, vejamos agora na ARC (Almeida Revista e Corrigida): surpreendentemente, também cita Deus 35 vezes (mas em outros testes mostra variações, envolvendo outras palavras).

Conclusão: quando investigo alguma simetria matemática que depende da quantidade de vezes em que certa palavra aparece na Bíblia, sigo dois critérios:

a) Que a palavra não seja muito frequente na Bíblia. Ou seja, que apareça em número pequeno, pra facilitar a comprovação, entre 200 e 100, por exemplo, ou menos de 100 – Israel não é um exemplo adequado porque é citado mais de 2.000 vezes!

b) Que essa quantidade seja baseada nos originais hebraico e grego e não nas versões das línguas modernas.

De qualquer forma, prefiro ainda, muito mais, lidar com as simetrias do tipo EXATAS, cujos dados ninguém pode contestar – e graças a Deus que temos “toneladas” deste tipo na Enciclopédia Arquivo7!

Em outras palavras: se algumas simetrias do tipo NÃO 100% EXATAS me trouxeram, ocasionalmente, algumas FRUSTRAÇÕES, em compensação, as 100% EXATAS têm me recompensado com muitos ÊXTASES! E o melhor de tudo é que o pacote destas é muito, muito maior. Por isso que fico bem à vontade para desafiar os céticos.

Outra coisa que me frustrava um pouco ao divulgar a Matemática Bíblica era que, quase 100% dela dependia da GEMATRIA, isto é, do sistema que converteu o alfabeto hebraico em valores numéricos. Qual o problema? A gematria pura, isto é, clássica, faz uso somente da palavra na sua língua original. Portanto, ao usar a gematria em alguma palavra ou passagem bíblica, obrigatoriamente, eu teria que citar a tal palavra (ou passagem) no seu original. As pessoas já torcem o nariz quando escutam a palavra “matemática”, e falar de cálculos envolvendo valores de palavras nas línguas originais, só piora ainda mais a situação (exceto se você tiver um público que adore esse tipo de conhecimento – encontrar uma garrafa de água mineral gelada no meio do deserto do Saara é muito mais fácil, hahaha!).

Falar para um público leigo (e, muitas vezes semialfabetizado) sobre os impressionantes padrões matemáticos ocultos em Gênesis 1.1 é uma tarefa ingrata. Outro problema é que, para esse tipo de assunto, dependemos muito de ilustrações, gráficos, tabelas, etc., o que complica ainda mais, pois nem sempre temos isso à mão. Se eu for falar, por exemplo, que uma certa palavra é assim e assim no original hebraico ou grego, é quase 100% certo que nenhum ouvinte abrirá a boca pra tentar contestar – não porque a minha explicação seja incontestável, mas porque meu público não tem o conhecimento suficiente para tentar fazer isso. Em outras palavras: se a maioria do nosso povão mal consegue entender uma frase em nossa língua, exigir que entenda algo numa língua antiga e desconhecida, é maldade!

Entretanto, com o passar dos anos e o aprofundamento na Matemática Bíblica, fui percebendo certos padrões que não dependiam tanto da gematria e dos demais fatores citados acima – E QUE DAVAM PRA SEREM COMPREENDIDOS, DE FORMA RAZOÁVEL, ATÉ POR UMA PLATEIA DO TIPO CITADO ANTERIORMENTE!

Mais recentemente ainda (de 2018 pra cá), quando descobri uma profunda e vasta simetria matemática na estrutura dos capítulos bíblicos, a coisa finalmente chegou ao ponto que eu tanto necessitava e ansiava.

E o que é que eu tanto desejava (e pedia a Deus), em relação à Matemática Bíblica? QUE HOUVESSE UMA FORMA SIMPLES DE SE PROVAR, PRA QUALQUER PÚBLICO, QUE DEUS REALMENTE INCLUIU PADRÕES MATEMÁTICOS NA BÍBLIA, DE NÍVEIS TÃO COMPLEXOS QUE NENHUM SER HUMANO SERIA CAPAZ DE INVENTAR, E, AO MESMO TEMPO, TÃO SIMPLES, QUE QUALQUER PESSOA PODERIA COMPREENDER.

E hoje, meus amigos, com todas as recentes descobertas matemáticas divulgadas neste site e na Enciclopédia Arquivo7 (especialmente a partir do capítulo 309, e nos Apêndices), acredito piamente que Deus ouviu as minhas petições.

Portanto, convido (ou desafio) você a ler outros artigos publicados neste site, a conhecer a Enciclopédia Arquivo7, e que se sinta motivado a se aprofundar na Matemática Bíblica e descobrir o maravilhoso plano que Deus arquitetou para a Humanidade.

"Na verdade, há um espírito no homem, e a inspiração do Todo-Poderoso o faz entendido." (Jó 32:8) 

 “O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.”
(Jó 33:4)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

A MATEMÁTICA BÍBLICA SUBMETIDA AO FOGO DOS CONTESTADORES


De vez em quando algum leitor atento do Arquivo7 me questiona a respeito de alguma simetria matemática apresentada. Geralmente eles perguntam: “Mas será que não funcionaria com outro número?” Eu adoro esse tipo de questionamento porque fortalece ainda mais as teses que defendo.

Certo dia alguém me questionou: “E se, em vez de procurar essas simetrias com o número 37, você procurasse com 25, 38, 43 ou outra dupla diferente? Será que não funcionaria também? Aliás, por que 37?

          É muito fácil responder a isso.

          Começando pela última, “por que 37?” Primeiro, é evidente que o primeiro texto da Bíblia, no original hebraico, está recheado de múltiplos de 37; segundo, os dois números mais importantes da Bíblia não são 2 e 5 ou 3 e 8 ou 4 e 3, mas 3 e 7; inclusive, os dois dias mais citados na Bíblia (qualquer que seja a tradução que você pesquise) são os 3º e 7º dias.

          Sobre a outra questão: e se fosse com outra dupla numérica, não funcionaria também? Para responder, veja com cuidado os fatos abaixo.

Em vários artigos (e capítulos da Enciclopédia Arquivo7) demonstrei que a equação (3^3) + (7^7) produz um valor que vai parar exatamente em Jeremias 37 (na Bíblia toda existem apenas 7 capítulos de número 37 e um de número 73)! O símbolo ^ significa “elevado à”.

Detalhando: (3^3) + (7^7) = 823570. Este número dividido por 1189 (total de capítulos bíblicos), como não é uma divisão exata, restará 782, que é igual a Jeremias 37.

Portanto, 3 e 7, numa singela operação matemática, nos leva diretamente a um capítulo bíblico onde os dois dígitos aparecem juntos. Isso funcionaria com outra dupla numérica? Por exemplo, será que 3 e 8 nos levarão a um capítulo 38? Ou quem sabe, 2 e 5 nos levará diretamente a um capítulo 25?

Fiz todas as simulações possíveis (pelo computador) e o resultado apresento a seguir:
Das 36 duplas numéricas possíveis, somente duas (2 com 4 e 3 com 7) nos conduzirão a um capítulo bíblico em que os mesmos dígitos aparecem (1 Samuel 24 e Jeremias 37, respectivamente).


Entretanto, no caso da dupla 2 e 4, temos apenas uma simples coincidência, pois essa dupla não é significativa no texto bíblico e não existem outros exemplos corroborativos a favor dela. Enquanto existem 20 capítulos bíblicos de número 24, existem somente 7 de números 37! Mas vamos submeter essas duplas a um teste mais complexo, para deixar as coisas ainda mais claras.

Por exemplo: Apresento a seguir uma descoberta muito recente, que não aparece em nenhum dos 333 capítulos da Enciclopédia Arquivo7 e nem em qualquer dos atuais 32 Apêndices. Pra provar ainda mais que: O POÇO DA MATEMÁTICA BÍBLICA NÃO TEM FUNDO!

(3^7^37^73) x (73^37^7^3) = (um número formado por 10.469 dígitos, que não vamos colocar aqui, pra não espantar os leitores). Este numerozão dividido por 1189, como não é uma divisão exata, restará 782, que também é igual a Jeremias 37!!!

          Veja só! A mesma dupla numérica acima, que já tinha nos levado até Jeremias 37, agora nos surpreende novamente, com uma operação muito mais complexa. É uma coincidência absurda!

Mas alguém poderia pensar que isto seria um tipo de capricho matemático. Ou seja: qualquer dupla numérica se submetida às mesmas formulas acima, irá parar no mesmo lugar, isto é, no mesmo capítulo na Bíblia, independente dos dígitos do capítulo coincidirem com a dupla ou não.

Por exemplo, se no primeiro teste a dupla 38 nos levou até Jó 17, será que no segundo teste iria parar lá também?

Em outras palavras: Por um capricho matemático, devido à alguma particularidade estranha do número 1.189 (total de capítulos bíblicos), talvez qualquer dupla numérica submetida às duas fórmulas abaixo acabem no mesmo lugar.

(a^a) + (b^b) = x (que dividido por 1189 levem ao resultado y).

(a^b^ab^ba) x (ba^ab^b^a) = x (que dividido por 1189 levem ao resultado y).

          Se qualquer dupla numérica, nas duas fórmulas acima, nos levar ao mesmo endereço, provaria que, pelo menos neste caso, a dupla 3 e 7 não tem nada de especial ou de extraordinário em relação às outras duplas numéricas.

Com essa suspeita decidi tirar a prova. Como envolve muitas operações com números muito grandes, seria cansativo demais testar com todas as 36 duplas, como fiz acima. Por isso, escolhi quatro duplas (três aleatoriamente, e uma de propósito, a com 2 e 4):

1º Teste: 3 e 8

a) (3^3) + (8^8) = 16777243 = Jó 17

b) (3^8^38^83) x (83^38^8^3) = Deuteronômio 12

Primeiro, nenhum resultado levou a um capítulo de número 38 (ou 83); segundo, o primeiro resultado não tem nada a ver com o segundo.

2º Teste: 2 e 5

a) (2^2) + (5^5) = 3129 = Jeremias 6

b) (2^5^25^52) x (52^25^5^2) = 1 Samuel 19

Primeiro, nenhum resultado levou a um capítulo de número 25 (ou 52); segundo, o primeiro resultado não tem nada a ver com o segundo.

3º Teste:

a) (2^2) + (7^7) = 823547 = Jeremias 14

b) (2^7^27^72) x (72^27^7^2) = Miquéias 5

Primeiro, nenhum resultado levou a um capítulo de número 27 (ou 72); segundo, o primeiro resultado não tem nada a ver com o segundo.

          4º Teste:

a) (2^2)+(4^4) = 1 Samuel 24

b) (2^4^24^42) x (42^24^4^2) = Salmos 51

Apesar do primeiro teste ter dado positivo (os dígitos 2 e 4 coincidindo com um capítulo 24), no segundo deu negativo. Somente a dupla 3 e 7 passa nos dois testes e nas centenas de outros que temos apresentado na Enciclopédia Arquivo7.

          Quem duvidar das contas apresentadas, que procure uma calculadora e tire as provas por si mesmo.

“Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é um escudo para todos os que nele se refugiam.”
(Salmos 18.30, NVI).

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

QUANDO DEUS FALA E AGE POR MEIO DAS COISAS MINÚSCULAS E APARENTEMENTE INSIGNIFICANTES...

A maioria das pessoas só quer acreditar em Deus (e glorificá-lo) se testemunhar alguma ação espetacular, uma cura milagrosa chocante, fogo caindo do céu, um morto ressuscitando, etc., mas ignora que, NA GRANDE MAIORIA DOS CASOS, Deus age silenciosamente, nos bastidores (e não nos palcos), movendo peças, pessoas, pequenas coisas, capaz de provocarem mudanças estarrecedoras até no cenário mundial (como no livro de Ester).

Em outras palavras: a maioria das pessoas espera ouvir a VOZ DE DEUS como um TROVÃO, ou que a ação dele seja tão espetacular como um TERREMOTO, UM INCÊNDIO, UMA TEMPESTADE (como o profeta Elias esperava que fosse – 1 Reis 19). Mas, para a surpresa do profeta, Deus falou com "... uma voz mansa e delicada." (1 Reis 19.12).

          Para autenticar a Sua Obra e a Sua Palavra, por exemplo, Deus fez uso de uma linguagem universal, oculta, entretanto, em coisas invisíveis ao olho nu.

SE VOCÊ DUVIDA QUE DEUS USOU OS NÚMEROS E A MATEMÁTICA PARA AUTENTICAR A SUA PALAVRA E A SUA OBRA, E DESAFIAR A INCREDULIDADE HUMANA, CONSIDERE APENAS OS SEGUINTES FATOS:

1 - Gênesis 1.1 (NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA), o texto mais importante sobre a origem do Universo, tem o valor numérico de 2701, isto é, 37 x 73.

2 - A Bíblia diz que "com sua SABEDORIA" Deus fez o Universo (Jeremias 10.12; Provérbios 3.19). Em hebraico, a palavra "HOKMAH" (sabedoria) tem o valor numérico 73 (e pelo número de ordem das letras, vale 37).

3 - O Criador do Universo é chamado JESUS CRISTO, no texto grego do Novo Testamento. JESUS tem o valor numérico 888 (24 x 37) e CRISTO, 1480 (40 x 37).

4 - Por incrível que pareça, na língua internacional atual (inglesa), o nome JESUS, pelo número de ordem das 26 letras, vale 74 (2 x 37). Se duvidar, pegue uma calculadora e calcule.

Até aqui temos um conjunto de fatos que estão além das coincidências. Agora observe mais estes:

5 - O elemento mais importante para a vida no Universo é a ÁGUA. Na Bíblia, tanto JESUS como a Palavra de Deus, são comparados à água em diversas passagens.

6 - A água é formada por 2 átomos de Hidrogênio e 1 de Oxigênio. Por mais absurdo que seja, existe uma medida minúscula chamada PICÔMETRO (pm), e com ela os cientistas MEDEM O TAMANHO DOS ÁTOMOS. Bem, cada átomo tem um certo tamanho e você pode encontrar inúmeras tabelas na internet mostrando isso.

O impressionante é que o átomo de Hidrogênio mede 37 pm. E mais uma surpresa: o átomo de Oxigênio mede 73 pm! Sim, 37 e 73!!! (Quem duvidar, pesquise na internet, por exemplo: RAIO COVALENTE OXIGÊNIO e HIDROGÊNIO).

Ah, detalhe: a única vez em que a palavra ÁTOMO aparece na Bíblia, em grego (1 Coríntios 15.52, traduzido em nossa língua por "NUM MOMENTO"), tem o valor numérico de 1221 (33 x 37). Quem seria capaz de arquitetar esse tipo de coisa?

7 - Os números 37 e 73 pertencem a uma categoria matemática chamada de NÚMEROS ESTRELARES HEXAGONAIS (não dá pra explicar isso aqui agora, mas no Arquivo7 você encontrará "toneladas" de informações sobre isso). Quando a água passa por um processo químico que gera os chamados CRISTAIS (ou FLOCOS) DE NEVE, temos diante de nós outro fenômeno espetacular:

a) Quase 100% dos minúsculos flocos de neve possuem o formato HEXAGONAL ou ESTRELAR HEXAGONAL;

b) Ninguém até agora encontrou dois iguais;

c) A palavra NEVE, em hebraico, vale 333 (3 x 3 x 37);

d) A palavra NEVE, em grego, vale 1460 (20 x 73);

e) Tanto JESUS (Apocalipse 1.14), como a Palavra de Deus (Isaías 55.10,11), são comparados à NEVE;

f) E todos os capítulos na Bíblia, onde aparece a palavra "NEVE", formam uma simetria incrível que, no final, nos conecta com o número 37 (veja, por exemplo o Apêndice 32 da Enciclopédia Arquivo7).

Conclusão: São muitas coincidências para serem apenas coincidências; e, além de complexas, envolvem fatores que tornam impossíveis que a mente humana tenha elaborado tudo isso sem uma inspiração sobrenatural (mais detalhes na Enciclopédia Arquivo7).

Isto, senhoras e senhores, é apenas uma amostra da Matemática Bíblica, que deu origem à Enciclopédia Arquivo7. Vocês podem até duvidar da interpretação que damos a esses fenômenos, mas jamais conseguirão refutá-los.

“A matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o Universo.” (Galileu Galilei)

“Sem a matemática não nos seria possível compreender muitas passagens das Santas Escrituras”  (Santo Agostinho)

“Possui a matemática uma força maravilhosa, capaz de nos fazer compreender muitos mistérios de nossa fé.” (São Jerônimo)

"Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar." (Platão)

"As leis da natureza nada mais são que pensamentos matemáticos de Deus." (Kepler)

“E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.” (Jesus de Nazaré, em Mateus 10.30)

“Quem MEDIU na concha da sua mão as águas, e tomou a MEDIDA dos céus aos palmos, e recolheu numa MEDIDA o pó da terra e PESOU os montes com peso e os outeiros em balanças?” (Isaías 40.12)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com

terça-feira, 28 de julho de 2020

A SURPREENDENTE OBRA DO DR. VERNON JENKINS SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA


“É uma consequência lógica do pensamento darwiniano que o homem não está sozinho no universo; que outras civilizações existem e florescem por aí; que entre estes deve haver algum superior ao nosso, capaz e disposto a nos instruir na arte ilusória da coexistência pacífica. Com a abertura do novo milênio, encontramos muitos olhos voltados para o céu, antecipando algum sinal não aleatório emanando das profundezas do espaço que confirmaria a existência de tais seres. Assumindo o cumprimento dessas expectativas, é altamente provável que a comunicação regular se siga e, no devido tempo, o contato direto.”

“Nos estágios iniciais desse cenário, espera-se que absolutos matemáticos - particularmente aqueles associados a número e forma - assumam papéis fundamentais. Por exemplo, a transmissão repetida de uma sequência compreendendo os primeiros mil ou mais números cúbicos tem grande probabilidade de captar o interesse e a atenção de qualquer receptor inteligente - alcançando assim o objetivo imediato de anunciar a presença galáctica de seu autor.”

“No entanto, na ânsia de buscar ligações extraterrestres e encontrar a salvação entre as estrelas, a elite científica e intelectual do mundo parece ter ignorado uma mensagem semelhante mais próxima de casa - expressa em termos igualmente persuasivos. Nas páginas seguintes, propõe-se identificar e corrigir essa supervisão chamando a atenção para alguns fenômenos reais e notáveis ​​e suas implicações de longo alcance. Eles estão associados, em particular, às palavras hebraicas iniciais da Bíblia, à forma grega do nome Jesus Cristo (entendida pelos cristãos como o Criador) e ao enigma de Apocalipse 13:18.”

Todos os parágrafos acima foram traduzidos diretamente da apresentação que dá abertura a este site (http://www.otherbiblecode.com/), a página mais interessante sobre Matemática Bíblica que você vai encontrar na internet. Ela é mantida pelo Dr. Vernon Jenkins, matemático e cristão britânico, que, durante 40 anos, tem estudado profundamente os padrões matemáticos que podem ser encontrados nos textos originais da Bíblia, especialmente em Gênesis, principalmente no capítulo primeiro.

É impossível deixar de se impressionar, mesmo com uma leitura superficial, dos artigos do Dr. Jenkins. Na página dele você não vai encontrar suposições e interpretações numerológicas (ou cabalísticas) da Bíblia, mas a constatação de que existe uma matemática pura e padrões complexos (além de belos) por trás do texto hebraico e grego da Bíblia. Você pode até não concordar com as conclusões dele (de que Deus autenticou a Bíblia como a Sua Palavra, usando a matemática), entretanto, é impossível contestar as suas descobertas.

O site mencionado anteriormente é o mais antigo (não sendo mais atualizado), porém, dentro dele há o endereço do site mais recente (http://www.whatabeginning.com/), onde, de tempos em tempos, o Dr. Jenkins publica algo novo. Essa nova página contém um texto de apresentação bem parecido com o da página anterior, mas com alguns acréscimos.

Dentro dessa nova página existe uma que funciona como uma introdução básica para quem está tendo contato com essa matemática bíblica pela primeira vez (http://www.whatabeginning.com/Misc/Wonders/P.htm), e o artigo intitula-se, muito apropriadamente, de “O PRINCÍPIO DAS MARAVILHAS”. A seguir, transcreveremos o texto, na íntegra, somente para que os leitores tenham uma pálida ideia dos fenômenos matemáticos ocultos na Bíblia. Caso queiram se aprofundar, a obra do Dr. Jenkins está totalmente disponível nas referidas páginas.

Observação 1: o texto foi traduzido automaticamente pelo Google (eventuais traduções, que poderiam distorcer ou estorvar o sentido de alguma palavra ou frase, foram corrigidas por mim, tendo como base outros textos do autor).

Observação 2: O asterisco entre colchetes [*] foi acrescentado por mim em todos os pontos do texto onde, no original, há uma referência, contendo um link diretamente para um outro texto onde o assunto em pauta é aprofundado com mais detalhes, incluindo tabelas e imagens. É importante que o leitor veja depois o texto diretamente da página do autor, para ter acesso aos detalhes e evidências que explicam melhor a tese defendida.

Observação 3: Todos os textos entre colchetes foram acrescentados por mim apenas para esclarecer melhor o que a frase afirma. E negritei algumas frases para enfatizar ou tornar a coisa mais clara.

O Princípio das Maravilhas

Resumo. Com base nos fatos evidentes apresentados aqui, o primeiro versículo das Escrituras Hebraicas - já apresentando as palavras mais lidas de todos os tempos - deve ser considerado como a combinação mais notável de palavras já escrita, e um milagre permanente.”

Introdução. Hoje, poucas pessoas percebem que o que geralmente é conhecido como 'A Bíblia' representa, potencialmente, cerca de 50% das informações contidas entre suas capas. Deixe-me explicar: os documentos originais em hebraico, aramaico e grego, dos quais derivam todas as traduções da Bíblia, também podem ser lidos como conjuntos de números. Essa situação intrigante ocorre porque, há muito tempo, esses povos antigos adotaram a prática de usar as letras de seus alfabetos como numerais. Consequentemente, cada letra foi associada a um valor fixo e a uma sequência de letras com a soma de seus respectivos valores. Consequentemente, equipados com o esquema relevante de numeração, toda palavra hebraica ou aramaica do Antigo Testamento e toda palavra grega do Novo Testamento podem ser prontamente traduzidas para um número inteiro [*]. Mas é apropriado perguntarmos se os números obtidos dessa maneira podem, em qualquer sentido, ser considerados significativos. Sugiro que, em circunstâncias normais, tenderíamos a concluir que esses derivados são aderências sem sentido ao texto. Mas aqui está um livro que afirma ter uma inspiração divina! As coisas não podem ser diferentes neste caso? Os números não podem representar informações que complementam o texto bíblico? Esse texto em particular não pode ser auto-autenticado? Como poderíamos ter certeza? Claramente, é necessário um teste simples para resolver o problema.”

O teste. É razoável que comecemos pelo princípio considerando os números que surgem da leitura das 7 palavras hebraicas do primeiro versículo da Bíblia, Gênesis 1: 1 - uma afirmação fundamental e estrategicamente colocada. Em ordem de palavras, são 913, 203, 86, 401, 395, 407 e 296, respectivamente; sua soma - o número a ser associado ao verso completo - é 2701 ou 37x73. [*] Agora observe:”

1 – Os fatores reflexivos dessa soma - ambos os números primos - chamam a atenção imediatamente [37 é o reflexivo de 73];

2 – Esses fatores estão mais relacionados geometricamente [*]. [Tanto o 37 como o 73 pertencem à categoria dos NÚMEROS ESTRELARES HEXAGONAIS – e o 37 pode ser visualizado claramente no CENTRO do 73];

3 – Seu produto, 2701 (representando Gênesis 1: 1), assume a forma de um grande número triangular com um contorno cúbico compreendendo 216 ou 6x6x6, contadores [*]. [Gênesis 1.1 contém no original 7 palavras e 28 letras. A quantidade de letras é o TRIANGULAR da quantidade de palavras e, como se não bastasse, ATÉ O VALOR TOTAL DA FRASE, 2701, É UM NÚMERO TRIANGULAR!];

4 – A soma dos números que representam as palavras 6 e 7 (traduzida 'e a terra') é 703 ou 19x37; esses fatores - novamente, ambos os números primos - estão relacionados geometricamente da mesma maneira que são 37 e 73 [*]. [Assim como o 37 está no CENTRO do 73, o 19 também está no CENTRO do 37];

5 – O produto deles [19 x 37], 703, não é apenas um número triangular, mas especificamente aquele que está intimamente coordenado com o 2701 [*]. [É incrível como, num triângulo formado por 2701 pedrinhas, podemos encontrar, BEM NO CENTRO, um triângulo com 703 pedrinhas!];

6 – O mesmo par de números aparece em um trapézio cujas simetrias revelam outras divisões do versículo [*]. [Só vendo o link original pra entender esta parte]

7 – Como cada um dos fatores de 2701 é um número de 'estrela' (ou hexagrama), Gênesis 1: 1 pode ser ainda representado como uma 'estrela de estrelas' [*]. [outra parte superinteressante que não dá pra explicar aqui, por questão de espaço];

8 – Com base nas observações anteriores, é claro que 37 assume um papel dominante na estrutura numérica de Gênesis 1: 1; no entanto, também resulta que 37 é único como um número em si mesmo [*]. [o autor prova que o número 37 pertence a três categorias geométricas];

9 – Apropriadamente, cada componente do Nome do Criador é considerado um múltiplo de 37 - na verdade, um múltiplo de 8x37, ou 296, valor da sétima palavra do primeiro versículo da Bíblia [*]. [Não somente o nome JESUS, em grego, tem um valor múltiplo de 37, como também a palavra CRISTO – uma coincidência absurda, caso tenha sido apenas obra do acaso];

10 – Uma visão em mosaico de Gênesis 1: 1 [*]. [No original o autor mostra algumas imagens espetaculares, integrando a geometria revelada em Gênesis 1.1];

11 – Os recursos adicionais de uma forma aumentada do primeiro verso [*]. [Ao acrescentar mais uma palavra às 7 de Gênesis 1.1, o autor descobre mais simetrias intrigantes – a 8ª palavra da Bíblia é a primeira do versículo 2];

12 – Uma singularidade numero-geométrica significativa leva à compreensão de que os números subjacentes às 8 palavras hebraicas iniciais estão relacionados parametricamente [*]. [O autor descobre e revela vários padrões matemáticos claramente integrados às 8 primeiras palavras da Bíblia];

13 – O mapeamento das características salientes de um artefato moderno abundante nessas 8 palavras [*]. [O auto descobre uma série de coincidências entre as medidas do famoso papel A4 e os valores relacionados a Gênesis 1.1];

14 – A derivação da constante fundamental “pi” [o famoso número Pi ou 3,1415...] (correta para 5 algarismos significativos) das letras e palavras de Gênesis 1:1 [*]. [O autor revela uma fórmula que revela os cinco primeiros dígitos do número Pi nas simetrias de Gênesis 1.1 – que se torna ainda mais impressionante quando consideramos o próximo tópico];

15 – A derivação da constante fundamental “e” [a famosa constante 2,718..., chamada também de número de Euler] (correto para 5 algarismos significativos) das letras e palavras de João 1: 1 (um versículo do Novo Testamento intimamente relacionado a Gênesis 1: 1), aplicando um procedimento idêntico [*]. [Isto é, a mesma fórmula usada com os elementos numéricos de Gênesis 1.1, que levou ao número Pi, quando aplicada a João 1.1, revela os primeiros 5 algarismos do número de Euler – e João 1.1 possui uma conexão temática bem direta com Gênesis 1.1];

16 – Uma simples excursão em 3D serve para revelar maior coesão geométrica entre as palavras hebraicas iniciais da Bíblia [*]. [Aqui o autor analisa figuras geométricas em 3 dimensões e encontra paralelos numéricos com Gênesis 1.1].

Observações finais. Essas evidências de um design profundo nas palavras de abertura da Bíblia lançam uma luz completamente nova sobre o verdadeiro status das Escrituras judaico-cristãs, pois quem é capaz de dar existência a uma frase significativa, recheada com essa variedade de estruturas numéricas significativas?

Isso pode ser um sinal para nossa geração? Se sim, como deve ser interpretado?

[Aqui o autor finaliza seu texto – os dois parágrafos finais traduzido automaticamente pelo Google ficaram um pouco confuso, aí tomei a liberdade de cortar algumas palavras e sintetizar o parágrafo].

Diante de todos esses fatos, apresentados pelo Dr. Jenkins, fica bem clara a impossibilidade de qualquer ser humano (mesmo sendo um gênio matemático) ter inventado esses padrões. Ah, e aqui mostramos apenas o básico dessa investigação. Se a estas acrescentarmos o restante do conteúdo descoberto pelo Dr. Jenkins, não há nada que os céticos possam fazer para contestar.

Se Deus existe e é o Autor da Bíblia, só Ele pode ter elaborado essas coisas. A obrigação de provar o contrário fica com os céticos e ateus de plantão.

“Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com pesos e os outeiros em balanças? (...) Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, não se cansa nem se fatiga? E inescrutável o seu entendimento.”
(Isaias 40.12,28)

      Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com