Esta é a Enciclopédia Arquivo7, disponível em dois formatos: 1) DIGITAL: 400 capítulos, 100 apêndices e cerca de 123.000 páginas! 2) FÍSICO [IMPRESSO]: 28 livros e 7.777 páginas! Ênfase: Profecia, Matemática Bíblica e Apologética Cristã. Objetivo: Defesa das doutrinas primárias da Bíblia: Inspiração Divina, Inerrância, Infalibilidade, Imutabilidade, Insuperabilidade, Indestrutibilidade e Integralidade. Sintetizando a tese Arquivo7: "DEUS autenticou a Bíblia, usando a Profecia e a Matemática".
CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA
O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova.
"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)
Adquira esta obra por meio da seguinte opção: LIVRO FÍSICO (isto é, impresso) - Adquira a partir deste link:
terça-feira, 19 de junho de 2012
A MEDIDA PERFEITA – PARTE 2
quarta-feira, 13 de junho de 2012
NOVIDADES NO BLOG FILOSOFIA 7 - A MEDIDA PERFEITA - PARTE 1
terça-feira, 12 de junho de 2012
NADA PODEMOS CONTRA A VERDADE – Parte 2
quarta-feira, 6 de junho de 2012
NADA PODEMOS CONTRA A VERDADE – Parte 1
O QUE HÁ NO ARQUIVO 7 SOBRE 2012?
sexta-feira, 1 de junho de 2012
PROFECIA BÍBLICA – UM DESAFIO PARA OS INCRÉDULOS
quarta-feira, 16 de maio de 2012
UMA VITÓRIA COM GOSTO AMARGO
Caros amigos, nunca imaginei que fosse escrever um texto como este. Mas devo isso a vocês que, freqüentemente ou não, acessam meus blogs. No dia 11 de maio de 2012, sexta-feira, entre 13:00 e 13:30 horas, participei de um horrível acidente.
Os detalhes técnicos estão nos noticiários (vejam, por exemplo, o vídeo postado no link abaixo).
http://www.youtube.com/watch?v=HirJu6hBir8
Se não conseguirem visualizar, procurem no Youtube com as palavras: "Acidente grave carreta e onibus escolar".
Estávamos quase na chegada (íamos para a cidade de Pedreiras, distante 36 km da minha cidade, Igarapé Grande, na BR 119-MA). Numa curva fechada (conhecida por já ter sido testemunha de muitos acidentes), desponta uma carreta desgovernada, já na contramão, e quase tombada.
Não havia mais tempo para pensar em nada. A colisão era inevitável. Eu estava num ônibus escolar, que transportava estudantes para uma tradicional escola particular de Pedreiras (Colégio Batista). A maioria era adolescente, quase criança.
Em milésimos de segundos, em meio a gritos e desespero, o motorista do ônibus jogou o carro fora da estrada, para evitar a inevitável colisão. Não sei exatamente como, mas acredito que parte da carreta ao menos “tocou” na traseira do nosso ônibus, empurrando-o ainda mais violentamente, provocando sua virada.
A carreta tombou mais na frente. Dentro do ônibus, desespero e clamor. Pessoas ensangüentadas, machucadas, desnorteadas.
Porém, logo quase todo mundo estava fora do ônibus. Parecia que todos estavam apenas feridos e assustados. Lá fora todos em estado de choque. Eu estava sujo de sangue, minha cabeça parecia ferida, tinha a impressão que ela estava cortada, pois sentia cacos de vidros entre os cabelos.
Mas eu estava preocupado com uma pessoa. Tinha visto quase todo mundo fora do ônibus e notado que (apesar de cortes e machucados) pareciam bem. Mas não via uma certa pessoa. Depois soube que ainda havia gente dentro do ônibus e que não estava nada bem. Algumas pessoas estavam tentando resgatar esses feridos, que estavam principalmente na parte traseira do ônibus.
Meu coração estava pesado. Aparentemente eu estava bem. Mas minha angústia só aumentava ao notar que o tempo passava e uma pessoa não aparecia. Muita gente no local (pois o horário era bem transitável). Então notei quando retiraram mais alguém de dentro do ônibus. Parecia desmaiada ou coisa pior. Mas ouvi alguém garantindo que ela respirava.
Alguém se aproximou de mim e me perguntou se eu não queria ir para o hospital, para cuidar dos ferimentos e avisar minha família.
Bem, não quero contar mais detalhes.
Os fatos são que eu escapei apenas com um leve ferimento na orelha esquerda (transpassado por um caco de vidro) e uma batida na coluna (fiz exames de raios x para me certificar que não tinha quebrado nada).
Alguém, no local do acidente, ao se aproximar de mim, disse que eu tinha nascido de novo (ouvi essa expressão várias vezes depois). Mas meu coração estava tenso, uma tristeza profunda.
Havia um óbito. Uma senhora morreu na hora do acidente. Mas de todos os sobreviventes ou feridos, havia alguém que estava em estado muito grave. Perdoem meu egoísmo, minha mesquinharia ou como queiram chamar, mas no momento da tragédia eu só estava preocupado com uma pessoa. Até porque as outras estavam de pé, gritando, pedindo socorro, mas dessa outra não havia nem sinal.
Minha filha não estava lá, mas era como se estivesse, pois a pessoa no estado mais grave era justamente A MELHOR AMIGA DE MINHA FILHA, alguém que cresceu visitando minha casa com muita freqüência, que eu considerava como se fosse minha segunda filha.
No momento eu só pensava: Meu Deus, não deixa nada de ruim acontecer com a Laísa, pois eu não saberia o que dizer para minha filha.
Foram três dias de agonia, suspense e desespero. As noticias não eram boas. Ela estava em coma e os médicos afirmavam que “SÓ DEUS”.
No domingo à noite (cerca de 22 horas), em pleno Dia das Mães, o que todos temiam aconteceu. Deus levou Laisa Sampaio para Sua glória. Nunca se viu tanta comoção em nossa cidade, tantas mensagens nas redes sociais, tanta repercussão nos blogs e noticiários da região.
Hoje buscamos forças em Deus para aceitar o que aconteceu. Os questionamentos são inevitáveis, mas DEUS É A FORÇA DA NOSSA VIDA. As lições são amargas, mas certamente mudarão nossas vidas para melhor. Descansamos na certeza de que Deus é Soberano, e que tudo isso é temporário. Cremos nas infalíveis promessas de Deus, O MELHOR AINDA VIRÁ e um dia Ele enxugará dos olhos toda lágrima.
Laisa era minha aluna (na Escola Bíblica Dominical). A mais curiosa. A garota das perguntas. Não havia debate se ela faltasse a aula. A maioria de suas perguntas era a respeito do Céu. “Será que vamos nos reconhecer no Céu?”, “Será que vamos comer por lá?”, “Vamos nos lembrar das coisas da terra?”, “Como será o nosso corpo?”, etc.
Na maioria das vezes eu não sabia o que responder a ela e apenas dizia: Quando estivermos com Jesus saberemos todas as respostas.
Quando se encontrava comigo na rua, sempre dizia: “Tenho outras perguntas.” Eu respondia: “Anota pra não esquecer. Nos veremos no próximo domingo, na Escola Dominical”.
É, queridinha, agora você sabe todas as respostas. Nós somos muitos egoístas e queríamos tanto você ao nosso lado, neste vale de lágrimas, neste mundo tenebroso, neste mundo mau, neste mundo maduro para o juízo de Deus.
Como devemos agir agora? Continuar a fazer o bem, amar-nos uns aos outros e divulgar, por todos os meios possíveis, o conhecimento da Palavra de Deus, enquanto aguardamos o cumprimento de uma oração rezada todos os dias por milhões de pessoas: “VENHA O TEU REINO! SEJA FEITA A TUA VONTADE, ASSIM NA TERRA, COMO NO CÉU.”
“Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos.” (Salmo 116.15)
“Naquele dia nada me perguntareis.” (João 16.23)
“Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.” (Filipenses 3.20,21)
“Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” (Apocalipse 21.4,5)
Moacir Junior
segunda-feira, 26 de março de 2012
A MALDIÇÃO DOS TRÊS TITANICS

O que é, o que é? Um grande navio, com mais de 200 metros de comprimento, mais de 2000 passageiros e tripulantes, saindo da Inglaterra com destino aos Estados Unidos. O mês é abril. É noite. No Atlântico Norte. De repente, um grande iceberg. Um choque terrível. O navio afunda. Milhares de pessoas desaparecem nas escuras águas do Oceano. As três primeiras letras do nome do navio é T, I e T.
Estamos falando de...
Você certamente pensou em TITANIC, certo? Acertou apenas 50%, pois na verdade estamos falando de DOIS navios.
Como assim?
Agora em 2012 (principalmente em abril) o mundo estará recordando os 100 anos de uma das maiores e mais lendárias tragédias da Humanidade: A DESTRUIÇÃO DO TITANIC.
Mas vamos voltar um pouco no tempo, alguns anos antes de 1912. O ano é 1898. Um escritor americano chamado Morgan Andrew Robertson lança um romance, uma história dramática envolvendo um navio, um grande navio que afunda após colidir com um iceberg, numa noite gelada de abril, no Atlântico Norte, numa viagem da Inglaterra para os Estados Unidos. O nome do azarado navio era TITAN.
Era mais uma novela para consumo popular, e não se tornou nenhum best-seller, na época.
Porém, 14 anos mais tarde...
Eis o choque. Um navio real, um transatlântico, que vem da Inglaterra para os Estados Unidos em sua viagem inaugural. Carrega mais de 2000 passageiros e tripulantes. Então, em algum lugar no Atlântico Norte, próximo da América, uma tragédia. Uma terrível tragédia que ainda hoje nos comove. Um horrendo iceberg afunda o navio que era considerado por muitos como “INAFUNDÁVEL”. O restante da história é bastante conhecido (principalmente depois do lançamento do espetacular filme de James Cameron, Titanic, em 1997).
É claro que, depois da tragédia real, ocorrida em 15 de abril de 1912, quando alguém lembrou do romance de Morgan Robertson, muitos ficaram chocados com a estarrecedora coincidência.
Que explicação dar para uma história tão fantástica? Robertson teve algum presságio? Alguma premonição?
Agora considere esta outra história.
O ano era 1935.
Numa gelada noite de abril de 1935, o marujo William Reeves estava cumprindo turno de vigia na proa de um navio cargueiro, um navio sem linha estabelecida, que aportava e pegava cargas em qualquer porto, seguindo para o Canadá, proveniente da Inglaterra. Quando o navio estava cortando as mesmas águas tranqüilas já percorridas pelo Titanic alguns anos antes, Reeves começou a sentir um frio na espinha, uma sensação sinistra.
Naquele momento ele ainda não estava lembrando do Titanic. Havia um grande nevoeiro à frente, e o marinheiro pensou em parar o navio. Mas não achou certo deter a embarcação apenas por causa de uma premonição – seus companheiros certamente iriam zombar dele. Mas quanto mais o navio avançava, mais Reeves sentia um peso no coração. Deveria parar o navio e esperar o nevoeiro se dissipar? O navio avançava cada vez mais e o marinheiro olhava para todos os lados, angustiado, o coração pesado, um indescritível pavor que parecia vir das profundezas.
Com a aproximação da meia-noite, exatamente a hora do desastre do grande transatlântico de 1912, Reeves ficou chocado ao lembrar-se de duas coisas:
1 – Ele nascera há 23 anos, EXATAMENTE NO DIA 15 DE ABRIL DE 1912 – O DIA DA TRAGÉDIA DO TITANIC!
2 – O nome do navio cargueiro onde ele se encontrava naquele momento chamava-se TITANIAN!!!
TITANIAN? Isso era demais! Impressionado com tanta coincidência, Reeves transmitiu uma ordem, e o Titanian teve o curso interrompido. E, para espanto de todos, logo que o Titanian parou, todos viram um gigantesco e apavorante iceberg à frente. Pouco depois, outras montanhas de gelo surgiram no meio da noite.
O Titanian permaneceu imóvel, mas em segurança, durante nove dias, até que os barcos quebra-gelos da Terra Nova finalmente abriram caminho.
Quando as três histórias (envolvendo os três navios) se encontraram, o mundo ficou estarrecido. Céticos não encontraram explicação para as coincidências. Tentativas de se provar que tudo era uma farsa não prosperaram, pois existem registros e fotos evidenciando a história do Titanian, inclusive com os pedidos de socorro, em meio às ameaças dos icebergs.
Da mesma forma, existem milhares de cópias do livro de Morgan Robertson (FUTILIDADE) que circularam por muitos lugares 14 anos antes da tragédia do Titanic – Hoje o encontramos na Internet, em inglês, tanto para venda como para download.
Qual a explicação para esse tipo de coincidência? É claro que isso é um prato cheio para religiosos e místicos de todos os tipos, inclusive para aqueles que acham que existem nomes que carregam alguma maldição.
Verdade ou não, o fato é que a palavra TITAN carrega um peso bem sinistro (porém, nada que impeça você de colocar o nome de seu filho de TITAN PEREIRA DA SILVA, por exemplo).
Esse nome forte vem da mitologia grega. Os Titans eram deuses que enfrentaram Zeus na luta pelo poder. Havia também as Titânides (deusas).
Outro fato é que a palavra TITAN está conectado com a palavra TEITAN (em grego), e muitos estudiosos antigos associavam esse nome com Satanás (uma pesquisa básica na internet, principalmente em inglês, e você encontrará centenas de fontes interessantes provando isso).
Para o quadro ficar ainda mais misterioso, a palavra TEITAN, em grego, tem o valor numérico de 666 (você já deve ter ouvido falar muito deste número, não?). Coisa fácil de provar, principalmente quando você está familiarizado com as pesquisas do Arquivo7.
Quais os três Titanics atingidos pela maldição da destruição repentina? O primeiro foi o literário TITAN, de Morgan Robertson; o segundo, foi o transatlântico de 1912. Mas o terceiro ainda não afundou. Ele é chamado na Bíblia de BABILÔNIA, A GRANDE.
A RELAÇÃO ENTRE A TRAGÉDIA DO TITANIC E A BABILÔNIA DO APOCALIPSE
O último império mundial contra Deus é chamado na Bíblia de BABILÔNIA. Esta palavra evoca orgulho, soberba, arrogância, desafio contra Deus, rebeldia. Esse é o espírito anticristão que vem resistindo ao governo de Deus desde os tempos de Ninrod, neto de Noé (Gênesis, caps. 10 e 11).
Parece até que a tragédia do Titanic foi uma sombra profética do julgamento final sobre a última rebelião humana contra O Criador. Observe os paralelos:
* PARALELOS ENTRE O TITANIC E A BABILÔNIA (Apocalipse 18)
1.º paralelo – Aparentemente indestrutível – Não é lenda que os arquitetos e criadores do Titanic se gabavam de que “NEM DEUS AFUNDA ESTE NAVIO” (particularmente não creio na teoria de que Deus afundou o navio só por causa dessa frase arrogante, porém acredito que Ele permitiu que tal acontecesse para despertar a humanidade para a falibilidade dos projetos humanos).
Da mesma forma a Babilônia de Apocalipse se gaba de ser indestrutível: “Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e de modo algum verei o pranto.” (Apocalipse 18.7).
2.º paralelo – Incomparáveis em grandeza – O Titanic foi coroado com muitos adjetivos soberbos: “O INSUBMERGÍVEL”, “O MAIOR”, “O ÚNICO”, etc. A Babilônia de Apocalipse também se acha a incomparável, a única: “Que cidade é semelhante a esta grande cidade?” (Apocalipse 18.18)
3.º paralelo – Sobre as águas. O Titanic estava sobre as águas – e a Babilônia também. Em Apocalipse é explicado que as águas representam as multidões, os povos, línguas e nações, dominados pela Grande Prostituta (Apocalipse 17.1, 15).
4.º paralelo – Destruição causada por uma grande pedra – Um iceberg afundou o Titanic, e quanto à Babilônia,... “Um forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada.” (Apocalipse 18.21).
É muito interessante que o governo mundial anticristão é simbolizado na Bíblia por uma grande estátua cuja cabeça é de ouro e os pés de barro (Daniel, cap. 2). Ela parece indestrutível, até que vem uma PEDRA do céu, a atinge nos pés e a esmigalha toda. A Pedra representa Cristo na Sua Segunda Vinda para estabelecer Seu Reino na Terra (a respeito, leia neste blog o artigo: “O REINO QUE DURARÁ ETERNAMENTE”).
OS BOTES SALVA-VIDAS
O maior problema do Titanic foi a falta de botes salva-vidas. A confiança na indestrutibilidade do navio era tanta que poucos botes estavam à disposição – A grande verdade é que, se houvessem botes suficientes, todo mundo teria se salvado, pois o Titanic não afundou imediatamente.
A HISTÓRIA SE REPETE
Atualmente, nosso planeta-Titanic também está afundando. Já existem muitos buracos e a maioria das pessoas não percebe. Outros, mesmo sabendo a verdade, fingem que esses “buracos” não existem.
OS “BURACOS” DO NOVO TITANIC-BABILÔNIA
Nosso mundo está se acabando. Temos buracos na camada de ozônio, aceleração do efeito estufa, mudanças climáticas repentinas e imprevisíveis, erupções vulcânicas, ameaça nuclear, contaminação atômica, conflitos no mundo todo, especialmente no Oriente Médio, novos vírus e doenças mortais, escassez da água potável, etc.
Além de tudo, ainda temos os “buracos morais”, tais como: falta de amor, prostituição, idolatria, hedonismo, abortos, adultérios, decadência moral e espiritual, arrogância, ganância, corrupção (em todas as áreas, inclusive na religiosa), etc.
Quem pode negar que nosso Planeta-Titanic está cheio de buracos perigosos?
5.º paralelo – Desprezo aos botes salva-vidas. A confiança na indestrutibilidade do Titanic era tão grande que os botes salva-vidas foram desprezados – Atualmente vemos o mesmo desprezo com relação à grande salvação oferecida por Deus, através de Jesus Cristo, Nosso Bote Salva-Almas.
6.º paralelo – Quando os botes se tornaram preciosos, foi tarde demais – Chegará a hora em que a Humanidade se arrependerá amargamente por ter rejeitado o Amor de Deus. Ainda hoje, a voz do profeta diz: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.” (Isaias 55.6). Mas, em breve, a voz será outra:
“... quando o terror vos sobrevier como tempestade, e a vossa calamidade passar como redemoinho, e quando vos sobrevierem aperto e angústia. Então a mim clamarão, mas eu não responderei; diligentemente me buscarão, mas não me acharão. Porquanto aborreceram o conhecimento, e não preferiram o temor do Senhor; ...” (Provérbios 1.27-29)
Há somente Um Bote Salva-Almas (JESUS DE NAZARÉ); os outros são desprezíveis CANOAS FURADAS.
O primeiro transatlântico da Humanidade (a arca de Noé) foi, ao mesmo tempo, uma ilustração da Arca de Salvação (Cristo). Naquela época a Humanidade arrogante e rebelde se sentia super segura. A arca era desprezada. Até que veio o Dilúvio e levou a todos.
7.º paralelo – Antes do choque contra o iceberg houve muitos avisos e sinais, mas todos foram ignorados pelos grandes. Atualmente, existem centenas de sinais e avisos, mas poucos dão importância. Na ponte de comando muitos sabiam da gravidade da situação, mas esconderam a verdade dos passageiros – não queriam alarmar o povo, para não estragar a diversão deles.
O povo festejava e se divertia, até que...
“Pois como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem.” (Mateus 24.37-39).
Será que seremos tão idiotas a ponto de ignorarmos os sinais, desprezarmos O Bote Salva-Almas (JESUS) para afundarmos juntamente com a BABILÔNIA MUNDIAL?
Disse Jesus: “EU SOU A PORTA; SE ALGUÉM ENTRAR POR MIM, SERÁ SALVO.” (João 10.9).
Fontes para quem deseja saber mais ou conhecer as evidências:
http://www.freewebs.com/graham7760/thetitanian.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Futility,_or_the_Wreck_of_the_Titan
http://littleguyintheeye.wordpress.com/2009/12/07/mark-of-the-beast-2-666/