O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

MEUS 49 ANOS (7 x 7)... E MAIS EVIDÊNCIAS CONFIRMATÓRIAS DO MINISTÉRIO ARQUIVO 7

             O Arquivo 7 tem origem sobrenatural! 

Isto poderia ser apenas uma típica afirmação sensacionalista, própria de fanáticos religiosos. Mas as evidências que citarei a seguir são sóbrias e fundamentadas em fatos, não em sonhos, revelações ou devaneios religiosos. Apesar de já ter começado este texto fazendo uma afirmação, vou me limitar a citar alguns fatos abaixo e cabe a você julgar se são somente coincidências ou algo realmente significativo... e sobrenatural. 

1 – Em 1987 eu orei pedindo a Deus a revelação de algo que evidenciasse tanto a existência dEle quanto a inspiração sobrenatural da Bíblia, ou seja, algo que AUTENTICASSE A BÍBLIA COMO A PALAVRA DE DEUS! Detalhe: eu ainda não era cristão nessa época (cristão no sentido bíblico, um seguidor de Cristo e pregador do Evangelho), não conhecia nada de relevante sobre a Bíblia (nada sobre suas maravilhosas profecias, por exemplo)... eu só sabia (como a maioria do povão brasileiro) que a Bíblia conta muitas belas histórias sobre Deus e a fé. 

Infelizmente, não tenho como provar que, em meados de 1987 (junho ou julho), numa manhã de muito vento e sol, no quintal da minha casa, eu fiz essa oração. Mas Deus, os anjos e os demônios são testemunhas! 

2 – No ano seguinte, 1988, de repente, fiquei obcecado com o número 7. Percebi que esse número era uma espécie de celebridade em todas as áreas do conhecimento da Humanidade (na cultura, na história, nas ciências, nas religiões, etc.). Isso eu tenho como provar, pois tenho vários cadernos com anotações (de canetas) sobre a minha pesquisa, e vários testemunhos de amigos e conhecidos, que tinham conhecimento dessa minha pesquisa (ou obsessão, como alguns deles costumava dizer). Entretanto, quanto mais pesquisava, mais ficava intrigado. Por que o 7? E por que só a partir daquele ano eu havia passado a prestar atenção nesse número? 

3 – Em 1989, firmando amizades com alguns jovens evangélicos, tornei-me cristão (evangélico), firmando um compromisso público com o Evangelho de Cristo (a chamada CONVERSÃO, na linguagem dos cristãos). Então, passei a ler e estudar a Bíblia e (apesar de já ter uma ideia de que o número 7 também era muito citado na Bíblia), NÃO FAZIA IDEIA DO QUANTO ELE ERA IMPORTANTE E SIGNIFICATIVO NA PALAVRA DE DEUS! Com certeza minhas pesquisam deram um salto gigantesco a partir daí. 

Por essa época, apesar de não existir internet ainda, eu divulgava minhas pesquisas como podia, mas o alcance delas, obviamente, era muito limitado. Os eventos dessa época também podem ser provados, por escritos e testemunhos. 

E por volta de 1990, os estudos sobre minhas investigações a respeito do número 7, passaram a ser chamados (pelos meus amigos) de ARQUIVO 7!!! 

Bem, na mesma época fui repentinamente despertado (e atraído) para o fascinante mundo das profecias bíblicas – e os fatos relacionados a isso demonstram claramente o toque do sobrenatural (já contei muitos detalhes em outros artigos e não vou falar sobre isso hoje pra não deixar este texto muito extenso). 

Com o aprofundamento das minhas pesquisas, descobri que o número 7 possuía uma espécie de “alma gêmea”, um outro número tão popular e significativo (principalmente na Bíblia) quanto o 7, o número 3!!! Pra sintetizar: em 30 anos minhas investigações chegaram a um ponto surpreendente, com tantas evidências que, sem sombras de dúvidas, coincidiram exatamente com o estranho pedido que eu tinha feito a Deus em 1987. Um cético pode questionar isso (que o Arquivo7 foi uma resposta divina à minha oração), mas NÃO PODE contestar a grande maioria dos fatos apresentados (todos organizados e detalhados na ENCICLOPÉDIA ARQUIVO 7). 

Aliás, quando olho para essa Enciclopédia, sempre fico a refletir: 

1 – 30 anos de pesquisas, uma Enciclopédia de 50.000 páginas,... se não foi providência divina, o que me levou a essa dedicação (humanamente sem futuro)? 

2 – Se os fatos matemáticos e proféticos coletados no Arquivo7 são difíceis (eu diria até impossíveis) de se contestar, então devem ser verdadeiros; e se são verdadeiros, DEUS EXISTE, A BÍBLIA É SUA PALAVRA E ELE RESPONDEU A MINHA ORAÇÃO DE 1987 DE FORMA ESPETACULAR! Quem discordar destas conclusões, que prove o contrário! 

Quando falo de 30 anos de pesquisas, refiro especialmente ao período 1990-2020, quando o Arquivo7 já estava bem direcionado para o desvendamento do enigma do número 7. Dizendo de outra forma, minhas pesquisas (sobre o número 7) começaram em 1988, mas, nessa época, eu não tinha a mínima ideia do significado real desse número e sua intima conexão com o número 3, com a Bíblia e com a origem do Universo. Somente a partir de 1990 as coisas começaram a ficar mais claras e eu pude começar a encaixar as peças do quebra-cabeças. Portanto, considerando tudo, são, pelo menos, 32 anos de pesquisas. 

E, enquanto a Enciclopédia Arquivo7 ia sendo montada, no decorrer dos anos, fiquei a pensar muitas vezes: E QUANDO EU COMPLETAR 49 ANOS DE IDADE? 

Por que esse tipo de preocupação? De tanto observar os ciclos de 7 e de seus múltiplos na Bíblia (especialmente 7 x 7), e lembrando de certos momentos em minha vida pessoal em que houve claras e (aparentemente) inexplicáveis coincidências com o número 7, fiquei a pensar se num dos ciclos mais significativos, isto é, 7 x 7, haveria algo inusitado em minha vida, algo claramente relacionado ao meu ministério de pesquisa e ensino bíblico. Como uma espécie de (mais uma) CONFIRMAÇÃO DIVINA do meu ministério de ensino. Eu havia testemunhado muitos exemplos disso durante anos (na Enciclopédia Arquivo7, aqui e ali eu revelo alguns casos interessantes), de modo que tinha fortes convicções e razões para acreditar que, nos meus 49 anos, haveriam sinais relacionados ao meu ministério de ensino, isto é, claramente conectados às coisas nas quais eu havia dedicado grande parte de minha vida. 

ENTRETANTO, QUANDO EXPLODIU A PANDEMIA DO CORONAVÍRUS EM MARÇO DE 2020, MEU CORAÇÃO DISPAROU! 

Era algo inédito (na minha geração), global e assustador! Embora eu soubesse que não havia nada, de forma direta, sobre isso na Bíblia, era impossível negar que houvesse uma conexão indireta com as profecias. Quanto mais a pandemia avançava, mais o mundo ficava assustado, porém, eu sabia que DEUS ESTAVA NO CONTROLE! Entretanto, duas coisas fizeram meu coração disparar: 

1º - O primeiro caso positivo de Covid-19 em minha cidade foi divulgado às 7 horas da manhã do dia 7 de maio; a pessoa contaminada residia na rua 7 de SETEmbro, seu nome tinha 7 letras e começava com a 7ª letra... Ah, tem mais: eu morava (moro) nessa rua! 

Aí eu me perguntava: Quais as chances dessas coincidências acontecerem por mero acaso não somente na cidade do criador do Arquivo7, mas exatamente na mesma rua? 

Para quase todo mundo essas coincidências não significavam nada (e eles podem ter razão em pensar assim). Entretanto, para mim (com todas as experiências que já tive ao longo desses 32 anos do Arquivo7), eu interpretei essas coincidências acima como se Deus estivesse me dando um sutil sinal ou prova de que Ele estava no controle da situação. 

Mas havia outra coisa que me deixou ainda mais a refletir: 

2º - Eu estava prestes a completar a tão esperada idade QUADRÁTICA DE 7!!! E fiquei a pensar: SERIA O FIM DO MINISTÉRIO ARQUIVO 7 OU UM NOVO COMEÇO? 

Enquanto meditava nisso escrevi um texto intitulado “QUANDO ESTA TEMPESTADE PASSAR, QUEM ESTARÁ DE PÉ?”. Escrevi esse texto no dia 23 de maio, quando a pandemia estava no seu auge, e os casos em minha cidade só aumentando. Como já expliquei muitas vezes, a grande maioria dos textos deste site são publicados, de formada programada, com muita antecedência. Isto é, eu escrevo o texto hoje, mas o programo pra ser publicado somente dentro de um certo prazo (pois o site do Arquivo7 tem um texto inédito por semana, a cada dia 7, 14, 21 e 28). Em maio eu escrevi vários textos e os programei para serem publicados, automaticamente, até setembro. 

O referido texto sobre a pandemia, escrito em 23 de maio, foi programado para ser publicado somente no dia 7 de setembro! Eu estando ou não neste mundo, quando chegasse o tempo, o texto seria publicado automaticamente (veja aqui:https://www.arquivo7.com.br/2020/09/quando-esta-tempestade-passar-quem.html). 

Em julho, apesar de tomar todos os cuidados possíveis, fui contaminado pelo vírus, juntamente com minha família. Mas os sintomas foram leves e tomamos a medicação em casa mesmo. Em agosto, observando a mudança no cenário mundial, dava pra notar que a pandemia estava perdendo a força. Achei que eu e minha família estávamos livres dessa tempestade. E MEUS 49 ANOS SE APROXIMAVA. Passei a olhá-los pelo cenário mais otimista. 

MAS, LOGO QUE ENTROU O MÊS DE SETEMBRO, MEU MUNDO FOI ABALADO! 

No dia 1º de setembro minha esposa teve que ser hospitalizada urgentemente, com febre e dores de cabeça. Ninguém pensava em Covid, pois toda minha família já tinha sido contaminada em julho. Porém, os novos testes confirmaram o impensável: minha esposa estava com Covid... novamente! Embora os supostos casos de REINFECÇÃO ainda fossem (e são) raros e motivos de fortes debates entre os cientistas, minha esposa estava com Covid e desta vez os sintomas vieram fortes. A teoria que mais parecia plausível é que, na verdade, minha esposa nunca havia sido curada (os sintomas simplesmente haviam desaparecido, mas deixando o vírus no corpo). Ou seja, os anticorpos não desenvolveram ou não foram suficientes para acabar com o vírus e este, de alguma forma, despertou. 

Bem, foram longos e angustiantes 9 dias no hospital. E eu estava convidado para uma palestra bíblica que seria realizada dentro de duas semanas! Mas agora não sabia se isso seria possível. Conversei com o pastor, um amigo meu, anfitrião do evento e disse pra ele deixar preparado um plano B (na minha possível ausência). QUE TENSÃO NAS VÉSPERAS DOS TAIS 49 ANOS!!! 

Eu tinha certeza de que estava numa batalha espiritual (qualquer dia desses, se Deus quiser, vou contar os detalhes sombrios dessa outra história), e por isso, apelei a vários amigos pastores e grupos de igrejas (no whatsapp), para que intercedessem por minha esposa. 

MAS, ENFIM, O SOL VOLTOU A RAIAR (PARA MINHA FAMÍLIA) DEPOIS DE 9 DIAS, OS PRIMEIROS 9 DIAS DE SETEMBRO DE 2020. 

Minha esposa recebeu alta, foi curada da Covid, e passaria a se preocupar agora somente com o processo de recuperação dos estragos causados pelo infame vírus. 

ENTÃO FINALMENTE CHEGOU O DIA 18 DE SETEMBRO DE 2020, OS MEUS 49 ANOS! Teve algo de singular nessa data? 

Bem, considere os seguintes fatos (e alinhamentos especiais): 

1° - Neste ano, o dia 18 de setembro coincidiu com o primeiro dia do Ano Novo Judaico (acontece todos os anos entre setembro e outubro, sempre variando os dias); 

2° - E, como sempre acontece no inicio do Ano Novo Judaico, se celebra também a Festa das Trombetas, uma das 7 Festas proféticas do SENHOR (Levitico 23), celebradas por Israel anualmente; 

3º - Israel tem dois calendários, o religioso e o civil, e o Ano Novo Judaico sempre acontece no 7º mês do Calendário Religioso (que começa entre abril e maio): 

“Fala aos filhos de Israel: No SÉTIMO MÊS, no primeiro dia do mês, haverá para vós descanso solene, em memorial, com sonido de trombetas, uma santa convocação.” (Levítico 23.24); 

4° - Justamente nesse dia 18 de setembro eu tive o privilégio de ser o palestrante numa festa especial na igreja do meu amigo, pr. Leyson Leônidas, em Lima Campos (MA), Ministério Apostólico RHEMA – ele ficou surpreso quando soube que o dia da festa coincidiria com a data do meu aniversário e pensou que eu não fosse atender o convite (claro que, ao receber tal convite e ver a coincidência com a data, eu fiquei perplexo e vi nessa coincidência mais uma razão para estar nessa festa – esse convite foi feito em julho e eu nunca imaginaria que haveria tanta tensão quando chegasse perto da data); 

5º - A temática da festa foi justamente a Festa das Trombetas. Diga-se de passagem, um assunto muito estudado no Arquivo7:

 

A 5.ª DAS 7 FESTAS PROFÉTICAS DO SENHOR – A FESTA DAS TROMBETAS

 

Essa 5.ª festa é certamente a mais misteriosa de todas as 7 festas. Enquanto nas outras são explicados os motivos e objetivos, o mesmo não ocorre com essa 5.ª festa. Por quê? Ela é a primeira do último grupo, e esse último grupo (o terceiro) é o GRUPO DOS ACONTECIMENTOS FINAIS. Portanto, a festa das Trombetas está ligada aos acontecimentos do fim dos tempos!

 

Ela é sempre comemorada no dia da lua nova, quando a noite é escura (em contraste com a Páscoa e a dos Tabernáculos, que sempre caem na lua cheia). Deus não revela a razão dessa festa, diz apenas para o povo de Israel se reunir para o descanso solene. Somente mais tarde, por meio dos profetas, O SENHOR começa a dar pistas sobre o significado dessa 5.ª festa.

 

A Festa das Trombetas é um dia de alegria e de grande regozijo, mas tem também uma nota de solenidade. Por quê? Por causa dos eventos de agitação da terra que ocorrerão imediatamente antes do Retorno de Cristo. A festa das trombetas ocorre no sétimo mês, e as profecias indicam que os acontecimentos finais começarão com a abertura de um livro selado com 7 selos (Apocalipse 6), seguidos por uma série de julgamentos derramados por 7 trombetas e depois 7 taças. O número 7 significa também conclusão de um período, de uma história, de uma era.

 

O toque do Shofar (= trombeta, em hebraico) fala do REAJUNTAMENTO DO POVO DE ISRAEL. As profecias indicam que Jesus voltará depois que o povo de Israel tiver sido juntado e levado de volta à sua antiga pátria – e isso começou acontecer em 14 de maio de 1948! Vivemos hoje no pleno cumprimento profético dessa festa, pois milhares de judeus continuam retornando para a terra de Israel. "Naquele dia se tocará uma grande trombeta, e os que andavam perdidos pela terra da Assíria, e os que forem desterrados para a terra do Egito tornarão a vir, e adorarão ao Senhor no monte santo em Jerusalém." (Isaías 27.13).

 

Mas a segunda parte dessa festa fala de outro ajuntamento de pessoas. O apóstolo Paulo revela o segredo em I Coríntios 15.51-52: “EIS AQUI VOS DIGO UM MISTÉRIO: NEM TODOS DORMIREMOS MAS TODOS SEREMOS TRANSFORMADOS, NUM MOMENTO, NUM ABRIR E FECHAR DE OLHOS, AO SOM DA ÚLTIMA TROMBETA; PORQUE A TROMBETA SOARÁ, E OS MORTOS SERÃO RESSUSCITADOS INCORRUPTÍVEIS, E NÓS SEREMOS TRANSFORMADOS.” As profecias dizem que um dia O Senhor Jesus retornará e levará os Cristãos para o Céu, arrancando-os da terra, repentinamente e de forma espetacular. Isso é chamado pelos estudiosos de ARREBATAMENTO. Observe que Paulo fala de TROMBETA e fala de MISTÉRIO.

 

Se a festa de Pentecostes (a 4ª festa) simboliza a missão dos Cristãos na terra, dominados pelo Espírito Santo, as Trombetas representam o FIM DA MISSÃO, O MOMENTO FINAL, A ÚLTIMA VIAGEM. E acontecerá na noite de lua nova, isto é, quando a noite espiritual da humanidade for bem escura. “Pois eis que as trevas cobrirão a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti.” (Isaías 60.2).

 

 O shofar é usado também como um alarme da guerra: "Tocai a trombeta [shofar] em Sião, e dai voz de rebate no meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, já está próximo." (Joel 2:1). Como Jeremias reagiu quando ouviu o som do shofar? "Ah! meu coração! meu coração! Eu me contorço em dores. Oh! as paredes do meu coração! Meu coração se agita! Não posso calar-me, porque ouves, ó minha alma, o som da trombeta [shofar], o alarido de guerra." (Jeremias 4.19).

 

É este aviso da guerra que dá à festa das trombetas um toque de seriedade e de solenidade! Um prenúncio do período profético conhecido como Grande Tribulação. 

E foi bem significativo pra mim (e chocante) ouvir o toque do shofar no dia do meu aniversário! 

6° - E nesse dia, grandemente significativo, ministrei sobre "O CALENDÁRIO DO APOCALIPSE", um estudo sobre a profecia mais interessante e impressionante da Bíblia: AS 70 SEMANAS DE DANIEL!!! E (claro!) apresentei os detalhes do Plano Profético de Deus que é justamente recheado... de "toneladas" de 7, ciclos de 7, 7 x 7, 70 x 7, etc.; 

7º - Sim, 49 anos é uma contagem especial para Israel. A cada 49 anos Israel tinha dois anos de festas e alegrias (o Jubileu): 

"Também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos; de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. Então no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta do jubileu; no dia da expiação fareis passar a trombeta por toda a vossa terra, e santificareis o ano quinquagésimo, e apregoareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família. O ano quinquagésimo vos será jubileu; não semeareis nem colhereis o que nele nascer de si mesmo, nem nele vindimareis as uvas das separações,..." (Levítico 25.8-11). 

O fato, facilmente comprovável, é que, ao completar meus 49 anos, eu estava exercendo meu ministério de ensino numa data muito significativa do ponto vista bíblico e profético – E, COMO ERA A PASSAGEM DO ANO (JUDAICO), O INICIO DO NOVO ANO (CELEBRADO POR VÁRIAS COMUNIDADES JUDAICAS E CRISTÃS AO REDOR DO MUNDO), O SIGNIFICADO NÃO PODERIA SER MAIS INTERESSANTE E SIGNIFICATIVO! E, COMO COSTUMAMOS FAZER NOS NOSSOS REVEILLONS, A IGREJA (ONDE MINISTREI) TAMBÉM FEZ O REVEILLON PELA PASSAGEM DO ANO! 

          Portanto, sem sombras de dúvidas, adentrei aos meus 49 anos de forma surpreendentemente significativa e profética! 

Tem como duvidar do agir providencial de Deus, alinhando tudo isso? 

Como costumamos dizer no Arquivo7: São coincidências demais para serem apenas coincidências, você não acha? 

“Cantai alegremente a Deus, nossa fortaleza; erguei alegres vozes ao Deus de Jacó. Entoai um salmo, e fazei soar o adufe, a suave harpa e o saltério. Tocai a trombeta pela lua nova [em 2020, 18 de setembro], pela lua cheia, no dia da nossa festa.” (Salmos 81.1-3). 

Moacir Junior – morganne777@hotmail.com

 


QUEM CONSEGUE DERRUBAR ESTE PORTEIRO?


Se uma casa tem um porteiro e alguém pretende invadi-la pra causar alguma destruição, é evidente que primeiro ele tem que derrubar o porteiro. Quem não consegue derrubar o porteiro, não pode esperar invadir a casa.

          Se alguém rejeita a Bíblia com a Palavra de Deus e deseja desacreditá-la, sugiro que comece pela sua primeira frase, isto é, por Gênesis 1.1. Primeiro, prove que esta frase foi simplesmente uma invenção humana, então poderemos discutir as outras partes da Bíblia. O que diz mesmo Gênesis 1.1?

“NO PRINCÍPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA”

Esta simples frase (de apenas 7 palavras e 28 letras no original hebraico) contesta todas as doutrinas e filosofias humanistas e ateístas. Em outras palavras:

Se Gênesis 1.1 for verdadeiro, o Materialismo é falso;
Se Gênesis 1.1 for verdadeiro, o Evolucionismo é falso;
Se Gênesis 1.1 for verdadeiro, o Panteísmo é falso;
Se Gênesis 1.1 for verdadeiro, todos os outros “ismos” que vão contra a Bíblia, são falsos.

Gênesis 1.1 é a frase mais importante sobre a origem do Universo. Se ela não for verdadeira, não vale à pena acreditar em nenhuma outra parte da Bíblia. Gênesis 1.1 é o “porteiro” da grande “casa bíblica”. Se alguém quiser “destruir” (isto é, desacreditar) qualquer “compartimento” dessa “casa”, sugiro que antes tente destruir o “porteiro”. E REAFIRMO QUE ESSA TAREFA É IMPOSSÍVEL!

          Se você testemunhar qualquer indivíduo atacando qualquer parte da Bíblia ou ridicularizando qualquer de suas doutrinas, desafie-o pra começar com Gênesis 1.1.

Aí eu pergunto: se, na sua presença, alguém se atreve a atacar Gênesis 1.1, tentando desacreditá-lo, o que você diria pra ele?

COMO JULGAR SE UMA FRASE É INIMITÁVEL?

Muitos estudiosos cristãos (e matemáticos) da Europa e da América afirmam (e provam) que o texto original de Gênesis 1.1 contém uma estrutura matemática impossível de ser imitada.

Sim, esses estudiosos afirmam (e ninguém conseguiu contestar até hoje) que a primeira frase da Bíblia é singular, inimitável, com uma estrutura matemática impossível de ser reproduzida em qualquer outra frase, sem paralelos na literatura mundial. A primeira frase bíblica não pode ter sido mera criação humana.

Em todos os estudos sobre Matemática Bíblica (publicados na Enciclopédia Arquivo7), especialmente na série “O CÓDIGO GÊNESIS”, temos apresentados centenas de provas apoiando a tese citada anteriormente. E reafirmamos que contestá-la é impossível.

MAS, E SE...?

Pense, por um momento, nas 100 maiores obras literárias da Humanidade. Dia desses, a revista BRAVO! fez uma lista de 100 obras clássicas da Humanidade (não considerando obras religiosas, tais como a Bíblia e o Alcorão). Para elaborar tal conteúdo, os editores consultaram listas em sites, jornais e revistas internacionais, tais como: “The New York Times”, “Amazon”, “Le Monde”, “The New York Public Library”, “BBC”, “The Guardian”, “Modern Library”, “Time”, “Newsweek”, “Telegraph”, “Lists Of Bests”, “Wikipedia”, “Folha de S. Paulo”, etc.
http://www.revistabula.com/4859-os-100-melhores-livros-de-todos-os-tempos-a-lista-das-listas/

E se, entre os milhares de parágrafos das 100 obras clássicas da Humanidade, alguém encontrasse uma frase matematicamente semelhante a Gênesis 1.1?

Para começar, a frase escolhida tem que atender, no mínimo, às seguintes três características:

1 – Que essa frase tenha a quantidade de letras igual ao TRIANGULAR da quantidade de palavras;

2 – Que o valor total dessa frase, quando convertida em números (igual ao sistema usado pelos antigos hebreus e gregos), seja um número TRIANGULAR;

3 – E que essa frase seja a PRIMEIRA do tal livro escolhido.

Considerando que as 100 obras (mencionadas acima) tenham, em média, 600 páginas, com 500 palavras em cada página, formando 10 parágrafos, teremos:

- São 60.000 páginas;
- 30.000.000 palavras; e
- 600.000 parágrafos.

Quais as chances de encontrarmos uma frase cuja quantidade de letras é exatamente igual ao TRIANGULAR da quantidade de palavras? Vamos explicar os detalhes:

Um número triangular é todo número que é a soma de uma sequência desde o 1. Por exemplo, 36 é a soma de 1 a 8, portanto, 36 é triangular de 8. Por que é chamado triangular? Porque 36 pedras, por exemplo, podem ser organizadas segundo o esquema abaixo:

o
oo
ooo
oooo
ooooo
oooooo
ooooooo
oooooooo

Assim, os 8 primeiros triangulares são: 1, 3, 6, 10, 15, 21, 28, 36,...

Se a frase tiver 8 palavras, tem que ter 36 letras pra cumprir o requisito mencionado mais acima; se tiver 7 palavras, tem que ter 28 letras; se 6 palavras, 21, etc.

Gênesis 1.1, no hebraico original, contém 7 palavras e 28 letras (28 é o triangular de 7 ou seja, igual a soma 1+2+3+4+5+6+7.

Primeiro, não é tão fácil encontrarmos uma frase cuja quantidade de letras é exatamente igual ao triangular das palavras. Mas digamos que você tenha encontrado um exemplar, dentro dos 600.000 parágrafos citados anteriormente.

Segundo, agora sua frase só precisa ter um valor numérico triangular. Aí a coisa ficou mais difícil, porém, não impossível. Dentro de 600.000 parágrafos, contendo, seguramente, mais de um milhão de frases, provavelmente encontraremos mais de uma frase que tenha a quantidade de letras igual ao triangular da quantidade de palavras e o valor numérico total delas seja também um número triangular.

O valor das 7 palavras de Gênesis 1.1 é 2701 (que é o triangular de 73, isto é, a soma de 1 até 73).

Agora digamos que você tenha encontrado uma frase assim, numa das 100 obras citadas. Lembre-se: estamos procurando uma frase que tenha, pelo menos, as características básicas da primeira frase da Bíblia. Próximo desafio a vencer: A FRASE QUE VOCÊ ENCONTROU (com as solicitadas características triangulares) DEVE SER A PRIMEIRA DA OBRA. Isto é, deve estar no PRIMEIRO PARÁGRAFO! E agora?

Quais as chances de encontrarmos uma frase com as características triangulares e ainda como a primeira de um livro? Está vendo como a coisa não é tão simples?

MAS, E SE:

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

POR QUE A EVIDÊNCIA DA MATEMÁTICA É UMA “BOMBA ATÔMICA” A FAVOR DA APOLOGÉTICA CRISTÃ?


É fato que a autenticidade da Bíblia tem sido atacada regularmente por ateus e até alguns teólogos. Eles adoram discutir (e tentar contestar) as muitas evidências clássicas sobre a inspiração sobrenatural da Bíblia. Entretanto, existe uma que todos parecem evitar, e os poucos que se atrevem a tentar contestá-la, o fazem usando os argumentos mais fajutos possíveis: ESTOU FALANDO DA EVIDÊNCIA MATEMÁTICA!

Alguém já disse mais ou menos o seguinte: Parece que a mão divina se moveu para impedir a falsificação nas páginas da Bíblia de maneira semelhante à linha que atravessa o papel-moeda. Os números bíblicos parecem ser a marca d'água da autenticidade de Deus.

As simetrias matemáticas envolvendo a estrutura dos capítulos, por exemplo, deixam bem claro que: é impossível que a mente humana tenha arquitetado essas simetrias; e que, se a composição da Bíblia for alterada (um capítulo a mais ou a menos, um livro a mais ou a menos), todos os padrões matemáticos caem por terra.

Até mesmo se um livro for mudado de lugar (por exemplo, Jó depois dos Salmos) todas as simetrias (que temos apresentado aqui) serão abaladas e destruídas.

O pioneiro na Matemática Bíblica, Ivan Panin, um matemático russo (que depois veio morar na América, no inicio do século XX), disse o seguinte: "Se a lógica humana vale alguma coisa, somos simplesmente levados à conclusão de que, se meus fatos que apresentei forem verdadeiros, o homem nunca poderia ter feito isso". (Recentemente publicamos um artigo aqui sobre esse estudioso cristão e suas exóticas descobertas).

Uma das razões que levam muitos estudiosos a rejeitarem a evidência matemática é que fazem confusão entre Matemática Bíblica e Numerologia Bíblica. Já perdi as contas de quantas vezes expliquei essa diferença por aqui, mas não custa repetir:

1 – Numerologia Bíblica – É simplesmente o estudo do SIGNIFICADO dos números (tipo 6 simboliza o homem, 7 representa a aliança entre Deus e o homem, 40 fala de provação, etc.). Há unanimidade nuns casos, e discordâncias noutros (por exemplo, para uns o 5 representa a GRAÇA de Deus, para outros, RESPONSABILIDADE,...).

Em suma, o estudo do SIGNIFICADO dos números sempre envolveu discordâncias, é algo que pode ser discutido, debatido, contestado, etc. Símbolos são coisas relativas e, muitas vezes, seus significados não são absolutos, porém, dependem do contexto, das circunstâncias, etc. E, POR SER SUBJETIVA, A NUMEROLOGIA NÃO É ADEQUADA PARA SER USADA NA APOLOGÉTICA!

2 – Matemática Bíblica – Aqui não dependemos do SIGNIFICADO dos números para provarmos alguma coisa. Basta apresentarmos os fatos e a simetria simples, clara e absoluta, falará por si mesma. Ou seja, a Matemática Bíblica simplesmente descobre (isto é, revela) os padrões ocultos e impregnados tanto no texto (nos originais hebraicos e gregos) quanto na estrutura dos livros e capítulos (como temos demonstrado no Arquivo7). As interpretações que damos aos padrões encontrados podem ser debatidas ou refutadas, mas os fatos (isto é, as constatações), jamais.

No Arquivo7 lidamos com Numerologia e Matemática Bíblica, mas a ênfase é na Matemática, como prova e autenticação das doutrinas da Inspiração, Imutabilidade, Inerrância e Plenitude Bíblica. E, repito, você pode até negar ou refutar as interpretações que damos aos padrões encontrados, mas nunca conseguirá contestar esses padrões.

TRÊS RAZÕES PORQUE A MATEMÁTICA BÍBLICA É INCONTESTÁVEL

1ª Razão – A Matemática Bíblica faz constatações, não interpretações. Simplesmente apresentamos os fatos numéricos, em claras, complexas e maravilhosas simetrias matemáticas. O cético pode dizer o que quiser, só não pode negar os fatos!

2ª Razão – A Matemática Bíblica prioriza as simetrias, os padrões e não o significado teológico e simbólico dos números.

Por exemplo, o fato de somente 7 livros bíblicos possuírem capítulos de número 37, e que cada um desses capítulos está numa determinada ordem (na lista geral dos 1.189 capítulos), não tem nada a ver com o tema dos livros. Em outras palavras: Gênesis, Êxodo, Jó, Salmos, Isaías, Jeremias e Ezequiel não possuem nenhuma ligação temática especial exclusiva em comum (tipo Apocalipse e Daniel, por exemplo).

Não existe (pelo menos não encontrei ainda) uma conexão temática entre os capítulos 37 de Gênesis, 37 de Êxodo, 37 de Jó, etc. Mas a conexão matemática (em sintonia com os números-chave da Bíblia) é muito evidente. E incontestável.

3ª Razão – Os cálculos não são feitos de cabeça (passível de falha), mas pelo computador (que, em se tratando de cálculos, é infalível).

Um ser humano, por mais genial que seja, está sujeito a cometer erros. O equilíbrio do nosso Universo depende de cálculos exatos (e complexos). Todos os cálculos apresentados na Matemática Bíblica divulgada no Arquivo7 são realizados pelo computador (de outra forma seria até impossível, considerando o tamanho, a quantidade e a complexidade dos números envolvidos).

Em outras palavras: a simples equação (7337^7337) = Êxodo 37, envolve um número absurdo de dígitos (28.362) que a mente humana jamais conseguiria calcular. Mas podemos apostar a cabeça que este cálculo está corretíssimo e assim será para sempre.

O grande problema é que existe pouca literatura disponível sobre Matemática Bíblica. Quando algum livro toca no assunto, geralmente o faz usando a Numerologia Bíblica e apresentando certos padrões numéricos apenas como curiosidades bíblicas – coisas que parecem servir apenas para gincanas e maratonas bíblicas para a juventude da igreja.

          Por isso não é de admirar quando os apologistas cristãos (até os mais renomados) fazem pouco caso da Matemática Bíblica. Por exemplo, no tópico “SUPOSTA ORIGEM DIVINA DO ALCORÃO”, o conhecido apologeta americano Norman Geisler escreveu (em sua espetacular obra “ENCICLOPÉDIA DE APOLOGÉTICA”):

Argumento da estrutura matemática. Uma prova popular da origem divina do Alcorão é sua suposta base milagrosa no número 19. Dezenove é a soma do valor numérico das letras da palavra “um” (com base na crença básica de que Deus é um). Tal método apologético não é bem aceito nos círculos científicos por boas razões. Nenhum muçulmano aceitaria uma mensagem que afirma ser de Deus se ensinasse idolatria ou imoralidade. Certamente nenhuma mensagem contendo tais afirmações seria aceita apenas por motivos matemáticos. Portanto, mesmo se o Alcorão fosse um ‘milagre’ matemático, isso não seria suficiente para provar que era de Deus, mesmo para muçulmanos inteligentes.”

“Mesmo que a probabilidade for muito alta contra o Alcorão ter todas essas combinações incríveis do número 19, isso não prova nada além de que há uma ordem matemática por trás da linguagem do Alcorão. Como a linguagem é uma expressão da ordem do pensamento humano e como essa ordem pode ser reduzida à expressão matemática, não é anormal que uma ordem matemática possa ser encontrada por trás da linguagem de um documento. Na verdade, não há nada de tão anormal sobre sentenças que têm dezenove letras.”

“Além disso, o mesmo tipo de argumento (baseado no número 7) foi usado para ‘provar’ a inspiração da Bíblia. Pegue o primeiro versículo da Bíblia ‘No princípio criou Deus os céus e a terra’. G. Nehls indica que:”

“O versículo consiste em 7 palavras hebraicas e 28 letras (7 x 4). Há três substantivos: ‘Deus, céus, terra’. Seu valor numérico [...] é 777 (7 x 11). O verbo ‘criou’ tem o valor 203 (7 x 29). O objeto está contido nas três primeiras palavras — com 14 letras (7 x 2). As outras quatro letras contêm o sujeito — também com 14 letras (7x2) [e assim por diante].”

E Geisler conclui:

“Mas nenhum muçulmano permitiria que isso valesse como argumento a favor da inspiração divina da Bíblia. No máximo o argumento é esotérico e não convincente. A maioria dos estudiosos muçulmanos inclusive evita usá-lo.”

Tenho uma grande admiração por Geisler, é o meu apologista cristão favorito, tenho vários livros dele, mas, assim como discordo de outras formas de pensar dele, também tenho fortes razões para desacreditar do argumento dele em relação à matemática como evidência da inspiração da Bíblia.

Primeiro, as poucas coincidências envolvendo o número 19 na estrutura do Alcorão podem facilmente serem reputadas como mero acaso literário e fáceis de serem reproduzidas em qualquer outra literatura – além do mais, o número 19 não possui nenhuma propriedade incrível dentro da matemática; segundo, é relativamente normal encontrarmos textos em que palavras e frases sejam múltiplos de 7... mas a Matemática Bíblica é muito, muito mais do que isso! Notem que Geisler não citou nada sobre o número 37 ou 73, muito provavelmente porque desconhece essas evidências (infelizmente, o círculo dos estudiosos sobre Matemática Bíblica é muito fechado, pois a própria palavra “matemática” causa terror).

Por exemplo, desafiar alguém a escrever uma frase repleta de padrões envolvendo o número 7 pode ser um pouquinho complicado, mas não é nada diante deste outro desafio:

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

O DESAFIO DE IVAN PANIN



Qualquer pesquisa básica na internet sobre Numerologia Bíblica ou Matemática Bíblica e é muito provável que você vá parar em alguma página com algum texto sobre as teorias numéricas de Ivan Panin. Mas quem foi esse homem?

Ivan Nikolayevitsh Panin (12 de dezembro de 1855 – 30 de outubro de 1942) foi um imigrante russo nos Estados Unidos que descobriu padrões numéricos nos textos em hebraico e grego dos originais da Bíblia.

“Em 1878 ingressou na Universidade de Harvard e, após 4 anos, formou-se obtendo o grau de Bacharel em Artes (B.A.). Durante seu primeiro ano na universidade fez algumas disciplinas de matemática. Após a graduação ficou conhecido por suas aulas sobre literatura russa. Por este tempo converteu-se* do agnosticismo e nihilismo para o cristianismo. Em 1890 Panin anunciou ter descoberto padrões numéricos no texto em hebraico do livro dos Salmos, e logo depois, no texto grego do Novo Testamento.”
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Ivan_Panin)

          *Na verdade, um dos fatores que levou Panin a abandonar o agnosticismo foi a descoberta dos padrões numéricos na Bíblia. Alguns textos sobre a sua vida contam que, certo dia, já na América, Panin resolveu ler a Bíblia por mero interesse literário.

Ele, na verdade, iniciou suas descobertas numéricas através do texto original de João 1.1, em grego. Em vários dados biográficos dele, espalhados pela internet, podemos ler, por exemplo, o seguinte:

Foi no ano de 1890, quando contava 35 anos de idade, que Ivan Panin recebeu a revelação da estrutura matemática no texto grego original da Bíblia. Ele estava lendo o Evangelho Segundo João no Grego: ”No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e Deus era o Verbo” (1.1). Ele achou curioso o fato do artigo “o” preceder a palavra “Deus” num caso e não no outro. Examinando o texto ele viu que havia um relacionamento numérico. Esta foi a primeira das descobertas que o levaram à conversão.

No grego, o texto de João 1.1 diz: “E o Verbo estava com Deus, e o Verbo era o Deus”. O que este artigo estaria fazendo aqui, quando não faria falta para o entendimento do texto? Panin aprofundou suas pesquisas e descobriu um padrão numérico oculto no texto – e esse padrão não existiria se o artigo fosse eliminado. A partir daí, esse sábio russo começou a fazer novas e impressionantes descobertas, tanto no Novo quanto no Antigo Testamento.

Para se ter uma ideia das descobertas do Dr. Panin, vejamos uma análise dele no texto do Evangelho de Mateus, no original grego, capítulo 1º, nos primeiros 17 versículos (A GENEALOGIA DE JESUS).

Genealogia de Jesus (Mateus 1:1-17)

1 - O número de palavras que são substantivos é 56, ou 7 x 8.
2 - A palavra grega "δε" é a que ocorre com mais freqüência nesta passagem, 56 vezes, ou 7 x 8.
3 - Também, o número de formas diferentes em que o artigo "δε" ocorre é exatamente 7.
4 - Há duas secções principais nesta passagem: verso 1 a 11 e 12 a 17. Na primeira secção o número de palavras do vocabulário grego empregadas é 49, ou 7 x 7.
5 - Destas 49 palavras, o número das que começam com vogal é 28, ou 7 x 4.
6 - O número de palavras começando com consoante é 21, ou 7 x 3.
7 - O total de letras destas 49 palavras é exatamente 266, ou 7 x 38.
8 - O número de vogais entre estas 266 letras é 140, ou 7 x 20.
9 - O número de consoantes é 126, ou 7 x 18.
10 - Destas 49 palavras, o número de palavras que ocorrem mais de uma vez é 35, ou 7 x 5.
11 - O número de palavras que aparecem uma única vez é 14, ou 7 x 2.
12 - O número de palavras que ocorrem em uma única forma é 42, ou 7 x 6.
13 - O número de palavras que ocorrem em mais de uma forma é 7.
14 - Destas 49 palavras, o número de palavras que são substantivos é 42, ou 7 x 6.
15 - O número de palavras que não são substantivos é 7.
16 - Dos substantivos, 35 são nomes próprios, ou 7 x 5.
17 - Estes 35 nomes são usados 63 vezes, ou 7 x 9.
18 - O número de substantivos masculinos é 28, ou 7 x 4.
19 - Estes substantivos masculinos ocorrem 56 vezes, ou 7 x 8.
20 - O número de substantivos que não são masculinos (isto é, femininos ou neutros) é 7.
21 - Três mulheres são mencionadas: Tamar, Raabe e Rute (θαμαρ, ραχαβ e ρουθ). O número de letras gregas nestes nomes é 14, ou 7 x 2.
22 - O número de substantivos compostos é 7.
23  - O número de letras gregas nestes 7 substantivos é 49, ou 7 x 7.
24 - Apenas uma cidade é mencionada nesta passagem: Babilônia (βαβυλων), que contém 7 letras.

Com base nesse tipo de análise do texto bíblico, Panin costumava desafiar seus críticos a elaborarem algo parecido. Um modelo desse desafio era o seguinte:

Tente criar uma genealogia (mesmo ficcional) que atenda aos seguintes critérios:

1) O número de palavras tem de ser divisível por 7.
2) O número de letras também tem de ser divisível por 7.
3) O número de vogais e o número de consoantes tem de ser divisível por 7.
4) O número de palavras que começa com uma vogal deve ser divisível por 7.
5) O número de palavras que começa com uma consoante deve ser divisível por 7.
6) O número de palavras que ocorre mais de uma vez deve ser divisível por 7.
7) O número de palavras que ocorre em mais de uma forma deve ser divisível por 7.
8) O número de palavras que ocorre em apenas uma forma deve ser divisível por 7.
9) O número de substantivos deve ser divisível por 7.
10) O número de palavras que não são substantivos deve ser 7.
11) O número de nomes próprios deve ser divisível por 7.
12) Apenas 7 palavras devem ser substantivos não próprios.
13) O número de nomes masculinos deverá ser divisível por 7.
14) O número de gerações deverá ser também divisível por 7.
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Ivan_Panin)

São famosos os debates que Panin teve com alguns céticos, por meio das colunas de vários jornais em Nova York. E muitos dos seus críticos ficaram sem respostas, diante dos fatos numéricos apresentados.

Por exemplo, durante vários meses, em 1899, o jornal NEW YORK SUN havia dedicado um grande espaço, em sua edição de domingo, à textos discutindo a veracidade do Cristianismo. Na edição de 19 de novembro de 1899, publicou uma carta de alguém (que se identificou como W.R.L.), na qual ele denunciou o cristianismo, usando os velhos "argumentos", freqüentemente refutados, e desafiou "algum campeão da ortodoxia” a entrar “na arena” do jornal e dar aos leitores alguns "fatos" em defesa da religião cristã.

Então Ivan Panin aceitou o desafio, e enviou uma carta ao The Sun, com vários anexos, apresentando muitos fatos matemáticos ocultos nos textos originais da Bíblia. E lançou um contra desafio ao senhor W.R.L, para que este imitasse o evangelista Mateus e elaborasse uma genealogia no mesmo estilo encontrado no capítulo 1º do Novo Testamento (como apresentamos no inicio deste artigo). Outra descoberta de Panin tem a ver com a quantidade de certas palavras que cada escritor usou, como ele mesmo explicou no mesmo artigo:

“Não há um só parágrafo no Evangelho de Mateus que não esteja formado neste plano. Além disto, cada parágrafo tem relação aritmética com o que precede e com o que segue. Assim, no último capítulo, ele emprega 7 palavras que não tinha empregado antes. No Evangelho há 140 palavras, 20x7, que não aparecem em nenhum outro livro do Novo Testamento. Mateus emprega 140 palavras que os outros não empregam. Como poderia ele saber que Marcos, Lucas, João, Tiago, Judas e Paulo não haveriam de usar estas palavras? Alguém poderia pensar que Mateus escreveu depois de todos. Acontece, porém, que Marcos mostra em seu Evangelho o mesmo fenômeno aritmético”.

“A pergunta se impõe, como poderia este homem [Mateus] saber que Marcos, Lucas, João, Tiago, Pedro, Judas e Paulo não usariam estas [140] palavras? Se não levarmos em consideração as seguintes hipóteses é totalmente impossível ter sido escrito como o foi:”

“Ou Mateus tinha combinado isto antes com todos eles; ou, ele tinha todo o resto do Novo Testamento na sua frente antes de começar a escrever; ou então, do Novo Testamento todo, deve ter sido o evangelho de Mateus o livro que foi escrito por último.”

“... O evangelho de Marcos é também um milagre literário e matemático igual ao de Mateus. (...) Mas agora ainda temos que dizer que o evangelho de Lucas apresenta exatamente as mesmas características como de Mateus e Marcos, e do mesmo modo João, Tiago, Pedro, Paulo e Judas. (...) As mesmas características estão em tudo e não existe possibilidade humana para explicar isto. Oito homens impossivelmente podem ter escrito cada um por último, 27 livros, 537 páginas [na edição grega usada pelo autor] e milhares de parágrafos? (...) Só quero acrescentar ainda, que do mesmo modo podemos provar e comprovar de que o texto hebraico do Antigo Testamento foi também inspirado literalmente.”

*Mais detalhes sobre esse desafio, podem ser encontrados no livro “The Inspiration of the Scriptures Scientifically Demonstrated – A Inspiração das Escrituras demonstrada cientificamente”, de Ivan Panin, facilmente encontrado, em pdf, pela internet.

Claro que essa abordagem da Bíblia gerou muitas polêmicas e especulações na época, tanto entre os céticos como entre os cristãos. E, durante toda sua vida, como cristão, Panin deu muitas palestras e debateu com muitos céticos, sempre os desafiando a tentarem elaborar alguma frase usando os mesmos artifícios numéricos encontrados na Bíblia.

Em resposta a carta-desafio de Panin, muitas cartas foram encaminhadas à redação do The Sun, E NENHUMA DELAS conseguiu responder ao desafio. Panin disse que só haveria três maneiras de refutá-lo:

1 – Mostrando que os fatos não eram como ele os havia apresentados;

2 – Mostrando que era possível que 8 homens escrevessem um após o outro, 27 livros, totalizando 500 páginas, cada uma por sua vez escrita por último;

3 – Mostrando que, mesmo que os fatos sejam verdadeiros, a aritmética impecável e a colocação dos números honestos, não se segue que meros homens não poderiam ter escrito isso sem a inspiração de cima.

Na mesma época Panin havia desafiado, isto é, convidado publicamente, nove notáveis racionalistas, para tentar refutá-lo. O resultado foi o seguinte:

 Um disse que não estava "interessado" nas ações "aritméticas" do escritor; dois "lamentaram" que "não tivessem tempo" para dar atenção a essas coisas. Outro alegou que "não queria ser cruel", e o restante ficou em silêncio.

Para o benefício especial destes, Ivan Panin imprimiu os dados originais com inúmeros detalhes, permitindo-lhes, da maneira mais fácil, verificar todas as declarações feitas por ele, se assim o desejassem.

Mais tarde, escreveu novamente ao N.Y.SUN, para discutir algumas das respostas que lhe tinham sido encaminhadas, recitou as três maneiras de refutá-lo e continuou:

"Nenhum homem são tentará refutar-me pelo segundo método. Para refutar-me pelo primeiro método, convido respeitosamente alguns ou todos os seguintes itens a provar que meus fatos não são fatos: a saber, senhores. Lyman Abbott, Washington Gladden, Heber Newton, Minot J. Savage, Presidentes Eliot de Harvard, White de Cornell e Harper, da Universidade de Chicago, Professor J. Henry Thayer de Harvard e Dr. Briggs, e qualquer outro crítico de destaque. [podem vir] se quiserem, todos os colaboradores da nona edição da Encyclopaedia Britannica, que escreveram seus artigos sobre assuntos bíblicos, juntamente com uma dúzia de matemáticos do calibre do professor Simon Newcomb. Quanto mais pesado o calibre de estudioso ou matemático, mais satisfatório para mim.”

“Eles descobrirão que meus fatos são fatos. E, como são fatos, estou pronto para levá-los a quaisquer três advogados de destaque, ou, melhor ainda, a qualquer juiz do Superior ou do Supremo Tribunal, e respeitar sua decisão sobre se a conclusão é desnecessária de que apenas a Inspiração possa dar conta dos fatos, se são fatos.”

“Tudo o que eu deveria pedir seria que o juiz tratasse o caso como qualquer outro caso que lhe fosse apresentado: recusando-se a admitir assuntos para discussão como irrelevantes quando irrelevantes; e ouvindo pacientemente os dois lados, como ele faz em qualquer julgamento”. [Traduzido diretamente do original, com a ajuda do tradutor do Google],

Em síntese: Panin desafiou todos os estudiosos da época (principalmente os céticos), que tentassem refutar os fatos por ele apresentados, e que, se quisessem, poderiam leva-lo ao tribunal para que os fatos bíblicos-numéricos fossem julgados de forma justa, ouvindo-se as partes, etc.

Mas esses estudiosos desafiados, quando não respondiam com uma simples zombaria, simplesmente ficavam em silêncio. Panin escreveu:

“Desafiei o editor do The Outlook, um dos grandes semanários americanos da época, e o presidente Eliot da Universidade de Harvard, e Minot, Savage e vários outros; e disse impresso: ‘Senhores, gentilmente refutarão meus fatos; refutarão as conclusões?’ Mas a resposta foi: silêncio! Eles não os refutaram, eles simplesmente não disseram nada. ‘Um deles escreveu em resposta a uma carta particular: ‘Não estou interessado em seus feitos aritméticos’”.

Ao ser questionado "Mas qual é o significado de todos esses números na Bíblia?”, Panin retirou uma nota de um dólar do bolso e respondeu: “As notas americanas têm essa peculiaridade, elas são, é claro, impressas em papel que não pode ser facilmente reproduzido, mas nesse papel também passam por uns fios de seda vermelhos”.

Aí ele concluiu a explicação para o amigo, mostrando que aquele fio de seda era uma forma do governo dificultar a reprodução do dinheiro pelos falsificadores. E perguntou: “Não acha que seria igualmente sábio da parte de Deus que Ele colocasse em Seu Livro, alguma coisa (ou marca) que dificultasse a sua falsificação?”

Apesar de Panin ter contribuído com muitas descobertas numéricas interessantes na Bíblia, um dos problemas das suas teses (segundo alguns estudiosos cristãos, entre os quais, o matemático cristão britânico Vernon Jenkins) era que:

- Ele estava obcecado com o número 7 e, aparentemente, deixou de perceber a simetria matemática envolvendo os números figurados (tais como 37 e 73);

- Um em cada 7 números é divisível por 7. Ou seja, é muito mais difícil se encontrar um múltiplo de 37 do que de 7. Embora os padrões envolvendo o número 7 nas frases e palavras da Bíblia sejam difíceis ou impossíveis de serem reproduzidos, os críticos de hoje costumam alegar que encontrar padrões de 7 em frases e textos não é algo tão difícil ou incomum.

Em outras palavras: embora a maioria dos críticos da época de Panin tenham se calado diante das evidências bíblico-numéricas apresentadas por ele, os de hoje, que se orgulham da alta tecnologia que temos, acham que as teses de Panin são frágeis.

Mas, no inicio do século XXI, alguns estudiosos cristãos (e matemáticos) cavaram um pouco mais fundo nas pesquisas de Panin e fizeram descobertas surpreendentes.

Um desses estudiosos, aliás, o mais destacado dentre eles, Vernon Jenkins, fez o avanço mais impressionante, descobrindo conexões geométricas com os textos originais do Gênesis, envolvendo números figurados, especialmente TRIANGULARES, HEXAGONAIS e ESTRELARES HEXAGONAIS – No Arquivo7 temos divulgado muitas das descobertas desse estudioso.

*Sobre Vernon Jenkins e suas pesquisas a respeito dos padrões matemáticos bíblicos (especialmente sobre o primeiro versículo do Gênesis), veja suas páginas (todas em inglês):

http://homepage.virgin.net/vernon.jenkins/ (esta não é mais atualizada)

http://www.whatabeginning.com/ (esta é atualizada, frequentemente)

PARECER FINAL DO ARQUIVO7 SOBRE AS TESES BÍBLICO-MATEMÁTICAS DE IVAN PANIN

As estruturas matemáticas envolvendo o número 7 realmente existem nos textos originais da Bíblia. Mas elas não são suficientes para fazer um texto ser inimitável ou impossível de ser escrito pelo homem. Entretanto, se juntarmos à essa estrutura de setes os inúmeros padrões envolvendo os números figurados (como 37 e 73), aí o desafio fica impossível de ser respondido. Em suma, as descobertas de Panin são apenas incompletas e muitas das conclusões dele, um pouco precipitadas. Mas as descobertas do Dr. Vernon Jenkins alçaram a Matemática Bíblica a um patamar muito, muito elevado. E, apesar de 40 anos dedicado a essas pesquisas, até hoje ninguém conseguiu refutar as teses bíblico-matemáticas de Vernon Jenkins.

E sem falar de outros estudiosos com outras descobertas impressionantes (como Peter Bluer e John Elias), cujas páginas apresento abaixo:

1 – http://www.biblemaths.com/ - de Peter Bluer – apesar de também conter uma abordagem profunda da Matemática Bíblica, este site contém outros assuntos, tais como Profecia Bíblica, com uma abordagem com a qual eu não concordo na maior parte.

2 – https://www.37x73.com/ - este é um site bem recente (eu o descobri no ano passado). O autor, John Elias, deixa claro que seu principal objetivo é juntar em sua página os melhores sites sobre Matemática Bíblica do mundo (inclusive lá tem uma seção com uma lista de links interessantes... e, mais recentemente, ao tomar conhecimento da página do Arquivo7, John Elias a incluiu entre as páginas internacionais sobre Matemática Bíblica – e, como ele faz questão de destacar, é incrível a riqueza contida nesse assunto, pois cada autor traz uma abordagem diferente, isto é, inédita, dos fenômenos matemáticos na Bíblia).

"A soma da tua palavra é a verdade,..."
(Salmos 119.160)

Moacir R. S. Junior – morganne777@hotmail.com