O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7

O BÁSICO PARA VOCÊ ENTENDER O ARQUIVO 7
Tudo que você precisa saber para entender a principal linha de investigação do Arquivo7 - O BÁSICO SOBRE MATEMÁTICA BÍBLICA, SEGUNDO A TESE ARQUIVO 7.

CALCULANDO A VERDADE - A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA PROVADA PELA MATEMÁTICA

 

Uma introdução à Matemática Bíblica defendida no Arquivo7, numa exposição bem didática, ideal para quem está entrando em contato com essa tese pela primeira vez ou deseja apresentá-la a algum amigo. 

O "cânon" bíblico está fechado, com 66 livros e 1.189 capítulos, e, neste livro, apresentamos a evidência matemática como prova. 

"Investigue tudo, acredite apenas no que for provado verdadeiro" (paráfrase de 1 Tessalonicenses 5.21)

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segunda-feira, 21 de junho de 2021

COMO A MATEMÁTICA PODE SER USADA PARA TESTAR A VERACIDADE DA INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA?

 

O problema de muita gente com a matemática, especialmente a relutância de muitos cristãos em aceitar a matemática como teste para a inspiração divina da Bíblia, é simplesmente ignorância. Para esse pessoal a matemática serve apenas para ser usada no final do mês, quando vamos calcular nossas dívidas ou como “castigo” na escola. 

Sim, como a matemática é uma excelente aliada num teste sobre a verdade? Uma das áreas dela que lida com esse tipo de coisa é a Teoria (ou Lei) das Probabilidades. Em vez de tentar explicar, usando conceitos técnicos, vou usar a melhor didática do ensino, que é o exemplo. 

Imagine uma sacola, com 10 moedas, numeradas de 1 a 10. De olhos vendados, você deve apanhar uma. Quais as chances de apanhar a número 1? 

Bem, você tem UMA chance em 10 de apanhar qualquer moeda. 

E se você colocar a mão na sacola DUAS vezes, quais as chances de primeiro apanhar a moeda número 1 e depois a moeda número 2, na sequência? 

Agora você tem uma chance em 100 de pegar as duas moedas, na sequência. 

Ou seja, cada vez mais suas chances são multiplicadas por 10. Veja as simulações abaixo: 

Apanhar a moeda número 1 – uma chance em 10;

Apanhar a moeda 1 e em seguida a 2 – uma chance em 100;

Apanhar as moedas 1, 2 e 3, em sequência – uma chance em 1.000;

Apanhar as moedas 1, 2, 3 e 4, em sequência – uma chance em 10.000;

Apanhar as moedas 1, 2, 3, 4 e 5, em sequência – uma chance em 100.000;

Apanhar as moedas 1, 2, 3, 4, 5 e 6, em sequência – uma chance em 1.000.000;

Apanhar as moedas 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7, em sequência – uma chance em 10.000.000;

Apanhar as moedas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8, em sequência – uma chance em 100.000.000;

Apanhar as moedas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 em sequência – uma chance em 1.000.000.000;

Apanhar as moedas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 em sequência – uma chance em 10.000.000.000 (DEZ BILHÕES!!!). 

Logo, a matemática nos ajuda a entender as chances das coisas acontecerem, se foi por mero acaso ou premeditadas. Mesmo uma pessoa sem muita instrução escolar desconfiaria quando alguém lhe afirmasse que ganhou na Mega três vezes seguida. E por quê? Porque todo mundo tem a noção de que acertar 6 números, num pacote de 60, é uma coisa dificílima (como prova, mesmo milhões de apostas numa semana, as vezes nenhuma acerta o alvo). 

Sim, se acertar 6 números na Mega é algo muito difícil, imagine acertar duas vezes, seguidamente. E três? Mesmo não sabendo, quando alguém tem a noção de que acertar três vezes seguidas na Mega é muito mais difícil do que acertar uma vez, está concordando com o que nos ensina a Lei das Probabilidades. 

Muitos cientistas ou matemáticos cristãos já usaram a Lei das Probabilidades, por exemplo, para testar as profecias bíblicas. O experimento mais famoso foi realizado pelo Dr. Peter Stoner, nas décadas de 1940 a 1950. Um relato detalhado dessa experiência está no capítulo 143 da Enciclopédia Arquivo7, intitulado “A DIGITAL DO POLEGAR ESQUERDO DE DEUS”. 

O Professor Emérito de Ciência da Universidade de Westmont, Peter Stoner, calculou a probabilidade de um homem cumprir algumas das principais profecias feitas sobre o Messias, na Bíblia. 

As estimativas foram desenvolvidas por 12 classes diferentes de 600 estudantes universitários. 

Os estudantes pesaram cuidadosamente todos os fatores, discutiram cada profecia extensamente e examinaram as várias circunstâncias que poderiam indicar que homens conspiraram juntos para cumprir uma determinada profecia. 

Depois de examinarem 8 profecias diferentes, o Professor Stoner e seus alunos calcularam conservadoramente que a possibilidade de um homem cumprir as 8 profecias era de uma para 10 elevado a 17ª potência. 

1.000.000.000.000.000.000 

Mas a questão é que existem muito mais que 8 profecias sobre o Messias. Em outro cálculo, o professor Stoner usou 48 profecias (alguns estudiosos dizem que existem cerca de 456 profecias sobre Jesus) e chegou a estimativa extremamente conservadora. 

A probabilidade de 48 profecias se cumprirem em uma pessoa seria de 10 elevado a 157, ou seja: 10 seguido de 157 zeros. É demais, você não acha? 

100000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000 

          De modo que, por meio da Lei das Probabilidades, é impossível que as profecias bíblicas tenham se cumprido nos eventos históricos por mero acaso, como costumam argumentar os céticos. Este é um excelente exemplo do uso da matemática para se testar a veracidade de alguma afirmação. 

Sim, através da matemática podemos julgar quando algo é executado por acaso ou planejado. E quando planejado, podemos calcular as chances disso ter sido elaborado ou inventado pela mente humana, ou se está além. A Matemática Bíblica tem essa finalidade. 

Um outro exemplo, desta vez usando aquilo que chamamos de Matemática Bíblica. 

Olha só o caso de Isaque, Jacó e José. O valor numérico de Isaque é 208 ou 16 x 13; Jacó vale 182 ou 14 x 13. José vale 156 ou 12 x 13. O intrigante destes três nomes é que eles não foram escolhidos ao acaso, mas são pai, filho e neto. 

Encontrar, por aí, por mero acaso, três nomes de pessoas, que possuem um estreito laço de parentesco entre si e o mesmo fator numérico no valor dos nomes, é algo muito fácil. Mas somente se forem considerados números pequenos, tipo 3, 4, 5, etc. 

Vejamos um exemplo bem prático: pense numa família conhecida e calcule os nomes do pai, filho e neto. 

Você tem 50% de chances ou uma chance em duas de que os três nomes escolhidos sejam múltiplos exatos de 2. 

Tem uma chance em 3 (ou 33,33% de chances) de que os três nomes sejam múltiplos de 3; 

Tem uma chance em 4 (ou 25%) de que os três nomes sejam múltiplos de 4. E assim por diante. Quanto maior o número, menores as chances. 

É fácil entender que encontrar 3 pessoas (pai, filho e neto) com nomes múltiplos de 13 é muito mais difícil do que um múltiplo qualquer abaixo de 13. 

Mas o caso envolvendo Jacó, Isaque e José não seria apenas uma grande coincidência? Como saber que se coincidência pode ser mais do que uma coincidência, isto é, algo planejado? Aí só temos que procurar se os números envolvidos na experiência seriam significativos em relação às 3 pessoas envolvidas. 

No caso Abraão, Isaque e Jacó, aparentemente não existe nada no contexto bíblico relacionando estes três patriarcas com o número 13 (excetuando-se, é claro, os valores dos seus nomes). Mas espere! 

A coincidência fica ainda mais chocante quando consideramos que O Sagrado Nome de Deus revelado na Bíblia (equivalentes às letras YHWH), tem o valor numérico, em hebraico, de 26. Aí, 3 patriarcas bíblicos, que possuem uma íntima conexão entre si, possuem, claramente, a seguinte simetria matemática: 

·       Isaque (pai) = 208 (8 x 26)

·       Jacó (filho)  = 182 (7 x 26)

·       José (neto)  = 156 (6 x 26) 

É claro que múltiplos de 26 são ainda mais difíceis de se encontrar do que múltiplos de 13. Mas considere os seguintes fatos: 

Primeiro, são 3 pessoas ligadas entre si; 

Segundo, possuem o mesmo fator numérico; 

Terceiro, não um fator qualquer, mas exatamente o valor do Nome do Deus deles; 

Quarto, os 3 nomes, em hebraico, cada um possui 4 letras (assim como o Nome de Deus); 

Quinto, do pai para o neto, os valores decrescem, quando o 26 é multiplicado na seguinte ordem: por 8, por 7 e por 6; 

Sexto, a diferença (pelos valores) entre Isaque e Jacó é 26, e entre Jacó e José também é 26. 

Portanto, matematicamente, é impossível que isto tenha acontecido por mero acaso. 

E quando lembramos que na Bíblia existem inúmeros exemplos parecidos e até superiores a esses aí, fica evidente porque, com o uso da matemática, ousamos afirmar que a Bíblia não pode ter sido elaborada pelo homem, SEM A AJUDA DIVINA! 

          Você compreende agora o valor da matemática na defesa da inspiração sobrenatural da Bíblia? Se a argumentação e os fatos apresentados aqui não foram suficientes, recomendo dar uma olhadinha em alguns capítulos da Enciclopédia Arquivo7. Mas você só fará isso se realmente for um sincero buscador da verdade. 

Moacir Junior – morganne777@hotmail.comwww.arquivo7.com.br

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